Introdução• O termo propaganda foi utilizado primeiramente pela Igreja Católica,no século XVII, com o estabelecimento pelo...
Introdução•As organizações religiosas antigamente se constituíam nas principaisdifusoras de idéias. O clero era o centro d...
No início...• A publicidade como é vista hoje através dos diversos meios decomunicação não seria o que é, se não existisse...
No início...• A atividade publicitária teve início na Antigüidade Clássica, onde seencontram os primeiros vestígios, confo...
No início...• Naquela época as casas não possuíam número e as ruas não eramidentificadas. O comerciante se obrigava, então...
Novas “tecnologias”• Com a invenção da imprensa mecânica, por Gutenberg, surge no séculoXV, uma etapa importante da public...
Novas “tecnologias”• Em 1625, apareceu no periódico inglês Mercurius Britannicus o primeiroanúncio publicitário de um livr...
O pioneiro• O primeiro publicitário e criador da primeira agência foi Voley B. Palmerque ficou conhecido ao planejar a pub...
No Brasil• A chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro, em março de1808, é um marco sob vários aspectos. Foi a ...
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Web Fontes:• http://www.fashionbubbles.com/historia-da-moda/historia-da-propaganda-a-publicidade-tambem-chegou-com-dom-joa...
Outras Fontes:• SANTANNA. Armando. Propaganda. São Paulo: Pioneira, 1981•SANDMANN, Antônio. Alinguagem da propaganda. São ...
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Trabalho desenvolvido para a disciplina de Teorias e Técnicas de Publicidade e Propaganda, sobre o panorama da Propaganda antes do ano de 1900.

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  1. 1. Introdução• O termo propaganda foi utilizado primeiramente pela Igreja Católica,no século XVII, com o estabelecimento pelo papa Gregório XV de umaComissão Cardinalícia para a Propagação da Fé (Cardinalítia Commissiode Propaganda Fide), tendo por objetivos fundar seminários destinados aformar missionários para difundir a religião e a imprimir livros religiosos elitúrgicos.• Procurando contrapor-se aos atos ideológicos e doutrinários da Reformaluterana, o Papa Gregório XV editou a bula Inscrutabili Divinae, que criou aSagrada Congregação para a Propagação da Fé. Com o título oficial de SagraCongregatio Nomini Propaganda e composta de 13 cardeais e doisprelados, a instituição tornou-se, a partir de 1622, responsável peladisseminação do catolicismo e pela regulamentação dos assuntoseclesiásticos em países não-católicos.
  2. 2. Introdução•As organizações religiosas antigamente se constituíam nas principaisdifusoras de idéias. O clero era o centro do conhecimento e os únicoshabilitados a ler e escrever. Neste período a propaganda assumiu umcaráter de divulgação de natureza religiosa para conversão dos povosgentios.•A Reforma protestante, o aparecimento da imprensa, o surgimentodas classes mercantis e comerciais, a descoberta de novos mundos e,mais tarde, a Revolução Industrial, fizeram com que a Igreja Católicaperdesse seu monopólio na propagação de idéias. Outras organizaçõesnão-católicas começaram a se utilizar da propaganda na difusão denovas idéias, princípios e doutrinas, a qual deixou de ser exclusividadedos sacerdotes e se tornou uma atividade peculiar a vários tipos deorganizações econômicas, sociais e políticas.
  3. 3. No início...• A publicidade como é vista hoje através dos diversos meios decomunicação não seria o que é, se não existisse uma leitura do passado ede todos os seus processos de evolução, para que enfim ficássemosencantados com cada novidade que surge na telinha, no radinho ou nainternet;•A atividade publicitária teve início na Antigüidade Clássica, onde seencontram os primeiros vestígios, conforme demonstram as tabuletasdescobertas em Pompéia. As tabuletas, além de anunciarem combatesde gladiadores, faziam referências às diversas casas de banhos existentesna cidade. Nesta fase, a publicidade era sobretudo oral, feita através depregoeiros, que anunciavam as vendas de escravos, gado e outrosprodutos, ressaltando as suas virtudes.
  4. 4. No início...• A atividade publicitária teve início na Antigüidade Clássica, onde seencontram os primeiros vestígios, conforme demonstram as tabuletasdescobertas em Pompéia. As tabuletas, além de anunciarem combatesde gladiadores, faziam referências às diversas casas de banhos existentesna cidade. Nesta fase, a publicidade era sobretudo oral, feita através depregoeiros, que anunciavam as vendas de escravos, gado e outrosprodutos, ressaltando as suas virtudes.• A primeira etapa da publicidade, que se prolongou até à Idade Média,evidenciava sua atividade a serviço dos mercadores e comerciantes,que, através de gritos, ruídos e gestos, procuravam tornar conhecidodo público a sua mercadoria. A utilização de símbolos, hoje em dia tãocomuns, inicia-se neste período.
  5. 5. No início...• Naquela época as casas não possuíam número e as ruas não eramidentificadas. O comerciante se obrigava, então, a identificar o seuestabelecimento com um símbolo; ou seja, uma cabra simbolizava umaleiteria e um escudo de armas significava a existência de uma pousada.Estes símbolos tornaram-se mais tarde em emblemas de marca elogotipos.
  6. 6. Novas “tecnologias”• Com a invenção da imprensa mecânica, por Gutenberg, surge no séculoXV, uma etapa importante da publicidade. Creditam-se à utilização dopapel, grandes progressos aos meios de comunicação, pois, mesmo antesda impressão dos livros, surgiram os primeiros panfletos, ou folhasvolantes, que a Reforma posteriormente se utilizará. Nesta época, surgeo primeiro cartaz de que se tem conhecimento: impresso em 1482,destinava-se a anunciar uma manifestação religiosa que ia ter lugar emReims, o Grande Perdão de Nossa Senhora.
