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Currículo: teorias e
implementação do
letramento informacional
Por: Shana dos Santos
Mas o que vem a ser Currículo?
Fonte: Google imagens, 2017.
O currículo construído a
partir do projeto pedagógico
da escola viabiliza a sua
operacionalização,
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finalidades.
Assim, pode ser visto como
um guia sugerido sobre o
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AS TEORIAS
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Emergindo na primeira metade do
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conhecimento especializado em
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Com base na concepção Taylorista seu
objetivo era obter o máximo de eficácia
com o menor custo. Num sentido
empresarial visava capacitar mão de
obra específica para a época.
Teoria crítica
Fonte: Google imagens, 2017.
Para esta concepção nenhuma escola é
neutra, fundamentado na cultura
dominante, na linguagem dominante se
conduz por um princípio cultural baseado
nas relações de poder. Com foco na visão
marxista estabelece um discurso crítico
evocado para a luta de classes e as
relações de poder.
O currículo tecia princípios de liberdade
almejando um saber envolto por questões
culturais.
Fonte: Google imagens, 2017.
Teoria pós-crítica
Preconiza de certa forma a quebra de
paradigmas educacionais como “o
professor fala, o estudante acata”.
Pretende assim tornar o currículo
flexível diante do grande fluxo
informacional. Destacam-se pois, o
multiculturalismo e o pensamento
liberal.
Reflete-se nesta teoria os pontos sobre
as questões de gênero que é
desvalorizada na cultura escolar.
Letramento informacional
x
Estrutura curricular
Fonte: Google imagens, 2017.
O letramento informacional (LI) surgi como
característica essencial da prática social a
partir da constatação da necessidade de
“[...] compreender sua necessidade de
informação, acessá-la física e
intelectualmente, selecioná-la, avaliá-la e
usá-la gerenciando seu próprio
conhecimento’. (DUDZIAK, 2001, p. 6)
Por este conceito percebemos como o LI
cria uma convergência com o currículo.
O LI junto ao currículo escolar possibilita
a inserção de novas práticas de
identificação, acesso, seleção, avaliação e
utilização da informação, sendo
necessária nos diferentes âmbitos da vida
(pessoal, social e profissional), além de
formar uma parceria entre professores e
bibliotecários que na caminhada de
ensino podem ter se distanciado, seja pela
desestruturação educacional que ocultou
a biblioteca do ambiente escolar ou pela
falta de informação durante a formação
básica sobre a importância do uso e
utilização dos recursos que a mesma
oferece.
Uma das diretrizes básicas da educação busca
oferecer em primeira instância uma educação
igualitária como direito de todos. Contudo, nota-
se que a política de educação igualitária é um
desafio diante do cenário de desigualdade
educacional num país em desenvolvimento.
Diante disto se faz necessário abordar a
implementação do LI na construção de políticas
educacionais assim como a participação do
bibliotecário, na atribuição de sua função,
exercendo o papel educativo sobre o acesso e uso
das informações nos mais diversos contextos e
junto a gestão escolar na criação de projetos que
incentivem a criatividade e pluralidade nos
saberes.
Um exemplo de prática de letramento
informacional foi a que a professora
da disciplina de Artes propôs na sala
do 8º ano de uma escola estadual no
Rio de Janeiro.
A atividade consistiu na criação de
panfletos sobre a dengue; o trabalho
feito em grupos desenvolveu
capacidades para o acesso a
ferramentas de trabalho que eles não
conheciam além de estimular a
pesquisa, depois dos panfletos
confeccionados toda a escola foi à
comunidade local distribuindo-os.
Além de desenvolverem habilidades e
obter conhecimentos exerceram sua
cidadania e proporcionaram
conhecimentos a outros.
Portanto, se faz de extrema relevância que
bibliotecários e professores conversem entre si para o
auxílio de atividades curriculares e extracurriculares,
seja no ambiente da sala de aula como na biblioteca.
Desenvolver a criatividade e autonomia dos alunos se
constroem com projetos que envolvam todos de forma
globalizada e que alcance a comunidade como um
todo.
REFERÊNCIAS
DUDIZIAK, E. A. A Information Literacy e o papel educacional das
bibliotecas. 2001. 173f. Dissertação (Mestrado em Ciências da
Comunicação) – Escola de Comunicação e artes; Universidade de São
Paulo, São Paulo, 2001.
GOLDEMBERG, J. O repensar da educação no Brasil. Estudos
Avançados, São Paulo, v. 7, n. 18, p. 65-137, ago. 1993. Disponível em:
<http://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9623/11192>. Acesso
em: 13 set. 2017.
SANTOS, Andréa Pereira dos; VILELA, Benjamim Pereira. Currículo e
letramento informacional: uma ligação necessária. Goiânia, 2017.
FERREIRA, Shana dos Santos. A Competência em informação no
Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Rio de Janeiro.
