Carla Moreira Raquel Cardoso Imunopatologia 2008
Asma:  O que é?? <ul><li>Doença inflamatória crónica das vias aéreas, definida pela presença de células inflamatórias (par...
Asma  <ul><li>            </li></ul>Agentes desencadeantes da asma A asma não é uma doença hereditária, apesar de existir ...
 
Asma : patofisiologia <ul><li>Hiper-reactividade das vias respiratórias </li></ul><ul><li>Inflamação crónica </li></ul>Aum...
Asma : Sintomas <ul><li>Tosse com predomínio nocturno </li></ul><ul><li>Pieira recorrente  </li></ul><ul><li>Dificuldade r...
Asma  <ul><li>Hipersensibilidade de tipo I provocada  por uma sensibilidade excessiva das vias aéreas aos produtos dos mas...
Hipersensibilidade tipo 1 resulta da libertação de IgE de mastócitos e basófilos Após a ligação das moléculas  de IgE ao a...
Asma  Caracterizada por broncoespasmos episódicos e reversíveis, resultantes de broncoconstrição exagerada em resposta a v...
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A reacção alérgica <ul><li>Entrada do alergénio </li></ul><ul><li>Captação e processamento do alergénio por células aprese...
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Asma : resposta bifásica <ul><li>A asma é caracterizada por uma resposta bifásica : a  resposta imediata  e a  resposta ta...
Resposta imediata <ul><li>Instala-se entre 5 a 15 min após o contacto com o atg, podendo perdurar até 60 min; </li></ul><u...
Mastócitos: mediadores da inflamação  <ul><li>Encontram-se nas mucosas, tecidos epiteliais na proximidade de vasos sanguín...
Resposta tardia <ul><li>Resposta mais sustentada e severa, que surge 8 a 12 (4-6) horas depois da reacção imediata, como c...
Resposta tardia <ul><li>Pode evoluir a inflamação crónica quando:  </li></ul><ul><li>O atg persiste e estimula as células ...
Eosinófilos  <ul><li>Normalmente há um pequeno número destas células em circulação </li></ul><ul><li>Quando activados dese...
Eosinófilos  na asma existe infiltração das paredes brônquicas por eosinófilos e aumento do seu número. microscopia electr...
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O Diagnóstico da asma tem por base: <ul><li>1) História clínica  </li></ul><ul><li>-  para determinar a presença de sintom...
2) Sibilos  recorrentes 3) Dispneia  recorrente 1)Tosse  particularmente se piorar à noite 4) Opressão Torácica  recorrent...
<ul><li>Surgimento no início da vida (frequentemente na infância). </li></ul><ul><li>Os sintomas variam de um dia para o o...
Diagnóstico <ul><li>1)  História clínica  </li></ul><ul><li>Exame específico   </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respi...
<ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Exame físico </li></ul><ul><li>taquicardia; </li></ul><ul><li>taquipneia com ex...
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<ul><li>Avaliação funcional respiratória Avaliação Brônquica </li></ul><ul><ul><li>Procedimentos não-invasivos </li></ul><...
<ul><li>Expectoração induzida </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória Procedimentos não-invasivos </li></ul><ul...
<ul><li>-  Óxido nítrico no ar exalado (feNO) </li></ul><ul><ul><li>Os níveis de eNO são proporcionais à inflamação brônqu...
<ul><li>Gasometria Arterial :   </li></ul><ul><li>A  hipóxia arterial  é comum apesar da ventilação aumentada e é decorren...
<ul><li>Marcadores Biológicos da Asma </li></ul><ul><ul><li>Condensados no ar exalado </li></ul></ul><ul><li>. </li></ul>F...
Diagnóstico <ul><li>1)  História clínica  </li></ul><ul><li>Exame específico  </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respir...
Tabela 1 – Características da Asma Extrínseca e Intrínseca 4) Avaliação de atopia Asma extrínseca Asma intrínseca Asma Ext...
Diagnóstico <ul><li>1)  História clínica  </li></ul><ul><li>Exame específico  </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respir...
5) Gravidade da Asma A asma pode ter vários graus de gravidade, consoante a frequência, a intensidade dos sintomas e a nec...
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Tratamento
Projecto mundial para a asma <ul><li>Programa de tratamento em 6 pontos </li></ul>1.Educar os doentes 2.Avaliar e monitori...
