E S T U D O S D A
C O M U N I C A Ç Ã O
H U M A N A
Á R E A S D E E S T U D O , C I Ê N C I A S
C O N S T I T U Í D A S E C A M P O S A
E X P L O R A R
S O B R E A
A P R E S E N T A Ç Ã O
• Nesta apresentação, com fins exclusivamente didáticos e
de provocação reflexiva, procuramos elencar as diversas
possibilidades da comunicação humana e relacioná-las a
áreas acadêmico-científicas já constituídas e
estabelecidas.
• Sabemos que não há “caixas fechadas” no conhecimento
científico. Sendo assim, os esquemas apresentados são
meramente ilustrativos. Todo conhecimento em uma
determinada área depende de métodos e pesquisas
estabelecidos em outras áreas.
• Sabemos, também, que a organização das ciências e dos
conhecimentos depende dos interesses das culturas e
sociedades. Se, por exemplo, o estudo da Retórica era de
gigantesca importância na Antiguidade, hoje já não recebe
o mesmo estatuto de relevância.
E S Q U E M A V I S U A L
Q U E É U M A L Í N G U A ?
• Sistema de comunicação humana.
• Apoia-se na oralidade e pode ter código escrito.
• Possui código e regras convencionados.
• Utiliza signos verbais.
• Utiliza palavras em combinações admitidas pelo sistema (sempre verbal).
• É utilizada por uma comunidade para efeitos de comunicação.
Q U E É U M A L I N G U A G E M ?
• Utiliza signos, podendo ser verbais ou não verbais.
• Utiliza sistemas de representação.
• Comunica ideias.
• Pode ser verbal, sonoro, gráfico, gestual, sensorial, sinestésico.
• Pode associar-se a outras linguagens em sistemas mais amplos.
• Linguagem de computação, linguagens da natureza, linguagens gestuais.
F O N É T I C A
• Estuda os aspectos físicos e articulatórios dos sons usados na fala.
• Por exemplo, como a boca, a língua e a laringe se comportam para produzir um “b” ou
um “t”.
• Contribui para detectar dificuldades de falantes de uma língua ao adquirirem outra
língua.
• Por exemplo, o “th” do inglês, o “u” do francês ou o “ó” aberto do português para o
falante de espanhol.
F O N O L O G I A
• Estuda os fonemas (sons produzidos para a fala) dentro do sistema das línguas.
• Por exemplo, dentro do sistema do Português, é possível entender como tendo o
mesmo valor o “r” retroflexo ou o “r” aspirado quando se diz “carro”.
• Dentro do sistema do inglês, o som retroflexo de “rat” e o som aspirado de “hat”
produzem significados distintos.
M O R F O L O G I A
• Estuda os elementos linguísticos que formam as palavras
• Sufixo, prefixo, desinência, morfema.
• Por exemplo, do morfema cant- podem aparecer várias possibilidades: canto, cantoria,
cantar, cantador, cantor, cantata.
S I N TA X E
• Estuda o modo como as palavras e locuções ordenam-se para formar frases completas.
• Preocupa-se com a função das palavras e sintagmas na frase.
• A boa e velha análise sintática vem desses estudos.
• Como uma língua organiza o sujeito, o verbo, o objeto etc.
S E M Â N T I C A
• Estuda a questão da significação.
• Como determinadas palavras, expressões e estruturas carregam sentido dentro da
língua.
• O que as palavras, sentenças e enunciados significam quando são proferidos.
• “Sua invenção é um verdadeiro ovo de Colombo!”.
A N Á L I S E D O D I S C U R S O
• Há várias correntes distintas nessa área.
• Procura interpretar como os textos linguísticos dialogam entre si, enquanto partes de
uma rede de sentidos.
• Analisa a relação entre textos de uma mesma pessoa, de um grupo, de uma entidade,
de uma camada da população, de uma configuração ideológica.
• Trabalha com jargão técnico, variações linguísticas, intertextualidade.
O R T O G R A F I A
• Regras sobre como redigir corretamente as palavras.
• Parte da gramática normativa.
