Ortomolecular na Desintoxicação do Organismo

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Aula sobre a medicina ortomolecular ministrada por Dr. Tsutomu Higashi, diretor médico da Clínica Higashi, para curso de medicina preventiva em São Paulo. www.ortomoleculardrhigashi.med.b

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Ortomolecular na Desintoxicação do Organismo

  1. 1. Ortomolecular na desintoxicação do organismo Dr. Tsutomu Higashi Médico Nutrologo, patalogista, ortomolecular www.ortomoleculardrhigashi.med.br
  2. 2. 4 Pilares da Saúde Dr. Leo Galland 1- Relacionamento Cosmos Social Familiar Consigo Mesmo 2- DIAITA Dieta Exercício – Relaxamento Sono 3- Meio Ambiente Ar Água Comida Contacto 4- Detoxificação Genoma Proteômica Nutrientes Hábitos
  3. 4. Estrutura de Genoma IMAGINAR QUE: 1 Livro = Genoma 23 capítulos = 23 cromossomos Cada capitulo tem milhares de historias = Genes Cada historia é feita de pará-grafos = Exons Que são interrompidos por Introns Cada parágrafo feito por palavras = Codons Cada palavra contém letras chamadas = Bases Existem 1 bilhão de letras no livro maior que 800 bíblias
  4. 5. A Proteômica é o que existe de mais novo na área da biologia molecular. Os cientistas correm para catalogar as proteínas que existem em nossos corpos e entender como elas se relacionam entre si. No corpo humano a síntese de proteína (Proteômica) obedece os códigos genéticos, decodificado no DNA do núcleo da célula. A PROTEÔMICA Fonte: Scientific American
  5. 6. PROGRESSÃO DA DOENÇA GENS, HÁBITO DIETA MEIO AMBIENTE ENDOTOXINAS EXOTOXINAS INTOXICAÇÃO METABÓLICA DA RESISTÊNCIA COMPROMETIMENTO HEPÁTICO FUNCIONAMENTO DE ORGÃOS / SISTEMAS CORTAR CICLO SINTOMAS CRÔNICAS DROGAS E MEDICAÇÕES
  6. 7. IDADE ESTADO ARTEROSCLEROSE CANCER 20 INICIAL COLESTEROL EXPOSIÇÃO CARCINOGENICA 30 DISCERNIVEL PLACAS PEQUENAS (ARTEREOGRAFIA) METAPLAZIA CELULAR 40 SUBCLINICO PLACAS GRANDES (ARTERIOGRAMAS) METAPLAZIA AUMENTADA 50 UMBRAL CLAUDICAÇÃO NO EXERCICIO CARCINOMA IN SITIO 60 SEVERO ANGINA CANCER CLINICA 70 FIM AVC 1 AM CANCER METASTATICO
  7. 8. DOENÇAS CARDIOVASCULARES <ul><li>Aterosclerose </li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul><ul><li>Doenças coronarianas defeito de metilação </li></ul><ul><li>Síndrome de hipercoagulaçào </li></ul><ul><li>Efeito do metabolismo de colesterol </li></ul><ul><li>Distúrbios inflamatórios </li></ul><ul><li>Marcador geral dos riscos </li></ul><ul><li>Marcador de cardio protetors </li></ul>
  8. 9. Toxidade, Stress Oxidativo e Risco de Câncer <ul><li>Defeito de detoxificação </li></ul><ul><li>Regulação de Citocromo P 450 </li></ul><ul><li>2 ° fase de detox hepatica: conjugação de glutation e acetilação </li></ul><ul><li>Alteração de metilação catecolamina, stress oxidativo, defeito de detoxificação tem relação com câncer, fadiga crônica, sensibilidade química múltipla e alcoolismo </li></ul>