Objectivos da terapeûtica <ul><li>Aliviar rapidamente a broncoconstrição. </li></ul><ul><li>Inibir a resposta inflamatória...
Anti-asmáticos Resposta imediata Medicação de alívio Medicação de controle <ul><li>Corticosteróides </li></ul><ul><li>Crom...
Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Hipereactividade brônquica
Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Agonistas receptores adrenérgicos  β 2 Hiperreactividade brônquica 1ªlinha:...
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Bibliografia: <ul><li>http:// www.nhlbi.nih.gov / guidelines / asthma / asthgdln.htm </li></ul><ul><li>http://www.paho.org...
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Asma Final0303

  1. 1. Carla Moreira Raquel Cardoso Imunopatologia 2008
  2. 2. Asma: O que é?? <ul><li>Doença inflamatória crónica das vias aéreas, definida pela presença de células inflamatórias (particularmente eosinófilos, linfócitos e mastócitos) e lesão do epitélio brônquico. Observa-se acumulação excessiva de muco e espessamento da membrana basal. </li></ul>
  3. 3. Asma <ul><li>            </li></ul>Agentes desencadeantes da asma A asma não é uma doença hereditária, apesar de existir uma predisposição genética para a doença. O risco de desenvolver asma na infância está relacionado com a presença da doença nos pais. Se um dos progenitores sofre de asma, o risco da criança desenvolver asma será de 25% .Se ambos os progenitores forem asmáticos essa probabilidade aumentará para cerca de 50%. Contudo, o facto de os pais não terem a doença não significa que o filho não poderá desenvolver a doença. Até hoje não se sabe ao certo como (ou porquê) uma pessoa adquire a asma. Sabe-se que, uma vez adquirida, os pulmões podem reagir a estímulos que podem desencadear os ataques, ou exacerbações ou crises de asma.
  4. 5. Asma : patofisiologia <ul><li>Hiper-reactividade das vias respiratórias </li></ul><ul><li>Inflamação crónica </li></ul>Aumento da resposta das vias respiratórias que conduz a contracção excessiva do musculo liso brônquico em resposta a vários estimulos. Broncoconstrição reversível Inflamação persistente das vias respiratórias com infiltração de eosinófilos, espessamento das paredes das vias e remodelação constante.
  5. 6. Asma : Sintomas <ul><li>Tosse com predomínio nocturno </li></ul><ul><li>Pieira recorrente </li></ul><ul><li>Dificuldade respiratória recorrente </li></ul><ul><li>Aperto torácico recorrente </li></ul><ul><li>Eczema </li></ul><ul><li>Rinite alérgica </li></ul><ul><li>História familiar de asma ou doença atópica estão frequentemente associados á asma </li></ul>As manifestações são variáveis de caso para caso e dependem da intensidade da doença.
  6. 7. Asma <ul><li>Hipersensibilidade de tipo I provocada por uma sensibilidade excessiva das vias aéreas aos produtos dos mastócitos, mediada por anticorpos IgEs . </li></ul>
  7. 8. Hipersensibilidade tipo 1 resulta da libertação de IgE de mastócitos e basófilos Após a ligação das moléculas de IgE ao alergéneo há aumento de aminas vasoactivas e outros mediadores que afectam a permeabilidade vascular e a contracção do músculo liso em vários órgãos Mecanismo de acção <ul><li>A desgranulação mastocitária liberta histamina. </li></ul><ul><li>A histamina provoca: </li></ul><ul><ul><li>Contracção do músculo liso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção de muco; </li></ul></ul><ul><ul><li>Vasodilatação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento da permeabilidade capilar. </li></ul></ul>
  8. 9. Asma Caracterizada por broncoespasmos episódicos e reversíveis, resultantes de broncoconstrição exagerada em resposta a vários estímulos, tosse.
