em 2008, dos 46.154 óbitos juvenis registrados noSIM/SVS/MS, 33.770 tiveram sua origem em causasexternas, pelo que esse pe...
Ordenamento das UF por Taxas de Homicídio (em 100 Mil).15 a 24 anos de idade.1998/2008
Número de Homicídios na População Total por Capital eRegião. Brasil, 1998/2008.
Mudar é possívelSão Paulo, os números despencaram de 6.065homicídios em 1998 para 1.622 em 2008, uma exemplarqueda de quas...
Mudar é possível
Mudar é possívelUm movimento de diversos setores e vários segmentos da  sociedade, buscando adesão maciça da população.
Panorama Mundial (dados da UNODC) Egito (2009)             Mexico (2010)                Estados Unidos (2010) Índice: 1,2 ...
A violência é o sintoma palpável, o resultado tangível, de umadoença que aflige nossa sociedade.Os fatores que levam à vio...
Quadro Inicial –Os jovens (na faixa etária de 17 a 30 anos) são as principais vítimas da violência e aomesmo tempo os prin...
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Nas famílias menos favorecidas, o problema émais acentuado, pois devido às dificuldadesfinanceiras, os pais sucumbem à div...
Exclusão socialNão me refiro aqui a situações financeiras, mas à um sentimento social. O jovem comodescrevi no quadro inic...
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Falta de PerspectivasNovamente não me atenho a uma determinadacamada social. A falta de horizontes, o estadodepressivo pro...
A questão da corrupção e da violência policial de outrora, principalmente quando daditadura militar, ... ainda hoje respin...
Sentimento de Impunidade“...na nossa tradição de esquerda, a segurança pública simplesmente não eraproblema, porque nós co...
BiomedicinaRecentes pesquisas demonstram que os sereshumanos possuem dois cromossomos ativadores derespostas de comportame...
É preciso esclarecer que não preconizo um estado                            policial. A necessidade da figura da autoridad...
A escalada da violência no estado do Paraná (e em todo Brasil) é diretamenteproporcional à ausência de investimentos pelo ...
Mas não é possível e nem é nosso objetivo ter um policial em cada esquina. Precisamossim de uma polícia atuante, bem prepa...
2012 –Disseminação da Cultura da Paz- Palestras junto a educadores e multiplicadores (professores, jornalistas e liderança...
Risco ImediatoRisco FuturoVítimas
Risco ImediatoObjetivo; conscientização da cultura da paz junto ao público formado porjovens (18 a 30 anos) frequentadores...
Risco FuturoObjetivo: despertar a responsabilidade e minimizar os sentimentos deexclusão social e falta de perspectivas ju...
VítimasObjetivo: dar suporte aos familiares e aos vitimados em crimes violentos ecrimes de trânsito. Traduzir a frieza das...
Cronograma 2012
Divulgação     Início        Redes sociais                                    Abrasel                   Adesão dos      Ad...
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Início    Divulgação           Abrasel   Fomentar a participação no          Facebook,         Material distribuído
Início           ResultadosCom as ações empreendidas em Setembro, inclusive o aumento de     policiamento, já foi possível...
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Desenvolvimento                  Adesão da                  população    A partir das Redes sociais iniciamos a           ...
Desenvolvimento                      Presença                        SutilApós a distribuição do Material e com a presença...
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Manifestação                     Mídia                    Externa Periodicamente o Movimento Paz na Noite vai realizar    ...
Ação              Valorização                    do Indivíduo  social             Realizar palestras em escolasProcurar ao...
Ação                Resgate                    das Vítimas socialEm parceria com a Associação Siloé vamos disponibilizarps...
Ação              Artesanato   socialUm dos fatores que contribui com a diminuição da violência              é a interação...
Ação                  FórumCultural               da Paz      Promover fóruns e palestras visando atingireducadores, profe...
Ação              TeatroCultural           da Paz Fomentar que os jovens atuem em peças com caráter       educativo e que ...
Festival          Manifestação                    Públicada PazMais uma grande manifestação do Movimento “Paz na          ...
