Tendência crítico social dos conteúdos

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Apresentação do seminário grupo Tendência critico social dos conteúdos.

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Tendência crítico social dos conteúdos

  1. 1. TEORIA PEDAGOGICA Professoras: Rita Buzzi Rausch e Marcia de Andrade Alunos: joana Geraldo Daniela Graciele
  2. 2. TENDÊNCIA CRÍTICO-SOCIAL DOS CONTEÚDOS
  3. 3.  SURGIMENTO DA PEDAGOGIACRÍTICO SOCIAL DOS CONTEÚDOS • Surgiu no final dos anos 70 e inicio dos anos 80.
  4. 4.  Surgiu como? Reação de alguns educadores que não aceitaram a pouca relevância que a pedagogia libertadora dá ao aprendizado do chamado “saber elaborado”
  5. 5. As metodologias  A tarefa principal é a difusão de conteúdos mas não qualquer conteúdo, e sim, de conteúdos contextualizados: Objetivos: 1. Trabalhar conteúdos escolares que tenham relevância na vida dos alunos, 2. Buscar o papel transformador da escola na sociedade; 3. Promover a difusão de conteúdos indissociáveis das realidades sociais; 4. Propiciar ao alunado a emancipação e participação ativa no processo ensino aprendizagem.
  6. 6. José Carlos Libâneo  Tendência "Crítica-Social dos Conteúdos" ...um conteúdo não pode se dissociar da realidade social, porque a escola é parte integrante da sociedade, portanto, “agir dentro dela é também agir no rumo da transformação” (LIBÂNEO, 1992:39).
  7. 7.  Metodologia: Parte da análise reflexiva e crítica do contexto sociocultural; Faz a articulação entre educador-educando, e utiliza os meios para apreensão crítica dos conteúdos, permitindo a apropriação da cultura popular; Considera-se os conteúdos de ensino como ponto central para se propor uma pedagogia coerente com a realidade do aluno, Traz uma crítica ao sistema de produção vigente sociedade, porém, encontra resistência da classe dominante.
  8. 8.  Demerval Saviani • Modelo que deriva de uma concepção que articula educação e sociedade • Parte da constatação de que a sociedade em que vivemos é dividida em classes com interesses opostos.  O papel da escola: • Garantir a apropriação critica do conhecimento, tornando-o uma arma de luta. • Preparar o aluno para a vida adulta e suas contradições, através da aquisição de conteúdos e da socialização; • Ela é parte integrante do todo social, e exerce "uma atividade mediadora no seio da prática social” Aluno: • Pessoa concreta que determina e é determinada pelo social, político e individual (sua própria história).
  9. 9.  O aluno participa na construção da sua aprendizagem com suas experiências adquiridas no contexto social; Professor: • É um intelectual, o educador que direciona e conduz o processo ensino aprendizagem. • O mediador entre a realidade social e os conteúdos
  10. 10.  A sociedade • Deve apropriar-se do saber, através do método dialético, responsável pelo confronto entre as experiências pessoais e o conteúdo transmitido, e pela reflexão e práxis pode ser transformada. Os conteúdos: • São culturais e universais que se constituíram em conhecimentos autônomos.  Não basta que eles sejam apenas ensinados, é preciso que se liguem de forma indissociável. A Postura da Pedagogia : • Assume-se o saber como tendo um conteúdo objetivo, mas ao mesmo tempo "introduz" a possibilidade de uma reavaliação crítica frente a este conteúdo.
  11. 11.  Não basta que eles sejam apenas ensinados, é preciso que se liguem de forma indissociável. A Postura da Pedagogia : • Assume-se o saber como tendo um conteúdo objetivo, mas ao mesmo tempo "introduz" a possibilidade de uma reavaliação crítica frente a este conteúdo.
  12. 12.  LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública - A Pedagogia Crítico- Social dos Conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 2002 - 18º ed.  LIBÂNEO, J.C. Didática. São Paulo: Cortez, 1992.  GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico Crítica. 4ª Ed  SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico Critica: primeiras aproximações. 8ª Ed.  Campinas: Autores Associados, 2003.  SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortes: Autores Associados, 1987.

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