Gestão de Cultura - Trazendo o Real Propósito do MEJ à Tona

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Case apresentado no ESEJ Caiobá no dia 12/05/2012 por Álvaro Englert e Arthur Dambros, ex-diretores da PS Junior.

Músicas pré-case:
Até o Fim - Engenheiros do Hawaii
Somos Quem Podemos Ser - Engenheiros do Hawaii
Até Quando - Gabriel O Pensador
Que País é Esse? - Legião Urbana

Materiais Referenciados:
Alvin Toffler on Education - Uma história sobre educação - http://www.youtube.com/watch?v=04AhBnLk1-s
Zeitgeist - Moving Forward (video Monnopoly)
Practical Wisdom & The Costs of Living - Barry Schwartz
Knowledge is Power Program - http://www.kipp.org/
A Lógica do Cisne Negro - Nassim Nicholas Taleb (Mapa e Território)
David Bowden Poetry - Start Something that Matters
Diversos outros materiais fundamentaram nosso case, direta ou indiretamente, mas não foram referenciados. Caso haja interesse no aprofundamento de alguma questão, entrar em contato com alvaro@psjunior.com ou arthur@psjunior.com.

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Gestão de Cultura - Trazendo o Real Propósito do MEJ à Tona

  1. 1. Gestão de CulturaTrazendo o real propósito do MEJ à tona Tem muitas coisas feias acontecendo no Mundo. Somos um movimento de mais de 27 mil pessoas – e crescendo. Poderíamos mudar, mas preferimos mimetizar. Poderíamos ser diferentes, mas preferimos ser iguais (ou apenas melhores). Poderíamos sonhar com uma realidade melhor, mas preferimos pensar no nosso plano de carreira. Seja a mudança que você quer ver no Mundo; e desenvolva, na sua EJ, a cultura que você quer ver no Mundo.
  2. 2. muito prazer,Álvaro Englert Arthur DambrosEx-Diretor de RH Ex-Diretor de Projetosalvaro@psjunior.com arthur@psjunior.com
  3. 3. Álvaro Englert Arthur DambrosEx-Diretor de RH Ex-Diretor de Projetosalvaro@psjunior.com arthur@psjunior.com
  4. 4. a gente está aqui no MEJ por quê?Álvaro Englert Arthur DambrosEx-Diretor de RH Ex-Diretor de Projetosalvaro@psjunior.com arthur@psjunior.com
  5. 5. nos desenvolver nos capacitar
  6. 6. http://veja.abril.com.br/160708/p_046.shtml
  7. 7. Qual é o tipo de pessoa que queremos ser e que, portanto,queremos formar?
  8. 8. mas cara,para aí!
  9. 9. Representar o MovimentoEmpresa Júnior brasileiro e potencializá-lo como agente de formação deempreendedores capazes de transformar o país.
  10. 10. Representar o MovimentoEmpresa Júnior brasileiro e potencializá-lo como agente de formação de quê?
  11. 11. Jogar paraMUDAR!
  12. 12. “KIPP’s longstanding motto — “Work hard. Be nice.” — isn’t just atagline. Since KIPPs beginning in 1994, the development of character has been as important to us as the teaching of rigorous academic skills. They are the yin-yang that make our schools come alive, and that we believe are necessary for the success of our students in college and life.” KIPP – Knowledge Is Power Program
  13. 13. “KIPP’s longstanding motto — “Work hard. Be nice.” — isn’t just atagline. Since KIPPs beginning in 1994, the development of character has been as important to us as the teaching of rigorous academic skills. They are the yin-yang that make our schools come alive, and that we believe are necessary for the success of our students in college and life.” KIPP – Knowledge Is Power Program
  14. 14. The bad news is that without wisdom, brilliance isnt enough. It’s as likely to get you and other people into trouble as anything else. Barry SchwartzAlbert EinsteinA maioria das pessoasdiz que é o intelecto quefaz um grande cientista.Elas estão erradas: é ocaráter.
