HISTÓRICO DO TE  O Trabalho Educativo surge em 1996;  Foi o resultado de proposições conjuntas de ONGs, FORTE e  Sociedade Civil Organizada;   O Projeto do Trabalho Educativo no formato hoje realizado surge em Porto Alegre em 1999/2000; 2004.
HISTÓRICO DO TE Em 1993, a LOAS aponta como serviços assistenciais ações voltadas para as necessidades básicas; Para a implantação do SUAS, a FASC, passa a mobilizar esforços no sentido de discutir e redimensionar sua atuação em conjunto com a sociedade civil.
Objetivo Geral Desenvolver ações sócio-educativas voltadas ao adolescente, na faixa etária dos 14 aos 18 anos, em situação de vulnerabilidade pessoal e social, com vistas a sua proteção integral e exercício de cidadania, onde o jovem se constitua em protagonista, capaz de transformar sua realidade construir  seu projeto de vida.
Objetivos Específicos Contribuir com o desenvolvimento integral do Adolescente; Favorecer o fortalecimento de vínculos familiares, interpessoais e sociais; Incentivar o adolescente a sua permanência, ingresso, regresso na escola; Constituir com os jovens alternativas de participação democrática, política e autônoma;  Oportunizar ao adolescente espaços lúdicos de criação, participação e protagonismo; Proporcionar aos adolescentes a participação em oficinas pedagógicas de aprendizagem;
Objetivos Específicos Fazer prevalecer as atividades pedagógicas sobre as de aspectos produtivos; Desenvolver ações pedagógicas estruturados em conhecimento: básico, específico e de gestão; Subsidiar o adolescente com conhecimentos que contribuam para a construção de uma crítica qualitativa  sobre sua vida, cultura e realidade; Constituir um espaço educativo em que as ações nele desenvolvidas conduzam o adolescentes a sua emancipação e ao exercício da sua auto- estima; Constituir espaço educativo voltado a preparação do adolescente para que este se aproxime do mundo do trabalho.
Público Alvo O ingresso dos adolescentes segue os critérios  sociais de inclusão tais como: Adolescentes provenientes de famílias cuja a renda percapta seja de até ½ salário mínimo; Adolescentes em situação de ameaça ou violação de direitos; região de Abrangência do Centro Regional;
Público Alvo Adolescentes encaminhados pelo Conselho Tutelar, Ministério Público, Juizado da Infância, Programa Família, Educação Social de Rua , PEMSE, ABRIGOS, Escola e Comunidade; Adolescentes na faixa etária compreendida entre 14 e 18 anos; Adolescentes que pertencem a região de Abrangência do Centro Regional.
METODOLOGIA   Oficinas diferenciada a escola; Oficinas pedagógicas que caracterizam-se pela construção de conhecimento e conceitos e através destes, ações de desconstrução e re-construção dos mesmos de maneira lúdica, criativa, crítica, dialogada, com trocas de saberes,  e interessante aos sujeitos envolvidos no processo de exercício da aprendizagem;
Metodologia Sintonia e acompanhamento constante; Oficina pedagógica variadas; Reuniões mensais; Planejamento antecipado das atividades e em conjunto com os educandos.
Educador Social   Entender-se como integrante do processo, com função articuladora e mediadora, a fim de contribuir com o(a) adolescente na construção da autonomia e protagonismo; Organizar os espaços e tempos de acordo com as exigências do trabalho a ser executado;  Estar disponível e atento aos caminhos do grupo, escutando o que os(as) adolescentes sabem e necessitam expressar;
Papel do Educador Social Interrogar-se sobre o modo como partilha o poder e a democracia no grupo, compreendendo os(as) adolescentes como sujeitos competentes e capazes; Participar de espaços educativos de formação continuada na perspectiva de sua evolução profissional, ampliando sua capacidade de estabelecer relações saudáveis, promotoras de desenvolvimento e emancipação, superando a  mera execução de tarefas na construção de uma práxis; Realizar estudos e pesquisas na área de apoio sócio-educativo, em articulação com a rede, produzindo conhecimento e elaborando propostas alternativas de atendimento à adolescência.
