O evento de UX mais importante do Brasil
O que, onde e quando?
Conferência destinada a discutir variados tópicos sobre
Design de Experiência a qual tem atraído designers de
todas as partes do Brasil e América Latina
.
Porto Alegre
@UniRitter
19 e 20 de maio
31palestras
13 Patrocinadores
6 Workshops
2Dias
4
Keynotes
Workshops
19 de maio,
das 09:00 às 13:00
Workshop 1:
A “Sandbox” Experience,
com Jane Vita (Digitalist Group)
Workshop 2:
Métricas para produtos digitais,
com Willian Sertório (Funeel)
Workshop 3:
Design sprint na real,
com Lu Terceiro, Diogo Cosentino e Vania Oliveira (Coletivo Mola)
Workshop 4:
Antropologia aplicada ao design,
com Carol Zatorre (Antropolodia)
Workshop 5:
Design-driven innovation: a culture transformation for business
leaders, com Érico Fileno (Visa)
Workshop 6:
Crie seu site WordPress do zero,
com Rafael Funchal (WordPress)
Workshop: Design sprint na real
Luciana Terceiro, Diogo Cosentino e Vania Oliveira (Coletivo Mola)
Conteúdo
1. Introdução. De onde veio? Por que usar?
2. Introduzindo o Design Sprint na empresa:
3. Dificuldades que você vai encontrar
e como superá-las
4. Exercícios práticos
Foram apresentados os conceitos e as etapas,
além de algumas dinâmicas. Abordaram como
se preparar, o que é fundamental e o papel do
designer como facilitador desse processo
eficiente e com resultados.
DIVERSIDADEé um termo que define o evento
Definições Gerais
Mais foco no problema ao invés da solução.
O papel estratégico de negócio do UX é cada vez maior.
Necessidade de questionar nossas certezas.
buscar perceber a realidade com um outro olhar.
Entenda o serviço e o negócio antes de pensar em telas.
“As empresas bem sucedidas
são aquelas que crescem
questionando o escopo e o
valor do que entregam”
Vítor Perez, da Kyvo.
PESQUISE,
CRIE DADOS!
DÊ UM JEITO!
Explore BEM os problemas
antes de solucioná-los
PRIMEIRO ENTENDER!
MAPEAR OS TARGETS,
DEPOIS DESENHAR.
Isso oferece uma base riquíssima
para definir personas e mapas de
empatia.
Insigth: Dados demográficos são
quase inúteis para criação de
personas.
Dados para Revolucionar Negócios Além do Digital
Huxley Dias e Thiago Hassu (Handmade UX)
DATA DRIVEN DESIGN (Data Builder)
“Conversar com usuários é o básico
e todo mundo já deveria fazer.
Olhar métricas é o próximo passo.
Tem que medir resultado de negócio.”
Ana Coli
EMPATIA
As técnicas são importantes,
mas não há nada mais importante do que
Como um simples formulário
com nome, e-mail e sexo pode
trazer profundas discussões e
como as soluções podem ser
simples e pragmáticas.
Identidade de
gênero
Breaking the CIStem: Design para inclusão e
diversidade de gênero, Thomas Castro
● Empatia
● Não reforçar a importância do
gênero como uma categoria
● Coletar dados corretamente
● Prover a melhor experiência
possível e isso envolve
respeitar as diferenças para
que todos possam responder
as questões confortavelmente
Por que devo me
preocupar com isso?
A população mundial está
envelhecendo… e rápido!
Design inclusivo é para quem
quer fazer grandes produtos
para o maior número de pessoas
Acessibilidade
UX para todos (na prática)
Beatriz Lopez Lonskis Bezerra (Valor Econômico)
● 15% da população mundial vive
com alguma tipo de deficiência*
● NO BRASIL são 23,9% da
população.**
18,6% - visual / 7% - motora
5% - auditiva / 1,4% - intelectual
Por que devo me
preocupar com isso?
