7º Ano

Geometria


Abordagem básica: Perímetros e áreas de figuras geométricas
[incluindo fórmulas]


Quadrado
Área = lado x lado (A = l x l)
Perímetro = lado + lado + lado + lado ou 4 x lado ( P = l + l + l + l ou 4 x l)


Retângulo
Área = comprimento x largura (A = c x l)
Perímetro = comprimento + comprimento + largura + largura ou 2 x
comprimento + 2 x largura (P = c + c + l + l ou 2 x c + 2 x l)


Triângulo
Área = base x altura sobre 2 (A = b x h /2)
Perímetro = Soma de todos os lados (no caso dos triângulos retângulos, altura,
comprimento e hipotenusa)


Circunferência
                                     2
Área = raio ao quadrado x Pi (A = r x Pi)
Perímetro = diâmetro x Pi ou 2 x raio x Pi (A = d x Pi ou 2 x r x Pi)
Característica: qualquer diâmetro (linha reta que vai de um lado ao outro da
circunferência, passando pelo centro) é um eixo de simetria.


Abordagem básica: Áreas e volumes de sólidos de uma base e
duas bases

Sólidos de duas bases (cubo, prisma, paralelepípedo, cilindro)
Volume: Área da base x altura (V = Ab x h)
Área total: Área das bases + Área lateral (AT = 2 Ab + Al)



                                                                                  1
Sólidos de uma base (pirâmide, cone)
Volume: 1/3 x Área da base x altura (V = 1/3 x Ab x h)
Área total: Área da base + área lateral (AT = Ab + Al)
[Área lateral = perímetro da base x geratriz (altura)]

Posições relativas de retas e planos


Definições
•   Reta: duas letras maiúsculas ou uma minúscula (AB ou s)
•   Segmento de Reta: [AB]
•   Semirreta com origem em A: ‘AB
•   Plano: três letras maiúsculas (ABC)

Reta – Define-se com 2 pontos
Plano – Define-se com 3 pontos


Posições relativas entre Retas
•   Paralelas (não têm nenhum ponto em comum; os pontos estão todos e
    sempre à mesma distância)
•   Coincidentes (estão sobrepostas: todos os pontos em comum)
•   Concorrentes (têm apenas um ponto em comum)
- Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus)
- Oblíquas (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus)
•   Complanares (no mesmo plano)
•   Não Complanares (não estão no mesmo plano)


Posições Relativas entre Planos
•   Paralelos (não têm nenhum ponto em comum: os pontos mantêm a
    mesma distância)
•   Coincidentes (estão sobrepostos: todos os pontos em comum)
•   Concorrentes (têm um segmento de reta em comum)
- Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus)
- Oblíquos (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus)


                                                                     2
Posições relativas entre Retas e Planos
•   Paralelos (não têm nenhum ponto em comum: os pontos mantêm a
    mesma distância)
•   Reta Aposta ao Plano (reta contida no plano)
•   Concorrentes (têm um ponto em comum)
- Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus)
- Oblíquos (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus)


Classificação de triângulos


Em relação aos lados
Equilátero: Todos os lados iguais (um eixo de simetria)
Isósceles: Dois lados iguais (um eixo de simetria)
Escaleno: Todos os lados diferentes (nenhum eixo de simetria)


Em relação aos ângulos
Retângulo: Um ângulo reto
Acutângulo: Todos os ângulos agudos
Obtusângulo: Um ângulo obtuso


Classificação de Quadriláteros

Quadrilátero : polígono de quatro lados
Polígono: região do plano delimitado por segmentos de reta


Quadrado
- Todos os lados iguais;
- Todos os ângulos retos;
- 4 Eixos de simetria;
- As 2 diagonais iguais bissectam-se e são perpendiculares.


Paralelogramo
- Lados iguais e paralelos dois a dois;


                                                                     3
- Ângulos opostos iguais;
- Não tem eixo de simetria;
- As diagonais bissectam-se.


Losango
- Todos os lados iguais;
- Ângulos opostos iguais;
- Tem 2 eixos de simetria;
- Diagonais bissectam-se e são perpendiculares.


