Ergodesign e Arquitetura de informação<br />Trabalhando com o usuário<br />Wellington Marion<br />
Agenda<br />Definição de Ergodesign<br />Definição de Arquitetura de informação<br />Ergodesign e arquitetura de informaçã...
Definição do Ergodesign<br />O termo ergodesign conceitua a união da Ergonomia com o Design. Se uma aplicação dos princípi...
Definição de Arquitetura de informação<br />Arquitetura de Informação é a arte e a ciência de estruturar e organizar ambie...
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Arquitetura de informação e o ergodesign visam tornar as interfaces fáceis e as informações acessíveis.
Eles trabalham com os processos mentais humanos, os chamados processos cognitivos.</li></li></ul><li>ergodesign e arquitet...
Modelo conceitual da Arquitetura de informação<br />
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Componentes da  Arquitetura de Informação Web <br />Sistema de Organização (Organization Systems)<br />Determina como é ap...
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Quinze lições de design de interfaces<br />1° Foco no usuário<br />Tenha um web site simples de navegação.<br />2° Comunic...
Quinze lições de design de interfaces<br />5° Modelos mentais<br />Evite cair na tentação de representar o modelo de negóc...
Quinze lições de design de interfaces<br />8º Internet x intranet<br />Devemos distinguir o papel da intranet do papel da ...
Quinze lições de design de interfaces<br />11° Subsites<br />Os usuários devem ser capazes de encontrar os links<br />12º ...
Quinze lições de design de interfaces<br />14° Usuários avançados<br />Usuários avançados querem eficiências e rapidez,  t...
Nove regras que valem ouro<br />1. Consistência sempre.<br />    Interfaces com padrões de layout, cores, grid, termos.<br...
Nove regras que valem ouro<br />6. Meia-voltar, volver!<br />  Possibilidade da reversão para o estado inicial.<br />7. At...
Arquitetura de informação e os testes de usabilidades<br />Os testes de usabilidades surgiram no lendário laboratório PARC...
Arquitetura de informação e os testes de usabilidades<br />Testes com usuários devem incluir uma variada gama de audiência...
O que é card sorting ?<br />Card sorting pode ser chamado de classificação (ou categorização) de cartões. Categorizar, ou ...
O que é card sorting ?<br />Aplicação da técnica de card sorting.<br />
Você conhece os usuários?<br />Todos já sabemos de cor e salteado que o princípio fundamental do design de interfaces e co...
Você conhece os usuários?<br />Essas pressuposições levam às conclusões:<br />1º se a interface for fácil de aprender e de...
Definição de usuários<br />Usuários Iniciantes.<br />Tem dificuldades com o mouse, duplo-clique, uma janela sobre a outra ...
Definição de usuários<br />Usuários corporativos<br />Hoje em dia estes usuários usam mais de dez softwares e com isso est...
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Usabilidade é fator de mudança organizacional?<br />Sim, pois dentro das grandes empresas, principalmente aquelas mais ant...
Quando a empresa  não gosta da usabilidade<br />Arquitetos de informação e designers visuais já começaram a suspeitar que ...
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Ergodesing e arquitetura de Informação

  1. 1. Ergodesign e Arquitetura de informação<br />Trabalhando com o usuário<br />Wellington Marion<br />
  2. 2. Agenda<br />Definição de Ergodesign<br />Definição de Arquitetura de informação<br />Ergodesign e arquitetura de informação<br />Componentes da arquitetura de informação<br />Quinze lições de design de interfaces<br />Nove regras que valem ouro<br />Arquitetura de informação e os testes de usabilidades<br />O que é card sorting ?<br />Você conhece os usuários?<br />Definição de usuários<br />Quando a empresa não gosta da usabilidade<br />
  3. 3.
