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VIOLÊNCIA NA ESCOLA Ecore
"Eduquem   as  crianças  de  hoje  e  não                será   preciso   castigar   os   homens   de amanhã." Pitágoras- 2.500 anos Ecore
A  SOCIEDADE VIOLÊNCIA Fenômeno  observado  á  partir dos anos  80pelo poder  público, cientistas sociais e pela sociedade. No   mundo  capitalista, , o  consumo, as    coisas     materiais,  a aparência  em  detrimento  da  essência  da  pessoa  humana.  É  um  total  desvirtuamento  do  significado de   gente,  ser sujeito,  ser pessoa.  No   mundo  capitalista, , o  consumo, as    coisas     materiais,  a aparência  em  detrimento  da  essência  da  pessoa  humana.  É  um  total  desvirtuamento  do  significado de   gente,  ser sujeito,  ser pessoa. Ecore
VIOLÊNCIA E AGRESSIVIDADE Violência : ato ou efeito de violentar É romper a liberdade e os direitos do cidadão. A violência é um distúrbio da agressividade.  Agressividade: tendência a atacar e provocar. A agressividade em si não é necessariamente má nem anormal.    Ela é ativada pela frustração.    Enquanto a afetividade diz sim, a agressividade diz não.     Sem a capacidade de dizer não, é impossível sobreviver.	 A agressividade pode ser expressa de maneira criativa ou destrutiva.    Voltada contra o sujeito, ela gera depressão.    Voltada contra os outros, ela os ataca.  Em ambos os casos, não encontrando uma válvula criativa,   desembocará   na  violência, na destrutividade. Ecore
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BULLYING Bullying é usar o poder ou força para intimidar ou perseguir os outros. Um problema que afeta as nossas escolas, comunidades e toda a sociedade. Bullying direto Bullying relacional Ações bullying: são latentes,  dissimuladas, preconceituosas. Utilizam-se geralmente chacotas, ironias, como, por exemplo, dar apelidos cruéis às suas vítimas.  Armas bulliyng: não estão à vista. São ações que ocorrem de forma sinistra, agressiva, desqualificando e pisoteando as vítimas. Vítimas de uma ação bulliyng: apresentam baixa auto-estima, auto-imagem e autoconfiança.  Ecore
     A INFLUÊNCIA DA MÍDIA Os diferentes meios de comunicação colocam diante de nossos olhos, mentes e corações:  numerosas cenas onde a violênciaque terminamos por naturalizar e banalizar sua realidade ;  a violência  que perpassa as diferentes relações sociais e aparece de forma explícita nos meios de comunicação de massa, principalmente na mídia televisiva ;  programas que enfatizam e reproduzem, com veemência, atos de violência e até de barbárie;  apresenta programas com "brincadeiras" desrespeitosas em que os indivíduos são usados como objeto sarcástico;  programas infantis que não fogem a essa conotação violenta. Ecore
O EXCESSO DE EXPOSIÇÃO À MÍDIA E SUAS POTENCIAIS CONSEQÜÊNCIAS ADVERSAS  Aumento do comportamento violento  Obesidade  Diminuição da atividade física e da boa forma  Aumento dos níveis de colesterol  Consumo excessivo de sal  Lesões por esforço repetitivo (vídeo, jogos de computador)  Insônia   Convulsões óticas em indivíduos vulneráveis  Desempenho escolar prejudicado  Aumento do uso de tabaco e álcool  Aumento da atividade sexual precoce  Diminuição da atenção  Diminuição da comunicação familiar  Enfoque excessivo no consumo (resultando em inveja, ambição etc.). Ecore
A VIOLÊNCIA NA MÍDIA AFETA O COMPORTAMENTO E AS ATITUDES DOS ESPECTADORES  Imitação de Comportamento  Heróis Violentos  Violência Recompensada  Violência Justificada  Dessensibilização  Aumento do Medo  Maior Apetite pela Violência  Violência Realista  Cultura do Desrespeito Ecore
EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA  QUAL O PAPEL DA ESCOLA? A escola também reflete o modelo violento de convivência social. E o mais grave é que muitos educadores não se apercebem como violadores dos direitos dos alunos. É a violência sutil que, em geral, não aparece de forma tão explícita e serve para escamotear e dissimular os conflitos. A ação pedagógica se apresenta carregado de autoritarismo e, portanto, de violência simbólica. a percepção dos alunos e educadores. Para estes, a violência na escola aparece, basicamente, na relação entre os alunos e destes para com o professor. Ecore