Módulo BÁSICOS   Dimensão cultural;  Valores de cidadania; Auto-estima; Estima do grupo;  Construção de seu projeto de vida;  Oficinas culturais; Oficinas pedagógicas; Oficinas esportivas e desportivas.
Modulo Específico Trabalhar aspectos específicos do conhecimento estudado; Conhecimentos básicos e de gestão; Espaço  que busca o interesse do sujeito; Escolha e compra de tecidos e lãs, customização. Informática????
Acompanhamento Direto e Indireto Acompanhamento escolar;  Acompanhamento familiar;  Reunião com famílias;  Visitas Domiciliares; Atendimentos individuais e familiares.
ETAPAS METODOLÓGICAS   Ingresso;   Acolhimento;   Conhecimento da situação individual e familiar;   Acompanhamento ; Vínculo.
PARTICIPAÇÃO E CONSTRUÇÃO COLETIVA Regras de funcionamento e convivência.
DESLIGAMENTO O desligamento acontecerá a partir da avaliação de superação da vulnerabilidade que motivou o ingresso; Em caso de evasão do(a) adolescente, deverá haver contato com família, Conselho Tutelar, Escola, Ministério Público afim de avaliar a situação, a alternativa de permanência ou de desligamento com encaminhamento a outros serviços; Quando o adolescente completar 18 anos.
ROTINAS E CRONOGRAMA DE AÇÃO   5 dias da semana; 3(três) turnos semanais;  40% conhecimentos básicos, 40% conhecimento específicos e 20% conhecimento de gestão;  Nos outros 2(dois) dias deverão ser oferecidas atividades lúdicas, esportivas e culturas; As atividades diárias envolvem alimentação  certificado de participação.
AVALIAÇÃO Reflexão transformadora em ação;  Reflexão permanente do educador; É uma tarefa coletiva e não somente uma obrigação formal e burocrática;  Deve atender às necessidades e interesses dos diversos segmentos envolvidos na atividade avaliada.
TE AICAS É um projeto da Fasc e tem convênio com a Aicas; Iniciou-se em 2003 Corte e Costura 2005 Malharia e Informática; Equipe 2003 = Marcia, Carmem e  Arilceia ;  Equipe 2004 Marcia, Lia e  Arilceia; Equipe 2005 = Arilceia (até junho), Adriana,  Lia, Roberto,  Fernanda;  Equipe 2006= Adriana, Lia, Roberto,  Fernanda , Sergio,  Daniela , Daniela D’elia; Equipe 2007= Adriana, Lia,  Fernanda ,  Daniela , Luciano e Alexandre; Equipe 2008= Adriana, Lia,  Daniela , Luciano,  Fernanda  e Roseni; Equipe 2009= Adriana, Lia,  Daniela ,  Fernanda  (até maio)  Roseni , Vinicius e Mírian; Equipe 2010= Adriana, Lia,  Roseni,  Vinicius, Estácio e  Camila.
PRESENÇA DA AICAS Capacitação mensal; Reunião regional mensal;(2ª quinta feira do mês); Mostra municipal (uma vez ao ano); Mostra regional (uma vez ao ano); Pastoral da criança (2006,2007,2008); Fórum do TE- FORTE (4ª quinta feira do mês).
Desafios Necessidade de criar instrumentos/registro de trabalho (em fase de implementação) Conjugar interesses do Forte e da Fasc: dimensão pedagógica e dimensão profissional do TE (capacitar os adolescentes para o mercado de trabalho); Carga horária (encontros/comunicação/planejamento); Conhecimento aprofundado do território (visitas domiciliares); Poucas horas para educadores do Trabalho Educativo, tendo, por isso, rotatividade e, a maioria desses, necessitam ter dois empregos; Trabalho educativo para o turno da manhã;
DESAFIOS Criar uma proposta para que  todos  os adolescentes  permaneçam no Trabalho Educativo até o fim; Realização das inscrições dos adolescentes em dezembro; Comprar uma pia para o Trabalho Educativo no Núcleo da Mariano de Mattos.

