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este é um daqueles álbuns que chamampelo calor
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No terceiro parágrafo, nas linhas 45-47 há um problema de coesão:a) a preposição «em» (45) está a mais.b) a preposição «em...
O tema em que [Anaquim / Rebola] fazum retrato mais profundo do país ou daportugalidade é em Lusíadas
Segundo o quarto parágrafo (54-66), o estilo de música dos Anaquim é difícil de adivinhar, porquea) o disco é uma autêntic...
José Rebola, 27 anos, é de Coimbra.Assim se explica que a sua primeira banda, osSpee- ding Bullets, se enquadrassem nouniv...
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A ligação aos Deolinda é inevitável.(= Relacionarmos nós os Anaquim com    os Deolinda é fácil de suceder)
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A ligação [dos Anaquim] aosDeolinda é inevitável. Aliás, não é poracaso que Ana Bacalhau canta em O MeuCoração. Une-os uma...
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«Os Deolinda são mais tradicionalistas etêm um fundo musical simples, só decordas»
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Eles não hesitam, e vão deinstrumentos às costas por todo o país,a ver se o conquistam. Ou encontram oseu espaço nas vidas...
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inglês carjackingcar + hijackingamálgama
Carjackinginglês carjackingempréstimo
Carjaquimcarjacking + Jaquim (< Joaquim)amálgama
badalhoca (‘mulher suja’)badalhoca (‘bola de excremento e terrapendente entre as pernas das ovelhas ecabras’)extensão semâ...
drogafrancês drogueempréstimo
mota [ou moto]motorizada ou motocicletatruncação
joia (‘adorno de matéria preciosa’)francês joie (‘alegria’)empréstimo
joia (‘adorno de matéria preciosa’)joia (‘pessoa muito estimável’)extensão semântica
grego diabetes (‘diabetes’)grego diabetes (‘sifão’)extensão semântica
CajóCá (< Carlos) + Jó (< Jorge)duas truncações
ZéJoséaférese (truncação?)
FPE [pronunciado «fê-pê-é»]Fernando por esticãosigla
FPE [pronunciado «fpé»]Fernando por esticãoacrónimo
«Carjacking» é uma palavra estrangeiragenérico
alguns bandidos começaram a praticaruma varianteimperfetivo, [incoativo ou ingressivo]
a nossa reportagem acabou por voltar(porque estava frio)perfetivo, [cessativo ou conclusivo]
aquilo que faço é uma espécie decarjackinghabitual
foi uma experiência muito traumáticaperfetivo?
a malta pergunta-me constantemente: «tunão ...»imperfetivo, habitual, iterativo
andas metido nos diabetesimperfetivo
morreu atropelado por uma motaperfetivo, pontual
estou a conversar com este gafanhotogigante chamado Zé Antónioimperfetivo
Lê a crónica «Estrelas dos livros»(p. 73) e escreve uma sua síntese (cfr. p.324). Diria que a extensão aconselhada éde cer...
Depois de, na p. 76, leres aspalavras que, acerca da crítica, escreveuo humorista brasileiro Millôr Fernandes,escreve um p...
TPC     Resolve (estuda) ‘Processos irregu-lares de formação de palavras’ (CdA, 43-45).
Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 17-18
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Apresentação para décimo primeiro ano de 2012 3, aula 17-18

  1. 1. Em «mas este é um daqueles álbuns que chama pelo calor» (4-5), «este» é umaa) catáfora.b) anáfora, cujo referente é «As Vidas dos Outros».c) cadeia anafórica.d) elipse.
  2. 2. Eis aqui um forte candidato a discosensação deste verão. Bem sabemosque o ano ainda mal começou e o frioainda nos enregela os ossos, mas este[catáfora] é um daqueles álbuns que chamapelo calor. As Vidas dos Outros [sucedenteou referente] assim se chama, é a estreiadiscográfica dos Anaquim.
  3. 3. Na mesma frase (4-5), «um daqueles álbuns que chama pelo calor» tem uma falha de coesãoa) frásica (em vez de «chama», devia estar «chamam»).b) temporal (em vez de «chama», devia estar «chamaria»).c) referencial (a «um daqueles», era preferível «daqueles»).d) lexical (era preferível «verão» a «calor»).
