O seminário de Julio Castro discute a alfabetização tecnológico-digital, utilizando a metáfora de Alan Kay sobre computadores como pianos, enfatizando a importância do acesso, transformação e produção de conhecimento. O texto também critica a abordagem sintática da alfabetização e destaca a necessidade de uma perspectiva que valorize a imaginação e a produção significativa de saberes. Referências a Paulo Freire e casos contemporâneos como blogs sobre a ocupação do Iraque ilustram a relevância prática da alfabetização digital na resistência à dominação e na afirmação da cidadania.