Materiais de divulgação nas Redes Sociais
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Modelo de Borracha de Silicone
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Projeto Paz na Noite atualizado para 2012

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  1. 1. em 2008, dos 46.154 óbitos juvenis registrados noSIM/SVS/MS, 33.770 tiveram sua origem em causasexternas, pelo que esse percentual elevou-se de formadrástica: em 2004, quase 3/4 de nossos jovens (72,1%)morreram por causas externas
  2. 2. Ordenamento das UF por Taxas de Homicídio (em 100 Mil).15 a 24 anos de idade.1998/2008
  3. 3. Número de Homicídios na População Total por Capital eRegião. Brasil, 1998/2008.
  4. 4. Mudar é possívelSão Paulo, os números despencaram de 6.065homicídios em 1998 para 1.622 em 2008, uma exemplarqueda de quase 73,3%. Também o Rio de Janeirodeu sua contribuição, com uma queda global de 45,4%entre as datas consideradas
  5. 5. Mudar é possível
  6. 6. Mudar é possívelUm movimento de diversos setores e vários segmentos da sociedade, buscando adesão maciça da população.
  7. 7. Panorama Mundial (dados da UNODC) Egito (2009) Mexico (2010) Estados Unidos (2010) Índice: 1,2 Índice: 21,5 Índice: 4,6 Total homicídios: 992 Total homicídios: 24374 Total homicídios: 14159 Argentina (2009) Venezuela(2009) Itália(2009) Índice: 5,5 Índice: 49,0 Índice: 1,0 Total homicídios: 2215 Total homicídios: 13985 Total homicídios: 590Russia (2009) India(2009) Inglaterra (2009)Índice: 15,1 Índice: 3,4 Índice: 1,1Total homicídios: 21603 Total homicídios: 40752 Total homicídios: 619Jamaica(2010) Brasil(2008)Índice: 52,1 Índice: 29,9Total homicídios: 1428 Total homicídios: 57271
  8. 8. A violência é o sintoma palpável, o resultado tangível, de umadoença que aflige nossa sociedade.Os fatores que levam à violência são conhecidos:Sentimento Falta de Sensação dede Exclusão Perspectivas Impunidadesocial
  9. 9. Quadro Inicial –Os jovens (na faixa etária de 17 a 30 anos) são as principais vítimas da violência e aomesmo tempo os principais causadores.Este processo que torna o jovem tão pré-disposto à violência inicia em suaadolescência. Nesta fase da vida, a pessoa passa por processos complicados, como asexualiação e a construção da personalidade, durante os quais a necessidade de seraceito por um grupo é extremamente forte. Esta necessidade de aceitação leva oadolescente a assumir comportamentos que há poucos anos acharia inconcebíveispara si próprio, ele começa a fumar, beber, e usar outras drogas. Muda seu padrão devestimenta, seus hábitos de leitura e até mesmo seu linguajar. Tudo para ser aceitopor um determinado grupo. As inevitáveis rejeições que sofrerá podem provocarmazelas irreversíveis. Assim como o uso recreativo de drogas pode levar ao vício.
  10. 10. Ainda durante o processo de integração ao grupo, ao buscar a sua aprovação o jovem tende a assumir comportamentos extremos, e neste momento a predisposição dos mamíferos pela violência vêm à tona. A disputa pela fêmea e a proteção do território, assumem no jovem um padrão que irá se demonstrar através de corridas de carros, de brigas constantes, da postura do “bad boy” .Nas meninas este comportamento se revela na forte sensualização, usando trajes emaquiagens, e em alguns casos também com uma postura violenta em relação às suasconcorrentes.
  11. 11. Nenhuma pessoa jamais saiu incólume deste processo.O que irá propiciar que o jovem possa enfrentar esta fase da vida demaneira menos prejudicial é o conceito individual que ele possui desi mesmo.Quanto maior seu sentimento de amor-próprio, mais impermeável éseu caráter. E sua sensação de amor-próprio é construída durantesua infância, diretamente decorrente do amor e afeição querecebe, da maneira como sua individualidade é tratada pela família. Infelizmente, em nossa atualidade, a maioria dos jovens não tem a oportunidade de viver num grupo familiar coeso. E isto em todas as classes sociais. Não somente devido à dissolução do casal que o gerou, mas também devido à falta de tempo dos pais e a conseqüente falta de atenção. Quanto mais a criança depender da afetividade de terceiros, mais suscetível aos fatores descritos acima ela será quando atingir a adolescência.