  9. 10. Asma : patogénese A : Activação dos mastócitos induzido por um alergénio, que liberta citoquinas pro-inflamatórias que leva á bronconstrição B : Inflamação crónica caracterizado pela activação das celulas T Helper 2, macrófagos e recrutamento e desgranulação de eosinófilos C : Remodelação pode levar a alterações na arquitectura respiratoria , algumas irreversiveis
  10. 11. A reacção alérgica <ul><li>Entrada do alergénio </li></ul><ul><li>Captação e processamento do alergénio por células apresentadoras de atg( APC) </li></ul><ul><li>Migração para gânglios linfáticos </li></ul><ul><li>Estimulação da produção de linfócitos Th2 </li></ul><ul><li>Produção citoquinas Th2 (IL-4, Il-5, IL-9, IL-10 e IL-13) </li></ul><ul><li>Estimulação produção de IgE por células B (IL-4 e IL-13) </li></ul><ul><li>Estimulação da produção de eosinófilos (IL-5) </li></ul>
  11. 12. Asma Entrada do alergénio Fase imediata Fase tardia Fase imediata: desgranulação dos mastocitos Fase tardia: inflamação
  12. 13. Asma : resposta bifásica <ul><li>A asma é caracterizada por uma resposta bifásica : a resposta imediata e a resposta tardia. </li></ul>
  13. 14. Resposta imediata <ul><li>Instala-se entre 5 a 15 min após o contacto com o atg, podendo perdurar até 60 min; </li></ul><ul><li>Está dependente da activação de mastócitos, induz a sua desgranulação. </li></ul><ul><li>Deve-se à actividade da histamina (mediadores pré-sintetizados), protesases e TNF alfa, que causam o rápido aumento da permeabilidade vascular e contracção do músculo liso. </li></ul>
  14. 15. Mastócitos: mediadores da inflamação <ul><li>Encontram-se nas mucosas, tecidos epiteliais na proximidade de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo subepitelial </li></ul><ul><li>Expressam constitutivamente Fc ε RI </li></ul><ul><li>Activação por crosslinking dos antigénios ligados à IgE dos seus receptores -> desgranulação </li></ul>
  15. 16. Resposta tardia <ul><li>Resposta mais sustentada e severa, que surge 8 a 12 (4-6) horas depois da reacção imediata, como complicação. </li></ul><ul><li>Também localizada no local da activação provocada pelo alergénio. </li></ul><ul><li>Deve-se a componentes inflamatórios (indução de síntese e libertação de mediadores incluindo: prostaglandinas, leucotrienos, quimiocinas e citocinas de mastócitos activados). </li></ul><ul><li>Surge com o recrutamento de leucócitos, essencialmente eosinófilos [marcadores] e Linfócitos Th2; Há uma 2ª fase de contracção do músculo liso mediado por células T, com edema sustentado, remodelação tecidular . </li></ul><ul><li>Eosinófilos e mastócitos influenciam os miofibroblastos, através de citocinas (TNF- α , IL-1 e TGF- β ) potenciando fibrose, perda de funcionalidade do epitélio e espessamento sub-endotelial. </li></ul>
  16. 17. Resposta tardia <ul><li>Pode evoluir a inflamação crónica quando: </li></ul><ul><li>O atg persiste e estimula as células Th2 específicas que induzem a eosinofilia(IL-5) e aumento da produção de IgE </li></ul><ul><li>A reacção tardia e a sua longa duração contribuem para um estado de cronicidade (asma crónica) ― inflamação alérgica crónica </li></ul><ul><li>Responsável por lesão epitelial (permitindo fácil penetração do atg, exposição de terminações nervosas do parassimpático que podem dar origem a reflexos parassimpáticos) conduzir a uma hiperreactividade (HRB), ficando susceptível a vários estímulos como o ar frio e fumo, que podem não estar relacionados com o antigénio inicial. </li></ul>
  17. 18. Eosinófilos <ul><li>Normalmente há um pequeno número destas células em circulação </li></ul><ul><li>Quando activados desempenham 2 funções: </li></ul><ul><li>- libertação proteinas básicas tóxicas(MBP, ECP,EDN,EPO) e radicais livres. </li></ul><ul><li>- síntese de mediadores químicos ( leucotrienos, PAF, 15-HETE e prostaglandina E) </li></ul><ul><li>A inflamação alérgica encontrada na asma é única, sendo mediada principalmente por eosinófilos. </li></ul>Tecido conjuntivo Deste modo facilitam a penetração do alergénio e o acesso dos mediadores inflamatórios às terminações nervosas aferentes, provocando broncoconstrição.