  15. 15. Precisamos depessoas assim em todos contextos.
  16. 16. Pelo mundo. Por nós.Vamos assumir essa responsabilidade?
  17. 17. consultoria não desenvolveempreendedores capazes detransformar o país
  18. 18. estamos no negócio dedesenvolvimentode pessoas, não de consultoria
  19. 19. quão boa é tua EJ?
  20. 20. Desenvolvimento consultoria dos membros
  21. 21. confundindomapacomterritório
  22. 22. é o car4&#@!
  23. 23. FOCO EMRESULTADO!
  24. 24. Empreendedor capaz de transformar o país? A necessidade de um novo entendimento Assumamos essa responsabilidade Ser bom em consultoria não diz muita coisa Estamos no negócio de desenvolvimento de pessoas, não no negócio de consultoria
  25. 25. Mensurando desempenho da forma errada Consequência de focar nas bananas: perdemos o foco das maçãs E iniciou-se o processo de “seniorização” Quando o foco em “resultado” se torna uma coisa ruim
  26. 26. Beleza,Mas e aí?
  27. 27. E aí a questão é: Como gerenciar uma EJ em que ofoco é desenvolver os membros?
  28. 28. E aí a questão é: Como gerenciar uma EJ em que o Cultura?foco é desenvolver os membros?
  29. 29. O queQueremosDizer com Cultura?
  30. 30. Por queCultura?
  31. 31. Qual CulturaQueremos?
  32. 32. Se puxar! (padrãosignificado Reflexão ou de excelência) Questionamento Responsabilidade socialinconformismo tesão Inventividade e inovação liberdade União e cooperação Empreendedorismo Pessoas boas Transformação ou Não-mimetização originalidade
  33. 33. E aí a questão é: Como gerenciar uma EJ em que ofoco é desenvolver os membros?
  34. 34. E aí a questão muda para:Como Nutrir uma cultura de...? Reflexão ou Se puxar! (padrãosignificado Questionamento de excelência) tesão Responsabilidade socialinconformismo Pessoas boas liberdade Inventividade e inovação originalidade União e cooperação Transformação ouEmpreendedorismo Não-mimetização
  35. 35. Estímulosorientados
  36. 36. contextualMais indiretoestrutural reflexivo Mais direto individual
  37. 37. mas então como mensurarE Gerenciar?
  38. 38. “Nossos números do Sistema de Medição de Desempenho nos apontam como uma das 20 melhores empresas juniores do Brasil. Mas nesses números estão embutidos métodos feitos para reconhecer os egos de que somos melhores nesse mês do que os outros e ferramentas que nos injetam disciplina forçada ao invés de trazerem mudanças de hábitos. Eles incluem os processos que mais burocratizam e afastam a diretoria dos membros do que tornam a gestão coesa. Incluem planos de ação para criar métricas mais precisas de avaliação de pessoas, quando são nossos próprios interesses de sermos promovidos que geram essas distorções que tentamos consertar. Inclui o nosso esforço para nos vender, o que muitasvezes consume energia necessária para sermos cada vez melhores...
  39. 39. ...Entretanto, o SMD não garante a união da nossa empresa, o caráter das nossas lideranças ou a qualidade das nossas decisões. Não inclui a força da nossa cooperação entre EJs ou a nossa vontade de transformar o Mundo, a sinceridade das amizades entre nós formadas ou a profundidade do nosso autoconhecimento. Ele não mensura nosso talento ou nossa coragem, nossa sabedoria ou nosso aprendizado, nossa compaixão ou nossa devoção ao nosso país . Eletem a ver com tudo, em suma, exceto com aquiloque faz com que a vida valha a pena. E ele pode nos dizer tudo sobre o MEJ, exceto o motivo pelo qual temos orgulho de ser empresários juniores."
  40. 40. muitoobrigado!

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