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CIÊNCIA DO AMBIENTE
PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 1
CURSO: Engenharia Civil
SEMESTRE: 4º
DISCIPLINA: Ciências do Ambiente
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2 horas
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 36 horas
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 2
EMENTA:
Noções básicas de Ecologia. Equilíbrio da biosfera. Histórico da formação da
"consciência ambiental". Os efeitos da tecnologia sobre a biosfera e sua
importância para o reconhecimento das questões ambientais. O papel do
engenheiro na solução de problemas ambientais como controle e preservação
ambiental.
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 3
OBJETIVOS:
Facilitar ao universitário ao entendimento dos fundamentos necessários à
compreensão da dinâmica ambiental de modo a auxiliá-lo a intervir no meio
ambiente buscando obter o máximo de benefícios para os sistemas físicos,
bióticos, sociais, econômicos e culturais existentes na área de inserção de seus
empreendimentos.
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 4
PROCEDIMENTOS DE ENSINO:
Aulas expositivas e dialogadas. Uso do multimídia. Uso de filmes didáticos. Aulas
práticas em laboratório. Consulta em revistas e periódicos. Práticas vivenciadas com
estudo dirigido.
AVALIAÇÃO:
Avaliações. Relatórios. Resenhas. Planos de aulas. Frequência nas aulas. Participação
nas atividades propostas. Trabalhos escritos ou apresentações orais.
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 5
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2.ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética,
evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2002.
SOLOMON, M. E. Dinâmica de populações. São Paulo: EPU, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética,
evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2004.
MAIA, N. B. et al. Indicadores ambientais: Conceitos e aplicações. São Paulo: EDUC, 2001.
TRIGUEIRO, A. Meio ambiente no século 21:especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de
conhecimento. 5.ed. Campinas, SP: Armazém do Ipê, 2008.
TOWNSEND, C. R. et al. Fundamentos em ecologia. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 6
Hoje, 8 de abril de 2014,
DAKOPE, Bangladesh - Quando uma forte tempestade destruiu sua casa ribeirinha, em 2009, Jahanara Khatun perdeu mais
do que um teto. Na sequência, seu marido morreu, e ela ficou tão desamparada que vendeu seus filhos num vínculo de
servidão. Khatun agora vive em um barraco de bambu que fica abaixo do nível do mar. Ela passa os dias recolhendo
esterco de vaca para usar como combustível e luta para cultivar hortaliças no solo envenenado pela água salgada. Os
climatologistas preveem que essa área será inundada por causa do aumento do nível do mar e pela intensificação das
ressacas marítimas. Um ciclone ou outro desastre podem facilmente varrer novamente a sua vida.
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Publicado 07 Janeiro 2014.
Após 22 anos e longe de solução final, a despoluição do Tietê já consumiu US$3,6 bilhões.
“O que falta são políticas públicas bem direcionadas, estratégia bem montada. Não com o objetivo primeiro de
despoluir o Tietê, mas de dotar a região metropolitana de um sistema de saneamento básico de primeiro mundo”,
analisa. “Não acredito que uma mágica vá nos dar um rio despoluído antes de dotarmos a Região Metropolitana de um
sistema de saneamento de primeiro mundo.”
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No Recife, infância perdida na lama e no lixo. A história dos meninos cujo cotidiano é catar latas na
imundície do Canal do Arruda. Publicado em 02/11/2013, às 13h56. Eles nadam onde nem os peixes se
atrevem. De longe, suas cabeças se confundem com os entulhos. Pela falta de quase tudo na terra,
mergulham no rio de lixo atrás da sobrevivência. Lá sim tem quase tudo: latinhas, garrafas, papelão,
móveis velhos, restos de comida, moscas, animais mortos.
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 9
O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de
saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da
metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias. Do total de resíduos descartados em residências e
indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase
50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco
à saúde e ao ambiente.