• Área prescritiva e que depende de legislações.
• Acordo ortográfico.
• Transformações acompanham as mudanças da língua.
G R A M Á T I C A
• Descrição dos elementos e processos que formam o sistema da língua.
• Tende a estabilizar as diferenças e apresentar sistema baseado na norma de prestígio.
• Conjunto de regras a serem dominadas para expressão competente em uma língua.
• Para o gerativismo, trata-se da competência linguística do falante, independente da
língua.
• Livros que acompanham os dicionários, para determinar os padrões cultos.
P R A G M Á T I C A
• Estudo do uso da língua em contextos de comunicação, e das transformações que
esses contextos acabam exigindo.
• Por exemplo, o contexto de uma palestra e o contexto de uma conversa informal.
• Formas atenuadas de dizer coisas graves ou de dar ordens.
• Linguagem pensada em termos de objetivos, efeitos e consequências.
• “Já está ficando tarde...”.
E S T I L Í S T I C A
• Estuda a língua em sua força expressiva.
• Atenção dada aos processos que valorizam determinados traços semânticos e criam
novas significações.
• Figuras de linguagem, figuras de estilo, aliterações.
• O modo como um falante usa a língua em seu discurso, caracterizado pelos processos
recorrentes.
• Estilo empolado, estilo direto, estilo sutil, estilo comedido, estilo empostado.
L E X I C O L O G I A
• Estuda a palavra enquanto vocábulo, pensando em glossários, vocabulários, dicionários.
• Investiga classificação, constituição mórfica, variações, significados.
• Oferece sustentação teórica para a construção de dicionários.
• Estudo descritivo, classificatório e esquemático.
E M A I S . . .
• Filologia
• Estudos de prosódia
• Etimologia
• Psicolinguística
• Sociolinguística
• ...
L I N G U Í S T I C A
• Estuda a linguagem humana em seus diversos aspectos.
• Abordagens fonética, morfológica, sintática, semântica, social, psicológica.
• Estuda as estruturas da língua (de cada língua e comuns a todas as línguas).
• Estuda a história, a origem , o desenvolvimento e as transformações das línguas no
tempo.
• Estuda os troncos linguísticos e seus desenvolvimentos.
Q U E É C O M U N I C A Ç Ã O N Ã O
V E R B A L ?
• Nem toda ideia é comunicada pela língua.
• Há inúmeros exemplos de comunicação pela linguagem, sem signos verbais.
• Semáforo.
• Aceno.
• Orquestra executando sinfonia.
• Gravura.
V I S U A L I D A D E S
• Uso ativo do sentido da visão como meio para expressar ideias.
• Códigos de cores.
• Fotografia. Filmagem. Animação.
• Artes plásticas, gravura, processos gráficos, desenho.
• Visualidades complementadas por processos verbais: cinema, quadrinhos.
• Processos verbais complementados por visualidades: livros ilustrados.
O L FAT I V I D A D E S
• Cheiros, odores, perfumes transmitem informações.
• Dizem respeito a estados de saúde e de espírito.
• Arte da fragrância, aroma de alimentos.
• Processos bioquímicos.
• Incensos, aromatizações.
S O N O R I D A D E S
• Sistemas sonoros podem não ser musicais: três toques no teatro, alarme de roubo.
• Sons da natureza, sons dos pássaros, sons de máquinas.
• Música ocidental possui linguagem própria e sistema de sentido historicamente
consolidado, mas não universal.
• Linguagens musicais diferentes: Índia, países árabes, Extremo Oriente.
• O próprio conceito de música varia.
• Movimento do corpo e sons compõem a dança (na maior parte das vezes).
G U S TAT I V I D A D E S
• Escolhas e preparações de alimentos comunicam e informam.
• Não apenas expressão de uma cultura, mas expressão de uma identidade.
• Sabores: ácido, amargo, azedo, doce, salgado, umami.
• Sabores e odores criam sensações físicas.
• Toque do cozinheiro.
• Cozinha industrial, artesanal, típica. Nutrição.
