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Dia Mundial da Água
Em 22 de março de 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial da Água. Na ocas...
Inhotim participa do fórum
Diálogos da Terra no Planeta Água
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Programa Jovens Agentes Ambientais
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Por dentro do Licuri
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  1. 1. natureza e arte INSTITUTO I N F O R M AT I VO P U B L I C A D O P E L A S A L A V E R D E I N H OT I M N º 19 M A R / A B R – 20 0 9 Como pensar nossa vida sem água limpa? Foto: José André A água é um recurso natural renovável, uma mistura de hidrogênio, oxigênio, sais minerais e nutrientes. A super fície do planeta Terra é composta de aproximadamente dois terços de água (salgada e doce). Temos água na superfície terres- tre – mares, oceanos, rios, cachoeiras, lagos, represas - e também no subsolo, em camadas profundas (como o Aquífero Guarani, por exemplo). Utilizamos água diariamente na alimentação, na higiene, na agricultura, na limpeza, na indústria e para recreação. Em maior ou menor quantidade, a água está presente em todos os organismos vivos. Aproximadamente 70% do peso corporal do ser humano é composto de água. Por tanto, a disponibilidade de água pura é uma condição imprescindível para nossa existência. No dia 22 de março, celebramos o Dia Mundial da Água. Sabemos que o respeito à água não deve se resumir a um dia somente por ano, e sim a todos os dias. Temos de considerar o ambiente como algo completo, em que tudo é associado e interdependente – ar, água, solo, clima, animais, plantas, minerais, governos, pessoas, empresas – e temos que agir de modo a tornar mais pacífica e saudável nossa convivência. Se cada um fizer sua par te, as contribuições, somadas, fazem grande diferença!
  2. 2. Dia Mundial da Água Em 22 de março de 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial da Água. Na ocasião, foi publicada a Declaração Universal dos Direitos da Água, com o objetivo de sensibilizar - pessoas, governos, empresas - para a necessidade de mudança de atitude e mais respeito ao elemento que nos permite viver. Vamos então refletir sobre o significado de cada um dos artigos abaixo: Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, Art. 5º - A água não é somente uma cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é herança dos nossos predecessores; plenamente responsável aos olhos de todos. ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua prote- ção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. Art. 2º - A água é a seiva do nosso Art. 7º - A água não deve ser planeta. Ela é a condição essencial de desperdiçada, nem poluída, nem vida de todo ser vegetal, animal ou hu- envenenada. De maneira geral, mano. Sem ela não poderíamos con- sua utilização deve ser feita com ceber como são a atmosfera, o clima, consciência e discernimento a vegetação, a cultura ou a agricultura. para que não se chegue a uma O direito à água é um dos direitos fun- situação de esgotamento ou de damentais do ser humano: o direito à deterioração da qualidade das vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da reservas atualmente disponíveis. Declaração dos Direitos do Homem. Art. 8º - A utilização da água implica o respeito à lei. Sua proteção constitui Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água po- uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. tável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da pre- sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. servação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida so- bre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. Ilustrações: Gênero e água. Ziraldo / Gender and Water Alliance - GWA