Trapézio
- Tem sempre 2 lados paralelos;
- Trapézios Retângulos e Escalenos não têm eixo de simetria;
- Trapézios isósceles têm um eixo de simetria.


Retângulo
- Lados iguais e paralelos dois a dois;
- Todos os ângulos retos;
- Tem 2 eixos de simetria;
- Tem 2 diagonais iguais que se bissectam.


Soma dos ângulos internos de um quadrilátero: 360º.


Ângulos de um triângulo; Semelhança de triângulos


Ângulos internos/externos
A soma dos três ângulos internos é sempre igual a 180º.

Cada ângulo externo somado com o interno corresponde vale 180º. Estes
ângulos são suplementares: a sua soma equivale a 180º.


Relações entre lados e ângulos do triângulo
Propriedades:
- A lados iguais correspondem ângulos iguais e vice-versa.


                                                                    4
- Ao maior lado opõe-se o maior ângulo e vice-versa.
- Ao menor lado opõe-se o menor ângulo e vice-versa.


Regra básica de construção de triângulos; igualdade/desigualdade triangular
- Para se poder construir um triângulo, cada um dos seus lados têm que ser
menor que a soma da medida dos outros dois.


Diz-se que dois triângulos são semelhantes quando têm dois ângulos iguais.




Classificação de Ângulos
Um ângulo é:
- Agudo quando menor que 90º
- Obtuso quando maior que 90º
- Reto quando igual a 90º
- Raso quando igual a 180º
- Giro quando igual a 360º
- Nulo quando igual a 0º


Dois ângulos são:
- Complementares quando a sua soma é de 90º
- Suplementares quando a sua soma é de 180º
- Verticalmente opostos quando se encontram em planos paralelos [Estes
ângulos são sempre iguais ou suplementares]


Figuras semelhantes; construção de figuras semelhantes


Figuras semelhantes: são geometricamente iguais ou uma delas é a ampliação
ou redução da outra.


Ampliação: Todas as medidas da figura inicial são multiplicadas pelo mesmo
número (diferente de um 1).


                                                                              5
Redução: Todas as medidas da figura inicial são divididas pelo mesmo número
(diferente de 1).




Aritmética e aritmética combinada


Conjuntos Numéricos


•   Conjunto N – Contém os números naturais: inteiros positivos (exclui o 0).
•   Conjunto Z – Contém os números inteiros relativos: inteiros positivos e
    negativos (inclui o 0).
•   Conjunto Q – Contém os números racionais: inteiros relativos e números
    fracionários, positivos ou negativos (inclui o 0). (Nota: Não confundir
    números decimais com dízimas infinitas: um número decimal tem sempre
    um número finito de casas decimais.)


Números simétricos e valor absoluto


Cada número tem um simétrico: é o número na Reta Numérica que está à
mesma distância de 0, na ordem contrária. Exemplos: 3 e -3 são simétricas, tal
como ½ e -½, 678 e -678, etc. Estes números têm sempre o mesmo valor
absoluto.


O valor absoluto de um número é o valor da distância desse número à
origem: é sempre esse número positivo.


Representação de pontos no Plano: Referencial Cartesiano


O Referencial Cartesiano é constituído por duas retas paralelas, em que a
horizontal se chama eixo das abcissas (x) e a vertical, eixo das ordenadas (y).
Têm quatro quadrantes definidos pelos eixos.




                                                                                6
Nos eixos são representados números (a cada ponto do eixo corresponde um
valor), que devem estar sempre à mesma distância, e o intervalo entre eles tem
que ter sempre o mesmo valor.


Quando se conhecem as coordenadas de um ponto, é possível representá-lo
no Referencial Cartesiano: o primeiro número indicado é marcado no eixo x e o
segundo no eixo y. As coordenadas são sempre indicadas da seguinte forma:
A –> (1,2). 1 será marcado no eixo x e 2 no eixo y: a interseção das retas
originadas nestes pontos é o ponto A.




Adição e subtração de números racionais


Regra 1: Com sinais iguais dá-se o mesmo sinal e somam-se os números.