No cotidiano escolar ela aparece de forma dissimulada quando os agentes da escola:  Não acolhem e simplesmente excluem;  Dão a entender de modo sutil sobre suas desconfianças em relação às potencialidades dos alunos;   Tratam com indiferença, não existe a solidariedade;   Usam do conhecimento ou da posição hierárquica para humilhar;   Ameaçam com avaliações e punições a fim de obter disciplina, e não buscam um consenso construído e legitimado;   Não estão preparados para a tarefa de educar;  Inspetores de alunos, instituídos de poder, que agem como "pequenas autoridades" sem preparo e sem consciência da filosofia de relação e das possibilidades da escola . Ecore
De estudos realizados, resultam algumas hipóteses, levantadas a partir dos enfoques analisados:  A escola possui em sua organização o germe do controle, onde todos são vigiados e vigiam ao mesmo tempo, onde há uma relação entre vigilância, punição e depredação escolar;  O sucesso da escola depende diretamente da sua eficácia como instituição normalizadora, controladora de comportamento;  Em virtude do currículo, a ser cumprido na escola, atender os objetivos ideológico das desigualdades sociais , esta nada tem a ver com as expectativas e interesses dos alunos das classes subalternas;  Vigiar e punir são conseqüências diretas das estruturas burocráticas vigentes nas escolas;  A escola estabelece diferenciação de comportamentos individuais, apontando eficazmente quem é o marginal, o favelado, o maloqueiro, colocando nestes a causa dos problemas disciplinares;  Na escola, puni-se e vigia-se para padronizar comportamentos. Ecore
A VIOLÊNCIA NA ESCOLA:  COMO ENFRENTÁ-LA? De depredações a casos de arrombamento, ameaças e prisões, muitas coisas acontecem, amedrontando pais, professores e alunos. A violência não é um ato gratuito, mas uma reação àquilo que a escola significa ou, ainda pior, àquilo que ela não consegue ser. Muito raramente são "elementos estranhos" que atacam a instituição. Democratizar a escola é a linha central de todas as intervenções para diminuir a violência em seu ambiente. DEMOCRACIA Ecore
Faz-se necessário um projeto tendo como procedimentos básicos:  Ouvir todos os segmentos envolvidos, em especial os alunos.  Explicitar as contradições existentes.  Trabalhar as contradições internas.   Trabalhar as relações humanas.  Organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível.  Abrir as escolas para dentro e para fora.  Fazer funcionar efetivamente as estruturas democráticas das escolas. PROJETOS Ecore

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  • 2. "Eduquem as crianças de hoje e não será preciso castigar os homens de amanhã." Pitágoras- 2.500 anos Ecore
  • 3. A SOCIEDADE VIOLÊNCIA Fenômeno observado á partir dos anos 80pelo poder público, cientistas sociais e pela sociedade. No mundo capitalista, , o consumo, as coisas materiais, a aparência em detrimento da essência da pessoa humana. É um total desvirtuamento do significado de gente, ser sujeito, ser pessoa. No mundo capitalista, , o consumo, as coisas materiais, a aparência em detrimento da essência da pessoa humana. É um total desvirtuamento do significado de gente, ser sujeito, ser pessoa. Ecore
  • 4. VIOLÊNCIA E AGRESSIVIDADE Violência : ato ou efeito de violentar É romper a liberdade e os direitos do cidadão. A violência é um distúrbio da agressividade. Agressividade: tendência a atacar e provocar. A agressividade em si não é necessariamente má nem anormal. Ela é ativada pela frustração. Enquanto a afetividade diz sim, a agressividade diz não. Sem a capacidade de dizer não, é impossível sobreviver. A agressividade pode ser expressa de maneira criativa ou destrutiva. Voltada contra o sujeito, ela gera depressão. Voltada contra os outros, ela os ataca. Em ambos os casos, não encontrando uma válvula criativa, desembocará na violência, na destrutividade. Ecore
  • 5. Tipos de violência Violência física Violência psicológica Negligência Violência sexual Bullying    Ecore
  • 6. www.aprapia.com.br Ecore
  • 7. BULLYING Bullying é usar o poder ou força para intimidar ou perseguir os outros. Um problema que afeta as nossas escolas, comunidades e toda a sociedade. Bullying direto Bullying relacional Ações bullying: são latentes, dissimuladas, preconceituosas. Utilizam-se geralmente chacotas, ironias, como, por exemplo, dar apelidos cruéis às suas vítimas. Armas bulliyng: não estão à vista. São ações que ocorrem de forma sinistra, agressiva, desqualificando e pisoteando as vítimas. Vítimas de uma ação bulliyng: apresentam baixa auto-estima, auto-imagem e autoconfiança. Ecore
