Difteria

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Difteria

  1. 1. A Difteria Trabalho realizado por Ariana Camoesas nº7, 9ºG Ciências Naturais
  2. 2. Modo de transmissão A difteria é transmissível através do contacto directo do portador com pessoa susceptível ( pela tosse, espirro ou o falar). Sintomas A infecção começa entre 1 e 4 dias depois da exposição às bactérias. Os sintomas costumam ser: • inflamação ligeira na garganta, • alguma febre, • frequência cardíaca acelerada, • náuseas, • vómitos, • calafrios • dor de cabeça, • muita mucosidade no nariz A difteria é uma infecção contagiosa que por vezes é mortal e que é provocada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae, que provoca a inflamação da mucosa da garganta, do nariz, da traqueia e dos brônquios.
  3. 3. Tratamento A criança com sintomas de difteria é hospitalizada numa unidade de cuidados intensivos e recebe uma antitoxina logo que seja possível. No entanto, primeiro deve assegurar-se, mediante uma análise especial da pele, que a criança não é alérgica à antitoxina. Na unidade de cuidados intensivos, o médico e as enfermeiras confirmam que a respiração não está obstruída e que o coração funciona de forma satisfatória. Depois são administrados antibióticos para erradicar as bactérias da difteria. A recuperação depois de uma difteria grave é lenta e uma criança com a infecção deve evitar retomar as suas actividades demasiado rapidamente, pois até o exercício físico normal pode provocar danos a um coração inflamado.
  4. 4. Prevenção A prevenção da difteria é realizada através da vacinação. A vacina da difteria é normalmente combinada com as vacinas do tétano e da tosse convulsa, sob o nome de DTP (difteria-tétano-pertosse). Qualquer pessoa em contacto com uma criança infectada deve ser examinada. Preventivamente, são-lhe administrados antibióticos durante 7 dias e é controlada para detectar qualquer sinal da doença. As pessoas com culturas de garganta negativas e que recentemente tenham sido vacinadas contra a difteria não necessitam de tratamento e tão-pouco implicam um risco para os outros. No entanto, os portadores de bactérias da difteria, que não têm sintomas, podem efectivamente propagar a doença.
  5. 5. Bibliografia •http://www.manualmerck.net/?id=285&cn=1509 • http://www.correioescola.com.br/saude/vacina2.gif •http://diariodetreinante.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/vacina.gift •http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/002018.htm

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