Regra 2: Com sinais diferentes dá-se o sinal do número com maior valor
absoluto e subtraem-se os números.


Na adição/subtração de números fracionários, primeiro reduz-se a expressão
ao mesmo denominador.




Multiplicação e Divisão de números racionais; Prioridade das
Operações


Regra 1: As operações são sempre feitas pela seguinte ordem: primeiro as
expressões dentro de parênteses, depois as divisões e multiplicações pela
ordem em que aparecem, depois as adições e subtrações pela ordem em que
aparecem.


Regra 2: Se os números tiverem o mesmo sinal, dá-se o sinal +.

Regra 3: Se os números tiverem sinais diferentes, dá-se o sinal –.




                                                                             7
Para multiplicar frações não se retiram os parênteses e não se reduzem as
frações ao mesmo denominador: multiplicam-se os denominadores pelos
denominadores e numeradores por numeradores.


Para dividir frações, a primeira fração mantém-se e a segunda inverte-se (o
numerador passa a denominador e vice-versa). O sinal de dividir passa ao de
multiplicar.




Potências: Adição, subtração, divisão e multiplicação de potências


Adição e subtração: Calcula-se o valor de cada potência e efetuam-se os
cálculos.
Divisão e multiplicação: Quando não existem bases ou expoentes em comum,
também se determina o valor das potências e realizam-se os cálculos.


Critérios de Divisibilidade por 2, 3, e 5


Por 2
-> Um número é divisível por 2 quando o seu algarismo das unidades é 0,2, 4,
6 ou 8
Por 3
-> Um número é divisível por 3 quando a soma dos seus algarismos é um
múltiplo de 3.
Por 5
-> Um número é divisível por 5 quando o seu algarismo das unidades é 5 ou 0.


Números Primos e decomposição de números em fatores primos


Números primos são números divisíveis apenas por 1 e por si próprios.
Os primeiros números primos: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 23, 29, 31, 37, 43, 47, 53




                                                                              8
Para decompor um número em fatores primos, o número inicial é dividido pelo
maior número primo possível. O número resultante é novamente dividido pelo
maior primo possível e assim sucessivamente, até se obter 1.


Exemplo: 540         540|5
                     108|3
                      36|3
                      12|3
                       4|2
                       2|2
                        1
          3      2
540= 5 x 3 x 2
Sequências


As sequências são listas ordenadas de números que se relacionam entre si.
Uma sequências de números é representada pelo seu termo geral.


Por exemplo, 2n representa a sequência dos números pares.

n=1 =» 2 x 1 = 2
n=2 =» 2 x 2 = 4
n=3 =» 2 x 3 = 6
...
Simplificação de expressões com incógnitas


Para simplificar expressões com incógnitas, reduzem-se (adicionam-se,
subtraem-se, multiplicam-se ou dividem-se) os termos semelhantes (termos
com a mesma parte literal).


Exemplo: P = 5x + 10 + 5x + 7 + x + 10 + 2x + 6 + 4x + 3x + 1
         P = 20x + 34




Equações do 1º grau


                                                                            9
Equação é uma igualdade onde aparece pelo menos uma variável.


A equação tem sempre dois membros: são definidos pela igualdade (=). Cada
um dos valores da equação é um termo.
A solução da equação é o valor que torna a expressão verdadeira.
Nota: Quando numa equação do 1º grau há parênteses, quando atrás dos
parênteses temos:
       - Sinal positivo (+), não se alteram os sinais dos termos que estão dentro
de parênteses.
       - Sinal negativo (–), todos os sinais dentro de parênteses são trocados
       - Um número, então todos os valores dentro da equação são multipli-
cados por esse número.
As equações do 1º grau classificam-se em:
•   Possíveis determinadas: quando têm apenas uma solução;
•   Possíveis indeterminadas: quando têm infinitas soluções.
•   Impossíveis: quando não têm solução.




Razão e Proporção


Razão é uma comparação entre duas quantidades.


A razão entre b e a é b/a ou b:a, em que b é o antecedente e a o consequente.


