FORÇA  para Vencer Paulo Sena Viseu 06.03.2010 por  Portuguese_eyes
Ingredientes: Uma chávena de açúcar 9 gemas ½ chávena de água 1 pãozinho (papo-seco) leite açúcar para polvilhar Preparação: Retirar a côdea do pão e demolhá-lo em leite. Espremer ligeiramente, deitar num tachinho, juntar as gemas e reduzir tudo a polpa com o triturador. Noutro tachinho misturar a chávena de açúcar com meia chávena de água e levar ao lume, deixando ferver em lume moderado 3 minutos. Retirar do lume e deitar em fio sobre a mistura de gemas, sem parar de mexer. Levar ao lume e mexer no fundo, sem parar, para não queimar, até atingir o ponto de estrada forte _ até ficar o fundo à vista após a passagem da colher e a massa de ovos quase em bola a querer descolar-se. Despejar num parto untado e deixar arrefecer. Depois de frio deitar sobre a mesa polvilhada com açúcar e formar um rolo. Cortar em pedacinhos do tamanho de castanhas e moldar bolinhas a que depois se dá o feitio de castanhas e se fazem uns ligeiros sulcos longitudinais. Acender uma lamparina, espetar as castanhas num palito, passar a parte de cima pela gema de ovo e alourá-las, encostando essa parte à chama da lamparina de modo a que aloure só, sem queimar.
MENU1 Manhã (10-13) Perfil/Competências do Instrutor de Musculação GM – CR - FI Um bom supervisor de sala Um bom personal trainer Avaliação Física e a sua importância Triagem de alunos Cuidado com os testes de condição física As primeiras sessões de treino (a verdadeira avaliação)
MENU2 Tarde (14-17) Elaboração de Programas de Treino Os princípios do treino Algumas rotinas de treino Serviço a clientes Retenção: a chave do negócio Porque é que as pessoas desistem Porque é que as pessoas se mantêm nos ginásios
Perfil/Competências  do  Instrutor de Musculação
by  Zanthia
by  •●pfaff
by  joeytomatoes
by  SCOOT Game
by  GE Healthcare
Artigo 14.º do Dec-Lei nº1  271/2009 de 1 de Outubro Funções dos profissionais responsáveis pelo exercício de actividades físicas e desportivas: a) Avaliar e prescrever aos utentes, em coordenação  com o DT, as actividades físicas e desportivas; b) Superintender tecnicamente, no âmbito do funcionamento  das instalações desportivas, as actividades físicas e desportivas nelas desenvolvidas; c) Avaliar a qualidade dos serviços prestados, bem como  propor ou implementar medidas visando a melhoria dessa qualidade; d) Colaborar na luta contra a dopagem no desporto.
 
Instrutor de Musculação Triagem de saúde Entrevista Historial médico/saúde Primeiras sessões Nutrição básica
Instrutor de Musculação Prescrição de exercício Estabelecer objectivos FITT Reconhecer alterações funcionais do treino Populações especiais Dominar as técnicas de execução de exercícios Saber ensinar exercício
Instrutor de Musculação Inspeccionar instalações e equipamentos (segurança) Praticar procedimentos de segurança Administrar procedimentos de emergência (RCP, primeiros socorros)
Instrutor de Musculação Marketing Psicologia Preparação profissional Compreender a indústria do fitness Responsabilidades legais Confidencialidade Relação profissional com os clientes Seguro de responsabilidade civil Gestão da sala Educador Responsabilidades éticas Certificação/credenciação/cédula profissional PROCAFD
Um Bom Instrutor
1. Paixão por aquilo que faz 2. Atitude positiva em relação ao seu trabalho 3. Utiliza ferramentas simples com mestria 4. Lidera através do exemplo 5. Persistente 6. Fanático por desenvolvimento pessoal 7. Sabe colocar-se no lugar dos seus alunos
8. Coloca as pessoas acima de tudo (metodologias, equipamentos… regras…) 9. Tem sempre uma visão daquilo que quer 10. Conhecimentos técnicos 11. Equilíbrio ideal-real 12. Vai criando a sua própria metodologia de treino 13. Centra o seu trabalho no aluno 14. Curioso
15. Integridade 16. Não abdica dos princípios de treino 17. Capacidade de adaptação e flexibilidade 18. Sabe escutar e cuida a  proxemics 19. Humilde 20. É um educador! 21. Dá sempre o seu melhor!