  18. 19. Eosinófilos na asma existe infiltração das paredes brônquicas por eosinófilos e aumento do seu número. microscopia electrónica evidenciam-se alterações morfológicas características- eosinófilos hipodensos. são as células efectoras finais da reacção inflamatória alérgica O número destas células e os níveis de produtos que segregam correlacionam-se com alguns parâmetros clínicos de gravidade da asma e com o grau de reactividade das vias aéreas.
  19. 20. Eosinófilos <ul><li>Uma outra característica da asma em que podem estar envolvidos os eosinófilos é a remodelação das vias aéreas. </li></ul><ul><li>A extensa deposição de proteínas intersticiais colagénio III e V, fibronectina e tenascina) ,sob a membrana basal, está associada ao aumento da expressão da MMP-9 ( uma metaloproteinase que pode ser produzida por eosinófilos). </li></ul>
  20. 21. Asma : crises <ul><li>As crises de asma podem resultar da acção de: </li></ul><ul><li>Factores inespecíficos </li></ul><ul><li>O exercício, a poluição atmosférica, o fumo de cigarro, o ar frio, as infecções respiratórias e alguns medicamentos (ex.: aspirina) podem ser responsáveis pelo desencadear de crises nos doentes alérgicos, e nos não alérgicos são as únicas causas da doença. </li></ul>Factores específicos Há uma grande variedade de substâncias ( alergénios ) que podem produzir sintomas nos asmáticos e são inofensivos para as pessoas que não são alérgicas. As mais frequentes os ácaros do pó, pêlos de animais, pólens de algumas plantas, bolores e substâncias inaladas em certas profissões.
  21. 23. O Diagnóstico da asma tem por base: <ul><li>1) História clínica </li></ul><ul><li>- para determinar a presença de sintomas e as suas características, relacionados com exposições a factores de agressão; </li></ul><ul><li>2) Exame específico </li></ul><ul><li>- para determinar sinais de obstrução brônquica, embora um exame normal possa possibilitar o diagnóstico; </li></ul><ul><li>3) Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>- para comprovação de obstrução brônquica, da presença de hiperreactividade brônquica e de limitação variável do fluxo aéreo; </li></ul><ul><li>4) Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>5) Exclusão de situações que podem confundir-se com a asma. </li></ul>
  22. 24. 2) Sibilos recorrentes 3) Dispneia recorrente 1)Tosse particularmente se piorar à noite 4) Opressão Torácica recorrente <ul><li>História clínica de qualquer dos seguintes sinais/ sintomas: </li></ul><ul><li>Animais com pêlo </li></ul><ul><li>Aerossóis químicos </li></ul><ul><li>Mudanças na temperatura </li></ul><ul><li>Ácaros domésticos </li></ul><ul><li>Remédios (aspirina, β -bloqueadores ) </li></ul><ul><li>Exercício </li></ul><ul><li>Pólen </li></ul><ul><li>Infecções (virais) respiratórias </li></ul><ul><li>Fumo </li></ul><ul><li>Emoções fortes </li></ul><ul><li>Sintomas ocorrem ou pioram na presença de: </li></ul><ul><li>História Clínica </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Surgimento no início da vida (frequentemente na infância). </li></ul><ul><li>Os sintomas variam de um dia para o outro. </li></ul><ul><li>Sintomas à noite/de manhã cedo. </li></ul><ul><li>Alergia, rinite e/ou eczema também presentes. </li></ul><ul><li>História pessoal ou familiar de doenças alérgicas: febre do feno, asma, eczema, rinite ou urticária. </li></ul><ul><li>Limitação do fluxo aéreo amplamente reversível. </li></ul><ul><li>História Clínica </li></ul>
  24. 26. Diagnóstico <ul><li>1) História clínica </li></ul><ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>Gravidade da Asma </li></ul><ul><li>Exclusão de situações </li></ul><ul><li>Exame físico </li></ul><ul><li>Radiografia do Tórax </li></ul><ul><li>Estudos hematológicos </li></ul><ul><li>Testes cutâneos de alergia </li></ul>