Trabalhoeducativo

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    HISTÓRICO DO TE O Trabalho Educativo surge em 1996; Foi o resultado de proposições conjuntas de ONGs, FORTE e Sociedade Civil Organizada; O Projeto do Trabalho Educativo no formato hoje realizado surge em Porto Alegre em 1999/2000; 2004.
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    HISTÓRICO DO TEEm 1993, a LOAS aponta como serviços assistenciais ações voltadas para as necessidades básicas; Para a implantação do SUAS, a FASC, passa a mobilizar esforços no sentido de discutir e redimensionar sua atuação em conjunto com a sociedade civil.
  • 3.
    Objetivo Geral Desenvolverações sócio-educativas voltadas ao adolescente, na faixa etária dos 14 aos 18 anos, em situação de vulnerabilidade pessoal e social, com vistas a sua proteção integral e exercício de cidadania, onde o jovem se constitua em protagonista, capaz de transformar sua realidade construir seu projeto de vida.
  • 4.
    Objetivos Específicos Contribuircom o desenvolvimento integral do Adolescente; Favorecer o fortalecimento de vínculos familiares, interpessoais e sociais; Incentivar o adolescente a sua permanência, ingresso, regresso na escola; Constituir com os jovens alternativas de participação democrática, política e autônoma; Oportunizar ao adolescente espaços lúdicos de criação, participação e protagonismo; Proporcionar aos adolescentes a participação em oficinas pedagógicas de aprendizagem;
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    Objetivos Específicos Fazerprevalecer as atividades pedagógicas sobre as de aspectos produtivos; Desenvolver ações pedagógicas estruturados em conhecimento: básico, específico e de gestão; Subsidiar o adolescente com conhecimentos que contribuam para a construção de uma crítica qualitativa sobre sua vida, cultura e realidade; Constituir um espaço educativo em que as ações nele desenvolvidas conduzam o adolescentes a sua emancipação e ao exercício da sua auto- estima; Constituir espaço educativo voltado a preparação do adolescente para que este se aproxime do mundo do trabalho.
  • 6.
    Público Alvo Oingresso dos adolescentes segue os critérios sociais de inclusão tais como: Adolescentes provenientes de famílias cuja a renda percapta seja de até ½ salário mínimo; Adolescentes em situação de ameaça ou violação de direitos; região de Abrangência do Centro Regional;
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    Público Alvo Adolescentesencaminhados pelo Conselho Tutelar, Ministério Público, Juizado da Infância, Programa Família, Educação Social de Rua , PEMSE, ABRIGOS, Escola e Comunidade; Adolescentes na faixa etária compreendida entre 14 e 18 anos; Adolescentes que pertencem a região de Abrangência do Centro Regional.
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    METODOLOGIA Oficinas diferenciada a escola; Oficinas pedagógicas que caracterizam-se pela construção de conhecimento e conceitos e através destes, ações de desconstrução e re-construção dos mesmos de maneira lúdica, criativa, crítica, dialogada, com trocas de saberes, e interessante aos sujeitos envolvidos no processo de exercício da aprendizagem;
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    Metodologia Sintonia eacompanhamento constante; Oficina pedagógica variadas; Reuniões mensais; Planejamento antecipado das atividades e em conjunto com os educandos.
  • 10.
    Educador Social Entender-se como integrante do processo, com função articuladora e mediadora, a fim de contribuir com o(a) adolescente na construção da autonomia e protagonismo; Organizar os espaços e tempos de acordo com as exigências do trabalho a ser executado; Estar disponível e atento aos caminhos do grupo, escutando o que os(as) adolescentes sabem e necessitam expressar;
  • 11.
    Papel do EducadorSocial Interrogar-se sobre o modo como partilha o poder e a democracia no grupo, compreendendo os(as) adolescentes como sujeitos competentes e capazes; Participar de espaços educativos de formação continuada na perspectiva de sua evolução profissional, ampliando sua capacidade de estabelecer relações saudáveis, promotoras de desenvolvimento e emancipação, superando a mera execução de tarefas na construção de uma práxis; Realizar estudos e pesquisas na área de apoio sócio-educativo, em articulação com a rede, produzindo conhecimento e elaborando propostas alternativas de atendimento à adolescência.