Avaliação Física e a sua importância
Triagem de alunos
Ao receber um novo aluno no ginásio, deverá  conhecer os factores de risco  de doenças coronárias e compreender como funciona uma triagem com base nesses factores. Deverá ser capaz de  aplicar um questionário  do tipo Par-Q,  analisar os seus resultados  classificando o perfil de risco para depois melhor orientar o novo aluno na actividade e para criar um programa de treino mais seguro. Objectivo
Antes da Triagem – Trabalho de Prevenção Questionário de Saúde Oral/Escrito Análise dos Factores de Risco Termo de responsabilidade? Avaliação inicial? Objectivo
 
 
S imples A prendizagem progressiva B aixa intensidade A tenção redobrada Primeiras Sessões
 
Populações Especiais
Identificar  as populações especiais.  Conhecer  os procedimentos básicos para lidar com estas populações.  Exemplificar  face a estudos de caso. Objectivo
Aparentemente saudáveis: indivíduos assintomáticos e aparentemente saudáveis com um máximo de um factor de risco.  Risco aumentado: indivíduos com sinais ou sintomas que sugerem possível doença cardio-pulmonar ou metabólica e/ou dois ou mais factores de risco.  Doença diagnosticada: indivíduos com uma doença cardíaca, pulmonar ou metabólica.  Abordagem básica às populações especiais (1)
Triagem Trabalho de Prevenção Procurar Informação Ligação Com o Médico Escutar o Aluno Conhecer Procedimentos Especiais de Emergência Abordagem básica às populações especiais (2)
Amplitude de movimento Resistência Força Habilidade/Técnica Treino de força de reabilitação
Primeiras Sessões
 
 
Objectivo:  Encontrar a o nível de exigência da máquina que leve a frequência cardíaca a estabilizar na zonal alvo de treino definida. Pressuposto:  Segundo o ACSM – 3 sessões de 20 mins 60 a 90% da Frequência Cardíaca Teórica Máxima (220 – Idade) CARDIO 1
 
Homem 39 anos Aparentemente saudável 10 anos sem actividade Zona Alvo de Treino 60 a 70% FC 109 a 127 Data 14.03 16.03 18.03 … 18.04 25.04 02.05 Duração do treino … … Tapete Duração 8 16 20 20 20 20 Velocidade/Inclinação 6,5 6,5 6,5 7 7 7 Freq. Card. Máx. 129 128 129 117 107 103
Homem 39 anos Aparentemente saudável 10 anos sem actividade Zona Alvo de Treino 60 a 70% FC 109 a 127 Data 14.03 16.03 18.03 … 18.04 25.04 02.05 Duração do treino … … Tapete Duração 8 16 20 20 20 20 Velocidade/Inclinação 6,5 6,5 6,5 7 7 7 Freq. Card. Máx. 129 128 129 117 107 103
 
Prescrever exercício
Princípios do Treino RESPEITAR sempre
1. Sobrecarga  (o desenvolvimento baseia-se nas exigências) 2. Variedade 3. Adaptação   (o corpo não muda durante o treino) 4. Individualidade   (genetica) 5. Reversibilidade  (usar ou perder)
Criar uma receita Frequência  - Quantas vezes devo treinar? Séries Repetições Carga Técnica Duração Volume Intensidade Sequência dos Exercícios
GE – Geral Equilibrada “ Em casa 1.0” “ Em casa 2.0” Agachamento Agachamento Peso morto  Peso morto Supino Supino Elevações assistidas Elevações assistidas Press de ombros  Press de ombros Afundos nas paralelas Curl com barra Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Agachamento Agachamento Agachamento Flexões de braços com os joelhos apoiados Flexões de braços com os joelhos apoiados Flexões de braços com os joelhos apoiados Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Agachamento com os braços acima da cabeça Agachamento com os braços acima da cabeça Agachamento com os braços acima da cabeça Flexões de braços Flexões de braços Flexões de braços Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps”