  • 8. A INFLUÊNCIA DA MÍDIA Os diferentes meios de comunicação colocam diante de nossos olhos, mentes e corações: numerosas cenas onde a violênciaque terminamos por naturalizar e banalizar sua realidade ; a violência que perpassa as diferentes relações sociais e aparece de forma explícita nos meios de comunicação de massa, principalmente na mídia televisiva ; programas que enfatizam e reproduzem, com veemência, atos de violência e até de barbárie; apresenta programas com "brincadeiras" desrespeitosas em que os indivíduos são usados como objeto sarcástico; programas infantis que não fogem a essa conotação violenta. Ecore
  • 9. O EXCESSO DE EXPOSIÇÃO À MÍDIA E SUAS POTENCIAIS CONSEQÜÊNCIAS ADVERSAS Aumento do comportamento violento Obesidade Diminuição da atividade física e da boa forma Aumento dos níveis de colesterol Consumo excessivo de sal Lesões por esforço repetitivo (vídeo, jogos de computador) Insônia Convulsões óticas em indivíduos vulneráveis Desempenho escolar prejudicado Aumento do uso de tabaco e álcool Aumento da atividade sexual precoce Diminuição da atenção Diminuição da comunicação familiar Enfoque excessivo no consumo (resultando em inveja, ambição etc.). Ecore
  • 10. A VIOLÊNCIA NA MÍDIA AFETA O COMPORTAMENTO E AS ATITUDES DOS ESPECTADORES Imitação de Comportamento Heróis Violentos Violência Recompensada Violência Justificada Dessensibilização Aumento do Medo Maior Apetite pela Violência Violência Realista Cultura do Desrespeito Ecore
  • 11. EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA QUAL O PAPEL DA ESCOLA? A escola também reflete o modelo violento de convivência social. E o mais grave é que muitos educadores não se apercebem como violadores dos direitos dos alunos. É a violência sutil que, em geral, não aparece de forma tão explícita e serve para escamotear e dissimular os conflitos. A ação pedagógica se apresenta carregado de autoritarismo e, portanto, de violência simbólica. a percepção dos alunos e educadores. Para estes, a violência na escola aparece, basicamente, na relação entre os alunos e destes para com o professor. Ecore
  • 12. No cotidiano escolar ela aparece de forma dissimulada quando os agentes da escola: Não acolhem e simplesmente excluem; Dão a entender de modo sutil sobre suas desconfianças em relação às potencialidades dos alunos; Tratam com indiferença, não existe a solidariedade; Usam do conhecimento ou da posição hierárquica para humilhar; Ameaçam com avaliações e punições a fim de obter disciplina, e não buscam um consenso construído e legitimado; Não estão preparados para a tarefa de educar; Inspetores de alunos, instituídos de poder, que agem como "pequenas autoridades" sem preparo e sem consciência da filosofia de relação e das possibilidades da escola . Ecore
  • 13. De estudos realizados, resultam algumas hipóteses, levantadas a partir dos enfoques analisados: A escola possui em sua organização o germe do controle, onde todos são vigiados e vigiam ao mesmo tempo, onde há uma relação entre vigilância, punição e depredação escolar; O sucesso da escola depende diretamente da sua eficácia como instituição normalizadora, controladora de comportamento; Em virtude do currículo, a ser cumprido na escola, atender os objetivos ideológico das desigualdades sociais , esta nada tem a ver com as expectativas e interesses dos alunos das classes subalternas; Vigiar e punir são conseqüências diretas das estruturas burocráticas vigentes nas escolas; A escola estabelece diferenciação de comportamentos individuais, apontando eficazmente quem é o marginal, o favelado, o maloqueiro, colocando nestes a causa dos problemas disciplinares; Na escola, puni-se e vigia-se para padronizar comportamentos. Ecore
  • 14. A VIOLÊNCIA NA ESCOLA: COMO ENFRENTÁ-LA? De depredações a casos de arrombamento, ameaças e prisões, muitas coisas acontecem, amedrontando pais, professores e alunos. A violência não é um ato gratuito, mas uma reação àquilo que a escola significa ou, ainda pior, àquilo que ela não consegue ser. Muito raramente são "elementos estranhos" que atacam a instituição. Democratizar a escola é a linha central de todas as intervenções para diminuir a violência em seu ambiente. DEMOCRACIA Ecore
  • 15. Faz-se necessário um projeto tendo como procedimentos básicos: Ouvir todos os segmentos envolvidos, em especial os alunos. Explicitar as contradições existentes. Trabalhar as contradições internas. Trabalhar as relações humanas. Organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível. Abrir as escolas para dentro e para fora. Fazer funcionar efetivamente as estruturas democráticas das escolas. PROJETOS Ecore