  9. 10. OSTEOPOROSE <ul><li>Aumento de risco de osteopenia e osteoporose </li></ul><ul><li>Síntese de colágeno e metabolismo de cálcio </li></ul><ul><li>Atividade de vitamina D3 </li></ul><ul><li>Atividade Osteoclastica </li></ul><ul><li>Inflamação crônica </li></ul>
  10. 11. IDADE ESTADO ARTROSE DIABETE 20 INICIAL ALTERAÇÃO MIN. CARTILAGEM OBESIDADE 30 DISCERNIVEL REDUÇÃO MIN. DE ESPAÇO INTRA ARTICULAR TOLERANCIA ANORMAL DE GLICOSE 40 SUBCLINICO DESGASTE ÓSSEO HIPER GLICEMIA EM JEJUM 50 UMBRAL DOR ARTICULAR LEVE GLICOSURIA 60 SEVERO DOR ARTICULAR MODERADA HIPOGLICEMIA POR DROGA RES. INSUL. 70 FIM INVALIDEZ CEGUEIRA NEVROPATIA, NEFROPATIA
  11. 12. Alergenos, Poluições, Viroses e Asmas Fator Ambiental Suscetibilidade Genética Sensibilidade Alérgica Inflamação de Vias Aéreas (Secreção de Citocinas, Leucotrienos, Óxido Nítrico) Exposição alérgica desde o nascimento Poluição do Ar Infecção viral Fumantes Gatilho inicial Antecedentes Mediadores Sintomas de Asma + Alergenos Viroses Sinais e sintomas Gatilho secundário
  12. 13. FONTE DE IRRADIAÇÃO DE ONDAS ELETROMAGNETICAS E SUA MAGNITUDE Não depende somente da força do campo, mas, deve-se considerar a proximidade e duração do contato. Obs: Efeito negativo para corpo humano acima 2,5 Milligaus. Média 50 mG 400 á 4.000 0.1 á 5 230 á 1.300 3 á 40 5 á 100 0.1 á 6 100 á 500 1.0 á 25 60 á 20.000 0.1 á 6 4 á 20 2 á 5 6 á 29 0.1 8 á 200 0.1 á 4 50 á 220 0.3 á 3 Avião Televisão Máquina de lavar louça Secador de cabelo Computador Cafeteira Lâmpada fluorescente Aspirador de pó Microondas (tipo 747) Processador FONTE Acima de 4 Inches (10,16 cm) Até 3 pés (91,44 cm)
  13. 14. PELE : AGRESSÃO SOLAR Vasos sanguíneos Os raios UVB atingem os ceratinócitos Convertem o colesterol em pré-vitamina D, que Depois os rins transformam em vitamina D Ceratinócitos Melanócito Ceratinócito Melanócito DNA Capa nuclear Melanossoma Glândula sebácea Vasos sangüíneos Glândula sudorípara Epiderme Derme UVC 1% - 260nm UVA 20% - 350nm UVB 10% - 290nm Fólico capilar Ácido fólico (folacina ou folato) Ácido fólico (folacina ou folato) Produtos da desintegração Vitamina D Pré-vitamina D colesterol
  14. 15. 100% Metais Pesados (80 Casos) AGENTES TÓXICOS GLOBAIS Herbicidas ( 149 casos) Vocs (18 Casos) Inseticidas (148 casos) Hábitos ( 39 Casos) Conservantes (9 Casos) Legenda 86% 85% 80% 22% 10% 9% 96% DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DE AGENTE TÓXICOS CLÍNICA E LABORATÓRIO ORTOMOLECULAR – DIREÇÃO: DR. TSUTOMU HIGASHI (LEVANTAMENTO 26-09-2001 – 30-09-2002 – TOTAL DE 173 PACIENTES )
  15. 16. Mortes no campo e Agrotóxicos Suicídios continuam sem atenção do governo Danos Prudentópolis Cidade plantadora de fumo, feijão, milho e soja registrou um surto de suicídios em 98 21 suicídios p/ 100 mil hab. 98 Estiva e Ipuiúma Agrotoxicos em morangos e batatas Nova Petrópolis Agricultores apresentam problemas nervosos, irritabilidade e depressão Guaraciaba do Norte 6 suicídios de agricultores de tomate ano passado Danos causados por agrotóxicos
