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Colégio Estadual Uyara Portugal
Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio
Orientadores: Alba Valéria Salles e Joselito Assis
Formação de Professores do Ensino Médio
Etapa II – Caderno IV – Linguagens
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica.
REFLEXÃO E AÇÃO
Ao longo desta unidade, promovemos reflexões em torno do fazer pedagógico
e sua relação como currículo, sob diversas perspectivas. Retomando as
reflexões teóricas sobre a atividade educativa na atualidade, influenciada pelos
impactos das tecnologias digitais, bem como as considerações de Libâneo aqui
abordadas sobre a pedagogia como forma de humanização das pessoas,
considere:
1. Discuta com um grupo de colegas as implicações dessas ideias para o seu
componente curricular.
2. A partir das discussões com seu grupo, reflitam em conjunto sobre a
metáfora da árvore e o fazer pedagógico. Procurem identificar algumas práticas
(recorrentes) dentro de seu componente. No contexto das folhas, abordem as
técnicas mais usadas e articulem-nas às práticas, às ideias, pensamento se
valores que as norteiam, ou seja, ligando-as à raiz (filosofia educacional) e ao
tronco (pedagogia).
3. Por fim, discuta qual é a relação do que foi levantado com a formação
humana integral dos estudantes.
1. Discuta com um grupo de colegas as implicações dessas ideias para o
seu componente curricular.
As implicações dessas ideias para o nosso componente curricular podem
ser vistos como sujeitos que se encontram inseridos em contextos
socioculturais e educacionais com necessidades, vivências e as relações
em torno do fazer pedagógico “uma atividade prática de humanização
das pessoas” conforme também pense e defende Libanêo (2010, p. 20).
O mundo se constitui não apenas por ações físicas, mas também por
ações de linguagem e o sujeito por sua vez, se constitui no modo como
atua pela linguagem.
Ingo Voese (1940 – 2007) foi um analista do discurso que se dedicou a
pensar o papel da linguagem na constituição da consciência social. Para
ele, uma das metas fundamentais da escola é possibilitar, aos
estudantes, uma reflexão sobre a mediação discursiva, de modo que
eles possam tanto ampliar seu mundo para além da esfera imediata
quanto atuar pelo social, em meio ao conflito e à gestão solidária de
vozes.
No nosso componente curricular existe muitas possibilidades para o
desenvolvimento dos saberes: a formação de rodas de leituras e
compartilhamento de textos produzidos, ciclos de debates, a produção
de mídias. O desenvolvimento de projetos culturais de teatro dança
música, artes plásticas, a participação de saraus, as exposições de
atividades culturais: cinemas, museus, feira do livro etc. Assim diversas
produções e programas envolvendo diversos componentes curriculares.
Os professores da Área de Linguagem do colégio Estadual Uyara
Portugal têm trabalhado na melhoria da formação de saberes para a
ação; na relação com a experiência escolar; à compreensão,
apropriação e o uso de várias formas de linguagem; trazê-los para os
contextos das necessidades e potenciais dos estudantes, e sempre de
forma crítica, comparativa e reflexiva.
Não podemos deixar de inserir neste contexto as tecnologias que têm
contribuído com Área de Linguagem, para o desenvolvimento do nosso
alunado como objetode questionamento, de problematização, visando
ação crítica e criativa. As transformações sociais marcam os tempos
atuais que decorrem, entre fatores, das novas tecnologias, e dos
complexos processos de globalização. Assim como as linguagens,
portanto, as tecnologias estão impregnadas ideologicamente e
continuamente reorganizam relações sociais e redefinem os espaços e
os modos de participação social.
Portanto é importante que haja problematização e a releitura das visões
acerca do conhecimento, do papel dos estudantes e dos professores na
construção desses conhecimentos, entre outros fatores ligados às
visões de mundo e de realidade que permeiam as práticas em que os
sujeitos estão envolvidos.
Segundo Masetto, a mediação pedagógica é a forma de se apresentar e
tratar um conteúdo ou tema que ajuda o aprendiz a coletar informações,
relacioná-las, organizá-las, manipulá-las, discuti-las e debate-las com
seus colegas, com o professor e com outras pessoas (Inter
aprendizagem), até chegar a produzir um conhecimento que seja
significativo para ele, conhecimento que se incorpore ao seu mundo
intelectual e vivencial, e que o ajude a compreender sua realidade
humana e social, e mesmo interferir nela.