  25. 27. <ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Exame físico </li></ul><ul><li>taquicardia; </li></ul><ul><li>taquipneia com expiração prolongada; </li></ul><ul><li>insuflação excessiva do tórax com pouco movimento do diafragma; </li></ul><ul><li>sibilos expiratórios difusos e agudos. </li></ul><ul><li>Radiografia ao tórax </li></ul><ul><li>apenas insuflação excessiva (geral) </li></ul><ul><li>achados ocasionais incluem: </li></ul><ul><li>densidade localizada (tampão de muco) reflecte a ruptura de tecido alveolar causada pela alta pressão intra-alveolar. </li></ul><ul><li>Estudos Hematológicos/ Marcadores biológicos na Asma </li></ul>Sangue/ Soro Eosinófilos Proteina eosinófila catiónica (ECP) Peroxidase eosinofílica (EPO) Receptor solúvel da Interleuquina-2 (Sil-2r) Urina 9alf.11b-PGF2 Proteína X eosinofílica (EPX)
  26. 28. <ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Testes cutâneos de alergia </li></ul><ul><li>Teste de Prick </li></ul><ul><li>- Consiste na injecção de pequenas quantidades de </li></ul><ul><li>potenciais alergénios na epiderme. </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Patch Teste </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>- colocação de adesivos na pele do paciente </li></ul><ul><li>(normalmente nas costas) </li></ul><ul><li>- após 2 dias retiram-se os adesivos </li></ul><ul><li>- faz-se a interpretação do resultado </li></ul>Reacção positiva - Eczema macroscópico Reacção positiva - Eczema macroscópico
  27. 29. Diagnóstico <ul><li>História clínica </li></ul><ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>Exclusão de situações </li></ul>
  28. 30. <ul><li>Avaliação funcional respiratória Avaliação Brônquica </li></ul><ul><ul><li>Procedimentos invasivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Broncoscopia : biopsias e lavado broncoalveolar </li></ul></ul>Fig. 1 e 2 - Controle Fig. 3 e 4 – Broncoscopia de doente asmático
  29. 31. <ul><li>Avaliação funcional respiratória Avaliação Brônquica </li></ul><ul><ul><li>Procedimentos não-invasivos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Testes de provocação directos e indirectos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Expectoração induzida </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Óxido nítrico ar exalado </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Gasometria Arterial </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Marcadores Biológicos da Asma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Condensados no ar exalado </li></ul></ul></ul></ul>
  30. 32. <ul><li>Expectoração induzida </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória Procedimentos não-invasivos </li></ul><ul><li>Purulenta (maior teor de eosinófilos ou a uma </li></ul><ul><li>resposta inflamatória à traqueobronquite viral) </li></ul><ul><li>Esfregaço: cristais de Charcot-Leyden </li></ul><ul><ul><ul><li>É medida a quantidade de IgE produzida face a um determinado alergénio Testes laboratoriais: Rast ou ELISA </li></ul></ul></ul>
  31. 33. <ul><li>- Óxido nítrico no ar exalado (feNO) </li></ul><ul><ul><li>Os níveis de eNO são proporcionais à inflamação brônquica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aparelhos de Monotorização: </li></ul></ul><ul><ul><li>fig.2 - Medidor de pico de fluxo </li></ul></ul><ul><ul><li>Fig. 1- Espirómetro (VEF1 e CVF) expiratório (PFE) </li></ul></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória Procedimentos não-invasivos </li></ul>ZONA VERDE PFE 80% a 100% ZONA AMARELA PFE 50% a 80% ZONA VERMELHA PFE abaixo de 50%
  32. 34. <ul><li>Gasometria Arterial : </li></ul><ul><li>A hipóxia arterial é comum apesar da ventilação aumentada e é decorrente da subventilação dos segmentos pulmonares supridos por vias respiratórias estreitadas . </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória Procedimentos não-invasivos </li></ul>
  33. 35. <ul><li>Marcadores Biológicos da Asma </li></ul><ul><ul><li>Condensados no ar exalado </li></ul></ul><ul><li>. </li></ul>Fig – Aparelho de recolha do condensado Respiratório <ul><li>Avaliação funcional respiratória Procedimentos não-invasivos </li></ul>