  16. 17. SUICÍDIOS E AGROTÓXICOS <ul><li>Estatística Média no Brasil </li></ul><ul><li>4 Suicídios/ ano : 100.000 habitantes </li></ul><ul><ul><li>Prudentópolis (PR) </li></ul></ul><ul><li>7 Suicídios/ ano: 30.000 agricultores </li></ul><ul><li>Seria 23 Suicídios : 100.000 agricultores </li></ul><ul><li>Produtos: Fumo, Feijão, Milho e Soja </li></ul><ul><li>Guaraçiaba do Norte (Ceará) </li></ul><ul><li>6 Suicídios/ ano : 35.000 habitantes </li></ul><ul><li>Seria 17 Suicídios : 100.000 habitantes </li></ul><ul><li>Produtos: Tomate </li></ul><ul><li>Santa Cruz do Sul (RS) </li></ul><ul><li>21 Suicídios/ ano : 100.000 habitantes </li></ul><ul><li>Capital Nacional de Fumo </li></ul>Fonte: Revista Galileu
  17. 18. DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS <ul><li>GATILHOS </li></ul><ul><li>XENOBIÓTICOS: </li></ul><ul><li>METAIS TÓXICOS </li></ul><ul><li>VOCS </li></ul><ul><li>AGROTÓXICOS </li></ul><ul><li>ENDOTOXINAS </li></ul><ul><li>ALERGENOS </li></ul><ul><li>TOXINAS E RADIAÇÕES </li></ul><ul><li>MEDIADORES </li></ul><ul><li>- INSULINA – GLICOSE </li></ul><ul><li>- ÓXIDO NÍTRICO </li></ul><ul><li>- CITOCINAS </li></ul><ul><li>- ÁCIDOS GRAXOS: </li></ul><ul><li>ÁCIDO ARACDONICO </li></ul><ul><li>PG2 </li></ul><ul><li>- RADICAL LIVRE </li></ul><ul><li>- CORTISOL – ADRENALINA </li></ul><ul><li>- SEROTONINA </li></ul><ul><li>- ACETIL COLINA </li></ul><ul><li>ENFERMIDADES </li></ul><ul><li>ARTRITE </li></ul><ul><li>PARKINSON </li></ul><ul><li>ALZHEIMER </li></ul><ul><li>ESCLEROSE </li></ul><ul><li>AMIOTROFICA </li></ul><ul><li>ETC. </li></ul>
  18. 19. Sangue Pâncreas Cérebro Coração Olho Fígado Colon Rim Músculo Esqueletico ATP DNA Nuclear DNA Mitocondrial Subunidades XENOBIÓTICOS E ALTERAÇÃO MITOCONDRIAL Núcleo do DNA Ouvido Interno (Perda de audição) Fosforilação Oxidativa
  19. 20. RESULTADO DE PESTICIDAS DETECTADOS EM LEGUMES E HORTALIÇAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO PAULO APARTIR DE 1996 REFERENCIA FRUTAS Nº AMOSTRA AMOSTRA (POSITIVA) GEBARA E COLS 1996 HORTALIÇAS EM GERAL 72 63.9 % GEBARA E COLS 1997 HORTALIÇAS EM GERAL 68 29.4 % CISCATO E COLS 1999 HORTALIÇAS EM GERAL 1976 44.3 % TAKATA E COLS 1997 TOMATE 52 36.5 %
  20. 21. RESIDUOS DE PESTICIDAS DETECTADOS EM FRUTAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO PAULO APARTIR DE 1994 IOF = INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS IOCI = INSETICIDAS ORGANOSCLORADOS F= FUNGICIDAS ORGANICOS REFERENCIA FRUTAS Nº DE AMOSTRA AMOSTRA POSITIVA EM % IOF, IOCL e F FERREIRA E COLS 1994 VÁRIAS 180 6.11 % GEBARA E COLS 1995 VÁRIAS 147 17.65 % GEBARA E COLS 1999 VÁRIAS 251 17.5 % CISCATO E COLS 1997 GOIABA 90 32.2 % GEBARA E COLS 1998 MORANGO 160 61.0 %
  21. 22. ÁNALISE DE MINERAIS E METAIS TÓXICOS EM MAÇA CONFRONTO ENTRE PRODUTO ORGÂNICO X COMERCIAL MINERAIS METAIS PESADOS LITIO + 300 % ALUMINIO - 34 % MANGÂNES + 50 % CHUMBO + 20 % MAGNÉSIO + 40 % MERCURIO - 90 % CÁLCIO + 40 % SELÊNIO + 0 % POTÁSSIO + 0 % MOLIBDENIO + 0 %