  7. 7. Novas “tecnologias”• Em 1625, apareceu no periódico inglês Mercurius Britannicus o primeiroanúncio publicitário de um livro. Em 1631, na França, Thèophraste, Renaudotcria na sua gazeta uma pequena seção de anúncios. Cria-se, então, uma novafonte de receita para o jornal que até então vivia somente da venda deassinaturas e uma nova etapa para a publicidade.• Os primeiros anúncios realizados nesta fase tinham como finalidade, única,chamar a atenção do leitor para determinado ponto ou fato; assim, amensagem publicitária ainda não pretendia ser sugestiva e limitava-se a serinformativa, tomando por vezes a forma de uma declaração, como porexemplo, o anúncio publicado no Mercurius Britannicus, a 30 de Setembro de1658: “essa excelente bebida da China, aprovada por todos os, chamados Tayou Tchá pelos chineses, Tea por outras nações, é vendida na cafeteira Cabeçade Sultana, em Sweetings Rents, pelo Royal Exchange, Londres.”
  8. 8. O pioneiro• O primeiro publicitário e criador da primeira agência foi Voley B. Palmerque ficou conhecido ao planejar a publicidade de vários anunciantes em1841, na Filadélfia e Boston, cobrando dos periódicos 25% do custo dosanúncios.•A primeira campanha publicitária teria sido planejada por JohnWanamaker, destinada a um estabelecimento de roupas masculinas naFiladélfia, dando um apoio publicitário, até então nunca visto, utilizando,além dos anúncios de imprensa, de gigantescos painéis exteriores,desfiles de carros decorados e oferta de bandeirolas.
  9. 9. No Brasil• A chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro, em março de1808, é um marco sob vários aspectos. Foi a senha para a abertura dosportos brasileiros ao comércio exterior, para a implantação do primeirobanco da colônia e para a instalação das primeiras instituições de ensinode nível superior. Com dom João, o Brasil nascia como país. E comomercado.•Em meio à onda de novidades que desembarcaram com os nobreslusitanos, do florescimento do comércio à intensificação da vida emsociedade, eis que surge a publicidade. Os anúncios de produtos eserviços passaram a existir formalmente no Brasil com o primeiro jornalescrito e impresso no país, a Gazeta do Rio de Janeiro, editado pelaImprensa Régia a partir de setembro de 1808.
  10. 10. No Brasil• Esse periódico publicaria o mais antigo anúncio brasileiro de que se temnotícia: “Quem quiser comprar uma morada de casas de sobrado comfrente para Santa Rita, fale com Joaquim da Silva, que mora nas mesmascasas…”• A partir daí, pequenos textos sem ilustração, alguns sem título, do tipo“classificados”, começaram a oferecer serviços: professores de línguas,casas à venda ou para alugar, ofertas de escravos, recompensa paraquem encontrasse algum negro fugido, como um certo Felipe, de RioClaro, “ procura-se negrinho fujão, com estatura menos que regular,cheio de corpo, bunda grande, de cor fula”.
  11. 11. No Brasil• O comércio de escravos tinha papel de destaque na publicidade — osjornais da época anunciavam características físicas e de comportamentode homens, mulheres e crianças à venda, divulgavam a chegadade novos lotes ao país, davam pormenores sobre as etniascomercializadas e comunicavam fugas.• Segundo o professor de história do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne, Luiz Felipe de Alencastro, o principal catalisador do consumono país foi, justamente, o fim do tráfico internacional de escravos,proibido pela Lei Eusébio de Queiroz, em 1850.
  12. 12. No Brasil• “Nesse período do império, pelo menos um terço do comércio exteriordo país estava ligado à importação de escravos. Com a proibição, osantigos traficantes passaram a se dedicar à importação de outros bens,no caso produtos de consumo e novidades produzidas nos paísesindustrializados”, diz.• Com o fim do tráfico, o espaço destinado aos anúncios relativos aescravos passou a ser, aos poucos, ocupado por outros, voltados para asnovidades que começavam a chegar ao país.
  13. 13. Em resumo1808O primeiro anúncio, referente à venda de um imóvel, é publicado naGazeta do Rio de Janeiro.1809A escravidão torna-se tema recorrente na publicidade brasileira.1838Surgem nos jornais do Rio de Janeiro os anúncios de produtosfarmacêuticos importados, como o Elixir de Boubée e o Elixir do Dr.Guillié. Os laboratórios se tornariam a partir de então os maioresanunciantes do país.
  14. 14. Em resumo1875Chegam ao mercado brasileiro — e aos anúncios de jornais — produtoscomo Farinha Láctea Nestlé e Emulsão de Scott.1891É fundada em São Paulo a primeira agência de propaganda do Brasil, aEmpresa de Publicidade e Comércio, que funcionaria até 1915.1900A indústria gráfica passa a usar novas tecnologias, como litografia efotogravura, modernizando a apresentação dos anúncios e abrindoespaço para o lançamento das revistas ilustradas.
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  27. 27. Web Fontes:• http://www.fashionbubbles.com/historia-da-moda/historia-da-propaganda-a-publicidade-tambem-chegou-com-dom-joao/•http://historiadapublicidade.blogspot.com.br•http://monografias.brasilescola.com/administracao-financas/resumo--historia-propaganda.htm•http://madcap.com.br/publicidade/1880-1900•http://www.eloamuniz.com.br/arquivos/1188171156.pdf
  28. 28. Outras Fontes:• SANTANNA. Armando. Propaganda. São Paulo: Pioneira, 1981•SANDMANN, Antônio. Alinguagem da propaganda. São Paulo: Contexto,1993•LEDUC, Robert. Propaganda. São Paulo: Atlas, 1977

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