O documento discute as crenças sobre a natureza humana que embasam práticas empresariais como avaliação de desempenho e remuneração variável. A autora argumenta que são as visões negativas sobre os seres humanos, e não a própria natureza humana, que levam à implementação de controles rígidos e instituições baseadas no medo. Nossas instituições acabam por reproduzir essas visões negativas sobre os humanos.