INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
E TECNOLOGIA DO PARÁ
CAMPUS TUCURUÍ.
CURSO TÉCNICO EM AGENTE
COMUNITÁRIO DE SAÚDE

SAÚDE DO HOMEM

TUCURUÍ-PARÁ
21/04/2013
O PERCURSO DA POLÍTICA NACIONAL DE
ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE
DOS HOMENS (PNAISH), DESDE A SUA
FORMULAÇÃO ATÉ SUA
IMPLEMENTAÇÃO NOS SERVIÇOS PÚBLICOS
LOCAIS DE ATENÇÃO À SAÚDE
INTRODUÇÃO
 O artigo estudado tem como objetivo compreender como a
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde dos Homens
(PNAISH)

chega

aos

serviços

da

Atenção

Básica, considerada a porta de entrada do Sistema Único de
Saúde (SUS), a partir do ponto de vista dos seus
profissionais e observando as suas práticas cotidianas.
MÉTODOS
 Estudo realizado de 2010 a 2012 com coleta de dados como:

Análise de documentos;

Técnicas de narrativa e entrevista e;
Observação etnográfica;

Pretende-se analisar a relação entre o que é preconizado na
política e as práticas geradas (ou legitimadas) em contextos
particulares, por aqueles que são responsáveis por
implementar a Política.
DA CONSTRUÇÃO DE UM DOCUMENTO QUE
ENUNCIA PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA PNAISH
 Na primeira década do século XXI, ganha força a discussão de

que homens devem ser pensados não como categoria
humana, mas como uma categoria generificada, ganhando
força, assim, uma discussão da abordagem relacional de gênero.

 A partir daí houve o anúncio de uma política de saúde voltada
para homens, como o Programa Mais Saúde.
 Formulação de políticas e programas, visando reduzir as
desigualdades entre homens e mulheres.
A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE AÇÃO
NOS MUNICÍPIOS
 Ao todo são 26 Planos de Ação (PA) de municípios
diferentes, que são selecionados como Pilotos para
analisados, com metas:
A primeira meta é a implantação da PNAISH.
Nem todos os PA apresentaram a segunda meta que é de atender
pelo menos um quinto dos homens com idade entre 40 e 59
anos.
A terceira meta se relaciona à realização de cirurgias, as
prostatectomias suprapúbicas.
A PNAISH CHEGA AOS MUNICÍPIOS, AOS
GESTORES E AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

 Os profissionais que atuam nas unidades apontam que não
receberam capacitação (formal ou informal) para conhecer a
PNAISH ou para o atendimento de homens.
 “Sensibilização" ou uma "capacitação", em que os profissionais
são convidados a se engajem na implementação da PNAISH.
 As sensibilizações e as capacitações foram ofertadas em geral
aos profissionais de nível superior que atuam nos serviços de
saúde.
GÊNERO
 O conceito de gênero se encontra no centro da PNAISH.
 Os homens são vistos pelos profissionais da saúde como

um acompanhante ou como um mediador.
EQUIPES SOBRECARREGADAS
Acréscimo de tarefas;

A falta de habilidade para motivar os profissionais a
participarem;

O profissional de saúde que tem a iniciativa de promover ações
no serviço recebe pouco apoio material e financeiro, contando
apenas com a boa vontade dos colegas ou com recursos
próprios.
A PNAISH E OS HOMENS NOS SERVIÇOS
Divulgação
da
PNAISH
através
de
entrevistas
na
mídia, campanhas, rádios, outdoor, e em unidades de saúde, para a
população em geral, estimulando a procura dos serviços de saúde por parte
dos homens.
Tanto gestores quanto profissionais referem como uma barreira para o
atendimento dos homens o horário de funcionamento dos serviços de
saúde, explicando que os serviços da Atenção Básica funcionam nos mesmos
horários em que a maioria dos homens de 20 a 59 anos trabalha. Nesse
sentido, em algumas localidades foram ofertados horários alternativos e
ampliados de atendimento para homens, como uma ação vinculada à
implementação da PNAISH; tal ampliação implica, do ponto de vista
administrativo, disponibilização de recursos humanos e financeiros.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Constatamos, assim, que há uma falta de estrutura para
receber o homem nos serviços de saúde e de incentivos para
os mesmos buscarem esses serviços, bem como a capacitação
dos profissionais de saúde para receber esses homens.
 E que precisa ser trabalhado a questão cultural e fazer uma
reeducação na sociedade para que o homem não venha a usar
os serviços de saúde só um casos emergenciais.
O B R I G A D O !