  12. 12. Nas famílias menos favorecidas, o problema émais acentuado, pois devido às dificuldadesfinanceiras, os pais sucumbem à diversos víciose não tem condições psicológicas parademonstrar afetividade para seus filhos.Coroando este cenário vivemos numa culturaconsumista, onde a pessoa é avaliada não peloque realmente é, mas por aquilo que podeostentar.
  13. 13. Exclusão socialNão me refiro aqui a situações financeiras, mas à um sentimento social. O jovem comodescrevi no quadro inicial, tende a se identificar com um pequeno grupo, não se sentindoparte da grande massa que o cerca. Sendo desta forma um único indivíduo, ou umpequeno grupo de indivíduos, inserido numa grande multidão.Em sua concepção particular seus atos contra os demais indivíduos da multidãoinominável não trazem conseqüências diretas à ele ou ao seu grupo. Ele não se preocupacom o sofrimento dos demais, não identifica as outras pessoas como indivíduos iguais asi mesmo.
  14. 14. Esta postura leva a ações impensadas eirresponsáveis que podem originar grandestragédias.Não existe a reflexão sobre como seus atos irãorepercutir junto aos demais membros dasociedade, pois esta não é parte da realidadeindividual do jovem. E o pior: inibe asensibilização pelo que ocorre com as demaispessoas não pertencentes ao seu grupo, vítimaseventuais de situações perigosas que ele mesmoprocede diariamente. Os acidentes fatais, oshomicídios e outras tragédias são vistas apenascomo uma curiosidade, como se o noticiáriofizesse parte de uma obra de ficção, como se seugrupo particular vivesse num universoalternativo.
  15. 15. Falta de PerspectivasNovamente não me atenho a uma determinadacamada social. A falta de horizontes, o estadodepressivo provocado por não ter certeza do que seráde seu futuro, a rejeição afetiva, são sentimentoscomuns a todas as classes sociais. E novamente ojovem é a vítima mais suscetível a estes sentimentos.Além do estado depressivo patológico a falta deperspectivas cria condições para comportamentosirresponsáveis, inconseqüentes, pois não existe apreocupação com o futuro. A prática mais comumnestes casos é o uso abusivo de drogas, levando aovício e a conseqüente destruição do individuo. Porémem alguns casos esta falta de perspectivas leva a crimesviolentos, como os assaltos e até mesmo aoshomicídios.
  16. 16. A questão da corrupção e da violência policial de outrora, principalmente quando daditadura militar, ... ainda hoje respinga na Polícia atual....A sociedade ainda teme a polícia, em vez de respeitá-la como aliada. A sociedaderepudia a polícia e dela quer distância. A sociedade não confia na sua polícia e poucofaz para ajudá-la no combate ao crime. E, para piorar, ainda critica todos os seus atosPOR JACIARA SANTOS – http://aqueimaroupa.com.br/2009/12/30/uma-policia-efetivamente-cidada/
  17. 17. Sentimento de Impunidade“...na nossa tradição de esquerda, a segurança pública simplesmente não eraproblema, porque nós considerávamos que a violência e a criminalidade não seriamsenão epifenômenos, reflexos, conseqüências de causas econômicas. Nós nos negávamosa discutir a temática criminal ou a violência porque já tínhamos a convicção de quebastaria tratar das causas sócio-econômicas para que os problemas se resolvessem.( antropólogo Luiz Eduardo Soares ).
