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Campinas/SP - 2016
TAXONOMIA HIDROGEOLÓGICA DO ESTADO DO PIAUÍ
Geólogos
Adson Brito Monteiro
João Alberto Oliveira Diniz
Thiago Luiz Feijó de Paula
Francisco Lages Correia Filho
LOCALIZAÇÃO DA ÁREA
OBJETIVOS DO TRABALHO
Mostrar a Taxonomia Hidrogeológica do Estado do Piauí, através da classificação hierárquica
das unidades hidrogeológicas, utilizando a Metodologia CPRM – Serviço Geológico do Brasil.
Estado do Piauí
Área – 251.611,932 km2
CONCEITO
Originado da biologia, a taxonomia tem seu conceito adaptado na hidrogeologia no intuito de
estabelecer uma hierarquia na classificação das unidades hidrogeológicas, onde a unidade
fundamental indivisível se junta a outras, com algumas características semelhantes, para formar
categorias maiores, produzindo uma hierarquização sistemática. Entretanto, como sistemática de
trabalho, considera-se que, no estudo de uma área, deve-se começar pela unidade hierárquica
maior.
Unidades Hidrolitológicas (HL)
Sistemas Aquíferos (SA)
Aquíferos (AQ)
Unidades Hidroestratigráficas
(HE)
Definida pelas Classes de
Produtividades (1 a 5) + Unidade
Estratigráfica (UE)
Aquíferos (AQ)
Unidades Hidroestratigráficas
(HE)
Definida pelas Classes de
Produtividades (1 a 5) + Unidade
Estratigráfica (UE)
Não Aquíferos (NAQ)
Unidades Hidroestratigráficas
(HE)
Definida pela classe de
Produtividade 6 + Unidade
Estratigráfica (UE)
Granular (Gr)
Fraturado (Fr)
Cárstico (K)
Maior
Menor
ClasseHierárquica
Classes de Produtividades (CL)
1 – Muito Alta
2 – Alta
3 – Moderada
4 – Baixa, porém Localmente Moderada
5 – Muito Baixa, porém Localmente Baixa
6 – Pouco Produtiva ou Não Aquífera
DIVISÃO TAXÔNOMICA HIDROGEOLÓGICA
HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA
HE - Unidade
Hidroestratigráfica
AQ - Aquífero
SA - Sistema
Aquífero
HL - Unidade
Hidrolitológica
HE - Unidade
Hidroestratigráfica
AQ - Aquífero
HL - Unidade
Hidrolitológica
NAQ - Não
Aquífero = HE -
Unidade
Hidroestratigráfica
HL - Unidade
Hidrolitológica
A B C
A e B – unidades que armazenam e transmitem água subterrânea
C – unidades que não transmitem água subterrânea ou transmitem pouco
DEFINIÇÃO DA PRODUTIVIDADE E CLASSES DOS AQUÍFEROS
Q/s
(m3/h/m ) T (m2/s) K (m/s) Vazão(m3/h) Produtividade Classe
> 4,0 >10-2 >10-4 >100
Muito Alta: Fornecimentos de água de importância
regional (abastecimento de cidades e grandes
irrigações). Aquíferos que se destaquem em âmbito
nacional.
(1)
2,0< Q/s <4,0 10-3< T <10-2 10-5< K <10-4 50<Q<100
Alta: Características semelhantes à classe anterior,
contudo situando-se dentro da média nacional de bons
aquíferos.
(2)
1,0 < Q/s <2,0 10-4< T <10-3 10-6 < K <10-5 25<Q<50
Moderada: Fornecimento de água para abastecimentos
locais em pequenas comunidades, irrigação em áreas
restritas.
(3)
0,4< Q/s <1,0 10-5< T <10-4 10-7 < K < 10-6 10<Q<25
Geralmente baixa, porém localmente moderada:
Fornecimentos de água para suprir abastecimentos
locais ou consumo privado.
(4)
0,04 < Q/s < 0,4 10-6< T <10-5 10-8< K <10-7 1<Q<10
Geralmente muito baixa, porém localmente baixa:
Fornecimentos contínuos dificilmente são garantidos.
