O documento aborda a importância da humanização no acesso dos homens aos serviços de saúde, destacando a necessidade de considerar as questões de gênero e os estereótipos que influenciam o atendimento. Discute ainda as vulnerabilidades enfrentadas pelos homens em relação à saúde, como comportamentos de risco e falta de informação, além de apresentar marcos políticos que visam garantir o direito à saúde. A conclusão enfatiza a necessidade de educação contínua e capacitação dos profissionais de saúde para atender adequadamente o público masculino.