* (Dados da OMS 2011)
** Fonte: Cartilha do Censo 2010 - Pessoas com Deficiência
Microsoft Design Principles
Acessibilidade
e Usabilidade
gêmeos separados no nascimento
A eficácia, eficiência e
satisfação com que os usuários
pretendidos podem usar um
produto para atingir suas metas.
ISO 9241-11
Usabilidade
A usabilidade de um produto,
serviço, ambiente ou facilidade
por pessoas com ampla gama de
capacidades.
ISO 9241-20
Acessibilidade
AH MAS CUSTA CARO…
Custa caro se não começar certo!
● Estudo e consulta das guidelines de
acessibilidade
● Integrar a acessibilidade no início de
projeto
● Utilização de personas inclusivas
● Pesquisa com usuários de diversas
necessidades
● Testes de usabilidade com ampla
gama dos usuários e com utilização
de tecnologias assistivas como leitor
de tela O que podemos fazer?
“Construções de
experiências vívidas
são insubstituíveis.”
Franz Figueroa
Métodos de trabalho e
estrutura de time
● Trabalho em comunidade e remoto.
Disciplina, responsabilidade permitem flexibilidade com compromisso.
● Pilares da transformação: Design, Engajamento e Agilidade.
● Organização em Tribos e Squads (Estilo Spotify)
Trabalhando num modelo de criação User Centered
● Design System, Style guide e componentização.
Crie grupos consistentes de acordo
com suas personas, mantenha
engajamento e escuta ativa.
Faça-os se sentir “owners” e não
apenas DESCUBRA, mas MUDE E
AJUSTE com suas descobertas.
Cocriação
Capacitar e envolver as pessoas através do processo
de co-criação. Empowering and Engaging people
through co-creation process, com Jane Vitta
Deixe disponível dados da sua
empresa, seja transparente e
principalmente escute e dialogue com
seus colaboradores.
CO-CRIAÇÃO OCORRE DE
DENTRO PRA FORA!
Sinais de sucesso
1. Pessoas motivadas, colaborando e
comprometidas com o projeto
2. Objetivos claros, visão clara, e
qualquer mudança é para beneficiar
o projeto
3. Aumentando a produtividade.
4. O projeto todo se torna mais
motivador e inspirador. O projeto
deixa de ter um dono. Integrantes
passam a dividir responsabilidades.
5. Integrantes se sentem mais
confiantes e seguros com o
processo.
“Don’t get defensive,
get curious!”
Austin Knight
Ficaremos presos numa eterna
roda?
A partir da ideia do Circular Design
do Tim Brown, Robson propõe o
modelo espiral.
Karma design
Interação para tempos de mudança
Robson Santos (PorQueNão? / IED - SP)
Ele sugeriu um ciclo de avaliações
periódicas, envolvendo performance,
usabilidade, tecnologia e mercado,
negócios e estratégia.
Saindo do modelo linear de produção
em que você faz pesquisa, desenha o
produto, desenvolve, entrega e fim.
Como aplicar?
Como aplicar?
1 - Performance
● Tempo de interação, funil de engajamento, etc.
● Avaliação de usuários nas lojas
● Relatórios de erros
● Logs de uso e navegação
2 - Usabilidade e pessoas
● Inspeção de usabilidade
● Testes quick & dirty
● Testes formais de usabilidade
3 - Tecnologia e Mercado
● Concorrentes e similares
● Tendências
4 - Negócios e Estratégia
● Entrevista com stakeholders
● Workshop com stakeholders
● Revisão de estratégia
“A cada ciclo aprendo e dou um
passo para cima. Evoluo um pouco.
É constante, evolutivo, iterativo. Em
espiral. O produto não está pronto
nunca. É como lavar a louça — você
termina hoje, amanhã vai ter mais.”
Robson Santos
O desafio é ver
UX como meio para chegar em
um produto que funciona melhor 
 não como um fim em si.
