O documento discute o conceito de anomalia semântica, definindo-a como uma sentença gramaticalmente aceitável mas sem sentido. Fornece exemplos de sentenças anômalas e discute como elas diferem de contradições, provocando estranhamento ao invés de acarretamento. Também aborda como poetas usam anomalias e a visão de Chomsky sobre restrições selecionais na aquisição da linguagem.