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O Desempenho das Turmas  na Percepção da Equipe Pedagógica
<ul><li>Com relação ao desempenho da turma apresentado, que metas traçar para auxiliar no desenvolvimento das atividades? ...
INTRODUÇÃO <ul><li>A atual conjuntura educacional brasileira apresenta baixos índices de conclusão do ensino básico, somad...
<ul><li>Novas políticas e estratégias educacionais vêm surgindo, com a finalidade de reverter tal situação, tais como: Pro...
<ul><li>Neste sentido, pretendemos iniciar reflexões sobre o papel da avaliação do desempenho escolar como uma ferramenta ...
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<ul><li>O resultado da análise serve como um feedback para o próprio professor. Afinal, é ele, o gestor, o responsável pri...
Os integrantes da equipe serão beneficiados com uma orientação mais segura de seu corpo docente em relação ao seu desenvol...
<ul><li>O gestor (diretor, orientador, supervisor) conseguirá ver com mais clareza os pontos que necessitam de sua atenção...
<ul><li>Falcão Filho, José Leão M.  Avaliação, classificação e freqüência na nova LDB.  Texto apresentado no II Encontro M...
Novaes, M.H. (1977).  Psicologia do ensino-aprendizagem .  São Paulo: Atlas. Novaes, M.H. (2000). A psicologia e a “crise”...
 