P E R C E P Ç Õ E S T Á T E I S E
A M B I E N TA I S
• Corpo e suas sensações epidérmicas.
• Calor, vento, umidade, aspereza, consistência, permeabilidade, iluminação.
• Recursos constroem conceito de instalação.
• Arquitetura.
• Engenharia de shows.
• Tapeçaria.
G E S T U A L I D A D E S
• Gestualidade é própria da comunicação humana.
• Sistemas gestuais são diferentes de línguas gestuais.
• Gestualidade complementa ou substitui a fala.
• Ator, dançarino, apresentador, orador.
• Culturas estabelecem sistemas de gestos.
L I N G U A G E N S C I B E R N É T I C A S
• Avanços nas conquistas digitais criaram universo próprio.
• Recursos gráficos, visuais, sinestésicos.
• Videogames.
• Comunicação por redes sociais.
• Aplicativos e softwares.
• Linguagens de programação.
C Ó D I G O S C U LT U R A I S
• O significado de cada elemento cultural depende de cada povo, cada processo histórico,
cada época.
• Uma escultura, vista como uma obra de arte para alguns, pode ter sido um objeto de
devoção, para outros.
• Reverências à natureza, cumprimentos, modos de viver.
• Grupos formados em frente a lojas de discos.
E X P R E S S Õ E S A R T Í S T I C A S
• Dentro das culturas, a partir dos canais físicos possíveis, segundo as tradições das
sociedades, expressões artísticas são manifestadas.
• Artes constituem espaços com regras próprias e finalidades diferenciadas.
• Música está além de sonoridades. Pintura está além de visualidades.
• Pintura, escultura, arquitetura, música, teatro, cinema, dança, literatura, quadrinhos,
fotografia, culinária, artes cibernéticas, desenho, gravura, canção popular, artesanato,
ourivesaria.
• Artes constroem tradições e rupturas, e estabelecem seus sistemas.
E S Q U E M A V I S U A L R E T O M A D O

Estudos da comunicacao humana

  • 1.
    E S TU D O S D A C O M U N I C A Ç Ã O H U M A N A Á R E A S D E E S T U D O , C I Ê N C I A S C O N S T I T U Í D A S E C A M P O S A E X P L O R A R
  • 2.
    S O BR E A A P R E S E N T A Ç Ã O • Nesta apresentação, com fins exclusivamente didáticos e de provocação reflexiva, procuramos elencar as diversas possibilidades da comunicação humana e relacioná-las a áreas acadêmico-científicas já constituídas e estabelecidas. • Sabemos que não há “caixas fechadas” no conhecimento científico. Sendo assim, os esquemas apresentados são meramente ilustrativos. Todo conhecimento em uma determinada área depende de métodos e pesquisas estabelecidos em outras áreas. • Sabemos, também, que a organização das ciências e dos conhecimentos depende dos interesses das culturas e sociedades. Se, por exemplo, o estudo da Retórica era de gigantesca importância na Antiguidade, hoje já não recebe o mesmo estatuto de relevância.
  • 3.
    E S QU E M A V I S U A L
  • 4.
    Q U EÉ U M A L Í N G U A ? • Sistema de comunicação humana. • Apoia-se na oralidade e pode ter código escrito. • Possui código e regras convencionados. • Utiliza signos verbais. • Utiliza palavras em combinações admitidas pelo sistema (sempre verbal). • É utilizada por uma comunidade para efeitos de comunicação.
  • 5.
    Q U EÉ U M A L I N G U A G E M ? • Utiliza signos, podendo ser verbais ou não verbais. • Utiliza sistemas de representação. • Comunica ideias. • Pode ser verbal, sonoro, gráfico, gestual, sensorial, sinestésico. • Pode associar-se a outras linguagens em sistemas mais amplos. • Linguagem de computação, linguagens da natureza, linguagens gestuais.
  • 6.