Gluteus Cintura Coxas Agachamento Agachamento Peso morto Peso morto Peso morto de pernas estendidas Peso morto de pernas estendidas Supino Elevações assistidas Press de ombros Curl com barra Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento com o peso acima da cabeça Peso morto Peso morto Thruster Thruster Elevações assistidas Elevações assistidas Afundos nas paralelas asistidos Afundos nas paralelas assistidos Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento frontal Agachamento frontal Peso morto de pernas estendidas Peso morto de pernas estendidas Supino Elevações assistidas Press de ombros Curl com barra Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps”
Puxar/Empurrar Braços Costas Puxar Peso morto Peso morto Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Elevações pega em pronação Elevações pega em pronação Curl com barra Curl com barra Elevações de tronco com barra Elevações de tronco com barra Empurrar Agachamento Agachamento Supino Supino Press de ombros Press de ombros Afundos nas paralelas Afundos nas paralelas Elevações de tronco com barra Elevações de tronco com barra Thruster Thruster Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Press de ombros Press de ombros Elevações pega em pronação Elevações pega em pronação Afundos nas paralelas Afundos nas paralelas Thruster Thruster Peso morto Peso morto Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Supino Supino Elevações assistidas pega em pronação Elevações assistidas pega em pronação Elevações de tronco Elevações de tronco
Serviço a clientes
O Ciclo do Cliente Receber como em casa Objectivar a prática Comprometer o cliente Agradecer com entusiasmo Orientar acompanhar
by  mayhem

Força para vencer

  • 1.
    FORÇA paraVencer Paulo Sena Viseu 06.03.2010 por  Portuguese_eyes
  • 2.
    Ingredientes: Uma chávenade açúcar 9 gemas ½ chávena de água 1 pãozinho (papo-seco) leite açúcar para polvilhar Preparação: Retirar a côdea do pão e demolhá-lo em leite. Espremer ligeiramente, deitar num tachinho, juntar as gemas e reduzir tudo a polpa com o triturador. Noutro tachinho misturar a chávena de açúcar com meia chávena de água e levar ao lume, deixando ferver em lume moderado 3 minutos. Retirar do lume e deitar em fio sobre a mistura de gemas, sem parar de mexer. Levar ao lume e mexer no fundo, sem parar, para não queimar, até atingir o ponto de estrada forte _ até ficar o fundo à vista após a passagem da colher e a massa de ovos quase em bola a querer descolar-se. Despejar num parto untado e deixar arrefecer. Depois de frio deitar sobre a mesa polvilhada com açúcar e formar um rolo. Cortar em pedacinhos do tamanho de castanhas e moldar bolinhas a que depois se dá o feitio de castanhas e se fazem uns ligeiros sulcos longitudinais. Acender uma lamparina, espetar as castanhas num palito, passar a parte de cima pela gema de ovo e alourá-las, encostando essa parte à chama da lamparina de modo a que aloure só, sem queimar.
  • 3.
    MENU1 Manhã (10-13)Perfil/Competências do Instrutor de Musculação GM – CR - FI Um bom supervisor de sala Um bom personal trainer Avaliação Física e a sua importância Triagem de alunos Cuidado com os testes de condição física As primeiras sessões de treino (a verdadeira avaliação)
  • 4.
    MENU2 Tarde (14-17)Elaboração de Programas de Treino Os princípios do treino Algumas rotinas de treino Serviço a clientes Retenção: a chave do negócio Porque é que as pessoas desistem Porque é que as pessoas se mantêm nos ginásios
  • 5.