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Análise de desempenho

  1. 2. &quot;Ensinar não é transmitir dogmaticamente conhecimentos, mas dirigir e incentivar, com habilidade e método, a atividade espontânea e criadora do educando. Nessas condições, o ensino compreende todas as operações e processos que favorecem e estimulam o curso vivo e dinâmico da aprendizagem&quot; (SANTOS, 1961).
  2. 4. O Desempenho das Turmas na Percepção da Equipe Pedagógica
  3. 5. <ul><li>Com relação ao desempenho da turma apresentado, que metas traçar para auxiliar no desenvolvimento das atividades? </li></ul>Com relação ao desempenho da turma apresentado, que ações realizar para auxiliar no desenvolvimento das atividades? Como utilizar a análise de desempenho para melhorar o desempenho da turma?
  4. 6. INTRODUÇÃO <ul><li>A atual conjuntura educacional brasileira apresenta baixos índices de conclusão do ensino básico, somado a altos índices de evasão e distorção idade/série/ano de escolaridade. </li></ul><ul><li>Essa baixa qualidade da educação, principalmente a pública, é ligada a uma ineficiente administração e gerenciamento educacional, uso insuficiente e impróprio dos recursos financeiros (discussão esta que fica para um outro momento, devido a sua complexidade) e principalmente às estratégias de ensino e avaliação do desempenho escolar inadequadas. </li></ul>INTRODUÇÃO
  5. 7. <ul><li>Novas políticas e estratégias educacionais vêm surgindo, com a finalidade de reverter tal situação, tais como: Prova Brasil e Provinha Brasil. </li></ul>Não temos, de fato, uma cultura de avaliação nem um envolvimento efetivo da equipe escolar, de alunos, pais e responsáveis no aperfeiçoamento da educação que queremos. Contudo, nos faltam informações precisas, sistemáticas e padronizadas sobre o desempenho dos nossos alunos, das nossas turmas, das nossas escolas.
  6. 8. <ul><li>Neste sentido, pretendemos iniciar reflexões sobre o papel da avaliação do desempenho escolar como uma ferramenta capaz de auxiliar-nos na prática pedagógica adotada pelo nosso Sistema Municipal de Ensino. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>A ficha de análise de desempenho foi desenhada para ser de fácil utilização e não tomar muito tempo dos professores, coordenadores e supervisores, como avaliadores. </li></ul>O exercício da avaliação ajudará esses profissionais a melhorar o seu senso crítico em relação à prática pedagógica adotada.
  8. 10. <ul><li>A direção escolar terá informações importantes sobre aspectos que afetam diretamente a organização do ensino e terá condições de fazer os ajustes necessários em seu projeto político-pedagógico. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>em função das atividades realizadas, a partir dos objetivos estabelecidos pelo professor; </li></ul><ul><li>dos resultados alcançados pela equipe pedagógica; </li></ul><ul><li>do potencial de desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem dos alunos. </li></ul>É um importante instrumento de monitoramento a ser compartilhado entre a Secretaria Municipal de Educação e a Equipe Pedagógica das Unidades Escolares. Corresponde a uma análise sistemática do desempenho das turmas, que segue pontos determinantes:
  10. 12. <ul><li>Toda instituição necessita ser avaliada através de um instrumento que forneça visibilidade de suas ações para poder, através de um processo de retroalimentação, rever suas estratégias e métodos de trabalho, minimizando as dificuldades, superando obstáculos e melhorando suas práticas. Assim ela se recicla e torna-se cada vez mais capaz de sobreviver em ambientes turbulentos e mutáveis. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Precisamos sobretudo, rever os paradigmas da avaliação do desempenho escolar, bem como da educação como um todo, para que a aprendizagem do aluno possa ir para além da sala de aula. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Rever a concepção de avaliação é rever sobretudo as concepções de conhecimento, de ensino, de educação e de escola. Impõe pensar em um projeto pedagógico apoiado em princípios e valores comprometidos com a construção do cidadão. </li></ul><ul><li>Somente após essa consciente revolução é que a avaliação será vista como função diagnóstica e transformadora da realidade. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>É importante ressaltar que a equipe pedagógica só tem a perder se ficar isolada na dimensão de uma gestão que deve ser democrática e participativa, porque estaremos só pela metade se apenas trabalhamos para os outros. Quando produzimos, participamos é que fazemos parte do todo. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>O centro da inteligência é aprender a aprender, saber pensar, ser crítico e analítico. Esse deve ser o centro da educação, e é dentro dessa perspectiva que a avaliação do desempenho escolar deve ser concebida. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>O foco principal deste documento é efetuar uma análise do desempenho das turmas. </li></ul>Sendo assim, pretendemos que a partir deste documento seja possível a Equipe Pedagógica verificar em quais áreas do conhecimento os alunos apresentam dificuldades.
  16. 18. <ul><li>D iagnosticar e analisar o desempenho individual e grupal dos alunos; </li></ul><ul><li>Avaliar o nível de dificuldade na aprendizagem das turmas; </li></ul><ul><li>Oferecer aos professores um resultado qualitativo do ensino, prevenindo o diagnóstico tardio das dificuldades da aprendizagem; </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Contribuir para a melhoria da qualidade de ensino em consonância com as metas estabelecidas pela Legislação vigente; </li></ul><ul><li>Apresentar informações necessárias para a identificação de possibilidades de melhoria na aprendizagem do aluno e a elaboração de um plano de metas e ações da Equipe Pedagógica em relação as competências e habilidades a serem desenvolvidas em pequenos grupos e/ou individualmente. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Em síntese, como ação inicial e continuada, temos como expectativa que a Equipe Pedagógica possa auxiliar o educador no sentido de melhorar o desempenho do aluno, por meio da análise do desempenho de sua turma. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>A equipe pedagógica analisa o desempenho das turmas, identifica os pontos que merecem ser trabalhados e utiliza essas informações como feedback para o planejamento de suas metas e ações visando a melhorar o desempenho da turma. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>O resultado da análise serve como um feedback para o próprio professor. Afinal, é ele, o gestor, o responsável principal pelo desempenho da turma. </li></ul><ul><li>O feedback, quando necessário, deve ser dado, no </li></ul><ul><li>dia-a-dia do trabalho educativo. </li></ul>
  21. 23. Os integrantes da equipe serão beneficiados com uma orientação mais segura de seu corpo docente em relação ao seu desenvolvimento profissional.
  22. 24. <ul><li>O gestor (diretor, orientador, supervisor) conseguirá ver com mais clareza os pontos que necessitam de sua atenção em relação ao tipo de assessoria a ser oferecida. </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Falcão Filho, José Leão M. Avaliação, classificação e freqüência na nova LDB. Texto apresentado no II Encontro Mineiro de Educação, SINEP-MG, 11 a 14 de outubro de 1997. </li></ul><ul><li>Hickel, N. (1995). A inteligência é um processo e não um dom: fica-se inteligente porque se aprende. Em E.P. Grossi & J. Bordin, (Orgs.), Paixão de aprender (pp. 53-82). Petrópolis, Vozes. </li></ul><ul><li>Língua Portuguesa: Orientações para o professor, Saeb/Prova Brasil, 4ª série/5º ano, ensino fundamental. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2009. </li></ul><ul><li>Matemática: Orientações para o professor, Saeb/Prova Brasil, 4ª série/5º ano, ensino fundamental. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2009. </li></ul><ul><li>Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais , MEC/SEF, 1998. </li></ul><ul><li>Ministério da Educação, Qualidade da Educação: Uma nova Leitura do Desempenho dos Estudantes do Ensino Fundamental , INEP, 2003. </li></ul><ul><li>Neves, M.M.B.J. (1996). O fracasso escolar: concepções sobre um fenômeno de múltiplas faces. Cadernos da Católica , 1, 9-25. </li></ul>
  24. 26. Novaes, M.H. (1977). Psicologia do ensino-aprendizagem . São Paulo: Atlas. Novaes, M.H. (2000). A psicologia e a “crise” na educação. Psicologia Escolar e Educacional , 2, 69-76. Patto, M.H.S. (1990). A produção do fracasso escolar . São Paulo: T. A. Queiroz. Peixoto, L.M. & Mesquita, A. (1990). A auto-estima, o nível intelectual e o sucesso escolar. Revista Portuguesa de Educação , 3, 87-99. Perrenoud, Philippe. Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica. In: ESTRELA, Albano & NÓVOA, Antônio. Avaliações em educação . Lisboa: Educa, 1992. p.155-73. Roazzi, A. (1985). Fracasso Escolar: fracasso ou sucesso da escola? Psicologia Argumento , IV, 10-16. Santos, Theobaldo Miranda. Noções de prática de ensino. 6 ed. SP: Companhia Editora Nacional, 1961. Tébar, L. (1995). Viver o êxito na escola. Revista de Psicopedagogia , 14, 28-33. Werneck, H. (2001). Ensinamos demais, aprendemos de menos . Petrópolis: Vozes. Gouveia, A. J. (1991). A escola, objeto de controvérsia. Em M.H.S Patto (Org.), Introdução à psicologia escolar (pp.16-24). São Paulo, T. A. Queiroz.

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