Teoria Da ComunicaçãO I Aula4 Abordagem Da Persuasao

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Teoria Da ComunicaçãO I Aula4 Abordagem Da Persuasao

  1. 1. Teoria da Comunicação I A abordagem empírico-experimental ou “da persuasão” Aula 4 Valéria Machado da Costa
  2. 2. Abordagem da persuasão <ul><li>Estudos sobre os fenômenos psicológicos individuais que constituem a relação comunicativa. </li></ul><ul><li>A partir dos anos 40. </li></ul><ul><li>Várias micropesquisas específicas com resultados geralmente opostos. </li></ul><ul><li>Entre a ação dos meios e os efeitos atua uma série de processos psicológicos. </li></ul><ul><li>Causa (estímulo) (processos psicológicos intervenientes) efeito (resposta) </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Modelo semelhante ao da teoria hipodérmica. </li></ul><ul><ul><li>Mesma concepção de causa e efeito. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não considera as relações interpessoais </li></ul></ul><ul><li>Apresenta um quadro analítico mais complexo, uma vez que percebe que os efeitos não são diretos, quebrando a idéia de linearidade do processo . </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Abordagem deixa de ser global, incidindo sobre todo o universo dos MCM, e passa a estudar: </li></ul><ul><ul><li>A eficácia persuasiva ótima dos MCM </li></ul></ul><ul><ul><li>Explicação do “insucesso” das tentativas de persuasão </li></ul></ul><ul><li>Existe uma oscilação entre a idéia de que é possível obter efeitos relevantes, se as mensagens forem adequadamente estruturadas, e a certeza de que, frequentemente, os efeitos desejados não foram conseguidos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>“ [...] as mensagens dos meios de comunicação contêm características da personalidade dos elementos que constituem o público. Desde o momento em que existem diferenças individuais nas características da personalidade dos elementos do público, é natural que se presuma a existência, nos efeitos, de variações correspondentes a essas diferenças individuais” (De Fleur 1970 apud Wolf, 2006, p. 34). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Ex. das páginas 34 e 35: </li></ul><ul><ul><li>Medir a influência da confiabilidade da fonte. Emissor confiável e um não confiável para dois grupos diferentes. (mas mantenho as outras variáveis constantes). </li></ul></ul><ul><li>É uma teoria que estuda a influência dos MCM em situações de campanha (eleitoral, informativa, publicitária etc.) e apresenta alguns aspectos particulares: </li></ul>
  7. 7. <ul><ul><li>Tem objetivos específicos e foi projetada para os atingir; é intensiva e tem uma vasta cobertura. </li></ul></ul><ul><ul><li>O seu sucesso pode ser avaliado. </li></ul></ul><ul><ul><li>É promovida por instituições ou entidades dotadas de um certo poder ou autoridade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os seus argumentos devem ser “vendidos” ao público, para quem são novos, mesmo que se baseiem em esquemas de valores partilhados . (McQuail 1977 apud Wolf, 2006, p. 35). </li></ul></ul>
  8. 8. <ul><li>Teoria orientada para duas vertentes: </li></ul><ul><ul><li>Estudos sobre as características da audiência que intervêm na obtenção do efeito. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pesquisas sobre a organização ótima das mensagens com finalidades persuasivas. </li></ul></ul>
  9. 9. Fatores relativos à audiência <ul><li>Interesse em obter informação </li></ul><ul><li>Exposição seletiva </li></ul><ul><li>Percepção seletiva </li></ul><ul><li>Memória seletiva </li></ul>
  10. 10. Fatores ligados à mensagem <ul><li>A credibilidade do comunicador </li></ul><ul><li>A ordem da argumentação </li></ul><ul><li>A integralidade das argumentações </li></ul><ul><li>A explicitação das conclusões </li></ul>

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