  34. 36. Diagnóstico <ul><li>1) História clínica </li></ul><ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>5) Gravidade da Asma </li></ul><ul><li>6) Exclusão de situações </li></ul>
  35. 37. Tabela 1 – Características da Asma Extrínseca e Intrínseca 4) Avaliação de atopia Asma extrínseca Asma intrínseca Asma Extrínseca Asma Intrínseca Atópica Não-Atópica Início dos sintomas Geralmente na infância Adulto Após 25anos Sintomas Variável com o ambiente e estação do ano Associado ao trabalho Flutuações, cronicidade Condições Associadas Rinite alérgica e dermatite atópica Nenhuma Pólipo nasal, bronquite, sinusite História Familiar de Doença Atópica Forte Menor Asma apenas? Testes cutâneos Vários positivos, relacionados com a história Negativos ou uma reacção somente Geralmente negativo IgE Total Alta Geralmente normal Normal Eosinofilia Alta durante a exposição do alergeno Esporadicamente alta durante a exposição do alergeno Alta Prognóstico Bom, especialmente evitando-se o alergeno desencadeante Bom, especialmente evitando-se o alergeno desencadeante Remissões Incomuns
  36. 38. Diagnóstico <ul><li>1) História clínica </li></ul><ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>5) Gravidade da Asma </li></ul><ul><li>6) Exclusão de situações </li></ul>
  37. 39. 5) Gravidade da Asma A asma pode ter vários graus de gravidade, consoante a frequência, a intensidade dos sintomas e a necessidade de utilizar medicamentos. Tabela 1: Classifique a gravidade da asma Sintomas/ diurnos Sintomas/ nocturnos PEF or FEV1 Variabilidade do PFE DEGRAU 1 Intermitente < 1 vez /semana Assintomático e PFE normal entre as crises ≤ 2 vezes/mês ≥ 80% < 20% DEGRAU 2 Persistente Leve > 1 vez/semana mas <1 vez/dia Crises podem afectar a actividade > 2 vezes/mês ≥ 80% 20-30% DEGRAU 3 Persistente Moderada Diários Crises afectam a actividade > 1 vez / semana 60- 80% >30% DEGRAU 4 Persistente Grave Contínuos Actividade física limitada Frequente ≤ 60% >30%
  38. 40. Diagnóstico <ul><li>1) História clínica </li></ul><ul><li>Exame específico </li></ul><ul><li>Avaliação funcional respiratória </li></ul><ul><li>Avaliação de atopia </li></ul><ul><li>5) Gravidade da Asma </li></ul><ul><li>6) Exclusão de situações </li></ul>
  39. 41. 6) Exclusão de situações Diagnostico diferencial <ul><li>Para fazer um correcto diagnóstico da asma brônquica, deve-se afastar a possibilidade do quadro clínico ser devido a uma das seguintes patologias: </li></ul><ul><ul><li>DPOC agudizada; </li></ul></ul><ul><ul><li>Rinite alérgica </li></ul></ul><ul><ul><li>Obstrução das vias aéreas superiores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inalação de corpo estranho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Embolia Pulmonar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Edema Agudo de Pulmão; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fibrose Cística; </li></ul></ul><ul><ul><li>Outras. </li></ul></ul>
  40. 42. 6) Exclusão de situações Diagnostico diferencial <ul><li>Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) </li></ul><ul><li>Ambas: </li></ul><ul><ul><li>Doenças crónicas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentam inflamação com limitação ao fluxo aéreo, </li></ul></ul><ul><ul><li>Causam broncoconstrição – dispneia </li></ul></ul><ul><ul><li>Condicionam as pequenas vias respiratórias e secretam muco. </li></ul></ul>
  41. 43. 6) Exclusão de situações Diagnostico diferencial Tabela – Diferenças entre asma e DPCO Características Asma DPOC Anatomia Vias Aéreas Vias Aéreas e Parênquima Pulmonar Tipo de Inflamação Eosinófilos, CD4+ Neutrófilos e CD8+ Reversibilidade da Obstrução Quase sempre reversível Quase sempre irreversível Progressão da Doença Crónica, porém não caracterizada como progressiva Crónica com obstrução progressiva Declínio Funcional Fisiológico ou Leve Acelerado Testes Alérgicos Geralmente Positivos Negativos Sintomas Nocturnos Comuns Incomuns Tabagismo Geralmente não-fumadores Quase sempre fumadores Resposta aos Corticoesteróides Reduz a inflamação Sem Resposta Resposta ao Broncodilatador Boa Apenas em 15-25% dos Pacientes Limitação do Fluxo Aéreo Aumento da Variabilidade Diurna Variabilidade Diurna Normal NO Exalado Geralmente Aumentado Geralmente Normal Radiologia do Tórax Usualmente Normal Quase sempre alterado