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08/02/2014
Cidades com menos de 30 mil habitantes concentram uma população estimada em 60 milhões de pessoas, que enviam
seus resíduos, na grande maioria dos casos, para os lixões, que são a opção menos ecologicamente correta na hora de se
livrar do lixo. Baixo custo de instalação, com danos ambientais dentro dos limites aceitáveis. Essas são as razões pelas
quais os aterros sanitários de pequeno porte, com capacidade de receber até 10 toneladas de lixo por dia, tornaram-se
opções para resolver o problema causado pela destinação incorreta de resíduos sólidos nas cidades com menos de 30 mil
habitantes, de acordo com uma pesquisa desenvolvida para uma tese de doutorado pela USP (Universidade de São Paulo).
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No Japão, 62% do lixo vira energia.
Na Suíça, 59%.
Na França, 37%.
No Brasil ???
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Reservas de GESSO, mineral aglomerante produzido a partir do aquecimento da GIPSITA.
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Das 64 milhões de toneladas de resíduos gerados no ano 2013, 24
milhões seguiram para destinos inadequados, como lixões. Isso
equivale a 168 estados do Maracanã lotados de lixo, sendo que
outras 6,2 milhões de toneladas sequer foram coletadas. Em média
cada brasileiro gera 383 kg de lixo por ano, um aumento de 1,3% de
resíduos por habitante em relação a 2012. (30 de julho de 2014).
06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 42
Nordeste é a região que tem a maior quantidade de
resíduos sem destinação adequada, encaminhando
diariamente 65% do lixo coletado para lixões ou aterros
controlados, os quais, do ponto de vista ambiental, pouco
se diferenciam dos próprios lixões.
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Introduçao a ciência do ambiente 2014

  • 1. CIÊNCIA DO AMBIENTE PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 1
  • 2. CURSO: Engenharia Civil SEMESTRE: 4º DISCIPLINA: Ciências do Ambiente CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2 horas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 36 horas 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 2
  • 3. EMENTA: Noções básicas de Ecologia. Equilíbrio da biosfera. Histórico da formação da "consciência ambiental". Os efeitos da tecnologia sobre a biosfera e sua importância para o reconhecimento das questões ambientais. O papel do engenheiro na solução de problemas ambientais como controle e preservação ambiental. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 3
  • 4. OBJETIVOS: Facilitar ao universitário ao entendimento dos fundamentos necessários à compreensão da dinâmica ambiental de modo a auxiliá-lo a intervir no meio ambiente buscando obter o máximo de benefícios para os sistemas físicos, bióticos, sociais, econômicos e culturais existentes na área de inserção de seus empreendimentos. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 4
  • 5. PROCEDIMENTOS DE ENSINO: Aulas expositivas e dialogadas. Uso do multimídia. Uso de filmes didáticos. Aulas práticas em laboratório. Consulta em revistas e periódicos. Práticas vivenciadas com estudo dirigido. AVALIAÇÃO: Avaliações. Relatórios. Resenhas. Planos de aulas. Frequência nas aulas. Participação nas atividades propostas. Trabalhos escritos ou apresentações orais. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 5
  • 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética, evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2002. SOLOMON, M. E. Dinâmica de populações. São Paulo: EPU, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LOPES, S. Bio: Introdução à biologia, citologia, embriologia animal, histologia animal, seres vivos, genética, evolução, ecologia. São Paulo: Saraiva, 2004. MAIA, N. B. et al. Indicadores ambientais: Conceitos e aplicações. São Paulo: EDUC, 2001. TRIGUEIRO, A. Meio ambiente no século 21:especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 5.ed. Campinas, SP: Armazém do Ipê, 2008. TOWNSEND, C. R. et al. Fundamentos em ecologia. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 6
  • 7. Hoje, 8 de abril de 2014, DAKOPE, Bangladesh - Quando uma forte tempestade destruiu sua casa ribeirinha, em 2009, Jahanara Khatun perdeu mais do que um teto. Na sequência, seu marido morreu, e ela ficou tão desamparada que vendeu seus filhos num vínculo de servidão. Khatun agora vive em um barraco de bambu que fica abaixo do nível do mar. Ela passa os dias recolhendo esterco de vaca para usar como combustível e luta para cultivar hortaliças no solo envenenado pela água salgada. Os climatologistas preveem que essa área será inundada por causa do aumento do nível do mar e pela intensificação das ressacas marítimas. Um ciclone ou outro desastre podem facilmente varrer novamente a sua vida. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 7