  22. 23. ÁNALISE DE MINERAIS E METAIS TÓXICOS EM TRIGO PRODUTO ORGÂNICO X COMERCIAL MINERAIS METAIS PESADOS SELÊNIO + 1300 % ALUMINIO - 20 % MANGÂNES + 540 % CHUMBO - 65 % MAGNÉSIO + 430 % MERCURIO - 40 % POTÁSSIO + 360 % COBRE + 160 % CÁLCIO + 120 % BORO + 0 %
  23. 24. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM MILHO TEOR DE MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X MINERAIS CÁLCIO + MANGANÊS MOLIBDÊNIO COBRE MAGNÉSIO SELÊNIO 1600% 490% 380% 300% 300% POTÁSSIO 280% METAIS TÓXICOS ALUMÍNIO + 80% MERCÚRIO CHUMBO + + 0% 80% 1800% + + + + + +
  24. 25. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM BATATA TEOR DE MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X METAIS TÓXICOS ALUMÍNIO - 40% CHUMBO MERCÚRIO + + 70% 10% MINERAIS SELÊNIO + 220% BORO MAGNÉSIO CÁLCIO MOLIBDÊNIO COBRE + + + + + 110% 50% 50% 30% 30% POTÁSSIO + 0% MANGANÊS 50% +
  25. 26. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM PERA TEOR DE MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X METAIS TÓXICOS ALUMÍNIO - 65% CHUMBO MERCÚRIO - - 40 % 80 % MINERAIS MOLIBDÊNIO + 180% BORO SELÊNIO CÁLCIO MAGNÉSIO COBRE + + + + + 110% 40% 40% 30% 5% LÍTIO - 30%
  26. 27. 100% Cálcio Selênio Magnésio Cromo Zinco Cobre Molibdênio Vanádio Ferro Iodo Germânio Potássio Manganês Boro Lítio Legenda 98% 98% 84% 68% 66% 59% 56% 53% 40% 36% 35% 26% 12% 6% LEVANTAMENTO DO TEOR DOS MINERAIS EM 50 PACIENTES ANALISADOS MÉTODO: ESPECIFICIDADE BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)
  27. 28. LEVANTAMENTO DO TEOR DE VITAMINAS HIDROSOLÚVEIS EM 50 PACIENTES ANALISADOS 98% VIT. B2 VIT. B6 VIT. C VIT. B3 Ac. Fólico VIT. B5 Biotina VIT. B1 Ac. Lipoíco VIT. B12 Legenda 98% 94% 94% 82% 52% 50% 38% 38% 28% MÉTODO: ESPECIFICIDADE BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)
  28. 29. PÉ DE MORTON DEFICIÊNCIA DE ENZIMA QUE TRANSFORMA DE PIRIDOXINA EM PIRIDOXAL FOSFATO
  29. 30. LEVANTAMENTO DO TEOR DE VITAMINAS LIPOSOLÚVEIS EM 50 PACIENTES ANALISADOS Beta Caroteno VIT. E VIT. K VIT. D VIT. A Legenda 96% 74% 53% 38% 32% MÉTODO: ESPECIFICIDADE BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)
  30. 31.   BASE TERAPÉUTICA COM ANTIOXIDANTE (SINERGISMO ) INICIADOR DE RADICAL LIVRE (Radiação, Drogas e Alteração da atividade enzimática orgânica) Capturação Direta Enzimas Antioxidantes ( Superoxido Dismutase requer Zinco, Cobre e Manganês ) Capturado por Ascorbato Vitamina C Radical Ascorbil Radical Tocoferol 2O*2 +2H H2O2 + O2 Glutation Peroxidase Selênio H2O2 +2GSH 2H2O+GSSG Cisteína Glutation (GSH) Glutation Disulfito (GSSG) Glutation Redutase Vitamina B2 Carotenóides Tocoferol Vitamina E Bioflavanóide Quercetina Rutina Hesperidina Ginko Biloba Picnogenol
