POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Ana Paula Elisângela Euni Ivete Selma
Por que uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem? Porque os homens apresentam algumas peculiaridades em relação às mulheres nos quesitos: MORTALIDADE MORBILIDADE ASPECTOS SOCIOCULTURAIS
MORTALIDADE - A cada 3 pessoas que morrem no Brasil, 2 são HOMENS. A cada 5 pessoas que morrem de 20 a 30 anos, 4 são HOMENS. Os Homens vivem 7,6 anos a menos, em média, do que as mulheres.
Principais causas de mortalidade na população masculina - Causas externas - Ap. circulatório - Neoplasias - Ap. digestivo - Ap. respiratório
MORBILIDADE Os homens, entre outros problemas, apresentam mais: - Doenças do coração (infarto, AVC) - Cânceres (pulmonar, próstata, pele) - Colesterol elevado - Diabetes - Pressão alta
ASPECTOS SOCIOCULTURAIS -  Tem medo de descobrir doenças; - Acham quer nunca vão adoecer e por isso não se cuidam - Não procuram os serviços de saúde e não seguem os tratamentos recomendados - Estão mais expostos aos acidentes de trânsitos e de  trabalho; - Utilizam álcool e outras drogas em maior quantidade; - Estão envolvidos na maioria das situações de violência não praticam atividade física com regularidade;
 
Por que os homens não se cuidam e não procuram os serviços de saúde? Socioculturais Barreiras Institucionais -  Estereótipos de gênero - O pensamento mágico - Medo que descubra doenças - O papel de provedor - O papel de “cuidar” Estratégias de comunicação não privilegiam os homens Inadequação dos serviços de saúde * Horários de funcionamento * Dificuldades de acesso * Presença de mulher no exame do toque retal
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, foi lançada no dia 27 de agosto de 2009. PORTARIA Nº 1944
PÚBLICO ALVO Atendimento da população masculina de 20 a 59 anos.
OBJETIVO GERAL Facilitar e ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde, contribuindo para a redução das causas de morbidade, mortalidade e atuação nos aspectos socioculturais.
É uma resposta à observação de que as doenças que afetam o sexo masculino são um problema de saúde pública.
1. Organizar rede de atenção à saúde a fim de garantir uma linha de cuidados integrais, tendo a Estratégia Saúde da Família (ESF) como porta de entrada; 2. Apoiar ações e atividades de promoção de saúde para facilitar o acesso da população masculina aos serviços de saúde; 3. Qualificar profissionais de saúde para o atendimento dos homens; 4. Incorporar o homem no planejamento reprodutivo e no compartilhamento aos  cuidados da saúde familiar; 5. Construir parcerias com a sociedade civil organizada para promover a saúde do homem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRIORITÁRIOS
PLANO DE AÇÃO NACIONAL (2009-2011) OBJETIVOS: O Plano apresenta as intenções e os resultados a serem buscados, em um período de tempo determinado (2009-2011), expressos em diretrizes, objetivos, metas e ações e deverá num primeiro momento: * A elaboração de plano piloto em 26 Estados e DF e em 26 Municípios (um por Estado) selecionados pelo Ministério; * A geração de subsídios aos gestores no desenvolvimento de estratégias e ações voltadas para a saúde do Homem, inserindo-as em seus respectivos Planos de Saúde Estadual e Municipal.
EIXOS *  Eixo I : Implantação da Política Nacional de atenção Integral à Saúde do Homem; *  Eixo II e III : Promoção de saúde, informação e comunicação; *  Eixo IV : Participação, relações institucionais e controle social; *  Eixo V : Implantação e expansão do sistema de atenção à saúde do homem; *  Eixo VI : Qualificação de profissionais da saúde; *  Eixo VII : Insumos, equipamentos e recursos humanos; *  Eixo VIII : Sistemas de informação; *  Eixo IX : Avaliação do Projeto-piloto.
O processo de construção do Plano de Ação Nacional (2009-2011) foi realizado de forma participativa através de reuniões com representantes de sociedades médicas e da sociedade civil, universidades, gestores estaduais e municipais, profissionais da saúde, além das Secretarias do Ministério da Saúde .
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, portanto, além de evidenciar os principais fatores de morbitalidade explicita o reconhecimento de determinantes sociais que resultam na vulnerabilidade da população masculina aos agravos à saúde, considerando que representações sociais sobre a masculinidade vigente comprometem o acesso à atenção integral, bem como repercutem de modo crítico na vulnerabilidade dessa população à situações de violência e de risco para a saúde.
 
Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos”, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção.
A Área Técnica de Saúde do Homem promoveu três oficinas de trabalho no inicio deste mês (maio) de 2010  Capacitando 54 municípios
Todas as Oficinas aconteceram em Brasília, contando com um total de 143 participantes.  Oficina I - Regiões: Sul e Sudeste – 03 e 04/05/2010  Oficina II – Região Nordeste – 05 e 06/05/2010  Oficina III – Regiões Centro-Oeste e Norte– 07 e 08/05/2010
A intenção é reunir lado a lado, o conjunto de experiências acumuladas de cobertura da população masculina e os responsáveis pela estratégia de expansão. Com isso, espera-se ganhar em qualidade e acelerar o desenvolvimento do processo.
http://portal.saude.gov.br/portal/saude DISQUE SAÚDE 0800 61 1997