    Perfil/Competências do Instrutor de Musculação
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    Artigo 14.º doDec-Lei nº1 271/2009 de 1 de Outubro Funções dos profissionais responsáveis pelo exercício de actividades físicas e desportivas: a) Avaliar e prescrever aos utentes, em coordenação com o DT, as actividades físicas e desportivas; b) Superintender tecnicamente, no âmbito do funcionamento das instalações desportivas, as actividades físicas e desportivas nelas desenvolvidas; c) Avaliar a qualidade dos serviços prestados, bem como propor ou implementar medidas visando a melhoria dessa qualidade; d) Colaborar na luta contra a dopagem no desporto.
  • 12.
  • 13.
    Instrutor de MusculaçãoTriagem de saúde Entrevista Historial médico/saúde Primeiras sessões Nutrição básica
  • 14.
    Instrutor de MusculaçãoPrescrição de exercício Estabelecer objectivos FITT Reconhecer alterações funcionais do treino Populações especiais Dominar as técnicas de execução de exercícios Saber ensinar exercício
  • 15.
    Instrutor de MusculaçãoInspeccionar instalações e equipamentos (segurança) Praticar procedimentos de segurança Administrar procedimentos de emergência (RCP, primeiros socorros)
  • 16.
    Instrutor de MusculaçãoMarketing Psicologia Preparação profissional Compreender a indústria do fitness Responsabilidades legais Confidencialidade Relação profissional com os clientes Seguro de responsabilidade civil Gestão da sala Educador Responsabilidades éticas Certificação/credenciação/cédula profissional PROCAFD
  • 17.
  • 18.
    1. Paixão poraquilo que faz 2. Atitude positiva em relação ao seu trabalho 3. Utiliza ferramentas simples com mestria 4. Lidera através do exemplo 5. Persistente 6. Fanático por desenvolvimento pessoal 7. Sabe colocar-se no lugar dos seus alunos
  • 19.
    8. Coloca aspessoas acima de tudo (metodologias, equipamentos… regras…) 9. Tem sempre uma visão daquilo que quer 10. Conhecimentos técnicos 11. Equilíbrio ideal-real 12. Vai criando a sua própria metodologia de treino 13. Centra o seu trabalho no aluno 14. Curioso
  • 20.
    15. Integridade 16. Nãoabdica dos princípios de treino 17. Capacidade de adaptação e flexibilidade 18. Sabe escutar e cuida a  proxemics 19. Humilde 20. É um educador! 21. Dá sempre o seu melhor!
  • 21.
    Avaliação Física ea sua importância
  • 22.
  • 23.
    Ao receber umnovo aluno no ginásio, deverá conhecer os factores de risco de doenças coronárias e compreender como funciona uma triagem com base nesses factores. Deverá ser capaz de aplicar um questionário do tipo Par-Q, analisar os seus resultados classificando o perfil de risco para depois melhor orientar o novo aluno na actividade e para criar um programa de treino mais seguro. Objectivo
  • 24.
    Antes da Triagem– Trabalho de Prevenção Questionário de Saúde Oral/Escrito Análise dos Factores de Risco Termo de responsabilidade? Avaliação inicial? Objectivo
  • 25.
  • 26.
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    S imples Aprendizagem progressiva B aixa intensidade A tenção redobrada Primeiras Sessões
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    Identificar aspopulações especiais. Conhecer os procedimentos básicos para lidar com estas populações. Exemplificar face a estudos de caso. Objectivo
  • 31.
    Aparentemente saudáveis: indivíduosassintomáticos e aparentemente saudáveis com um máximo de um factor de risco. Risco aumentado: indivíduos com sinais ou sintomas que sugerem possível doença cardio-pulmonar ou metabólica e/ou dois ou mais factores de risco. Doença diagnosticada: indivíduos com uma doença cardíaca, pulmonar ou metabólica. Abordagem básica às populações especiais (1)
  • 32.
    Triagem Trabalho dePrevenção Procurar Informação Ligação Com o Médico Escutar o Aluno Conhecer Procedimentos Especiais de Emergência Abordagem básica às populações especiais (2)
  • 33.