    F O NÉ T I C A • Estuda os aspectos físicos e articulatórios dos sons usados na fala. • Por exemplo, como a boca, a língua e a laringe se comportam para produzir um “b” ou um “t”. • Contribui para detectar dificuldades de falantes de uma língua ao adquirirem outra língua. • Por exemplo, o “th” do inglês, o “u” do francês ou o “ó” aberto do português para o falante de espanhol.
  • 7.
    F O NO L O G I A • Estuda os fonemas (sons produzidos para a fala) dentro do sistema das línguas. • Por exemplo, dentro do sistema do Português, é possível entender como tendo o mesmo valor o “r” retroflexo ou o “r” aspirado quando se diz “carro”. • Dentro do sistema do inglês, o som retroflexo de “rat” e o som aspirado de “hat” produzem significados distintos.
  • 8.
    M O RF O L O G I A • Estuda os elementos linguísticos que formam as palavras • Sufixo, prefixo, desinência, morfema. • Por exemplo, do morfema cant- podem aparecer várias possibilidades: canto, cantoria, cantar, cantador, cantor, cantata.
  • 9.
    S I NTA X E • Estuda o modo como as palavras e locuções ordenam-se para formar frases completas. • Preocupa-se com a função das palavras e sintagmas na frase. • A boa e velha análise sintática vem desses estudos. • Como uma língua organiza o sujeito, o verbo, o objeto etc.
  • 10.
    S E MÂ N T I C A • Estuda a questão da significação. • Como determinadas palavras, expressões e estruturas carregam sentido dentro da língua. • O que as palavras, sentenças e enunciados significam quando são proferidos. • “Sua invenção é um verdadeiro ovo de Colombo!”.
  • 11.
    A N ÁL I S E D O D I S C U R S O • Há várias correntes distintas nessa área. • Procura interpretar como os textos linguísticos dialogam entre si, enquanto partes de uma rede de sentidos. • Analisa a relação entre textos de uma mesma pessoa, de um grupo, de uma entidade, de uma camada da população, de uma configuração ideológica. • Trabalha com jargão técnico, variações linguísticas, intertextualidade.
  • 12.
    O R TO G R A F I A • Regras sobre como redigir corretamente as palavras. • Parte da gramática normativa. • Área prescritiva e que depende de legislações. • Acordo ortográfico. • Transformações acompanham as mudanças da língua.
  • 13.
    G R AM Á T I C A • Descrição dos elementos e processos que formam o sistema da língua. • Tende a estabilizar as diferenças e apresentar sistema baseado na norma de prestígio. • Conjunto de regras a serem dominadas para expressão competente em uma língua. • Para o gerativismo, trata-se da competência linguística do falante, independente da língua. • Livros que acompanham os dicionários, para determinar os padrões cultos.
  • 14.
    P R AG M Á T I C A • Estudo do uso da língua em contextos de comunicação, e das transformações que esses contextos acabam exigindo. • Por exemplo, o contexto de uma palestra e o contexto de uma conversa informal. • Formas atenuadas de dizer coisas graves ou de dar ordens. • Linguagem pensada em termos de objetivos, efeitos e consequências. • “Já está ficando tarde...”.
  • 15.
    E S TI L Í S T I C A • Estuda a língua em sua força expressiva. • Atenção dada aos processos que valorizam determinados traços semânticos e criam novas significações. • Figuras de linguagem, figuras de estilo, aliterações. • O modo como um falante usa a língua em seu discurso, caracterizado pelos processos recorrentes. • Estilo empolado, estilo direto, estilo sutil, estilo comedido, estilo empostado.
  • 16.
    L E XI C O L O G I A • Estuda a palavra enquanto vocábulo, pensando em glossários, vocabulários, dicionários. • Investiga classificação, constituição mórfica, variações, significados. • Oferece sustentação teórica para a construção de dicionários. • Estudo descritivo, classificatório e esquemático.
  • 17.
    E M AI S . . . • Filologia • Estudos de prosódia • Etimologia • Psicolinguística • Sociolinguística • ...
  • 18.