  4. 4. Definição do Ergodesign<br />O termo ergodesign conceitua a união da Ergonomia com o Design. Se uma aplicação dos princípios da ergonomia ao processo de design é implementada, o resultado deve ser um produto atrativo e também amigável. Máquinas, equipamentos, estações de trabalho que integram a ergonomia ao design contribuem para a qualidade de vida, aumentam o bem-estar e o desempenho dos produtos.<br />(Grandjean ,1984)<br />
  5. 5. Definição de Arquitetura de informação<br />Arquitetura de Informação é a arte e a ciência de estruturar e organizar ambientes de informação para ajudar as pessoas a satisfazerem suas necessidades de informação de forma efetiva.<br />Steve Toub<br />Tornar o complexo mais claro<br />Richard Saul Wurman.<br />
  6. 6. ergodesign e arquitetura de informação<br /><ul><li>Ergodesign pode ser definido como um tipo de projeto baseado em pesquisas com os usuários.
  7. 7. Arquitetura de informação e o ergodesign visam tornar as interfaces fáceis e as informações acessíveis.
  8. 8. Eles trabalham com os processos mentais humanos, os chamados processos cognitivos.</li></li></ul><li>ergodesign e arquitetura de informação<br />Foi o Arquiteto Wurman que cunhou a expressão arquitetura de informação no idos de 70. O arquiteto da informação seria o indivíduo com a missão de organizar padrões dos dados e de transformar o que é complexo ou confuso em algo mais claro e simples.<br />A arquitetura de informação pode ser vista como a união de três campos tradicionais: a tecnologia, o design e o jornalismo/redação.<br />
  9. 9. Modelo conceitual da Arquitetura de informação<br />
  10. 10. ergodesign e arquitetura de informação<br />Com a explosão da web, nos anos 90, a arquitetura de informação, foi lançada no centro das atenção e surgiram as especializações como:<br />Interaction designer<br />Usability engineer<br />Customer experience analyst<br />Information architect<br />Que dividiram com os webmaster as novas e complexas responsabilidades pois estava fugindo do controle dos webmaster.<br />
  11. 11. ergodesign e arquitetura de informação<br />
  12. 12. ergodesign e arquitetura de informação<br />Este trabalho se divide em três fases:<br />Pesquisa: avaliações heurísticas, relatórios estratégicos, análise dos concorrentes, pesquisa de usuário,inventário do conteúdo, etc.<br />Design: Wireframe, blueprints, regras de navegação, vocabulário controlado, especificação de mecanismos de busca, etc<br />Implementação: políticas, procedimentos, transferência de conhecimento e treinamento<br />Rosenfeld, L., Morville, P. Information Architecture for the World Wide Web, 2ed<br />
  13. 13. Componentes da Arquitetura de Informação Web <br />Sistema de Organização (Organization Systems)<br />Determina como é apresentada a organização e a categorização do conteúdo.<br />Sistema de Rotulação (Labeling Systems)<br />Define signos verbais (terminologia) e visuais para cada elemento informativo e de suporte à navegação do usuário.<br />Sistema de Navegação (Navegation Systems)<br />Especifica formas de se mover através do espaço informacional.<br />Sistema de Busca (Search Systems)<br />Determina as perguntas que o usuário pode fazer e as repostas que irá obter no banco de dados.<br />
  14. 14.