  3. 3. Inhotim participa do fórum Diálogos da Terra no Planeta Água O Instituto Inhotim participou das discussões ambientais do evento Diálogos da Terra no Planeta Água, realizado em Belo Horizonte, nos dias 26, 27 e 28 de no- vembro do ano passasdo. Inhotim foi representado pelos biólogos Eduardo Franco, Marcus Friche e Rubens Custódio e pela geógrafa Regina Benedetto. O Diálogos da Terra no Planeta Água é um evento internacional, idealizado pela Green Cross Internacional, da qual o fundador é o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev. A agenda do evento em 2008 foi orientada pela discussão de quatro grandes te- mas, dentro dos princípios da “Carta da Terra”, e do conceito de desenvolvimento sustentável. Ao final do encontro, foi produzida a Carta de Minas Gerais, que, além de definir agendas que permitam o monitoramento das propostas apre- sentadas, foi a grande contribuição dos Diálogos da Terra para o Fórum Mundial das Águas, realizado em Istambul, no último mês. No dia 29 de novembro, pa- Foto: Eduardo Franco lestrantes e congressistas do Diálogos da Terra realizaram uma visita ao Inhotim. Ecoturismo O ecoturismo é uma categoria de turismo que cultura do local visitado. Brumadinho é um ro- tais com características que variam de Mata de valoriza os recursos naturais, colabora para sua teiro do Circuito Turístico Veredas do Paraope- Galeria, Cerradão, Campo Sujo, Campo Limpo melhor utilização e é considerado uma moda- ba. Além do Instituto Inhotim, o ecoturista pode e mata estacional semidecídua. Ambientes lidade de educação ambiental não formal. Na conhecer comunidades tradicionais, banhar-se onde podemos contemplar as serras e observar prática, desde que devidamente orientados, em cachoeiras, percorrer trilhas interpretativas, plantas como aroeira, canela-de-ema, jequitibá, os ecoturistas têm a oportunidade de inter- fazer cavalgadas e passeios ciclísticos, praticar bromélias, braúna, pau-d’óleo, peroba-rosa, ja- pretar com segurança a paisagem, perceber o canoagem, visitar Unidades de Conservação, carandá, araticum, cedro orquídeas, canafístula, ambiente em sua plenitude e ainda valorizar a formações geológicas e remanescentes flores- entre tantas outras, e também diversos animais. Lixo nas ruas entopem bueiros, Paraopeba favorecendo as enchentes O rio Paraopeba tem suas nascentes em Minas Gerais, ao sul do mu- lançamento de esgotos, nicípio de Cristiano Otoni. Percorre aproximadamente 510 quilômetros metais e químicos, o que até chegar à represa de Três Marias, em Felixlândia, região central do pode colaborar para a pro- Estado. Ao longo desse percurso, suas águas estão distribuídas por 48 liferação de doenças entre municípios e, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, passa por as pessoas e ainda alterar Brumadinho, Ibirité, Igarapé, Betim, Mateus Leme e Ribeirão das Ne- a biodiversidade. ves. O Paraopeba é um dos principais tributários do rio São Francisco O rio Paraopeba necessita Foto: José André e tem como principais afluentes os rios Macaúbas, Betim, Camapuã de ações planejadas como e Manso. Apesar de ser um manancial importante para o abasteci- o manejo integrado das sub-bacias, ampliação de rede de monito- mento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Paraopeba tem ramento de suas águas, revegetação das áreas de nascente, reflo- sido exposto a diversos impactos, derivados da densa e desordenada restamento da margem do rio, ampliação da rede de coleta de es- ocupação ao longo de seu percurso. Em alguns trechos, nota-se o goto, controle de erosão e do assoreamento, cidadãos conscientes desflorestamento da mata ciliar, assoreamento do rio, lançamento di- e atuantes para conservação desse recurso hídrico, de sua beleza reto de dejetos, o que contribui para o acontecimento de enchentes cênica e o lazer que esse pode proporcionar a toda a população. que ocasionam diversos prejuízos socioambientais. Evitar desperdício e poluição das águas é dever de todos. Segundo estudos recentes do Instituto Mineiro de Gestão das Águas O rio Paraopeba agradece!!! (Igam), a média anual da qualidade das águas superficiais do mé- dio Paraopeba está na faixa MÉDIA, devido à poluição das águas por