Saude do homem

  • 1.
    INSTITUTO FEDERAL DEEDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ CAMPUS TUCURUÍ. CURSO TÉCNICO EM AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE SAÚDE DO HOMEM TUCURUÍ-PARÁ 21/04/2013
  • 2.
    O PERCURSO DAPOLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DOS HOMENS (PNAISH), DESDE A SUA FORMULAÇÃO ATÉ SUA IMPLEMENTAÇÃO NOS SERVIÇOS PÚBLICOS LOCAIS DE ATENÇÃO À SAÚDE
  • 3.
    INTRODUÇÃO  O artigoestudado tem como objetivo compreender como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde dos Homens (PNAISH) chega aos serviços da Atenção Básica, considerada a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do ponto de vista dos seus profissionais e observando as suas práticas cotidianas.
  • 4.
    MÉTODOS  Estudo realizadode 2010 a 2012 com coleta de dados como: Análise de documentos; Técnicas de narrativa e entrevista e; Observação etnográfica; Pretende-se analisar a relação entre o que é preconizado na política e as práticas geradas (ou legitimadas) em contextos particulares, por aqueles que são responsáveis por implementar a Política.
  • 5.
    DA CONSTRUÇÃO DEUM DOCUMENTO QUE ENUNCIA PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA PNAISH  Na primeira década do século XXI, ganha força a discussão de que homens devem ser pensados não como categoria humana, mas como uma categoria generificada, ganhando força, assim, uma discussão da abordagem relacional de gênero.  A partir daí houve o anúncio de uma política de saúde voltada para homens, como o Programa Mais Saúde.  Formulação de políticas e programas, visando reduzir as desigualdades entre homens e mulheres.
  • 6.
    A ELABORAÇÃO DEPLANOS DE AÇÃO NOS MUNICÍPIOS  Ao todo são 26 Planos de Ação (PA) de municípios diferentes, que são selecionados como Pilotos para analisados, com metas: A primeira meta é a implantação da PNAISH. Nem todos os PA apresentaram a segunda meta que é de atender pelo menos um quinto dos homens com idade entre 40 e 59 anos. A terceira meta se relaciona à realização de cirurgias, as prostatectomias suprapúbicas.
  • 7.
    A PNAISH CHEGAAOS MUNICÍPIOS, AOS GESTORES E AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE  Os profissionais que atuam nas unidades apontam que não receberam capacitação (formal ou informal) para conhecer a PNAISH ou para o atendimento de homens.  “Sensibilização" ou uma "capacitação", em que os profissionais são convidados a se engajem na implementação da PNAISH.  As sensibilizações e as capacitações foram ofertadas em geral aos profissionais de nível superior que atuam nos serviços de saúde.
  • 8.
    GÊNERO  O conceitode gênero se encontra no centro da PNAISH.  Os homens são vistos pelos profissionais da saúde como um acompanhante ou como um mediador.
  • 9.
    EQUIPES SOBRECARREGADAS Acréscimo detarefas; A falta de habilidade para motivar os profissionais a participarem; O profissional de saúde que tem a iniciativa de promover ações no serviço recebe pouco apoio material e financeiro, contando apenas com a boa vontade dos colegas ou com recursos próprios.
  • 10.
    A PNAISH EOS HOMENS NOS SERVIÇOS Divulgação da PNAISH através de entrevistas na mídia, campanhas, rádios, outdoor, e em unidades de saúde, para a população em geral, estimulando a procura dos serviços de saúde por parte dos homens. Tanto gestores quanto profissionais referem como uma barreira para o atendimento dos homens o horário de funcionamento dos serviços de saúde, explicando que os serviços da Atenção Básica funcionam nos mesmos horários em que a maioria dos homens de 20 a 59 anos trabalha. Nesse sentido, em algumas localidades foram ofertados horários alternativos e ampliados de atendimento para homens, como uma ação vinculada à implementação da PNAISH; tal ampliação implica, do ponto de vista administrativo, disponibilização de recursos humanos e financeiros.
  • 11.
    CONSIDERAÇÕES FINAIS Constatamos, assim,que há uma falta de estrutura para receber o homem nos serviços de saúde e de incentivos para os mesmos buscarem esses serviços, bem como a capacitação dos profissionais de saúde para receber esses homens.  E que precisa ser trabalhado a questão cultural e fazer uma reeducação na sociedade para que o homem não venha a usar os serviços de saúde só um casos emergenciais.
  • 13.
    O B RI G A D O !