  4. 4. este é um daqueles álbuns que chamampelo calor
  5. 5. No início do segundo parágrafo, «este anãozinho»» (19) é correferentea) do antecedente «Anaquim» (7).b) de «As Vidas dos Outros» (22).c) do antecedente «José Rebola» (13).d) do sucedente «um duende que chegou aqui sem ter um passado, nem uma tradição, nem preconceitos e faz observações sobre o que nos acontece» (9-11).
  6. 6. Ou será melhor dizer do Anaquim [antecdente]. apersonagem criada para cantar estas histórias. "Éum duende que chegou aqui sem ter um passado,nem uma tradição, nem preconceitos e fazobservações sobre o que nos acontece“, diz JoséRebola, que é quem lhe dá voz. Ou, por certo, dá-lhe mais do que voz. José Rebola é uma autênticarevelação. Um dos mais perspicazes músicos-letristas que têm aparecido nos últimos tempos,algures entre os Deolinda (e as letras de Pedro daSilva Martins) e o uni-verso Flor Caveira (editorade Tiago Guilul). O que mais conta neste anãozinho é mesmoa perspicácia, […]
  7. 7. O período que abre o mesmo segundo parágrafo (19-22) destacaa) o estilo de crítica que fazem os Anaquim — humorística mas incisiva e sensível aos tiques da sociedade.b) o tipo de música que consegue fazer o anão Anaquim: mordaz, perspicaz, pecador.c) o que mais conta naquele anãozinho.d) a abordagem alegre, de análise da sociedade, que se consegue em A Vida dos Outros
  8. 8. No terceiro parágrafo, nas linhas 45-47 há um problema de coesão:a) a preposição «em» (45) está a mais.b) a preposição «em» (46) está a mais.c) o nome «país» (46) devia estar escrito com maiúscula.d) «Lusíadas» (47) devia estar escrito «Os Lusíadas». 
  9. 9. O tema em que [Anaquim / Rebola] fazum retrato mais profundo do país ou daportugalidade é em Lusíadas
  10. 10. Segundo o quarto parágrafo (54-66), o estilo de música dos Anaquim é difícil de adivinhar, porquea) o disco é uma autêntica salada.b) a tradição musical coimbrã recente é heterogénea.c) a primeira banda de Rebola enquadrava-se no universo do psycho- billy.d) José Rebola tem um percurso musical diversificado.
  11. 11. José Rebola, 27 anos, é de Coimbra.Assim se explica que a sua primeira banda, osSpee- ding Bullets, se enquadrassem nouniverso do psycho-billy. Viviam-se tempos deeuforia e de grande subversão na cidade, como fenómeno Tédio Boys. Pouco depois criouuma outra banda, os Cynicals, que fazia umpunk-rock, sempre cantado em inglês. Quercom uma banda quer com outra ganhou váriosconcur-sos de música rock. Com estasreferências, difi-cilmente se adivinha osom dos Anaquim, mas é verdade que o fundomusical do disco é uma autêntica "salada".
  12. 12. No quinto parágrafo, «uma grande editora» (79) é usado comoa) hiperónimo do hipónimo «Universal» (78).b) holónimo do merónimo «Universal» (78).c) sinónimo de «Universal» (78).d) hipónimo de «Sons em Trânsito» (77).
  13. 13. E em sucessivos golpes de méritopassou a ser representado pela Sons emTrânsito e chegou à Universal —fenómeno cada vez mais raro, umagrande editora apostar em 3 estreantes. Grandes editoras = hiperónimo Universal, Polygram, …. = hipónimos
  14. 14. No primeiro período do último parágrafo (81), pretende dizer-se quea) os Anaquim nos lembram de imediato os Deolinda.b) os Anaquim e Deolinda têm ligações.c) os Anaquim, mais tarde ou mais cedo, vão juntar-se aos Deolinda.d) Deolinda vai amancebar-se com um anão.
  15. 15. A ligação aos Deolinda é inevitável.(= Relacionarmos nós os Anaquim com os Deolinda é fácil de suceder)
  16. 16. O pronome «os» (83) reporta-se aa) Deolinda e Ana Bacalhau.b) Deolinda e Anaquim.c) Anaquim e Carjaquim.d) Ana Bacalhau e Anaquim.