  4. 4. Programa Jovens Agentes Ambientais retoma atividades com foco no tema água As atividades do Programa Jovens Agentes Ambientais foram retomadas em Dinâmica realizada na Aula Inaugural do março com 40 estudantes da rede pública de Brumadinho. Programa Jovens Agentes Ambientais /2009 Desenvolvido pela Diretoria de Meio Ambiente do Instituto Inhotim, com o apoio do Banco BMG, via Lei Rouanet, o programa tem como objetivo sensibilizar o grupo sobre questões ambientais e qualificá-lo para atuar nessa área. O tema da água será central no programa este ano, pela importância que esse elemento natural tem para a vida, além de remeter à agenda atual de debates e também às inundações ocorridas em Brumadinho, no final de 2008. “En- tendemos que não haveria tema melhor para trabalharmos com os alunos”, declara o coordenador de Educação Ambiental do Inhotim, Wallace Carvalho. Foto: Eduardo Franco Formatura da 1ª Turma No dia 7 de fevereiro, foi realizada a forma- tura da 1ª turma do Programa Jovens Agen- tes Ambientais, integrada por 40 estudantes da rede pública de ensino de Brumadinho. Agradecemos e parabenizamos os forman- dos. Desejamos que propaguem em seus lares, na escola e na região o conhecimento construído durante o curso. Reflexões sobre educação ambiental Não há um único conceito e tampouco uma única forma de se fazer educação ambiental. Tal afirmação reside na ideia de que meio ambiente é uma realidade tão complexa que escapa a qualquer definição precisa, assim como a prática da educação ambiental é interdisciplinar e trabalhada nos diversos níveis que vão do local ao global. Constata-se que a maioria dos projetos e ações de educação ambiental realizadas hoje no mundo se funda na concepção que indivíduos Imagem: José André e coletividades têm do meio ambiente. E aí na formulação de políticas públicas e concedem reside a importância da percepção ambiental para a suporte para as estratégias de mobilização educação ambiental, pois os estudos de percepção ambiental. fornecem um significativo entendimento das A educação ambiental é um processo de formação interações, sentidos, sentimentos, hábitos e valores que deve sempre prezar a percepção intuitiva de que as pessoas estabelecem com o meio ambiente. integração do Homem com o ambiente que o cerca Esses estudos subsidiam projetos e atividades de e o respeito entre os Homens, visando à construção Wallace Carvalho Ribeiro Coordenador da Educação educação ambiental formal ou não formal, ajudam de um mundo mais ético e sustentável. Ambiental do Instituto Inhotim
  5. 5. Por dentro do Licuri Entre as palmeiras encontradas nos jardins do Inhotim, o Licuri (Syagrus coronata) foi esco- lhido para iniciar os estudos de anatomia foliar, no projeto “No Jardim do Inhotim”, parceria firmada entre o Inhotim e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O Licuri é uma palmeira típica da caatinga brasileira e transformou-se na principal fonte de renda de muitas famílias que vivem nesse bioma. Seus frutos são utilizados na alimentação in natura ou na forma de doces e do seu interior é extraída uma amêndoa com alto valor nutricional. Das folhas, são produzidos artesanato e artigos domésticos, como chapéus, sapatos, bolsas e vassouras. De sua superfície, também pode ser extraída uma cera, semelhante à da carnaú- ba. Além da grande importância socioeconômica, o Licuri apresenta um importante papel ecológico, fornecendo abrigo e alimento para muitos animais, como a ararinha-azul, espécie ameaçada de extinção, e pequenos mamíferos. Para conhecer mais sobre essa palmeira, o estudante de Ciências Biológicas e estagiário do projeto “No Jardim do Inhotim”, Marcos Hanashiro e Silva, estudou a anatomia de suas folhas, sob orientação da Profª. Rosy Mary dos Santos Isaias, no Laboratório de Anatomia Vegetal da UFMG. Os estudos nos mostram como é a lâmina foliar do Licuri e de que tecidos e células é composta. Para observar uma amostra dos resultados desse estudo, veja a foto ao lado. Epiderme: sua função é revestir os órgãos vegetais, protegendo-os contra qualquer tipo de injúria mecânica. Fibras: são células de paredes espessadas. Conferem dureza ao local e ao tecido onde ocorrem. Xilema: tecido condutor de água e sais minerais. Suas células são alongadas e resistentes, algumas de paredes espessadas. Floema: tecido condutor