(5)
<0,04 <10-6 <10-8 < 1,0
Pouco Produtiva ou Não Aquífera: Fornecimentos
insignificantes de água. Abastecimentos restritos ao uso
de bombas manuais
(6)
(Struckmeir & Margat (1995) – Modificado in Diniz (2012)
Classe de produtividade + Unidade estratigráfica = Unidade Hidroestratigráfica
HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ
UNIDADES HIDROLITOLÓGICAS
HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ
SISTEMAS AQUÍFEROS
SAU – Sistema Aquífero Urucuia
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AQUÍFEROS E NÃO AQUÍFEROS
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Potencialidade
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Muito Alta
Urucuia (K2u)
Muito Baixa
Exu (K2e)
Cabeças (D2c) Pastos Bons (J2pb)
Serra Grande (Ssg) Pedra de Fogo (P12pf)
Alta Sambaíba (T12s) Barra Bonita (NP1cbc)
Moderada
Corda (J2c) Complexo Santa Filomena (MP3sfc)
Piauí (C2pi) Complexo Itaizinho (PP2i)
Poti (C1po) Embasamento Cristalino Ind. (Fr)
Muito Baixa
Depósito Aluvionar (Qa)
Improdutiva
Santana (K1s)
Depósito Litorâneo (Ql) Sardinha (K1βs)
Depósito Eólico (Qe) Longá (D1C1l)
Barreiras (ENb) Pimenteiras (D2p)
Areado (K1a)
• 19 Aquíferos e 4 Não Aquíferos
HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ
• 27 Unidades Hidroestratigráficas (23
produtivas e 4 quatro não
produtivas)
Classe Produtividade Unidades Hidroestratigráficas
1 Muito Alta (1) K2u; (1) D2c; (1) Ssg
2 Alta (2) T2s; (2) C2pi; (2) C1po
3 Moderada (3) J2c; (3) C2pi; (3) C2po; (3) D2c
4 Baixa, porém Localmente moderada (4) Ql; (4) Qe
5 Muito Baixa, porém Localmente Baixa
(5) Qa; (5) ENb, (5) K1a; (5) K2e; (5) J2pb;
(5) P12pf; (5) Ssg; (5) NP1cbc; (5) MP3sfc; (5)
PP2i; (5) Fr
6 Pouco Produtiva ou Não Aquífera (6) K1s; (6) K1βs; (6) D3C1l; (6) D2p;
UNIDADES HIDROESTRATIGRÁFICAS
HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ
FLUXOGRAMATAXÔMICO
CONCLUSÕES
• A adoção do conceito de TAXONOMIA HIDROGEOLÓGICA
reveste-se de grande importância, haja vista permitir a
individualização de áreas diferenciadas, sob o ponto de vista de
produtividade, permitindo melhor planejamento e evitando
desperdícios de recursos na perfuração de poços, em áreas menos
promissoras.
• Este conceito, uma vez adotado de forma generalizada em todo o
país, contribuirá com o aprimoramento das questões relativas ao
gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos e, no caso do
nordeste brasileiro, a otimização das ações de combate às secas.
OBRIGADO
Missão - Gerar e difundir o conhecimento
geológico e hidrológico básico necessário para
o desenvolvimento sustentável do Brasil.

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TAXONOMIA HIDROGEOLÓGICA DO ESTADO DO PIAUÍ

  • 1. Campinas/SP - 2016 TAXONOMIA HIDROGEOLÓGICA DO ESTADO DO PIAUÍ Geólogos Adson Brito Monteiro João Alberto Oliveira Diniz Thiago Luiz Feijó de Paula Francisco Lages Correia Filho
  • 2. LOCALIZAÇÃO DA ÁREA OBJETIVOS DO TRABALHO Mostrar a Taxonomia Hidrogeológica do Estado do Piauí, através da classificação hierárquica das unidades hidrogeológicas, utilizando a Metodologia CPRM – Serviço Geológico do Brasil. Estado do Piauí Área – 251.611,932 km2
  • 3. CONCEITO Originado da biologia, a taxonomia tem seu conceito adaptado na hidrogeologia no intuito de estabelecer uma hierarquia na classificação das unidades hidrogeológicas, onde a unidade fundamental indivisível se junta a outras, com algumas características semelhantes, para formar categorias maiores, produzindo uma hierarquização sistemática. Entretanto, como sistemática de trabalho, considera-se que, no estudo de uma área, deve-se começar pela unidade hierárquica maior.