    Amplitude de movimentoResistência Força Habilidade/Técnica Treino de força de reabilitação
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    Objectivo: Encontrara o nível de exigência da máquina que leve a frequência cardíaca a estabilizar na zonal alvo de treino definida. Pressuposto: Segundo o ACSM – 3 sessões de 20 mins 60 a 90% da Frequência Cardíaca Teórica Máxima (220 – Idade) CARDIO 1
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    Homem 39 anosAparentemente saudável 10 anos sem actividade Zona Alvo de Treino 60 a 70% FC 109 a 127 Data 14.03 16.03 18.03 … 18.04 25.04 02.05 Duração do treino … … Tapete Duração 8 16 20 20 20 20 Velocidade/Inclinação 6,5 6,5 6,5 7 7 7 Freq. Card. Máx. 129 128 129 117 107 103
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    Homem 39 anosAparentemente saudável 10 anos sem actividade Zona Alvo de Treino 60 a 70% FC 109 a 127 Data 14.03 16.03 18.03 … 18.04 25.04 02.05 Duração do treino … … Tapete Duração 8 16 20 20 20 20 Velocidade/Inclinação 6,5 6,5 6,5 7 7 7 Freq. Card. Máx. 129 128 129 117 107 103
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    1. Sobrecarga (o desenvolvimento baseia-se nas exigências) 2. Variedade 3. Adaptação (o corpo não muda durante o treino) 4. Individualidade (genetica) 5. Reversibilidade (usar ou perder)
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    Criar uma receitaFrequência - Quantas vezes devo treinar? Séries Repetições Carga Técnica Duração Volume Intensidade Sequência dos Exercícios
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    GE – GeralEquilibrada “ Em casa 1.0” “ Em casa 2.0” Agachamento Agachamento Peso morto Peso morto Supino Supino Elevações assistidas Elevações assistidas Press de ombros Press de ombros Afundos nas paralelas Curl com barra Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Agachamento Agachamento Agachamento Flexões de braços com os joelhos apoiados Flexões de braços com os joelhos apoiados Flexões de braços com os joelhos apoiados Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Encolhimentos abdominais Agachamento com os braços acima da cabeça Agachamento com os braços acima da cabeça Agachamento com os braços acima da cabeça Flexões de braços Flexões de braços Flexões de braços Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps”
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    Gluteus Cintura CoxasAgachamento Agachamento Peso morto Peso morto Peso morto de pernas estendidas Peso morto de pernas estendidas Supino Elevações assistidas Press de ombros Curl com barra Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento com o peso acima da cabeça Peso morto Peso morto Thruster Thruster Elevações assistidas Elevações assistidas Afundos nas paralelas asistidos Afundos nas paralelas assistidos Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps” Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento com o peso acima da cabeça Agachamento frontal Agachamento frontal Peso morto de pernas estendidas Peso morto de pernas estendidas Supino Elevações assistidas Press de ombros Curl com barra Elevações de tronco “situps” Elevações de tronco “situps”
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    Puxar/Empurrar Braços CostasPuxar Peso morto Peso morto Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Elevações pega em pronação Elevações pega em pronação Curl com barra Curl com barra Elevações de tronco com barra Elevações de tronco com barra Empurrar Agachamento Agachamento Supino Supino Press de ombros Press de ombros Afundos nas paralelas Afundos nas paralelas Elevações de tronco com barra Elevações de tronco com barra Thruster Thruster Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Press de ombros Press de ombros Elevações pega em pronação Elevações pega em pronação Afundos nas paralelas Afundos nas paralelas Thruster Thruster Peso morto Peso morto Elevações pega em supinação Elevações pega em supinação Supino Supino Elevações assistidas pega em pronação Elevações assistidas pega em pronação Elevações de tronco Elevações de tronco
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    O Ciclo doCliente Receber como em casa Objectivar a prática Comprometer o cliente Agradecer com entusiasmo Orientar acompanhar
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