O documento propõe cinco linhas de ação para uma concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar: 1) alterar a metodologia de trabalho em sala de aula para torná-la mais participativa; 2) diminuir a ênfase na avaliação classificatória; 3) redimensionar o conteúdo da avaliação; 4) alterar a postura diante dos resultados da avaliação, valorizando o erro; 5) trabalhar na conscientização da comunidade educativa sobre a nova concepção de avaliação.