  • 4. Unidades Hidrolitológicas (HL) Sistemas Aquíferos (SA) Aquíferos (AQ) Unidades Hidroestratigráficas (HE) Definida pelas Classes de Produtividades (1 a 5) + Unidade Estratigráfica (UE) Aquíferos (AQ) Unidades Hidroestratigráficas (HE) Definida pelas Classes de Produtividades (1 a 5) + Unidade Estratigráfica (UE) Não Aquíferos (NAQ) Unidades Hidroestratigráficas (HE) Definida pela classe de Produtividade 6 + Unidade Estratigráfica (UE) Granular (Gr) Fraturado (Fr) Cárstico (K) Maior Menor ClasseHierárquica Classes de Produtividades (CL) 1 – Muito Alta 2 – Alta 3 – Moderada 4 – Baixa, porém Localmente Moderada 5 – Muito Baixa, porém Localmente Baixa 6 – Pouco Produtiva ou Não Aquífera DIVISÃO TAXÔNOMICA HIDROGEOLÓGICA
  • 5. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA HE - Unidade Hidroestratigráfica AQ - Aquífero SA - Sistema Aquífero HL - Unidade Hidrolitológica HE - Unidade Hidroestratigráfica AQ - Aquífero HL - Unidade Hidrolitológica NAQ - Não Aquífero = HE - Unidade Hidroestratigráfica HL - Unidade Hidrolitológica A B C A e B – unidades que armazenam e transmitem água subterrânea C – unidades que não transmitem água subterrânea ou transmitem pouco
  • 6. DEFINIÇÃO DA PRODUTIVIDADE E CLASSES DOS AQUÍFEROS Q/s (m3/h/m ) T (m2/s) K (m/s) Vazão(m3/h) Produtividade Classe > 4,0 >10-2 >10-4 >100 Muito Alta: Fornecimentos de água de importância regional (abastecimento de cidades e grandes irrigações). Aquíferos que se destaquem em âmbito nacional. (1) 2,0< Q/s <4,0 10-3< T <10-2 10-5< K <10-4 50<Q<100 Alta: Características semelhantes à classe anterior, contudo situando-se dentro da média nacional de bons aquíferos. (2) 1,0 < Q/s <2,0 10-4< T <10-3 10-6 < K <10-5 25<Q<50 Moderada: Fornecimento de água para abastecimentos locais em pequenas comunidades, irrigação em áreas restritas. (3) 0,4< Q/s <1,0 10-5< T <10-4 10-7 < K < 10-6 10<Q<25 Geralmente baixa, porém localmente moderada: Fornecimentos de água para suprir abastecimentos locais ou consumo privado. (4) 0,04 < Q/s < 0,4 10-6< T <10-5 10-8< K <10-7 1<Q<10 Geralmente muito baixa, porém localmente baixa: Fornecimentos contínuos dificilmente são garantidos. (5) <0,04 <10-6 <10-8 < 1,0 Pouco Produtiva ou Não Aquífera: Fornecimentos insignificantes de água. Abastecimentos restritos ao uso de bombas manuais (6) (Struckmeir & Margat (1995) – Modificado in Diniz (2012) Classe de produtividade + Unidade estratigráfica = Unidade Hidroestratigráfica
  • 7. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ UNIDADES HIDROLITOLÓGICAS
  • 8. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ SISTEMAS AQUÍFEROS SAU – Sistema Aquífero Urucuia SAPP – Sistema Aquífero Poti/Piauí
  • 9. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ AQUÍFEROS E NÃO AQUÍFEROS Potencialidade Hidrogeológica Unidade Hidrogeológica Potencialidade Hidrogeológica Unidade Hidrogeológica Muito Alta Urucuia (K2u) Muito Baixa Exu (K2e) Cabeças (D2c) Pastos Bons (J2pb) Serra Grande (Ssg) Pedra de Fogo (P12pf) Alta Sambaíba (T12s) Barra Bonita (NP1cbc) Moderada Corda (J2c) Complexo Santa Filomena (MP3sfc) Piauí (C2pi) Complexo Itaizinho (PP2i) Poti (C1po) Embasamento Cristalino Ind. (Fr) Muito Baixa Depósito Aluvionar (Qa) Improdutiva Santana (K1s) Depósito Litorâneo (Ql) Sardinha (K1βs) Depósito Eólico (Qe) Longá (D1C1l) Barreiras (ENb) Pimenteiras (D2p) Areado (K1a) • 19 Aquíferos e 4 Não Aquíferos
  • 10. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ • 27 Unidades Hidroestratigráficas (23 produtivas e 4 quatro não produtivas) Classe Produtividade Unidades Hidroestratigráficas 1 Muito Alta (1) K2u; (1) D2c; (1) Ssg 2 Alta (2) T2s; (2) C2pi; (2) C1po 3 Moderada (3) J2c; (3) C2pi; (3) C2po; (3) D2c 4 Baixa, porém Localmente moderada (4) Ql; (4) Qe 5 Muito Baixa, porém Localmente Baixa (5) Qa; (5) ENb, (5) K1a; (5) K2e; (5) J2pb; (5) P12pf; (5) Ssg; (5) NP1cbc; (5) MP3sfc; (5) PP2i; (5) Fr 6 Pouco Produtiva ou Não Aquífera (6) K1s; (6) K1βs; (6) D3C1l; (6) D2p; UNIDADES HIDROESTRATIGRÁFICAS
  • 11. HIERARQUIZAÇÃO TAXÔMICA HIDROGEOLÓGICA DO PIAUÍ FLUXOGRAMATAXÔMICO
  • 12. CONCLUSÕES • A adoção do conceito de TAXONOMIA HIDROGEOLÓGICA reveste-se de grande importância, haja vista permitir a individualização de áreas diferenciadas, sob o ponto de vista de produtividade, permitindo melhor planejamento e evitando desperdícios de recursos na perfuração de poços, em áreas menos promissoras. • Este conceito, uma vez adotado de forma generalizada em todo o país, contribuirá com o aprimoramento das questões relativas ao gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos e, no caso do nordeste brasileiro, a otimização das ações de combate às secas.
  • 13. OBRIGADO Missão - Gerar e difundir o conhecimento geológico e hidrológico básico necessário para o desenvolvimento sustentável do Brasil.