Proporção é a igualdade entre duas razões.


Exemplo: 2/4 = ½ => Proporção (2 está para 4, tal como 1 está para 2)


Propriedade Fundamental das Proporções : Numa proporção o produto
dos extremos é sempre igual ao produto dos meios.




                                                                                 10
Percentagem


Divisão do valor em 100. Por exemplo, 68% (de algum valor), corresponde a 68
partes por cada 100. 100% é sempre a totalidade do valor.


Para calcular a percentagem, utiliza-se uma regra de três simples.
Exemplo: 70% de 28.


100 – 28            (100% corresponde a 28)
70 – x              (70% corresponde a x: a incógnita que se vai calcular)


x = 28 x 70 / 100
x = 19.6

70% de 28 é 19,6.


Proporcionalidade Direta


Diz-se que duas grandezas são diretamente proporcionais quando a razão
entre elas é constante: têm uma relação de proporcionalidade direta.
Este valor constante chama-se constante de proporcionalidade direta .
Se não existir esta constante não há proporcionalidade direta.


As relações de proporcionalidade direta são traduzidas por expressões
analíticas. Os elementos da proporção são y e x. O valor da razão entre eles é
sempre k. Traduzido graficamente, isto significa que a proporcionalidade direta
é sempre representada, em gráficos, por uma reta que passa pela origem do
referencial.


y/x= k




                                                                             11
Numa relação de proporcionalidade direta, há sempre dois fatores em
comparação.




8º Ano


Geometria


Teorema de Pitágoras:


● Num triângulo retângulo o quadrado da hipotenusa (h) é igual à soma do
quadrado dos catetos (c).
                            h²=c²+c²


● Por outro lado para sabermos o cateto ao quadrado temos de subtrair a
hipotenusa ao quadrado ao cateto ao quadrado.
                            c²=h²-c²




Diagonal de um paralelepípedo



                                                                      12
Diagonal facial




      Diagonal espacial: é o segmento que une 2 vértices não pertencentes à
mesma face. Calcula-se somando o quadrado do comprimento com o quadrado da
largura e com o quadrado da altura.




Aritmética e aritmética combinada


Máximo divisor comum:


O máximo divisor comum (m.d.c.) de dois ou mais números decompostos em
fatores primos (tanto para o m.d.c. como para o m.m.c. temos de decompor os
números em fatores primos) é igual ao produto dos fatores comuns cada um
elevado ao menor dos expoentes.


Mínimo múltiplo comum:


O mínimo múltiplo comum (m.m.c.) de dois ou mais números decompostos em
fatores primos é o produto dos fatores comuns e não comuns elevado cada um
ao maior expoente.


Ex: m.d.c.(24;90):     24 2                   90       2
                     12 2                   45     3


                                                                              13
m.d.c= 2x3=6               6 2                  15 3
                           3 3                 5   5
                           1                   1
                                 24=2³x3                90=3²x2x5


    m.m.c.(24;90)= 2³x3²x5=360


Potências:


● Potências de expoente inteiro:


Nº Base Exp. Potência                        ½= 2-¹


8      2     3       2³                    (1/dª)=d-ª, d≠0


4      2     2       2²                    ¼=1/2²=2-²


2      2     1       2¹


1      2     0       2º


½      2     -1      2-¹


● Potências com a mesma base:


O produto de 2 potências de igual base è uma potência com a mesma
base e expoente igual à soma dos expoentes dos fatores.


        dªxd°=aª+°


O quociente de 2 potências de igual base é uma potência com a mesma base e
expoente igual à diferença entre o expoente do divisor e o expoente do
dividendo.


                                                                         14
dª÷d°=dª-°


● Potências com o mesmo expoente:


O produto de 2 potências de igual expoente é uma potência com o mesmo
expoente e a base é igual ao produto das bases dos fatores.


      dªxtª=(dxt)ª


O quociente de 2 potências de igual expoente é uma potência com o mesmo
expoente e a base è igual ao quociente entre a base do divisor e a base do
dividendo.
      dª÷tª=(d/t)ª


● Potência de potência:


Uma potência de potência é igual a uma potência com a mesma base e o
expoente é o produto dos expoentes.