    L I NG U Í S T I C A • Estuda a linguagem humana em seus diversos aspectos. • Abordagens fonética, morfológica, sintática, semântica, social, psicológica. • Estuda as estruturas da língua (de cada língua e comuns a todas as línguas). • Estuda a história, a origem , o desenvolvimento e as transformações das línguas no tempo. • Estuda os troncos linguísticos e seus desenvolvimentos.
  • 19.
    Q U EÉ C O M U N I C A Ç Ã O N Ã O V E R B A L ? • Nem toda ideia é comunicada pela língua. • Há inúmeros exemplos de comunicação pela linguagem, sem signos verbais. • Semáforo. • Aceno. • Orquestra executando sinfonia. • Gravura.
  • 20.
    V I SU A L I D A D E S • Uso ativo do sentido da visão como meio para expressar ideias. • Códigos de cores. • Fotografia. Filmagem. Animação. • Artes plásticas, gravura, processos gráficos, desenho. • Visualidades complementadas por processos verbais: cinema, quadrinhos. • Processos verbais complementados por visualidades: livros ilustrados.
  • 21.
    O L FATI V I D A D E S • Cheiros, odores, perfumes transmitem informações. • Dizem respeito a estados de saúde e de espírito. • Arte da fragrância, aroma de alimentos. • Processos bioquímicos. • Incensos, aromatizações.
  • 22.
    S O NO R I D A D E S • Sistemas sonoros podem não ser musicais: três toques no teatro, alarme de roubo. • Sons da natureza, sons dos pássaros, sons de máquinas. • Música ocidental possui linguagem própria e sistema de sentido historicamente consolidado, mas não universal. • Linguagens musicais diferentes: Índia, países árabes, Extremo Oriente. • O próprio conceito de música varia. • Movimento do corpo e sons compõem a dança (na maior parte das vezes).
  • 23.
    G U STAT I V I D A D E S • Escolhas e preparações de alimentos comunicam e informam. • Não apenas expressão de uma cultura, mas expressão de uma identidade. • Sabores: ácido, amargo, azedo, doce, salgado, umami. • Sabores e odores criam sensações físicas. • Toque do cozinheiro. • Cozinha industrial, artesanal, típica. Nutrição.
  • 24.
    P E RC E P Ç Õ E S T Á T E I S E A M B I E N TA I S • Corpo e suas sensações epidérmicas. • Calor, vento, umidade, aspereza, consistência, permeabilidade, iluminação. • Recursos constroem conceito de instalação. • Arquitetura. • Engenharia de shows. • Tapeçaria.
  • 25.
    G E ST U A L I D A D E S • Gestualidade é própria da comunicação humana. • Sistemas gestuais são diferentes de línguas gestuais. • Gestualidade complementa ou substitui a fala. • Ator, dançarino, apresentador, orador. • Culturas estabelecem sistemas de gestos.
  • 26.
    L I NG U A G E N S C I B E R N É T I C A S • Avanços nas conquistas digitais criaram universo próprio. • Recursos gráficos, visuais, sinestésicos. • Videogames. • Comunicação por redes sociais. • Aplicativos e softwares. • Linguagens de programação.
  • 27.
    C Ó DI G O S C U LT U R A I S • O significado de cada elemento cultural depende de cada povo, cada processo histórico, cada época. • Uma escultura, vista como uma obra de arte para alguns, pode ter sido um objeto de devoção, para outros. • Reverências à natureza, cumprimentos, modos de viver. • Grupos formados em frente a lojas de discos.
  • 28.
    E X PR E S S Õ E S A R T Í S T I C A S • Dentro das culturas, a partir dos canais físicos possíveis, segundo as tradições das sociedades, expressões artísticas são manifestadas. • Artes constituem espaços com regras próprias e finalidades diferenciadas. • Música está além de sonoridades. Pintura está além de visualidades. • Pintura, escultura, arquitetura, música, teatro, cinema, dança, literatura, quadrinhos, fotografia, culinária, artes cibernéticas, desenho, gravura, canção popular, artesanato, ourivesaria. • Artes constroem tradições e rupturas, e estabelecem seus sistemas.
  • 29.
    E S QU E M A V I S U A L R E T O M A D O