@rafaelburity, UX Specialist

UXconf 2017 - Review

  • 1.
    O evento deUX mais importante do Brasil
  • 2.
    O que, ondee quando? Conferência destinada a discutir variados tópicos sobre Design de Experiência a qual tem atraído designers de todas as partes do Brasil e América Latina . Porto Alegre @UniRitter 19 e 20 de maio
  • 3.
  • 4.
    Workshops 19 de maio, das09:00 às 13:00 Workshop 1: A “Sandbox” Experience, com Jane Vita (Digitalist Group) Workshop 2: Métricas para produtos digitais, com Willian Sertório (Funeel) Workshop 3: Design sprint na real, com Lu Terceiro, Diogo Cosentino e Vania Oliveira (Coletivo Mola) Workshop 4: Antropologia aplicada ao design, com Carol Zatorre (Antropolodia) Workshop 5: Design-driven innovation: a culture transformation for business leaders, com Érico Fileno (Visa) Workshop 6: Crie seu site WordPress do zero, com Rafael Funchal (WordPress)
  • 5.
    Workshop: Design sprintna real Luciana Terceiro, Diogo Cosentino e Vania Oliveira (Coletivo Mola) Conteúdo 1. Introdução. De onde veio? Por que usar? 2. Introduzindo o Design Sprint na empresa: 3. Dificuldades que você vai encontrar e como superá-las 4. Exercícios práticos Foram apresentados os conceitos e as etapas, além de algumas dinâmicas. Abordaram como se preparar, o que é fundamental e o papel do designer como facilitador desse processo eficiente e com resultados.
  • 7.
    DIVERSIDADEé um termoque define o evento
  • 8.
    Definições Gerais Mais focono problema ao invés da solução. O papel estratégico de negócio do UX é cada vez maior. Necessidade de questionar nossas certezas. buscar perceber a realidade com um outro olhar. Entenda o serviço e o negócio antes de pensar em telas.
  • 9.
    “As empresas bemsucedidas são aquelas que crescem questionando o escopo e o valor do que entregam” Vítor Perez, da Kyvo.
  • 10.
    PESQUISE, CRIE DADOS! DÊ UMJEITO! Explore BEM os problemas antes de solucioná-los PRIMEIRO ENTENDER! MAPEAR OS TARGETS, DEPOIS DESENHAR. Isso oferece uma base riquíssima para definir personas e mapas de empatia. Insigth: Dados demográficos são quase inúteis para criação de personas. Dados para Revolucionar Negócios Além do Digital Huxley Dias e Thiago Hassu (Handmade UX)
  • 11.
    DATA DRIVEN DESIGN(Data Builder)
  • 12.
    “Conversar com usuáriosé o básico e todo mundo já deveria fazer. Olhar métricas é o próximo passo. Tem que medir resultado de negócio.” Ana Coli
  • 13.
    EMPATIA As técnicas sãoimportantes, mas não há nada mais importante do que
  • 14.
    Como um simplesformulário com nome, e-mail e sexo pode trazer profundas discussões e como as soluções podem ser simples e pragmáticas. Identidade de gênero Breaking the CIStem: Design para inclusão e diversidade de gênero, Thomas Castro ● Empatia ● Não reforçar a importância do gênero como uma categoria ● Coletar dados corretamente ● Prover a melhor experiência possível e isso envolve respeitar as diferenças para que todos possam responder as questões confortavelmente Por que devo me preocupar com isso?
  • 15.