      (d°)ª=d°×ª


Escrita de números utilizando a base 10 (notação científica):


1 – 10º                      0,1 – 10-¹
10 – 10¹                    0,01 – 10-²
100 – 10²                  0,001 – 10-³
1000 – 10³


Um gogol é um número elevado a 100 zeros [(10¹º)¹º]


Ex: 73000 000 000 000 000 000 000= 7,3x10²²
                                              Notação científica



                                                                             15
0,000 000 000 000 000 000 026= 2,6x10-²¹


Equações de 1º grau:


3x – 4=- x=
= x+3 x = 4=
=4 x= 4=
= x= 4/4=1

Nota: As equações de 1º grau têm só uma incógnita. Por isso para
resolvermos estas equações temos de:
      - Tirar denominadores;
      - Isolar a incógnita num dos membros e resolver.
Quando nos dizem para verificarmos se um determinado nº é solução da
equação, temos de substituir a incógnita por esse número.


                                   Determinadas Ex: x=3, tem uma única
                    Possíveis                   solução.



                                   Indeterminadas Ex: 0x=0, tem infinitas
Equações                                                          soluções.




                     Impossíveis Ex: 0x =-1, não tem solução.




Equações literais: monómios e polinómios; adição algébrica e
graus de polinómios:



3 x – monómio

2-3 x – binómio




                                                                              16
2-3 x+ 5 – polinómio

Monómio é um nº ou um produto de números em que alguns podem ser
representados por letras.

Polinómio é a soma algébrica de polinómios.

● Adição e subtração:

4xy²+3xy²=                       xy²-5y²=
=(4+3)xy²= 7xy²                  =(x-5)y²

Para resolver as somas e subtrações de polinómios utiliza-se a propriedade
distributiva.

Aos monómios que têm partes literais iguais chamamos monómios
semelhantes.

● Multiplicação e divisão

4 xy²x 5x² y³=                    (5x¹y¹)²=
=4x5 xxx² y²xy³ =                =5² (x¹)² (y¹)²=
=20x³y(²+³)                     =25x²y²

● Grau de um polinómio

Grau de um polinómio é o maior dos graus dos seus termos (não nulos).

       7+x³-2x²+3x     o grau deste polinómio é 3.

Casos Notáveis:

Quadrado da soma: (a+b)²=a²+2ab+b²

Quadrado da diferença: (a-b)²=a²-2ab+b²

Diferença de quadrados: (a+b)(a-b)=a²-b²




                                                                             17
Lei do anulamento do produto:

a×b=0 «=» a=0 ou b=0

Translação:

Propriedades das translações:

-conservam a direção;

-conservam os comprimentos dos segmentos de reta;

-conservam as amplitudes dos ângulos.




    5cm         5cm




          4cm




                                                    18
9º Ano

Funções: tipos de funções; gráficos de funções; proporcionalidade
direta      e   inversa;    grandezas      diretamente      e   inversamente
proporcionais;constante de proporcionalidade direta e inversa e
seu significado:




          (1) y=ax               (2)   y=ax+b

                                                            (3) y=b




(1): Se b=0, f(x)=ax é uma reta que passa na origem do referencial. (Linear)

(2): Se f(x)=0 é uma reta que não passa pela origem. (Afim)

(3): Se a=0, f(x)=b é uma função constante.




Sendo f(x)=ax+b, a a chamamos o declive da reta.

● se a maior que zero a reta é crescente, penetra os quadrantes ímpares.

● se a menor que zero a reta é decrescente, penetra os quadrantes pares.

● se a igual a zero a reta é constante.

         Quando a função é do 2º grau, ou seja, a expressão analítica tem
incógnitas elevadas ao quadrado (f(x)=x²+9), o gráfico que a representa é
senpre uma parábola:




                                                                               19
20
● se quisermos descobrir os x’s da equação temos de substituir o f(x) ou y pelo
valor dado e resolver em ordem a x.

● se quisermos descobrir o y temos de substituir todos os x’s pelo valor dado e
revolver em ordem a y.