2. A partir das discussões com seu grupo, reflitam em conjunto
sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico.
Reflexão sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico. O
pensamento que contempla a árvore no seu todo pode ser relacionado à
ideia de currículo como processo político,permeado por questões
ideológicas e, assim, de poder, conforme nos lembra deSilva (1999). O
olhar para as folhas, nessa perspectiva, não ocorre de forma isolada do
todo, mas sim a partirda ideia da atividade pedagógica como atividade
complexa. Pensar em conteúdos e técnicas demandará, nesse sentido,
análise sobre o que fazemos aliada à problematização acerca do modo
como fazemos edo por que fazemos da forma como fazemos.
Portanto, que não há métodos perfeitos ou modos únicos e corretos de
agir na sala de aula. A escola é o lugar onde aprendemos a valorizar o
conhecimento. O currículo, ou seja, as experiências os conteúdos, os
prêmios, turma, os materiais, etc., tudo isso forma o currículo de uma
escola.
Entendemos que o pensar e o atuar no campo educacional
compreendem uma responsabilidade social e ética que se orienta para o
desenvolvimento humano. O fazer pedagógico é sempre marcadopela
necessidade de assumirmos posicionamento frente aos objetivos e às
maneiras pelas quais o desenvolvimento e a aprendizagem dos
estudantes podem ser promovidos.
Sempre lembrando que na escola não se trata, nunca de reproduzir as
práticas, mas de trazê-las para os contextos das necessidades e
potências dos estudantes e sempre de forma crítica, comparativa e
reflexiva.
A metáfora da árvore nos mostra que as raízes representam a
fundamentação teórica estudada, o tronco simboliza a pesquisa, o
método utilizado, os galhos e as folhas são as atividades desenvolvidas
e os frutos representam os registros reflexivos.
3. Por fim, discuta qual é a relação do que foi levantado com a formação
humana integral dos estudantes.
A discussão em relação do que foi levantado com a formação humana integral
dos estudantes se realiza no contexto de constituição subjetiva, mediante
identidades e práticas específicas seus regulamentos, seus embates e
acordos. Os discentes precisam ser contemplados em uma interação autêntica,
onde haja espaço para opiniões, os debates, as decisões. Que possam realizar
escolhas conscientes sobre suas trajetórias pessoais e constituir os seus
próprios acervos de valores e conhecimentos não mais impostos como
heranças familiares ou institucionais. (BRASIL, 2013, p.19)
Os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano, portanto, dizem
respeito às experiências as quais os estudantes terão acesso e aos tipos da
saberes que constituirão.
É fundamental que os jovens sejam levados a compreender que não são
plateia, mas muito pelo contrário, são os protagonistas do futuro, e que, na
escola, estão se preparando para construí-lo e ressignificá-lo.
A ação de educar em um mundo em constante mudança é certamente uma
tarefa desafiadora e as práticas educativas não devem perder de vista sua
dimensão humanizadora.
Enfim, entendemos que o pensar e o atuar no campo educacional
compreendem uma responsabilidade social e ética que se orienta para o
desenvolvimento humano.
.REFERÊNCIAS
BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: ______. Estética da criação verbal.
Tradução de Paulo Bezerra.
São Paulo: Martins Fontes, 2006 [1953].
CHARLOT, B. Globalização e educação. Texto de conferência no Fórum
Mundial de Educação, 2000.
CHRÉTIEN, Claude. A Ciência em Ação. Campinas: Papirus, 1994.
CONNELLY, F. M.; CLANDININ, D. J. Teachers as curriculum planners:
Narratives of experience. NewYork: TeachersCollege Press, 1988.
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências
humanas. São Paulo: MartinsFontes, 2007.
GLAUCO. Abobrinhas da Brasilônia. São Paulo: Circo Editorial, 1985.
JENKINS, H. Confronting the challenges of participatory culture: media
education for the 21st century.Cambridge: The MIT Press, 2009.
KALANTZIS, M; COPE, B. New Learning: Elements of a Science of Education.
Cambridge: CambridgeUniversity Press, 2008.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar,
2001.