  15. 15. ergodesign e arquitetura de informação<br />No ambiente de alta competitividade da economia digital, conhecer quem são seus usuários, identificar o seu perfil, descobrir o que procuram são partes importante do processo de ergodesign e de arquitetura da informação.<br />Findability - significa encontrabilidade ou a facilidade de ser encontrado algo.<br />Luiz Agner<br />
  16. 16. Quinze lições de design de interfaces<br />1° Foco no usuário<br />Tenha um web site simples de navegação.<br />2° Comunicação instantânea<br />Seja objetivo.<br />3° Avaliação do sucesso<br />Sempre procure melhorar a usabilidade e as informações.<br />4°A primeira página<br />A primeira página deve conter as informações que interessam ao usuário.<br />
  17. 17. Quinze lições de design de interfaces<br />5° Modelos mentais<br />Evite cair na tentação de representar o modelo de negócio da organização no home page.<br />6° Tempos de respostas<br />Sempre mostre ao usuário o que o sistema está fazendo. Exemplo. Aguarde, Processando<br />7° Senso comum<br />Não podemos usar sempre o senso comum para tomar decisões de designer.<br />
  18. 18. Quinze lições de design de interfaces<br />8º Internet x intranet<br />Devemos distinguir o papel da intranet do papel da internet.<br />9° Estilo de Redação<br />O links devem ser claros, lógicos e bem redigidos.<br />10° Padrões estéticos<br />O site deve considerar os padrões estéticos em voga e adequá-los às expectativas do usuário e as restrições do meio. Nas interfaces, a aparência de qualidade (“look”)pode se tornar-se tão importante quanto a eficácia das interações(“fell”).<br />
  19. 19. Quinze lições de design de interfaces<br />11° Subsites<br />Os usuários devem ser capazes de encontrar os links<br />12º Tarefas<br />As home pages precisam dar suporte às tarefas do usuário. O desafio é desenhar telas que possibilitem suporte aos serviços, sem transformá-los em botões.<br />13º Equipe<br />Empresas devem investir em equipes multidisciplinares de profissionais comprometidos com a inovação e a mudança. <br />
  20. 20. Quinze lições de design de interfaces<br />14° Usuários avançados<br />Usuários avançados querem eficiências e rapidez, tecla de atalhos e um eficiente mecanismo de busca.<br />15° Usuários iniciantes<br />A democratização do acesso trará novos usuários e novos desafios.<br />
  21. 21. Nove regras que valem ouro<br />1. Consistência sempre.<br />    Interfaces com padrões de layout, cores, grid, termos.<br />2. Atalhos para os mais experientes<br />    Forneça teclas de atalhos para diminuir o número de cliques.<br />3. Retroalimentação<br />    Ações demodaras deve ser representada por uma ação(feedback).<br />4. Diálogos com início, meio e fim<br />    Cliente cadastrado com sucesso!.<br />5. Prevenção de erros<br />    Tratamento de erros para evitar falhas humanas.<br />
  22. 22. Nove regras que valem ouro<br />6. Meia-voltar, volver!<br />  Possibilidade da reversão para o estado inicial.<br />7. Atenção o controle é do usuário!<br />    Esta regra representa a essência da usabilidade.<br />8. Na cabeça, sete mais ou menos dois<br />    A limitação da capacidade de processamento da memória humana deve ser respeitada pelos projestitas de sistemas.<br />9. Conheça o usuário!<br />    Descubra o que seus usuários usam e que fique de forma simples e fácil utilização.<br />
  23. 23. Arquitetura de informação e os testes de usabilidades<br />Os testes de usabilidades surgiram no lendário laboratório PARC da Xerox e foram aplicados pela primeira vez pela equipe de cientistas que desenvolveu o computador ALTO, com o objetivo de definir quantos botões deveriam ser colocado num mouse. Os testes de usabilidades são empregados largamente na indústria de software dos EUA, no desenvolvimento de websites e telefonia móvel. <br />
  24. 24. Arquitetura de informação e os testes de usabilidades<br />Testes com usuários devem incluir uma variada gama de audiências. É importante mesclar testes com pessoas que têm e que não têm familiaridade com os sistemas, já que os usuários experts e o usuários iniciantes demonstram comportamento diversos e às vezes opostos. O mesmo ocorre com usuário com idades mais avançada e educação.<br />
  25. 25. O que é card sorting ?<br />Card sorting pode ser chamado de classificação (ou categorização) de cartões. Categorizar, ou classificar, é agrupar entidades( objetos, ideias, ações), por semelhança. Categorizar é um mecanismo cognitivo natural que empresta uma ordem ao mundo físico e social a que o indivíduo pertence, simplificando sua interação com este mundo. O seu objetivo e verificar se a arquitetura dos sites faz sentido sob o ponto de vista do usuários.<br />