de substâncias nutritivas. Suas células possuem perfurações e comunicam-se entre si. Parênquima clorofiliano: é o tecido fotossintetizante da folha”; suas células possuem cloroplastos. Estômatos: conjunto de células através do qual acontecem as trocas gasosas das plantas e as transpirações do vegetal. Cêra epicuticular: ocorre sobre a epiderme e pode conferir-lhe maior impermeabilidade e ainda atuar na reflexão da luminosidade. Março Abril Março FASES DA LUA Abril CELEBRARE Dia Dia Dia 4 crescente Dia 2 crescente 1º – Dia do Ecoturismo 1º – Dia da Mentira Dia 1 cheia 1 Dia 9 cheia 8 – Dia Internacional da Mulher 15 – Dia da Conservação do Solo 12 – Dia do Bibliotecário 19 – Dia do Índio Dia 18 minguante Dia 17 minguante 20 – Equinócio Outono 21 – Dia do Policial Dia 26 nova Dia 25 nova 22 – Dia Internacional da Água 23 – Dia Mundial do Livro Instituto Inhotim Equipe Sala Verde Inhotim Ana Lúcia de Almeida Gazzola Jochen Volz José André Verneck Monteiro Laura Carolina de A. Neres Frederico Pereira Sucupira Diretora-Executiva Diretor de Arte Coordenador Geógrafa Astrônomo, biólogo Hugo Vocurca Teixeira Eduardo G. Gonçalves Sirlene M. Cassiano Rubens Custódio da Mota Adriel Nogueira Dias Diretor-Executivo Adjunto e Diretor de Pesquisador e Curador da Coleção Bibliotecária responsável pelo Botânico Eng. agrônomo Meio Ambiente (interino) Botânica acervo Gabriela de Castro Karla Giovanna Silva Xavier Sueli Pires Neila Farias Lopes Lucinéia Cristina Pinto Maia Bióloga Bióloga Diretora de Gestão do Conhecimento Gestão de Projetos Ambientais Auxiliar de biblioteca Gustavo Junqueira Ferraz Lorraine Pinto da Silva Roseni Sena Wallace Carvalho Ribeiro Cristiane Cäsar Turismólogo Monitora ambiental Diretora de Inclusão e Cidadania Coordenador de Educação Ambiental Bióloga Eduardo Silva Franco Ualisson Alessandro da Silva Marcus Friche Batista Biólogo Monitor ambiental Biólogo
  6. 6. Palmeiras nativas de Brumadinho Palmeira é um nome popular para a maioria dos representantes da família Arecaceae ou Palmae. Essa família é amplamente distribuída, porém grande parte das espécies está restrita às regiões tropicais, principalmente Sudeste Asiático, Pacífico e América tropical. Atualmente, são conhecidas aproximadamente 2.600 espécies no mundo. No Brasil, são aproximadamente 210, e, no município de Brumadinho, apenas cinco. Todavia, como há regiões de Cerrado pouco conhecidas na cidade, há possibilidade de encontrar outros tipos. As espécies conhecidas para o município são: Syagrus Acrocomia aculeata Euterpe edulis romanzoffiana (macaúba) (palmito-doce) (jerivá) é uma espécie que é uma espécie ocorre em alguns ocorre nos pastos ameaçada de extinção, pastos e interior e e bordas de matas ocorre nas matas bordas de matas semidecíduas, possui de galeria pouco semidecíduas, grande porte com perturbadas, possui possui grande caule simples e grande porte com porte com caule espinhento. caule simples e liso. simples e liso. Syagrus flexuosa No Inhotim, são cultivadas mais de (coco-do-campo) ocorre no campo 400 espécies de palmeiras nativas rupestre e na do Brasil e de outros países, entre transição deste com o Cerrado, espécie elas as cinco espécies nativas de geralmente de pequeno porte com Geonoma schottiana Brumadinho, que são fundamentais caule entouceirante (aricanga-do-brejo) e coberto por restos ocorre nas matas de para a fauna local, já que fornecem secos de folhas. galeria, espécie de médio a pequeno alimento e abrigo, principalmente porte com caule simples e liso para caxinguelês, cutias e aves. Sala Verde Inhotim é uma parceria do Instituto Inhotim com o Ministério do Meio Ambiente, celebrada em 2006. IMPRESSO EM PAPEL RECICLADO É um espaço interativo de valorização da biodiversidade e da pluralidade cultural e um centro de referência em informações socioambientais. Natureza e arte está disponível em www.inhotim.org.br Informações: meioambienteinhotim.org.br Projeto Sala Verde www.salaverde.cjb.net APOIO: INSTITUTO RUA B, 20 – INHOTIM – BRUMADINHO – MG CAIXA POSTAL 50 – CEP 35460-000 WWW.INHOTIM.ORG.BR

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