MASETTO, Marcos Tarciso. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 10.
ed. Campinas, SP: Papirus. 2000. RESUMO A presente obra em estudo
intitulada “Novas tecnologias..
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática.
5ed. Goiânia: Alternativa, 2004.

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Atv.ling. metafora (1)

  • 1. Colégio Estadual Uyara Portugal Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio Orientadores: Alba Valéria Salles e Joselito Assis Formação de Professores do Ensino Médio Etapa II – Caderno IV – Linguagens Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. REFLEXÃO E AÇÃO Ao longo desta unidade, promovemos reflexões em torno do fazer pedagógico e sua relação como currículo, sob diversas perspectivas. Retomando as reflexões teóricas sobre a atividade educativa na atualidade, influenciada pelos impactos das tecnologias digitais, bem como as considerações de Libâneo aqui abordadas sobre a pedagogia como forma de humanização das pessoas, considere: 1. Discuta com um grupo de colegas as implicações dessas ideias para o seu componente curricular. 2. A partir das discussões com seu grupo, reflitam em conjunto sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico. Procurem identificar algumas práticas (recorrentes) dentro de seu componente. No contexto das folhas, abordem as técnicas mais usadas e articulem-nas às práticas, às ideias, pensamento se valores que as norteiam, ou seja, ligando-as à raiz (filosofia educacional) e ao tronco (pedagogia). 3. Por fim, discuta qual é a relação do que foi levantado com a formação humana integral dos estudantes.
  • 2. 1. Discuta com um grupo de colegas as implicações dessas ideias para o seu componente curricular. As implicações dessas ideias para o nosso componente curricular podem ser vistos como sujeitos que se encontram inseridos em contextos socioculturais e educacionais com necessidades, vivências e as relações em torno do fazer pedagógico “uma atividade prática de humanização das pessoas” conforme também pense e defende Libanêo (2010, p. 20). O mundo se constitui não apenas por ações físicas, mas também por ações de linguagem e o sujeito por sua vez, se constitui no modo como atua pela linguagem. Ingo Voese (1940 – 2007) foi um analista do discurso que se dedicou a pensar o papel da linguagem na constituição da consciência social. Para ele, uma das metas fundamentais da escola é possibilitar, aos estudantes, uma reflexão sobre a mediação discursiva, de modo que eles possam tanto ampliar seu mundo para além da esfera imediata quanto atuar pelo social, em meio ao conflito e à gestão solidária de vozes. No nosso componente curricular existe muitas possibilidades para o desenvolvimento dos saberes: a formação de rodas de leituras e compartilhamento de textos produzidos, ciclos de debates, a produção de mídias. O desenvolvimento de projetos culturais de teatro dança música, artes plásticas, a participação de saraus, as exposições de atividades culturais: cinemas, museus, feira do livro etc. Assim diversas produções e programas envolvendo diversos componentes curriculares. Os professores da Área de Linguagem do colégio Estadual Uyara Portugal têm trabalhado na melhoria da formação de saberes para a ação; na relação com a experiência escolar; à compreensão, apropriação e o uso de várias formas de linguagem; trazê-los para os
  • 3. contextos das necessidades e potenciais dos estudantes, e sempre de forma crítica, comparativa e reflexiva. Não podemos deixar de inserir neste contexto as tecnologias que têm contribuído com Área de Linguagem, para o desenvolvimento do nosso alunado como objetode questionamento, de problematização, visando ação crítica e criativa. As transformações sociais marcam os tempos atuais que decorrem, entre fatores, das novas tecnologias, e dos complexos processos de globalização. Assim como as linguagens, portanto, as tecnologias estão impregnadas ideologicamente e continuamente reorganizam relações sociais e redefinem os espaços e os modos de participação social. Portanto é importante que haja problematização e a releitura das visões acerca do conhecimento, do papel dos estudantes e dos professores na construção desses conhecimentos, entre outros fatores ligados às visões de mundo e de realidade que permeiam as práticas em que os sujeitos estão envolvidos. Segundo Masetto, a mediação pedagógica é a forma de se apresentar e tratar um conteúdo ou tema que ajuda o aprendiz a coletar informações, relacioná-las, organizá-las, manipulá-las, discuti-las e debate-las com seus colegas, com o professor e com outras pessoas (Inter aprendizagem), até chegar a produzir um conhecimento que seja significativo para ele, conhecimento que se incorpore ao seu mundo intelectual e vivencial, e que o ajude a compreender sua realidade humana e social, e mesmo interferir nela. 2. A partir das discussões com seu grupo, reflitam em conjunto sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico. Reflexão sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico. O pensamento que contempla a árvore no seu todo pode ser relacionado à ideia de currículo como processo político,permeado por questões ideológicas e, assim, de poder, conforme nos lembra deSilva (1999). O olhar para as folhas, nessa perspectiva, não ocorre de forma isolada do todo, mas sim a partirda ideia da atividade pedagógica como atividade complexa. Pensar em conteúdos e técnicas demandará, nesse sentido, análise sobre o que fazemos aliada à problematização acerca do modo como fazemos edo por que fazemos da forma como fazemos. Portanto, que não há métodos perfeitos ou modos únicos e corretos de agir na sala de aula. A escola é o lugar onde aprendemos a valorizar o conhecimento. O currículo, ou seja, as experiências os conteúdos, os prêmios, turma, os materiais, etc., tudo isso forma o currículo de uma escola.