  42. 44. Tratamento
  43. 45. Projecto mundial para a asma <ul><li>Programa de tratamento em 6 pontos </li></ul>1.Educar os doentes 2.Avaliar e monitorizar a gravidade da asma 3.Evitar ou controlar os desencadeantes 4.Estabelecer um plano para o tratamento crónico 5.Estabelecer um plano de tratamento das exacerbações 6.Providenciar cuidados continuados
  44. 46. Objectivos da terapeûtica <ul><li>Aliviar rapidamente a broncoconstrição. </li></ul><ul><li>Inibir a resposta inflamatória (FASE TARDIA) </li></ul><ul><li>Reduzir a frequência e intensidade das crises. </li></ul><ul><li>Supressão do factor causal, se possível </li></ul><ul><li>(prevenção da exposição a desencadeantes, vacinação); </li></ul>Broncodilatadores (FASE AGUDA)
  45. 47. Anti-asmáticos Resposta imediata Medicação de alívio Medicação de controle <ul><li>Corticosteróides </li></ul><ul><li>Cromonas </li></ul><ul><li>Imunomoduladores (anti-IgE) </li></ul><ul><li>Antileucotrienos (LTRAs) </li></ul><ul><li>β -Agonistas de longa acção (LABAs) </li></ul><ul><li>Teofilinas (libertação lenta) </li></ul><ul><li>β -Agonistas de acção curta (SABAs) </li></ul><ul><li>Anticolinérgicos </li></ul><ul><li>- Teofilinas (acção curta) </li></ul><ul><li>- Brometo Ipatropium </li></ul><ul><li>Epinefrina( choque anfiláctico) </li></ul>A asma é caracterizada - resposta bifásica: Resposta tardia
  46. 48. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Hipereactividade brônquica
  47. 49. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Agonistas receptores adrenérgicos β 2 Hiperreactividade brônquica 1ªlinha: Broncoespasmo agudo - acção rápida Inalação: Pirbuterol, Salbutamol, Rimeterol Adjuvante: tratamento anti-inflamatório - a. longa Inalação: Formoterol, Salmeterol Comprimidos de libertação lenta: Salbutamol , Terbutalino
  48. 50. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Hipereactividade brônquica Xantinas Adjuvante no tratamento do ataque agudo de asma (a.r.) Prevenção das crises (a.l.) Teofilina, Aminofilina
  49. 51. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Hipereactividade brônquica Cromonas Controlo profiláctico da asma de grau ligeiro e moderado Inalação: Cromoglicato de sódio , Nedocromil
  50. 52. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Hipereactividade brônquica Corticoesteróides Tratamento de controle da asma a longo prazo mais eficaz , excepto para eczemas (causa atrofia dérmica) Inalado: Beclometasona, Budesonida, Flunisolida, Fluticasona -> Previnem a inflamação mas não curam a doença
  51. 53. Sensibilização Inflamação Remodelação SINTOMAS Ant-LTs Inib. 5-LO Hipereactividade brônquica Indicado para crianças maiores de 6 meses, sempre por via oral . Podem ser administrados em associação com os corticóides inalados. Zileuton Zafirlukast Montelukast
  52. 56. <ul><li>A termoplastia brônquica com o sistema Alair ® reduz a musculatura lisa brônquica através da libertação controlada de calor nas vias aéreas. </li></ul>Redução da musculatura lisa Redução da capacidade de broncoconstrição Redução na Frequência e Intensidade de Sintomas Melhora na Qualidade de Vida
  53. 57. Musculatura Lisa Via aérea normal Via aérea em asmático
  54. 58. <ul><li>O cateter Alair é um tubo flexível onde está inserido um fio de aço com a presença de uma cesta expansiva na porção distal </li></ul><ul><li>O Gerador de Radiofrequência Alair fornece energia através do cateter Alair para aquecer a parede da via aérea </li></ul>04-015 March 2004 Cateter Alair Gerador de Radiofrequência Alair