Proporcionalidade direta e inversa

Direta: duas variáveis x e y são diretamente proporcionais quando o quociente
entre elas é constante, isto é: y/x=k. Numa função de proporcionalidade direta,
se uma variável duplica a outra também duplica e assim sucessivamente. O
gráfico desta função é uma reta que passa na origem do referêncial e é
representado por uma expressão do tipo y=kx.

Inversa: duas variáveis x e y são inversamente proporcionais quando o produto
entre elas é constante. Isto é: xxy=k. Quando uma das variáveis aumenta a
outra diminui na proporção inversa, isto é: se uma variável duplica a outra é
reduzida a metade e assim sucessivamente.




O gráfico de uma função de
proporcionalidade inversa é uma
hipérbole. Se k for positivo
penetra os quadrantes ímpares.
Se k for negativo penetra os
quadrantes pares.




                                                                                21
As variáveis não podem tomar o valor de 0 e a hipérbole, embora se aproxime
dos eixos nunca os interceta.




                                                                          22
Probabilidade:

Experiência aleatória: são aquelas em que não se consegue prever com
exatidão o resultado mesmo que seja realizada sempre nas mesmas
condições.

Acontecimentos equiprováveis: são aqueles que têm a mesma probabilidade
de acontecer. Por exemplo: no lançamento de um dado equilibrado todas as
faces têm a mesma probabilidade de sair.

       LEI DE LAPLACE:

       P(A)=nº de casos favoráveis/nº de casos possíveis

Propriedade: A probabilidade de qualquer acontecimento é sempre 1 valor
entre 0 e 1 inclusive. Se a probabilidade for zero o acontecimento diz-se
impossível. Se a probabilidade for um é um acontecimento certo.

Números reais:

N={números naturais}

Z={números inteiros relativos}

Q={números racionais}= Z U {números fracionários}=» ou são dizimas finitas ou
são dizimas infinitas periódicas.

1/3= 0,33333...=0,(3)-dizima infinita periódica

0,123412341234...=0,(1234)

½= 0,5- dizima finita

R={números reais}=Q U {números irracionais} e (nº de neper) Ex:
√5; √3; etc.

Regras das equações do 2º grau:

- tirar parênteses


                                                                            23
- desfazer de denominadores

- colocar na forma canónica

- usar o método de resolução correto: isolar a incógnita e o anulamento do
produto no caso das equações incompletas; usar a fórmula resolvente ou os
casos notáveis da multiplicação para as equações completas.




                                                                             24
2
Formas canónicas: equações incompletas: ax²+bx=0, ax²+c=0, ax =0, (a+b)
        2      2
(a-b) =a – b

Equações completas: ax²+bx+c=0


Fórmula resolvente:


Regras dos sistemas:

- tirar parênteses

- desfazer de denominadores

- colocar na forma canónica

- resolver uma delas em ordem a x ou a y

- Ir substituindo à medida que se vai resolvendo até obterem o valor de x e de
y.,




Operações com raízes:

- Soma e subtração:
Em primeiro lugar temos de decompor em fatores os números grandes(na raiz
quadrada, por cada dois iguais passa para fora:             75 3
                                                            25 5
                                                             5 5
                                                             1
De seguida temos que reduzir os termos semelhantes. Ou seja todas as raízes
iguais são somadas ou subtraídas nunca se mexendo no número dentro delas.
Ex:                  .


- Multiplicação:




                                                                             25
Neste caso a única coisa que temos de ter em atenção é multiplicar o que está
fora pelo que está fora e o que está dentro pelo que está dentro (não há
exceções. É sempre assim).




                                                                           26
Inequações e intervalos de números reais:




   Condição              Intervalo de nº
                               reais

          x>3

          x<-1

       x




2 +3




Se estiver:              , temos de multiplicar a inequação por -1 e trocar o sinal:
      .