  31. 32. Figura: Demonstração Esquemática dos Benefícios da Vitamina E (Tocofecol) Publicado no Fórum IFM – 2002 Aumenta oxido nítrico endotelial Aumenta mediador da imunidade celular VITAMINA E 100 ui – 400 ui – 600 ui- 800 ui – 1200 ui Diminui alta sensibilidade de PCR Diminui NF Kappa Beta Diminui oxidação in vivo Coe Q10 Diminui F2 isoprostanos (marcadores de peroxidação lipídica) Melhora disfunção Endotelial Diminui hemoglobina A1C Em diabete tipo I Diminuição de agregação plaquetária Aumenta atividade fibrinolítica Diminui PAI 1 e P selectina) Diminuição de citocinas proinflamatório e Proaterogenico (IL 1B, TN Alfa e IL 6) Diminui proliferação celular da musculatura lisa Diminui LDL oxidada em “vitro” Diminui produção de tromboxane Diminui adesão monocitaria em endotélio vascular (ICMA – Intra Celular Molecular Adesão VCMA – Vascular Celular Molecular Adesão
  32. 33. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO ENERGIA DO METABOLISMO TIAMINA (B1) RIBOFLAVINA (B2) NIACINA (B3) ÁCIDO PANTOTÊNICO (B5) BIOTINA PIRIDOXINA (B6)
  33. 34. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO ÁCIDO FÓLICO COBALAMINA (B12) PIRIDOXINA (B6) ÁCIDO PANTOTÊNICO (B5) HEMATOPOIESE
  34. 35. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO TIAMINA (B1) RIBOFLAVINA (B2) NIACINA (B3) PIRIDOXINA (B6) COBALAMINA (B12) BIOTINA ÁCIDO FÓLICO AÇÃO DE OUTROS METABOLICOS
  35. 36. Xenobióticos (Biocidas): Aumenta a produção de Radical Livre e diminui a síntese de ATP (Energia). Reações adicionais Glicose Substâncias produzidas a partir da glicose Enzima 1 Enzima 2 Enzima 3 Condição Normal Glicose Célula Mitocôndria Citoplasma Na Célula Glicose Acetil Co A H + H 2 + + 2 +e H + H + H + Fonte: Revista Scientific American
  36. 37. EQUILIBRIO CELULAR
  37. 38. TELOMEROS
  38. 39. Suscetibilidade Polimorfismos Genéticos Câncer Causas de Câncer
  39. 40. MEDICAMENTOS QUIMICOS Citocromo P450 Health Comm ‘97 page 17 Radical Livre
  40. 41. Sangue Pâncreas Cérebro Coração Olho Fígado Colon Rim Músculo Esquelético ATP DNA Nuclear DNA Mitocondrial Subunidades XENOBIÓTICOS E ALTERAÇÃO MITOCONDRIAL Núcleo do DNA Ouvido Interno (Perda de audição) Fosforilação Oxidativa
  41. 43. Estado de Oxido Nítrico e sua função no organismo (estado de oxido nítrico e possível efeito sistêmico)       Órgão Sistema Produção Reduzida Produção Normal Produção Excessiva Vascular Hipertensão Normotensão Hipotensão Neurológico Hipotonia Neurotransmissor normal Inatividade B12, injuria oxidativa e citocinas Imune Infecção oportunista Atividade macrófago Autoimunidade / excesso de inflamação Gastrointestinal Cândida, H.pylori, HIV sIgA e imunidade normal Inflamação Hepático Defesa imune reduzida Atividade de célula Kupffer Inatividade de P450s Muscular Perfusão reduzida Relaxação fisiológica das fibras musculares de contração rápida Destruição das fibras de contração rápida / Fibromialgia