  55. 60. <ul><li>Terapêutica de dessensibilização: </li></ul><ul><li>Tentativa de indução de tolerância ao alergénio (imunomodulação) </li></ul><ul><li>Injecções de doses crescentes de alergénios, alteração da resposta imune sendo conduzida por células tipo Th1 </li></ul><ul><ul><ul><li>IgE ↓ e IgG↑ -> individuo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>continua sensibilizado mas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>por uma via diferente </li></ul></ul></ul>Supressão do factor causal
  56. 61. Indicações ao doente <ul><ul><li>Funcionamento das bombas </li></ul></ul>Seretaide® Diskus Symbicort® Turbohaler Atrovent PA® <ul><li>Explicar cuidadosamente o funcionamento das bombas; </li></ul><ul><li>Evitar o contacto com possíveis alergenos (pólen, fenos, alimentos, pó, peluches…); </li></ul><ul><li>Salientar a importância da higiene (pessoal e doméstica). Se necessário utilizar produtos apropriadas (sprays, colchões anti-ácaros); </li></ul><ul><li>Alertar o doente para o facto de que a sua monitorização regular é fundamental; </li></ul><ul><li>Indicar os benefícios da terapêutica bem como a sua correcta utilização; </li></ul><ul><li>Estimular o doente para que ele próprio tente fazer o seu próprio diagnóstico (frequência das crises, épocas em que se sente pior, paralelismo com algum factor/s). </li></ul>Indicações ao doente
  57. 62. <ul><li>Prevenção que passa por manter o indivíduo longe de todos os estímulos que possam desencadear um ataque de asma: </li></ul><ul><ul><ul><li>Exercícios respiratórios (yoga, respiração diafragmática e relaxamento muscular progressivo) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Buteyko Breathing Techniques- baseia-se numa diminuição da frequência respiratória e consequente hipoventilação, diminuindo a frequência de ataques de asma e consequente uso de medicação. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Técnica de Alexander sistema prático e simples de auto-correcção dos movimentos corporais e de maximização do processo respiratório. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Spleoterapia- As pessoas são colocadas em salas próprias com condições de radiação, clima, humidade e pressão </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Acupunctura, terapias manuais, homeopatia </li></ul>Terapias não farmacológicas <ul><ul><ul><ul><li>Alergenos (fazer testes de sensibilidade) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Evitar infecções das vias respiratórias </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Ambientes que possam causar irritação da mucosa respiratória </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Exercício (de elevado esforço) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Situações de stress </li></ul></ul></ul></ul>
  58. 63. Bibliografia: <ul><li>http:// www.nhlbi.nih.gov / guidelines / asthma / asthgdln.htm </li></ul><ul><li>http://www.paho.org/Portuguese/AD/DPC/CD/aiepi-1-14.pdf </li></ul><ul><li>www.ginasthma.com/download.asp?intId=17 </li></ul><ul><li>http://www.infarmed.pt/prontuario/framepesactivos.php?palavra=anti-asm%E1sticos&x=10&y=7 </li></ul><ul><li>http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/prevencao/sintoma_diagnostico_asma. </li></ul><ul><li>http://www.alergohouse.com.br/lojanova/d_soprometro.asp </li></ul><ul><li>http:// www.asmabronquica.com.br / medical / diagnostico_diferencial.html </li></ul><ul><li>http:// www.dgsaude.pt </li></ul><ul><li>http:// www.google.pt / images </li></ul><ul><li>“ Expert Panel Report 3: Guidelines for the Diagnosis and Management of Asthma” National Heart, Lung,and Blood Institute; National Asthma Education and Prevention Program, Full Report 2007 </li></ul><ul><li>“ Harrison, Medicina Interna” McGraw-Hill Interamericana, 16ªedição, volume II, 2005. </li></ul>
  59. 64. <ul><li>www.sppneumologia.pt </li></ul><ul><li>www.portaldasaude.pt </li></ul><ul><li>www.imunoalergologia.com </li></ul><ul><li>www.asmabronquica.com </li></ul><ul><li>www.manualmerck.net/ </li></ul><ul><li>www.nature.com/immuno </li></ul><ul><li>www.sciencedirect.com </li></ul><ul><li>www.medimmunol.com </li></ul>Bibliografia:

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