  26. 26. O que é card sorting ?<br />Aplicação da técnica de card sorting.<br />
  27. 27. Você conhece os usuários?<br />Todos já sabemos de cor e salteado que o princípio fundamental do design de interfaces e conhecer o usuário. Mas quantos de nós somos capazes de distinguir as categorias de usuários relevante de um projeto? De acordo com Mayhew, o erro mais comum entre os desenvolvedores seria fazer duas pressuposições apressadas:<br />1° Que todos usuários são iguais<br />2º Que todos os usuários são iguais aos desenvolvedores.<br />
  28. 28. Você conhece os usuários?<br />Essas pressuposições levam às conclusões:<br />1º se a interface for fácil de aprender e de usar para o desenvolvedor, também o será para o usuário.<br />2º se a interface for aceitável para um ou dois usuários, será aceitável para todos.<br />Conhecimentos a serem considerados quando se descrevem os usuários: O nível educacional, o nível de leitura, a alfabetização tecnológica, experiência na tarefa, a experiência no sistema, a experiência no aplicativo, a língua-mãe.<br />
  29. 29. Definição de usuários<br />Usuários Iniciantes.<br />Tem dificuldades com o mouse, duplo-clique, uma janela sobre a outra etc.<br />Usuários intermediários<br />Compreendem melhor hierarquias de pastas mas podem apresentar dificuldades em mover e copiar arquivos<br />Usuários avançados<br />O desafio é prover eficiência sem prejudicar os usuários menos experientes, sendo uma boa estratégia é apresentar-lhe atalhos.<br />
  30. 30. Definição de usuários<br />Usuários corporativos<br />Hoje em dia estes usuários usam mais de dez softwares e com isso estes usuários sofrem um pouco mais porque sempre a atualização no sistemas.<br />Usuários Analfabetos funcionais<br />É a incapacidade do indivíduo funcionalmente iletrado aprender a operar e manter o sistema.<br />Usuários internacionais<br />Grandes produtores de programas passaram a obter a maior parte de seu faturamento<br />
  31. 31. Definição de usuários<br />Usuários mais velhos<br />Esses usuários ainda podem ter dificuldades de controle motor e problemas em mecanismos de input e o mouse. É a síndrome do vovô da era cibernética<br />Usuários Jovens<br />Seu aprendizado surge da própria interação com o computador. Crianças e adolescentes beneficiam-se de uma interação.<br />
  32. 32. Usabilidade é fator de mudança organizacional?<br />Sim, pois dentro das grandes empresas, principalmente aquelas mais antigas de cultura organizacional sedimentar, existem muitos fatores que inibem a mudança, todos nós já ouvimos falar disso ou já sentimos na própria pele. Eles podem se constituir de mitos, crenças e atitudes, estruturas organizacionais, práticas profissionais, procedimentos estabelecidos, senso comum ou padrões de defesa corporativos.<br />
  33. 33. Quando a empresa não gosta da usabilidade<br />Arquitetos de informação e designers visuais já começaram a suspeitar que as políticas internas das organizações ou as preferências individuais de executivos influentes tornam-se algumas vezes, mais importantes do que as diretrizes escritamente técnicas, na determinação do sucesso ou do fracasso dos sistemas interativos.<br />
  34. 34. Tipos de diretos inalienáveis do homem como:<br /><ul><li>O direito de ser superior à tecnologia;
  35. 35. O direito ao empoderamento (os usuários devem compreender o que está acontencedo na máquina e devem poder controlar o computador e os seus resultados);
  36. 36. O direito à simplicidade (os usuários devem encontrar o seu caminho nos sistemas, sem esforços mentais demasiados);
  37. 37. O direito a ter seu tempo respeitado (coisa que os sites do governo não sabem fazer porque internalizam a burocracia e as filas.) </li></li></ul><li>Perguntas<br />
  38. 38. Bibliografia<br />Ergodesign e arquitetura de informação trabalhando com o usuário<br />Luiz Agner2° edição<br />http://www.guilhermo.com/aula_eca/04-11-08_Aula_AI_ECA_Definicao_AI.pdf<br />http://www.carlamartins.com/blog/tag/ergodesign/<br />http://farm3.static.flickr.com/2558/4095180222_122793358a.jpg<br />http://interfaceando.blogspot.com/2007_02_04_archive.html<br />http://2.bp.blogspot.com/_XCpsm5bf-Kw/SQMtrbj_GYI/AAAAAAAACp0/ETDKOASCc2U/s400/interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg<br />

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