  18. 18. BiomedicinaRecentes pesquisas demonstram que os sereshumanos possuem dois cromossomos ativadores derespostas de comportamento agressivo, chamado“reativo-explosivo”: é o que concluiu o grupo lideradopela pesquisadora Emilie Rissman, da Escola deMedicina da Universidade da Virgínia, nos EUA. Aomesmo tempo possuímos um elementoquímico, chamado serotonina que inibe a ativação doprocesso violento. Os níveis de serotonina no cérebropodem ser alterados devido ao uso de algumasdrogas, por efeito do stress. Também foi identificadoque estes níveis variam de pessoa a pessoa, sendo quealgumas pessoas apresentam níveis muitobaixos, ficando predispostas a ações violentas.Quando o indivíduo reconhece a existência de umaautoridade ele pode suprimir sua reação violenta, ocórtex bloqueia os comportamentos agressivos queseriam disparados pelas regiões mais baixas. A razãocontém a emoção. Aprendemos a refrear nossosimpulsos agressivos
  19. 19. É preciso esclarecer que não preconizo um estado policial. A necessidade da figura da autoridade é uma prerrogativa básica de qualquer civilização. Imaginarmos uma sociedade coesa e auto- regrada, destituída do personagem que implemente a regra criada pela própria sociedade é uma utopia . Nas antigas civilizações este papel era exercido pelos sacerdotes, que eram as figuras mais sábias e cultas da sociedade, portanto cabia a eles a aplicação diária das regras da sociedade ( daí o termo religião = re+Legis ).A sociedade precisa da figura do policial. Não de um policial repressor etruculento, mas de um policial que possa inibir os comportamentosviolentos, delimitar o uso do direito e orientar o cidadão.
  20. 20. A escalada da violência no estado do Paraná (e em todo Brasil) é diretamenteproporcional à ausência de investimentos pelo Estado na máquina policial.A mera presença de uma viatura num semáforo já inibe os motoristas de ultrapassem osinal fechado, ou trafegarem em alta velocidade. Da mesma forma a simples presença deuma viatura na saída de um baile inibe as brigas.No Estado de São Paulo os índices de violência foram revertidos graças a um trabalho detoda a sociedade somado a um investimento maciço no aparato policial. Em São Paulosão investidos perto de 12 bilhões de reais por ano em segurança pública.
  21. 21. Mas não é possível e nem é nosso objetivo ter um policial em cada esquina. Precisamossim de uma polícia atuante, bem preparada e bem equipada, tanto para reprimir o abusoquanto para identificar o criminoso e retirá-lo do meio social.Mas não é somente a polícia nas ruas que vai resolver este problema, precisamos ir maisfundo e tratar as causas descritas anteriormente.
  22. 22. 2012 –Disseminação da Cultura da Paz- Palestras junto a educadores e multiplicadores (professores, jornalistas e lideranças)- fomentar junto aos jovens a meditação sobre a vida e sobre os valores individuais- identificação e aglutinação dos líderes adolescentes em torno de ideiais positivos- Incentivo a peças de teatro e outras manifestações artísticas que promovam a auto-estima do jovem e ampliem a propagação dos conceitos da Paz-Cobrar do estado um efetivo policial condizente com a realidade e com a preparaçãonecessária para sua correta atuaçãoEstas propostas serão implementadas em conjunto: Estado, sociedadeorganizada, grupos religiosos, escolas, centros de cultura, bares e casas noturnas.