    A população mundialestá envelhecendo… e rápido! Design inclusivo é para quem quer fazer grandes produtos para o maior número de pessoas Acessibilidade UX para todos (na prática) Beatriz Lopez Lonskis Bezerra (Valor Econômico) ● 15% da população mundial vive com alguma tipo de deficiência* ● NO BRASIL são 23,9% da população.** 18,6% - visual / 7% - motora 5% - auditiva / 1,4% - intelectual Por que devo me preocupar com isso? * (Dados da OMS 2011) ** Fonte: Cartilha do Censo 2010 - Pessoas com Deficiência
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    A eficácia, eficiênciae satisfação com que os usuários pretendidos podem usar um produto para atingir suas metas. ISO 9241-11 Usabilidade A usabilidade de um produto, serviço, ambiente ou facilidade por pessoas com ampla gama de capacidades. ISO 9241-20 Acessibilidade
  • 19.
    AH MAS CUSTACARO… Custa caro se não começar certo! ● Estudo e consulta das guidelines de acessibilidade ● Integrar a acessibilidade no início de projeto ● Utilização de personas inclusivas ● Pesquisa com usuários de diversas necessidades ● Testes de usabilidade com ampla gama dos usuários e com utilização de tecnologias assistivas como leitor de tela O que podemos fazer?
  • 20.
    “Construções de experiências vívidas sãoinsubstituíveis.” Franz Figueroa
  • 21.
    Métodos de trabalhoe estrutura de time ● Trabalho em comunidade e remoto. Disciplina, responsabilidade permitem flexibilidade com compromisso. ● Pilares da transformação: Design, Engajamento e Agilidade. ● Organização em Tribos e Squads (Estilo Spotify) Trabalhando num modelo de criação User Centered ● Design System, Style guide e componentização.
  • 22.
    Crie grupos consistentesde acordo com suas personas, mantenha engajamento e escuta ativa. Faça-os se sentir “owners” e não apenas DESCUBRA, mas MUDE E AJUSTE com suas descobertas. Cocriação Capacitar e envolver as pessoas através do processo de co-criação. Empowering and Engaging people through co-creation process, com Jane Vitta Deixe disponível dados da sua empresa, seja transparente e principalmente escute e dialogue com seus colaboradores. CO-CRIAÇÃO OCORRE DE DENTRO PRA FORA!
  • 23.
    Sinais de sucesso 1.Pessoas motivadas, colaborando e comprometidas com o projeto 2. Objetivos claros, visão clara, e qualquer mudança é para beneficiar o projeto 3. Aumentando a produtividade. 4. O projeto todo se torna mais motivador e inspirador. O projeto deixa de ter um dono. Integrantes passam a dividir responsabilidades. 5. Integrantes se sentem mais confiantes e seguros com o processo.
  • 24.
    “Don’t get defensive, getcurious!” Austin Knight
  • 25.
    Ficaremos presos numaeterna roda? A partir da ideia do Circular Design do Tim Brown, Robson propõe o modelo espiral. Karma design Interação para tempos de mudança Robson Santos (PorQueNão? / IED - SP) Ele sugeriu um ciclo de avaliações periódicas, envolvendo performance, usabilidade, tecnologia e mercado, negócios e estratégia. Saindo do modelo linear de produção em que você faz pesquisa, desenha o produto, desenvolve, entrega e fim.
  • 26.
  • 27.
    Como aplicar? 1 -Performance ● Tempo de interação, funil de engajamento, etc. ● Avaliação de usuários nas lojas ● Relatórios de erros ● Logs de uso e navegação 2 - Usabilidade e pessoas ● Inspeção de usabilidade ● Testes quick & dirty ● Testes formais de usabilidade 3 - Tecnologia e Mercado ● Concorrentes e similares ● Tendências 4 - Negócios e Estratégia ● Entrevista com stakeholders ● Workshop com stakeholders ● Revisão de estratégia
  • 28.
    “A cada cicloaprendo e dou um passo para cima. Evoluo um pouco. É constante, evolutivo, iterativo. Em espiral. O produto não está pronto nunca. É como lavar a louça — você termina hoje, amanhã vai ter mais.” Robson Santos
  • 29.
    O desafio éver UX como meio para chegar em um produto que funciona melhor   não como um fim em si.
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