  42. 44. 4 Pilares da Saúde <ul><li>Dr. Leo Galland </li></ul>1- Relacionamento Cosmos Social Familiar Consigo Mesmo 2- DIAITA <ul><li>Dieta </li></ul><ul><li>Exercício </li></ul><ul><li>Relaxamento </li></ul><ul><li>Sono </li></ul>3- Meio Ambiente Ar Água Comida Contacto 4- Detoxificação Genoma Proteômica Nutrientes Hábitos
  43. 45. Sintoma de Intoxicação Cronica 1. Fadiga 2. Disturbio de Sono 3. GI disturbios 4. Dor de cabeça 5. Sintomas Alergicos 6. Confusão - Irritação 7. Ansiedade Liang, HK. Clinical evaluation of the poisoned patient and toxic syndromes. Clin Chem. 1996; 42(8B): 1350-1355
  44. 46. Toxinas Ingeridas <ul><li>Nos alimentos consumidos nos U.S.A. atinge 10,000 tipos de aditivos quimicos . </li></ul><ul><ul><li>Nivel em media que um americano consome: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>6,53 k de aditivos por ano. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>54,43 k de açucar. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>3,62 k de sal. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ref: “Do You Know What Your Patients Eat?” Monograph, E. Cheraskin, W. Ringsdorf, Dept. Oral Med., U. Alabama 1976). </li></ul></ul></ul>
  45. 47. Orgãos de Detoxificação
  46. 48. Assimilação de Nutrientes <ul><li>Nós somos o que comemos . </li></ul><ul><li>Nós somos o que absorvemos . </li></ul><ul><ul><li>Todos nutrientes ingeridos devem ser degeridos por Estomago, Enzimas Pancreaticas e do Intestino Delgado e logo absorvidos dentro do organismo </li></ul></ul>
  47. 49. Capacidade de Detox Alterada <ul><li>Nós somos o que “comemos”. </li></ul><ul><li>Nós somos o que “absorvemos”. </li></ul><ul><li>NÓS SOMOS O QUE “ NÃO ELIMINAMOS” </li></ul>
  48. 50. INTOLERÃNCIA A LACTOSE FONTE: I.H.F. – JEFFREY S. BLAND - 1999 GRUPOS ETNICOS Negro Africano Orientais Negro Americano Mexicano Mediterrâneos Descendentes Judeu Europa – Meio Caucasiano – Americano Europa – Norte INTOLERÂNCIA % 97 – 100 90 – 100 70 – 75 70 – 80 60 – 90 60 – 80 10 – 20 7 – 15 1 – 5
  49. 51. SENSIBILIDADE A GLÚTEN (TRIGO) : <ul><li>GRUPO SANGÜINEO TIPO A E TIPO O </li></ul><ul><li>(PETER ADAMO). </li></ul><ul><li>DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS CRÔNICA ASSOCIADAS COM ANTICORPO </li></ul><ul><li>ANTI GLIADINA (GLÚTEN). </li></ul><ul><li>A MAIORIA DAS ENFERMIDADES TEM AUMENTO DE PERMEABILIDADE </li></ul><ul><li>INTESTINAL. </li></ul>
  50. 52. ALIMENTOS FUNCIONAIS PREVENÇÃO DE TODAS ENFERMIDADES ( ALIMENTOS QUE AJUDAM O CRESCIMENTO DE BACTÉRIAS ÚTEIS - INULINA E OLIGOFRUTOSE) Chicória Alcachofra Bardana Alho e Cebola Soja Aspargo
  51. 53. RUA PAES LEME, 790 – FONE: (43) 3345-0033
  52. 55. Base de Saúde Humana: Fruto Oligossacarídeos - Alimentos que cultivam “Bifidobactérias” intestinal. BANANA ALHO Alcachofra Aspargo Banana Maça AIPO Endívia Alho MAÇA Cebola MAÇA
  53. 56. Base da Saúde Carbohidratos Complexos Baixo Índice Glicêmico CARÁ Abóbora Batata Mandioca INHAME
  54. 57. www.ortomoleculardrhigashi.med.br

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