  23. 23. Risco ImediatoRisco FuturoVítimas
  24. 24. Risco ImediatoObjetivo; conscientização da cultura da paz junto ao público formado porjovens (18 a 30 anos) frequentadores de bares, baladas, casas noturnas.Formam a camada da população mais exposta aos riscos e à violência, comocausadores ou vítimas. Blitz da Paz -Cadetes e Ongs distribuindos adesivos e fliers Presença Sutil (materiais de divulgação nos bares, casas noturnas e pulseiras) Cultura da Paz – lutadores e personalidades dando depoimentos nas Redes Sociais , mídias e fliers Mídia Externa Aumento do Policiamento Ostensivo e Preventivo Forte Atuação nas Redes Sociais integrada com todas as ações
  25. 25. Risco FuturoObjetivo: despertar a responsabilidade e minimizar os sentimentos deexclusão social e falta de perspectivas junto ao público formado por jovens(12 a 20 anos). Palestras em Escolas Combinação de esforços com ONGs profissionalizantes Cursos que promovam a auto-estima (teatro, artes plásticas, moda) Meditação para promover o autoreconhecimento e o reconhecimento dos demais. Despertar a simpatia pelo trabalho policial
  26. 26. VítimasObjetivo: dar suporte aos familiares e aos vitimados em crimes violentos ecrimes de trânsito. Traduzir a frieza das estatísticas em dados humanos, quepropiciem a experiência empírica e a reflexão. Documentar as conseqüências dos atos impensados e divulgá- las propiciando a reflexão dos demais. Utilizaremos todos os canais de mídia disponíveis. Depoimentos das vítimas, seus familiares e dos agressores
  27. 27. Cronograma 2012
  28. 28. Divulgação Início Redes sociais Abrasel Adesão dos Adesão daDesenvolvimento Presença Sutil artistas população Equipes de Abraçar a Manifestação Outdoors “Abraço” cidade Valorização Resgate das Ação social Artesanato do Indivíduo Vítimas Ação Cultural Teatro Fórum Apresentação Festival da Paz Pública
  29. 29. Redes Início sociais A base inicial do movimento está sendo feita através do Facebook com uma página e um perfil. O Perfil está interagindo e gradativamente vai se firmando como referencial Em 2012 vamos intensificar as ações no Facebook comcriação de materiais exclusivos e promoções para atingir o máximo de viralização
  30. 30. Início Divulgação Abrasel Fomentar a participação no Facebook, Material distribuído
  31. 31. Início ResultadosCom as ações empreendidas em Setembro, inclusive o aumento de policiamento, já foi possível visualizar algum resultado.
  32. 32. Desenvolvimento Adesão dos ArtistasApós termos conquistado uma base inicialiremos movimentar os artistas de diversos gêneros musicais, que atuam na noite curitibanaA música tema será executada em todas as casas participantes na abertura e em momentos especiais. Também será distribuída para as rádios.
  33. 33. Desenvolvimento Adesão da população A partir das Redes sociais iniciamos a divulgação nas ruas Buscaremos conscientizar as pessoas para uma postura de não-violência
  34. 34. Desenvolvimento Presença SutilApós a distribuição do Material e com a presença das equipes nas casas noturnas a Cultura da Paz é divulgada de maneira sutil e constante
  35. 35. EquipesManifestação de AbraçoMontaremos equipes formadas por 4 a 6 elementos (moças e rapazes) que estarão todos dentro de uma camiseta enorme com o slogan “Paz Na Noite” Serão distribuídas pulseiras de material emborrachado, especialmente desenvolvidas para o Movimento
  36. 36. Manifestação Abraçar a CidadeDepois de termos angariado uma base relevante nas redessociais e termos demonstrado o movimento de forma real nas casas vamos conclamar os participantes para uma manifestaçãoAs pessoas vestidas na camiseta gigante, irão liderar uma passeata pela Rua XV, literalmente abraçando a cidade.Teremos também manifestantes portando cartazes com frases contra a violência.
  37. 37. Manifestação Mídia Externa Periodicamente o Movimento Paz na Noite vai realizar campanhas utilizando espaços de mídia externa
  38. 38. Ação Valorização do Indivíduo social Realizar palestras em escolasProcurar ao máximo resgatar o amor-próprio nos jovens
  39. 39. Ação Resgate das Vítimas socialEm parceria com a Associação Siloé vamos disponibilizarpsicólogos para conversar com as pessoas vítimas e seus familiares.
  40. 40. Ação Artesanato socialUm dos fatores que contribui com a diminuição da violência é a interação social e cultural.
  41. 41. Ação FórumCultural da Paz Promover fóruns e palestras visando atingireducadores, professores e outros multiplicadores, inclusive membros da imprensa
  42. 42. Ação TeatroCultural da Paz Fomentar que os jovens atuem em peças com caráter educativo e que as divulguem entre si
  43. 43. Festival Manifestação Públicada PazMais uma grande manifestação do Movimento “Paz na Noite”A verba arrecadada será revertida em apoio às ONGs de combate à violência.
  44. 44. Materiais de divulgação nas Redes Sociais
  45. 45. Materiais de divulgação nas Redes Sociais
  46. 46. Modelo de Adesivo de Pára-choque
  47. 47. Modelo de Borracha de Silicone

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