O documento descreve o surgimento do Simbolismo no final do século XIX na Europa, uma literatura que rejeitava a razão e os sentimentos para compreender o mundo. O Impressionismo marcou uma ruptura na arte ao representar a realidade de forma imprecisa e subjetiva, explorando os efeitos da luz. O Simbolismo valorizava a linguagem sugestiva para provocar experiências sensoriais e sugerir relações entre o visível e o invisível.