Trabalho sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem

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    POLITICA NACIONAL DEATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Ana Paula Elisângela Euni Ivete Selma
  • 2.
    Por que umaPolítica Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem? Porque os homens apresentam algumas peculiaridades em relação às mulheres nos quesitos: MORTALIDADE MORBILIDADE ASPECTOS SOCIOCULTURAIS
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    MORTALIDADE - Acada 3 pessoas que morrem no Brasil, 2 são HOMENS. A cada 5 pessoas que morrem de 20 a 30 anos, 4 são HOMENS. Os Homens vivem 7,6 anos a menos, em média, do que as mulheres.
  • 4.
    Principais causas demortalidade na população masculina - Causas externas - Ap. circulatório - Neoplasias - Ap. digestivo - Ap. respiratório
  • 5.
    MORBILIDADE Os homens,entre outros problemas, apresentam mais: - Doenças do coração (infarto, AVC) - Cânceres (pulmonar, próstata, pele) - Colesterol elevado - Diabetes - Pressão alta
  • 6.
    ASPECTOS SOCIOCULTURAIS - Tem medo de descobrir doenças; - Acham quer nunca vão adoecer e por isso não se cuidam - Não procuram os serviços de saúde e não seguem os tratamentos recomendados - Estão mais expostos aos acidentes de trânsitos e de trabalho; - Utilizam álcool e outras drogas em maior quantidade; - Estão envolvidos na maioria das situações de violência não praticam atividade física com regularidade;
  • 7.
  • 8.
    Por que oshomens não se cuidam e não procuram os serviços de saúde? Socioculturais Barreiras Institucionais - Estereótipos de gênero - O pensamento mágico - Medo que descubra doenças - O papel de provedor - O papel de “cuidar” Estratégias de comunicação não privilegiam os homens Inadequação dos serviços de saúde * Horários de funcionamento * Dificuldades de acesso * Presença de mulher no exame do toque retal
  • 9.
    A Política Nacionalde Atenção Integral à Saúde do Homem, foi lançada no dia 27 de agosto de 2009. PORTARIA Nº 1944
  • 10.
    PÚBLICO ALVO Atendimentoda população masculina de 20 a 59 anos.
  • 11.
    OBJETIVO GERAL Facilitare ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde, contribuindo para a redução das causas de morbidade, mortalidade e atuação nos aspectos socioculturais.
  • 12.
    É uma respostaà observação de que as doenças que afetam o sexo masculino são um problema de saúde pública.
  • 13.
    1. Organizar redede atenção à saúde a fim de garantir uma linha de cuidados integrais, tendo a Estratégia Saúde da Família (ESF) como porta de entrada; 2. Apoiar ações e atividades de promoção de saúde para facilitar o acesso da população masculina aos serviços de saúde; 3. Qualificar profissionais de saúde para o atendimento dos homens; 4. Incorporar o homem no planejamento reprodutivo e no compartilhamento aos cuidados da saúde familiar; 5. Construir parcerias com a sociedade civil organizada para promover a saúde do homem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRIORITÁRIOS
  • 14.
    PLANO DE AÇÃONACIONAL (2009-2011) OBJETIVOS: O Plano apresenta as intenções e os resultados a serem buscados, em um período de tempo determinado (2009-2011), expressos em diretrizes, objetivos, metas e ações e deverá num primeiro momento: * A elaboração de plano piloto em 26 Estados e DF e em 26 Municípios (um por Estado) selecionados pelo Ministério; * A geração de subsídios aos gestores no desenvolvimento de estratégias e ações voltadas para a saúde do Homem, inserindo-as em seus respectivos Planos de Saúde Estadual e Municipal.
  • 15.
    EIXOS * Eixo I : Implantação da Política Nacional de atenção Integral à Saúde do Homem; * Eixo II e III : Promoção de saúde, informação e comunicação; * Eixo IV : Participação, relações institucionais e controle social; * Eixo V : Implantação e expansão do sistema de atenção à saúde do homem; * Eixo VI : Qualificação de profissionais da saúde; * Eixo VII : Insumos, equipamentos e recursos humanos; * Eixo VIII : Sistemas de informação; * Eixo IX : Avaliação do Projeto-piloto.
  • 16.
    O processo deconstrução do Plano de Ação Nacional (2009-2011) foi realizado de forma participativa através de reuniões com representantes de sociedades médicas e da sociedade civil, universidades, gestores estaduais e municipais, profissionais da saúde, além das Secretarias do Ministério da Saúde .
  • 17.
    A Política Nacionalde Atenção Integral à Saúde do Homem, portanto, além de evidenciar os principais fatores de morbitalidade explicita o reconhecimento de determinantes sociais que resultam na vulnerabilidade da população masculina aos agravos à saúde, considerando que representações sociais sobre a masculinidade vigente comprometem o acesso à atenção integral, bem como repercutem de modo crítico na vulnerabilidade dessa população à situações de violência e de risco para a saúde.
  • 18.
  • 19.
    Eles não reconhecema doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos”, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção.
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    A Área Técnicade Saúde do Homem promoveu três oficinas de trabalho no inicio deste mês (maio) de 2010  Capacitando 54 municípios
  • 21.
    Todas as Oficinasaconteceram em Brasília, contando com um total de 143 participantes. Oficina I - Regiões: Sul e Sudeste – 03 e 04/05/2010 Oficina II – Região Nordeste – 05 e 06/05/2010 Oficina III – Regiões Centro-Oeste e Norte– 07 e 08/05/2010
  • 22.
    A intenção éreunir lado a lado, o conjunto de experiências acumuladas de cobertura da população masculina e os responsáveis pela estratégia de expansão. Com isso, espera-se ganhar em qualidade e acelerar o desenvolvimento do processo.
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