Modelo de CCPF x Gestão em Saúde          Setor Privado
Transição Demográfica e Epidemiológica    Taxa de natalidade de 43 /1000 hab em 1960 para 18,6/1000 hab em 2010    Taxa de...
Humanização da Assistência Mudança de paradigma do cuidado centrado na assistência médica para o foco  multiprofissional ...
LegislaçãoEstatuto da Criança e do Adolescente- (Lei no18.069, 13/07/1990) Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento àsa...
Sistema de Saúde Público x PrivadoPúblico      Concebido como um sistema hierarquizado, baseado em níveis de atenção,    ...
Implantação da rede de Cuidados ContinuadosProjeto ligado ao PROADI-SUS, aprovado pelo MS para execução de 2012-2014• Obje...
Implantação da rede de Cuidados Continuados•   Implantação:    3 regiões: Mato Grosso do Sul, Paraná e Piauí.• Assistência...
MUITO OBRIGADO!           Luiz Maria Ramos Filho       Luiz.ramos@samaritano.org.br              Fone: 3821-5557Superinten...
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  1. 1. Modelo de CCPF x Gestão em Saúde Setor Privado
  2. 2. Transição Demográfica e Epidemiológica Taxa de natalidade de 43 /1000 hab em 1960 para 18,6/1000 hab em 2010 Taxa de fecundidade de 6 filhos/mulher em 1960 para 1,8 em 2010 Expectativa de vida, de 55,9 em 1960 para 73,5 em 2010; Envelhecimento da população – % de idosos (acima de 65 anos) de 5% em 1960, para 7,4% em 2010; Predominância das doenças crônico-degenerativas não transmissíveis, coexistindo ainda com as doenças infecto-contagiosas
  3. 3. Humanização da Assistência Mudança de paradigma do cuidado centrado na assistência médica para o foco multiprofissional e multidisciplinar; Novas modelagens assistenciais baseadas na integralidade do cuidado, linhas de cuidado; Processos assistenciais pautados na responsabilização, na vinculação e no cuidado; Projeto terapêutico individualizado, compartilhados com o paciente e familiares – discutir o diagnóstico e as propostas terapêuticas; Avanço e agregação de tecnologia na área de saúde, mudança de procedimentos, redução dos períodos de internação; Ampliação/liberação de horários de visitas; Permanência dos familiares/cuidadores nas internações, incluindo unidades fechadas – UTI infantil /Adulto
  4. 4. LegislaçãoEstatuto da Criança e do Adolescente- (Lei no18.069, 13/07/1990) Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento àsaúde deverão proporcionar condições para apermanência em tempo integral de um dos paisou responsável, nos casos de internação decriança ou adolescente.Estatuto do Idoso – (Lei no 10.741, de 1º /10/2003)Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado odireito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionaras condições adequadas para a sua permanência em tempointegral, segundo o critério médico.Parágrafo único. Caberá ao profissional de saúde responsável pelotratamento conceder autorização para o acompanhamento doidoso ou, no caso de impossibilidade, justificá-la por escrito.Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de suas faculdadesmentais é assegurado o direito de optar pelo tratamento desaúde que lhe for reputado mais favorável.
  5. 5. Sistema de Saúde Público x PrivadoPúblico  Concebido como um sistema hierarquizado, baseado em níveis de atenção, segundo complexidade;  Pressupõe mecanismos de referência e contra-referência entre estes diferentes níveis;  Serviços com maior participação da família no cuidado, por exemplo, Estratégia de Saúde da Família, Atenção Domiciliar, Internação Domiciliar .Privado  Hospitalocêntrico, sistema interno, voltado para as áreas da Instituição e para a prestação de serviços;  Participação familiar depende do serviço/área – cuidados paliativos, reabilitação, home –care, alojamento conjunto, mãe canguru e outros;  Relação com operadoras/planos de saúde;
  6. 6. Implantação da rede de Cuidados ContinuadosProjeto ligado ao PROADI-SUS, aprovado pelo MS para execução de 2012-2014• Objetivo: Estudar a efetividade de uma política pública voltada à atenção à saúde depessoas com dependência funcional, por meio de projetos piloto de redes de cuidadoscontinuados em diferentes regiões do país.6.Novo modelo contempla: • Desenvolvimento de linhas de cuidados específicas para Cuidados Continuados segundo modelo de funcionamento em rede; • Reorientação de parte dos serviços de alguns hospitais, especialmente os de pequeno porte da rede filantrópica, desenvolvendo unidades e estruturas específicas; • Adequação dos perfis de conhecimentos, habilidades e capacitação dos profissionais envolvidos; • Estabelecimento de mecanismos de financiamento e contratação específicos e adequados; • Desenvolvimento de um modelo baseado na eficiência e qualidade; • Sistema de coordenação e articulação regional de recursos de saúde que garanta a complementaridade entre os diferentes níveis e tipologias de serviços prestados e a adequada referencia e mobilidade dos doentes.
  7. 7. Implantação da rede de Cuidados Continuados• Implantação: 3 regiões: Mato Grosso do Sul, Paraná e Piauí.• Assistência proposta e modelagens: • Assistência: Convalescença e Média Permanência • Unidades pequenas, integradas, atuando em rede e envolvendo: Hospital, UBS, Equipes de Atenção e Internação Domiciliar; PSF • Parcerias: Ministério da Saúde, Confederação das Misericórdias do Brasil (CMB), Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos estados participantes, CEALAG.
  8. 8. MUITO OBRIGADO! Luiz Maria Ramos Filho Luiz.ramos@samaritano.org.br Fone: 3821-5557Superintendência de Responsabilidade Social

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