Grupo de Trabalho
                      Núcleo Comum de Conteúdo

1.Importante trabalharmos os eixos de formas integradas:...
acontecendo? E do que está acontecendo, que estratégias temos para lidar com isso?
Questões que surgem em espaços de conve...
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Relato do Grupo de trabalho Núcleo comum de conteúdo - 2º Seminário da Rede de Formação - TelecentrosBR

  1. 1. Grupo de Trabalho Núcleo Comum de Conteúdo 1.Importante trabalharmos os eixos de formas integradas: não são caixinhas e uma grade curricular onde se depositam conteúdos; 2.O trabalho de produção própria que estamos realizando é a fazer essa integração; 3.Encontro Presencial da Formação: 1.procurar contarmos com a presença do gestor; 2.ser um momento e espaço de acolhimento do monitor; 3.explicitar as regras e o percurso que será feito; 4.explicar o projeto Telecentros.BR e seu contexto; 5.mostrar uma visão macro de Inclusão Digital; 6.explicitar os critérios de avaliação; 7.mostrar o que é o Moodle? Como o programa vai funcionar? 8.Distribuir logins e senhas → facilitar o suporte tecnológico a formação EAD. 4.Falar de inclusão digital com foco no programa Telecentros.BR 5.Desenvolvermos um manual para os Monitores baseado no Manual da Rede de Formação: adaptação de linguagem e contexto. Ser um conteúdo de base para introdução ao programa, a inclusão digital e a proposta de formação que será ofertada; 6.Inclusão digital pra quem? Pra quê? Em que? 7.Diversidade e perspectiva de inclusão social; 8.O monitor como educador(a): que práticas educativas estão presentes no ambiente de um telecentro (educação popular)? Ir além das técnicas de atendimento; 9.Transformar os princípios e apostas em conteúdo para o programa; 10.Utilizarmos a Minuta de Seleção das propostas das iniciativas: elas possuem definições e contextos interessantes dos telecentros que podem fazer parte do programa, o que fazem, o que tem de ter. Como fica a questão do sistema único de atendimento? Teremos isso ou não? 11.Trabalharmos uma visão geral dos estágios da inclusão digital: diferentes momentos dos projetos e ações, diferentes perfis de telecentros. Levantarmos estudos de caso e histórias dos monitores. Foco na produção coletiva desses depoimentos pelos Polos Regionais. 1.Produção de autonomia ao longo das etapas de inclusão digital. Níveis diferentes de abertura, atividades e visão. 2.Valorizar a experiência das pessoas: os monitores que já atuam nas iniciativas e suas histórias; 12.Explicitar qual a concepção de formação e que relação queremos estabelecer com os monitores; 13. Focarmos em atividades/processos que ajudem o monitor a se perceber: momentos reflexivos para a descrição de si. É importante remixarmos o que dinamiza as conversas (questões que aparecem durante o fazer dos monitores) e o que é comum; 14. Dar relevância das questões locais na relação com os conteúdos: o que está
  2. 2. acontecendo? E do que está acontecendo, que estratégias temos para lidar com isso? Questões que surgem em espaços de conversação. 15.Nos preocuparmos com o sequenciamento dos módulos: quem não passa, para onde vai? Seria importante pensarmos em espaços de passagem para ajudar no movimento das turmas; 16.Utilizarmos atividades que ajudam a coletar depoimentos diários; 17.Seria importante partirmos de uma contextualiza do macro para o micro: do mapa da Luz, problema mundial de distribuição de computadores, banda larga, acesso, como é no Brasil e o que isso tem a ver com a ação que o monitor se encontra. Isso é o que diferencia um telecentro de uma LanHouse; 18.Importante darmos espaço para mapear os objetivos do projeto e os objetivos do monitor; 19. 3 dimensões da formação: humana, social e técnica. A humana entra como processo nas relações ao longo da formação; 20. Ressaltarmos que não existem apenas problemas locais: há também apropriação de tecnologia local → melhorias possíveis de serem feitas no que já ocorre em cada espaço; 21. Dinâmica das atividades: trabalharmos com ações individuais e em grupo. Utilizarmos uso de material não-linear: wiki, por exemplo. Trabalharmos com entrevistas, fotos, mecanismos de postagens. 22.Não queremos ficar apenas na participação em fórum; 23.Que alternativas para os vídeos podemos propor? Envio de DVD e localização via Moodle de onde achar um conteúdo; 24.Apresentarmos a diversidade dos telecentros aos monitores: monitor falando com monitor. Vídeos de ações, telecentros. Ajudaria a iniciar as cartografias/mapeamentos dos espaços. Podemos pensar atividades que possam derivar disso → relação com projetos. 25. Concepção da interface gráfica aberta: várias janelas ao mesmo tempo; 26.Não utilizarmos a modularização tradicional do Moodle; 27.Procurarmos levar para fora do Moodle: trabalhar como vai para fora e como volta? Importante construirmos uma referência de como isso pode ser feito; 28.Falar sobre os bastidores do Moodle: equipe, estrutura, fluxo de informação, anonimato. 29.Desenvolvermos uma política de administração Moodle: como documentar o que fazemos, como alterar, como aprovar; 30.Pensarmos na hipótese do monitor poder propor conteúdos: rede! 31.Fazermos o módulo 1 unificado para distribuirmos a produção de conteúdo entre os Polos; 32.Pensar em atividades que facilitem os monitores a buscarem atividades que regulamentam os telecentros; 33.Pensar na produção coletiva dos Polos num banco de soluções para os Monitores; 34.Produção de vídeos sobre os temas: Polo Nordeste – trabalhar com cinema-ação; 35.O monitor como agente de mobilização comunitária; 36.Conteúdo de apoio ao monitor a como abordar sua relação com o telecentro e comunidade: plano de ação.

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