Pâncreas
Pâncreas
• Órgão acessório do trato digestório
• Função
• Localização
• Glândula Mista
– Porção Exócrina
– Porção Endócrin...
Diabetes Mellitus
• Distúrbio na concentração sérica de glicose;
• O organismo não libera ou não utiliza de
modo adequado ...
Tipos de Diabetes
• Dois tipos:
– Diabetes tipo I ou diabetes mellitus insulino-
dependentes (DMID);
– Diabetes tipo II ou...
Diabetes tipo I - DMID
• Pouca ou nenhuma produção de insulina;
• Necessária a aplicação de insulina;
• Acomete menos de 1...
Diabetes tipo II –
DMNID
• Forma mais comum da doença;
• Acomete 80 a 90 % dos pacientes diabéticos;
• Sintomas “silencios...
Diferenças
DMID
Faixa etária
Infância ou puberdade
Estado nutricional
Frequentemente desnutrido
Prevalência
10-20% dos cas...
SINTOMAS
Período pós prandial
Captação Glicose
pelas células
Glicose absorvida no
intestino
Veia-porta
hepática
Glicose
liberada para
o sangue
Insulina ...
Efeitos da Insulina
• Estimula a captação de glicose pelas células;
• Estimula o armazenamento de glicogênio
hepático e mu...
Glucagon
• Hormônio de ação antagônica à insulina;
• Efeitos:
– Estimular a mobilização dos depósitos de
aminoácidos e áci...
Conseqüências da não
captação de glicose
Não captação de
glicose
Falta de
energia a
nível celular
Polifagia
Fadiga
Perda de Peso
Glicosúria
Poliúria
Polidipsia
Diu...
Conseqüências da não
captação de glicose
• Perda de peso;
• Fadiga;
• Poliúria;
• Polidipsia;
• Turvação da visão;
• Cicat...
Atenção...
Complicações tardias
Complicações ? Eis o resultado...
A patogênese das complicações
crônicas do diabetes é
multifatorial, envolvendo
fatores g...
Complicações Tardias
São elas:
Retinopatia
Nefropatia
Neuropatia
Retinopatia Diabéticas
As mais freqüentes nos adultos são as
por diabetes e por hipertensão
arterial,e uma complicação gra...
Nefropatia Diabética
• É a doença renal que resulta das lesões provocadas pela Diabetes Mellitus.
É causada pelo controle ...
Neuropatia Diabética
• É causada por uma redução do fluxo sangüíneo ou por níveis elevados de
açúcar no sangue, A alta tax...
Atividade física X
Paciente diabético
• Obesidade e sedentarismo contribuem para a
resistência à insulina.
• Sensibilidade...
Atividade física X
Paciente diabético
• Atividade Física pode ajudar o diabético a:
– Queimar o excesso de glicose circula...
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO

9.520 visualizações

Publicada em

Aula sobre Diabetes Mellitus. Fisiopaltologia, diagnóstico, tratamento e complicações

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
15 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
9.520
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
19
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
920
Comentários
0
Gostaram
15
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO

  1. 1. Pâncreas
  2. 2. Pâncreas • Órgão acessório do trato digestório • Função • Localização • Glândula Mista – Porção Exócrina – Porção Endócrina • Tipos de células – Células α, Células β, Células δ
  3. 3. Diabetes Mellitus • Distúrbio na concentração sérica de glicose; • O organismo não libera ou não utiliza de modo adequado a insulina; • Concentração sérica normal: 70 – 100 mg/dl. • Insulina: – O que é? – Função.
  4. 4. Tipos de Diabetes • Dois tipos: – Diabetes tipo I ou diabetes mellitus insulino- dependentes (DMID); – Diabetes tipo II ou diabetes mellitus não insulino- dependentes (DMNID)
  5. 5. Diabetes tipo I - DMID • Pouca ou nenhuma produção de insulina; • Necessária a aplicação de insulina; • Acomete menos de 10% dos pacientes; • Autoimune em 95% dos casos; • Como acontece: – Anticorpos contra as células-beta; – Insulite nas ilhotas de Langerhans
  6. 6. Diabetes tipo II – DMNID • Forma mais comum da doença; • Acomete 80 a 90 % dos pacientes diabéticos; • Sintomas “silenciosos”; • Diagnóstico; • Células – β funcionais; • Fatores genéticos; • Não há vírus ou anticorpos auto-imunes envolvidos; • Alterações metabólicas mais leves.
  7. 7. Diferenças DMID Faixa etária Infância ou puberdade Estado nutricional Frequentemente desnutrido Prevalência 10-20% dos casos Predisposição genética Moderada Defeito/Deficiência Células-β destruídas e sem produção de insulina Cetose Comum Insulina Plasmática Baixa a ausente Complicações agudas Cetoacidose Resposta a drogas hipoglicemiantes orais Não responde Tratamento com Insulina Sempre necessário DMNID Faixa etária Após 35 anos Estado nutricional Obesidade usualmente presente Prevalência 80-90% dos casos Predisposição genética Intensa Defeito/Deficiência Resistência a insulina ou células β incapazes de produzir insulina em quantidade suficiente Cetose Rara Insulina Plasmática Normal a elevada Complicações agudas Coma hiperosmolar Resposta a drogas hipoglicemiantes orais Não responde Responde Tratamento com Insulina Geralmente não necessário
  8. 8. SINTOMAS
  9. 9. Período pós prandial
  10. 10. Captação Glicose pelas células Glicose absorvida no intestino Veia-porta hepática Glicose liberada para o sangue Insulina liga-se aos receptores presentes na membrana plasmática Insulina é ativada e liberada no sangue Glicose se liga ao Glut e entra na célula Na célula a glicose participa das vias metabólicas para produzir Energia Glicose é convertida em ATP e usada como fonte de energia
  11. 11. Efeitos da Insulina • Estimula a captação de glicose pelas células; • Estimula o armazenamento de glicogênio hepático e muscular; • Estimula o síntese de proteínas e ácidos graxos. Com isso há queda gradual da glicemia que estimula as células α-pancreáticas a liberarem o glucagon.
  12. 12. Glucagon • Hormônio de ação antagônica à insulina; • Efeitos: – Estimular a mobilização dos depósitos de aminoácidos e ácidos graxos; – Estimular a glicogenólise e – Estimular a glicogênese.
  13. 13. Conseqüências da não captação de glicose
  14. 14. Não captação de glicose Falta de energia a nível celular Polifagia Fadiga Perda de Peso Glicosúria Poliúria Polidipsia Diurese osmótica Hiperglicemia Degradação triglicerídeos e gliconeogênese Corpos Cetônicos Cetoacidose
  15. 15. Conseqüências da não captação de glicose • Perda de peso; • Fadiga; • Poliúria; • Polidipsia; • Turvação da visão; • Cicatrização precária; • Infecções recorrentes • Complicações tardias: – Doenças vasculares; – Doença coronariana; – Retinopatia; – Nefropatia; – Neuropatia periférica; – Neuropatia autonômica; – Cetoacidose diabética; – Síndrome hiperglicêmica hiperosmolar não- cetótica
  16. 16. Atenção...
  17. 17. Complicações tardias
  18. 18. Complicações ? Eis o resultado... A patogênese das complicações crônicas do diabetes é multifatorial, envolvendo fatores genéticos e metabólicos. Nas várias complicações diabéticas 3 mecanismos podem estar envolvidos: • ↑ glicação de proteínas; • ↑ atividade da via do poliol; • Alterações hemodinâmicas
  19. 19. Complicações Tardias São elas: Retinopatia Nefropatia Neuropatia
  20. 20. Retinopatia Diabéticas As mais freqüentes nos adultos são as por diabetes e por hipertensão arterial,e uma complicação grave, evolui lentamente, os diabéticos têm 25 vezes mais chances de se tornarem cegos do que os não diabéticos. É devido ao nível elevado de glicose no sangue, que danifica os vasinhos dos olhos, Os vasos sangüíneos danificados podem deixar vazar líquidos ou sangrar, fazendo com que a retina inche e a visão fique desfocada. Há dois estágios principais da retinopatia diabética: • não proliferativo • proliferativo
  21. 21. Nefropatia Diabética • É a doença renal que resulta das lesões provocadas pela Diabetes Mellitus. É causada pelo controle inadequado da glicemia, pela obesidade e pela pressão arterial elevada. • A nefropatia diabética determina-se através de uma análise feita à urina. Esta é obrigatória em todos os diabéticos adultos e em qualquer criança ou jovem com mais de cinco anos de diabetes e deve ser realizada pelo menos uma vez por ano. • Estima-se que entre 30% a 50% dos pacientes com diabetes do tipo 1 e de 20 a 30% do tipo 2 apresentem algum grau de problema no rim depois de 10 a 20 anos do aparecimento da doença, de 8 a 20% das pessoas que fazem diálise perderam a função do rim por causa do diabetes. • O tratamento é o controle estrito da hipertensão arterial, controle da glicemia e controle através de fármacos.
  22. 22. Neuropatia Diabética • É causada por uma redução do fluxo sangüíneo ou por níveis elevados de açúcar no sangue, A alta taxa de glicemia lesa as bainhas de mielina, resultando em atraso ou cessação na comunicação entre os neurônios • O início dos sintomas começa 10 ou 20 anos depois do diagnóstico de diabetes, os primeiros sintomas são formigamento ou dormência nos pés, pernas, braços ou mãos, a neuropatia pode prejudicar a comunicação entre o cérebro e os músculos e órgãos, causando dores que enfraquecem o corpo, o que no final pode levar à perda da sensibilidade naquela região. A neuropatia não causa apenas novos problemas de saúde, ela também agrava as complicações já existentes e pode até interferir na vida sexual.
  23. 23. Atividade física X Paciente diabético • Obesidade e sedentarismo contribuem para a resistência à insulina. • Sensibilidade à insulina aumenta com a atividade física. • As atividades físicas aumentam o número de transportadores de glicose.
  24. 24. Atividade física X Paciente diabético • Atividade Física pode ajudar o diabético a: – Queimar o excesso de glicose circulante; – Melhorar o condicionamento físico; – Manter o corpo em forma; – Manter o ritmo cardíaco e a pressão arterial baixa; – Manter o nível normal de triglicerídeos no sangue; – Tornar-se mais sensível a insulina; – Manter uma circulação normal e eficaz nos pés.

×