  • 8. Publicado 07 Janeiro 2014. Após 22 anos e longe de solução final, a despoluição do Tietê já consumiu US$3,6 bilhões. “O que falta são políticas públicas bem direcionadas, estratégia bem montada. Não com o objetivo primeiro de despoluir o Tietê, mas de dotar a região metropolitana de um sistema de saneamento básico de primeiro mundo”, analisa. “Não acredito que uma mágica vá nos dar um rio despoluído antes de dotarmos a Região Metropolitana de um sistema de saneamento de primeiro mundo.” 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 8
  • 9. No Recife, infância perdida na lama e no lixo. A história dos meninos cujo cotidiano é catar latas na imundície do Canal do Arruda. Publicado em 02/11/2013, às 13h56. Eles nadam onde nem os peixes se atrevem. De longe, suas cabeças se confundem com os entulhos. Pela falta de quase tudo na terra, mergulham no rio de lixo atrás da sobrevivência. Lá sim tem quase tudo: latinhas, garrafas, papelão, móveis velhos, restos de comida, moscas, animais mortos. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 9
  • 10. O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias. Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 10
  • 11. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 11
  • 12. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 12
  • 13. 08/02/2014 Cidades com menos de 30 mil habitantes concentram uma população estimada em 60 milhões de pessoas, que enviam seus resíduos, na grande maioria dos casos, para os lixões, que são a opção menos ecologicamente correta na hora de se livrar do lixo. Baixo custo de instalação, com danos ambientais dentro dos limites aceitáveis. Essas são as razões pelas quais os aterros sanitários de pequeno porte, com capacidade de receber até 10 toneladas de lixo por dia, tornaram-se opções para resolver o problema causado pela destinação incorreta de resíduos sólidos nas cidades com menos de 30 mil habitantes, de acordo com uma pesquisa desenvolvida para uma tese de doutorado pela USP (Universidade de São Paulo). 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 13
  • 14. No Japão, 62% do lixo vira energia. Na Suíça, 59%. Na França, 37%. No Brasil ??? 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 14
  • 15. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 15
  • 16. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 16
  • 17. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 17
  • 18. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 18
  • 19. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 19
  • 20. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 20
  • 21. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 21
  • 22. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 22
  • 23. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 23 Reservas de GESSO, mineral aglomerante produzido a partir do aquecimento da GIPSITA.
  • 24. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 24
  • 25. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 25
  • 26. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 26
  • 27. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 27
  • 28. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 28
  • 29. CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV06/08/2014 29
  • 30. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 30
  • 31. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 31
  • 32. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 32
  • 33. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 33
  • 34. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 34
  • 35. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 35
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  • 37. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 37
  • 38. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 38
  • 39. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 39
  • 40. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 40
  • 41. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 41
  • 42. Das 64 milhões de toneladas de resíduos gerados no ano 2013, 24 milhões seguiram para destinos inadequados, como lixões. Isso equivale a 168 estados do Maracanã lotados de lixo, sendo que outras 6,2 milhões de toneladas sequer foram coletadas. Em média cada brasileiro gera 383 kg de lixo por ano, um aumento de 1,3% de resíduos por habitante em relação a 2012. (30 de julho de 2014). 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 42
  • 43. Nordeste é a região que tem a maior quantidade de resíduos sem destinação adequada, encaminhando diariamente 65% do lixo coletado para lixões ou aterros controlados, os quais, do ponto de vista ambiental, pouco se diferenciam dos próprios lixões. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 43
  • 44. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 44
  • 45. 06/08/2014 CIÊNCIA DO AMBIENTE - PROF. MSC. CLOVIS ROBERTO GURSKI - UNIUV 45
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