  • 12.
    Módulo BÁSICOS Dimensão cultural; Valores de cidadania; Auto-estima; Estima do grupo; Construção de seu projeto de vida; Oficinas culturais; Oficinas pedagógicas; Oficinas esportivas e desportivas.
  • 13.
    Modulo Específico Trabalharaspectos específicos do conhecimento estudado; Conhecimentos básicos e de gestão; Espaço que busca o interesse do sujeito; Escolha e compra de tecidos e lãs, customização. Informática????
  • 14.
    Acompanhamento Direto eIndireto Acompanhamento escolar; Acompanhamento familiar; Reunião com famílias; Visitas Domiciliares; Atendimentos individuais e familiares.
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    ETAPAS METODOLÓGICAS Ingresso; Acolhimento; Conhecimento da situação individual e familiar; Acompanhamento ; Vínculo.
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    PARTICIPAÇÃO E CONSTRUÇÃOCOLETIVA Regras de funcionamento e convivência.
  • 17.
    DESLIGAMENTO O desligamentoacontecerá a partir da avaliação de superação da vulnerabilidade que motivou o ingresso; Em caso de evasão do(a) adolescente, deverá haver contato com família, Conselho Tutelar, Escola, Ministério Público afim de avaliar a situação, a alternativa de permanência ou de desligamento com encaminhamento a outros serviços; Quando o adolescente completar 18 anos.
  • 18.
    ROTINAS E CRONOGRAMADE AÇÃO 5 dias da semana; 3(três) turnos semanais; 40% conhecimentos básicos, 40% conhecimento específicos e 20% conhecimento de gestão; Nos outros 2(dois) dias deverão ser oferecidas atividades lúdicas, esportivas e culturas; As atividades diárias envolvem alimentação certificado de participação.
  • 19.
    AVALIAÇÃO Reflexão transformadoraem ação; Reflexão permanente do educador; É uma tarefa coletiva e não somente uma obrigação formal e burocrática; Deve atender às necessidades e interesses dos diversos segmentos envolvidos na atividade avaliada.
  • 20.
    TE AICAS Éum projeto da Fasc e tem convênio com a Aicas; Iniciou-se em 2003 Corte e Costura 2005 Malharia e Informática; Equipe 2003 = Marcia, Carmem e Arilceia ; Equipe 2004 Marcia, Lia e Arilceia; Equipe 2005 = Arilceia (até junho), Adriana, Lia, Roberto, Fernanda; Equipe 2006= Adriana, Lia, Roberto, Fernanda , Sergio, Daniela , Daniela D’elia; Equipe 2007= Adriana, Lia, Fernanda , Daniela , Luciano e Alexandre; Equipe 2008= Adriana, Lia, Daniela , Luciano, Fernanda e Roseni; Equipe 2009= Adriana, Lia, Daniela , Fernanda (até maio) Roseni , Vinicius e Mírian; Equipe 2010= Adriana, Lia, Roseni, Vinicius, Estácio e Camila.
  • 21.
    PRESENÇA DA AICASCapacitação mensal; Reunião regional mensal;(2ª quinta feira do mês); Mostra municipal (uma vez ao ano); Mostra regional (uma vez ao ano); Pastoral da criança (2006,2007,2008); Fórum do TE- FORTE (4ª quinta feira do mês).
  • 22.
    Desafios Necessidade decriar instrumentos/registro de trabalho (em fase de implementação) Conjugar interesses do Forte e da Fasc: dimensão pedagógica e dimensão profissional do TE (capacitar os adolescentes para o mercado de trabalho); Carga horária (encontros/comunicação/planejamento); Conhecimento aprofundado do território (visitas domiciliares); Poucas horas para educadores do Trabalho Educativo, tendo, por isso, rotatividade e, a maioria desses, necessitam ter dois empregos; Trabalho educativo para o turno da manhã;
  • 23.
    DESAFIOS Criar umaproposta para que todos os adolescentes permaneçam no Trabalho Educativo até o fim; Realização das inscrições dos adolescentes em dezembro; Comprar uma pia para o Trabalho Educativo no Núcleo da Mariano de Mattos.