  17. 17. A ligação [dos Anaquim] aosDeolinda é inevitável. Aliás, não é poracaso que Ana Bacalhau canta em O MeuCoração. Une-os uma portugalidademusical assumida e a perspicácia sobreo país.
  18. 18. Em «Os Deolinda são mais tradicionalistas e tem um fundo musical simples, só de cordas» (86-88) há uma falha de coesãoa) frásica («tem» não concorda em número com o seu sujeito).b) interfrásica (deveria haver vírgula antes de «e»).c) temporal (em vez de «tem», deveria estar «tinha»).d) referencial («Os Deolinda» deveria dar lugar a «Estes»).
  19. 19. «Os Deolinda são mais tradicionalistas etêm um fundo musical simples, só decordas»
  20. 20. «Agora falta testar este Anaquim ao vivo» (93-94) significa que é precisoa) ver como o público reage.b) ver como se porta o grupo em atuações ao vivo e como o público as acompanha.c) fazer provas intermédias do GAVE- ANAQUIM.d) verificar como se porta o duende em concertos.
  21. 21. O pronome «o» na penúltima linha do texto (96) tem como referentea) «o seu espaço» (96-97).b) «instrumentos» (94-95).c) «este Anaquim» (93).d) «o país» (95).
  22. 22. Eles não hesitam, e vão deinstrumentos às costas por todo o país,a ver se o conquistam. Ou encontram oseu espaço nas vidas dos outros.
  23. 23. Na penúltima linha do texto, o determinante possessivo «seu» reporta- se aa) «o país» (95).b) «Anaquim» (93).c) «Eles» (94).d) «cocó de duende verde» (98).
  24. 24. Eles não hesitam, e vão de instrumentosàs costas por todo o país, a ver se oconquistam. Ou encontram o seu espaçonas vidas dos outros.
  25. 25. inglês carjackingcar + hijackingamálgama
  26. 26. Carjackinginglês carjackingempréstimo
  27. 27. Carjaquimcarjacking + Jaquim (< Joaquim)amálgama
  28. 28. badalhoca (‘mulher suja’)badalhoca (‘bola de excremento e terrapendente entre as pernas das ovelhas ecabras’)extensão semântica
  29. 29. drogafrancês drogueempréstimo
  30. 30. mota [ou moto]motorizada ou motocicletatruncação
  31. 31. joia (‘adorno de matéria preciosa’)francês joie (‘alegria’)empréstimo
  32. 32. joia (‘adorno de matéria preciosa’)joia (‘pessoa muito estimável’)extensão semântica
  33. 33. grego diabetes (‘diabetes’)grego diabetes (‘sifão’)extensão semântica
  34. 34. CajóCá (< Carlos) + Jó (< Jorge)duas truncações
  35. 35. ZéJoséaférese (truncação?)
  36. 36. FPE [pronunciado «fê-pê-é»]Fernando por esticãosigla
  37. 37. FPE [pronunciado «fpé»]Fernando por esticãoacrónimo
  38. 38. «Carjacking» é uma palavra estrangeiragenérico
  39. 39. alguns bandidos começaram a praticaruma varianteimperfetivo, [incoativo ou ingressivo]
  40. 40. a nossa reportagem acabou por voltar(porque estava frio)perfetivo, [cessativo ou conclusivo]
  41. 41. aquilo que faço é uma espécie decarjackinghabitual
  42. 42. foi uma experiência muito traumáticaperfetivo?
  43. 43. a malta pergunta-me constantemente: «tunão ...»imperfetivo, habitual, iterativo
  44. 44. andas metido nos diabetesimperfetivo
  45. 45. morreu atropelado por uma motaperfetivo, pontual
  46. 46. estou a conversar com este gafanhotogigante chamado Zé Antónioimperfetivo
  47. 47. Lê a crónica «Estrelas dos livros»(p. 73) e escreve uma sua síntese (cfr. p.324). Diria que a extensão aconselhada éde cerca de um terço do original, umascem palavras.
  48. 48. Depois de, na p. 76, leres aspalavras que, acerca da crítica, escreveuo humorista brasileiro Millôr Fernandes,escreve um pequeno comentário a essetrecho (porventura, tendo tambémpresente a crónica lida hoje e a tuaexperiência pessoal).
  49. 49. TPC Resolve (estuda) ‘Processos irregu-lares de formação de palavras’ (CdA, 43-45).

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