2017. 73f. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) – Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em:
<http://hdl.handle.net/11422/2638>. Acesso em: 31 ago. 2017.
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Teorias do Currículo

  • 1. Currículo: teorias e implementação do letramento informacional Por: Shana dos Santos
  • 2. Mas o que vem a ser Currículo? Fonte: Google imagens, 2017.
  • 3. O currículo construído a partir do projeto pedagógico da escola viabiliza a sua operacionalização, orientação das atividades educativas e as formas de executá-las definindo suas finalidades. Assim, pode ser visto como um guia sugerido sobre o quê, quando e como ensinar; como e quando avaliar.
  • 7. Emergindo na primeira metade do século XX, propõe uma educação instrumental. Por meio de um currículo, conferia um conhecimento especializado em determinada área do saber. Com base na concepção Taylorista seu objetivo era obter o máximo de eficácia com o menor custo. Num sentido empresarial visava capacitar mão de obra específica para a época.
  • 9. Para esta concepção nenhuma escola é neutra, fundamentado na cultura dominante, na linguagem dominante se conduz por um princípio cultural baseado nas relações de poder. Com foco na visão marxista estabelece um discurso crítico evocado para a luta de classes e as relações de poder. O currículo tecia princípios de liberdade almejando um saber envolto por questões culturais.
  • 10. Fonte: Google imagens, 2017. Teoria pós-crítica
  • 11. Preconiza de certa forma a quebra de paradigmas educacionais como “o professor fala, o estudante acata”. Pretende assim tornar o currículo flexível diante do grande fluxo informacional. Destacam-se pois, o multiculturalismo e o pensamento liberal. Reflete-se nesta teoria os pontos sobre as questões de gênero que é desvalorizada na cultura escolar.
  • 13. O letramento informacional (LI) surgi como característica essencial da prática social a partir da constatação da necessidade de “[...] compreender sua necessidade de informação, acessá-la física e intelectualmente, selecioná-la, avaliá-la e usá-la gerenciando seu próprio conhecimento’. (DUDZIAK, 2001, p. 6) Por este conceito percebemos como o LI cria uma convergência com o currículo.
  • 14. O LI junto ao currículo escolar possibilita a inserção de novas práticas de identificação, acesso, seleção, avaliação e utilização da informação, sendo necessária nos diferentes âmbitos da vida (pessoal, social e profissional), além de formar uma parceria entre professores e bibliotecários que na caminhada de ensino podem ter se distanciado, seja pela desestruturação educacional que ocultou a biblioteca do ambiente escolar ou pela falta de informação durante a formação básica sobre a importância do uso e utilização dos recursos que a mesma oferece.
  • 15. Uma das diretrizes básicas da educação busca oferecer em primeira instância uma educação igualitária como direito de todos. Contudo, nota- se que a política de educação igualitária é um desafio diante do cenário de desigualdade educacional num país em desenvolvimento. Diante disto se faz necessário abordar a implementação do LI na construção de políticas educacionais assim como a participação do bibliotecário, na atribuição de sua função, exercendo o papel educativo sobre o acesso e uso das informações nos mais diversos contextos e junto a gestão escolar na criação de projetos que incentivem a criatividade e pluralidade nos saberes.
  • 16. Um exemplo de prática de letramento informacional foi a que a professora da disciplina de Artes propôs na sala do 8º ano de uma escola estadual no Rio de Janeiro. A atividade consistiu na criação de panfletos sobre a dengue; o trabalho feito em grupos desenvolveu capacidades para o acesso a ferramentas de trabalho que eles não conheciam além de estimular a pesquisa, depois dos panfletos confeccionados toda a escola foi à comunidade local distribuindo-os. Além de desenvolverem habilidades e obter conhecimentos exerceram sua cidadania e proporcionaram conhecimentos a outros.
  • 17. Portanto, se faz de extrema relevância que bibliotecários e professores conversem entre si para o auxílio de atividades curriculares e extracurriculares, seja no ambiente da sala de aula como na biblioteca. Desenvolver a criatividade e autonomia dos alunos se constroem com projetos que envolvam todos de forma globalizada e que alcance a comunidade como um todo.
  • 18. REFERÊNCIAS DUDIZIAK, E. A. A Information Literacy e o papel educacional das bibliotecas. 2001. 173f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Comunicação) – Escola de Comunicação e artes; Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001. GOLDEMBERG, J. O repensar da educação no Brasil. Estudos Avançados, São Paulo, v. 7, n. 18, p. 65-137, ago. 1993. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/eav/article/view/9623/11192>. Acesso em: 13 set. 2017. SANTOS, Andréa Pereira dos; VILELA, Benjamim Pereira. Currículo e letramento informacional: uma ligação necessária. Goiânia, 2017. FERREIRA, Shana dos Santos. A Competência em informação no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Rio de Janeiro. 2017. 73f. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11422/2638>. Acesso em: 31 ago. 2017.