  • 4. Entendemos que o pensar e o atuar no campo educacional compreendem uma responsabilidade social e ética que se orienta para o desenvolvimento humano. O fazer pedagógico é sempre marcadopela necessidade de assumirmos posicionamento frente aos objetivos e às maneiras pelas quais o desenvolvimento e a aprendizagem dos estudantes podem ser promovidos. Sempre lembrando que na escola não se trata, nunca de reproduzir as práticas, mas de trazê-las para os contextos das necessidades e potências dos estudantes e sempre de forma crítica, comparativa e reflexiva. A metáfora da árvore nos mostra que as raízes representam a fundamentação teórica estudada, o tronco simboliza a pesquisa, o método utilizado, os galhos e as folhas são as atividades desenvolvidas e os frutos representam os registros reflexivos. 3. Por fim, discuta qual é a relação do que foi levantado com a formação humana integral dos estudantes. A discussão em relação do que foi levantado com a formação humana integral dos estudantes se realiza no contexto de constituição subjetiva, mediante identidades e práticas específicas seus regulamentos, seus embates e acordos. Os discentes precisam ser contemplados em uma interação autêntica, onde haja espaço para opiniões, os debates, as decisões. Que possam realizar escolhas conscientes sobre suas trajetórias pessoais e constituir os seus próprios acervos de valores e conhecimentos não mais impostos como heranças familiares ou institucionais. (BRASIL, 2013, p.19) Os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano, portanto, dizem respeito às experiências as quais os estudantes terão acesso e aos tipos da saberes que constituirão. É fundamental que os jovens sejam levados a compreender que não são plateia, mas muito pelo contrário, são os protagonistas do futuro, e que, na escola, estão se preparando para construí-lo e ressignificá-lo. A ação de educar em um mundo em constante mudança é certamente uma tarefa desafiadora e as práticas educativas não devem perder de vista sua dimensão humanizadora. Enfim, entendemos que o pensar e o atuar no campo educacional compreendem uma responsabilidade social e ética que se orienta para o desenvolvimento humano.
  • 5. .REFERÊNCIAS BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: ______. Estética da criação verbal. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2006 [1953]. CHARLOT, B. Globalização e educação. Texto de conferência no Fórum Mundial de Educação, 2000. CHRÉTIEN, Claude. A Ciência em Ação. Campinas: Papirus, 1994. CONNELLY, F. M.; CLANDININ, D. J. Teachers as curriculum planners: Narratives of experience. NewYork: TeachersCollege Press, 1988. FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: MartinsFontes, 2007. GLAUCO. Abobrinhas da Brasilônia. São Paulo: Circo Editorial, 1985. JENKINS, H. Confronting the challenges of participatory culture: media education for the 21st century.Cambridge: The MIT Press, 2009. KALANTZIS, M; COPE, B. New Learning: Elements of a Science of Education. Cambridge: CambridgeUniversity Press, 2008. LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. MASETTO, Marcos Tarciso. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 10. ed. Campinas, SP: Papirus. 2000. RESUMO A presente obra em estudo intitulada “Novas tecnologias.. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 5ed. Goiânia: Alternativa, 2004.