                 Condições                                              Conjuntos

(conjunção)       (e)                                         (Interseção)


(disjunção)       (ou)                                         (reunião)


Regras das Inequações:

- Tirar parênteses

- Desfazer de denominadores




                                                                                   27
- Colorar os termos com incógnita no 1º membro e os termos independentes no
2º

- Reduzir os termos semelhantes

- Quando estiver resolvido fazer o intervalo de números reais




                                                                         28
Circunferências e Polígonos:


Ângulo Inscrito: um ângulo é inscrito quando o sue vértice é um
ponto da circunferência e os seus lados são cordas da circunferência.


         •   O




Ângulo ao Centro: um ângulo cujo vértice é o centro da circunferência
e os seus lados são raios da circunferência.




    •    O




Nota: Em cada     (inscrito ou ao centro), corresponde apenas um único arco.




Propriedades:


  1. A amplitude de um        inscrito é igual à metade da amplitude do arco
        correspondente;
  2. A amplitude de um            ao centro é igual à amplitude do arco
        correspondente;
  3. Dois ’s inscritos com o mesmo arco têm a mesma amplitude;
  4. Um      inscrito numa semicircunferência é um   reto;




                                                                               29
5. A soma de dois          ’s opostos de um quadrilátero inscrito numa
     circunferência é sempre 180;
  6. Uma reta tangente a uma circunferência é perpendicular ao raio que
     contém o ponto de tangencia;
  7. A mediatriz de uma corda passa pelo centro da circunferência, isto é, a
     reta que é perpendicular à corda e que passa pelo seu meio, também
     passa pelo centro da circunferência.
  8. Numa circunferência, arcos e cordas compreendidas entre retas
     paralelas são iguais.


Polígonos:     ’s internos de um polígono:




           b




       a       c


    a + b + c = 108             2 x 180 = 360




    • Para sabermos (seja qual for o nº de arestas do polígono) em quantos
      triângulos podemos dividir a figura (seja ela qual for) temos que subtrair
      dois ao nº de lados do polígono;
    • Se um polígono tem 20 lados (por exemplo), podemos dividi-lo em 18
      triângulos. A soma dos seus ’s é 18 x 180;
    • Se um polígono tem n lados, podemos dividi-lo em n – 2 triângulos. A
      soma dos seus ’s é (n – 2) x 180;



                                                                             30
• Cada    interno de um polígono regular com n lados tem de amplitude

                      .




Ângulos externos de um polígono:


       •    Se um polígono com n lados for regular, cada um dos seus      ’s externos

            tem de amplitude:   .




Problemas que relacionam trigonometria e circunferências:
Para resolver (se quiserem) Podem-se guiar pelos exercícios que fizemos nas aulas 99 e
100.




       1. Determine a área de um polígono regular com 12 lados com 8 cm de
            comprimento cada um.
       2. Determine a área de um polígono regular com 26 lados, inscrito numa
            circunferência com 11 cm de raio.
       3. Determine a área de um polígono regular com 30 lados, cujo apótema
            tem 14 lados.




                                                                                   31
Rotações e Isometrias:

Uma isometria é uma aplicação que transforma um segmento de reta
noutro geometricamente igual e um noutro com a mesma
amplitude. Existem 3 tipos de isometrias:

     •   Simetria

     •   Translação

     •   Rotação                                    Translação




              Simetria



                                  Rotação




     Relativo á Rotação:
Ângulo Orientado – é um ângulo no qual se define um sentido.
Uma rotação caracteriza-se pelo centro e pelo ângulo.
Convencionou-se que um ângulo pode ter 2 sentidos, um positivo e
um negativo:




                  +                                 -

                                         O sentido negativo é o
         O sentido positivo é o         sentido dos ponteiros do
         sentido contrário aos                   relógio
          ponteiros do relógio



                                                                   32
Trigonometria do triângulo retângulo:

                                    A cada ângulo       corresponde uma
                                    relação trigonométrica:

                                                        Sin        (seno de   )
                α

                                                        Cos        (cosseno de    )

                                                         Tg    (tangente de       )




                                       Hipotenusa
                 Cateto
                 Oposto

                                                    α

                                     Cateto adjacente

Sendo        um dos ângulos agudos do triângulo retângulo, tem-se:



                              (SOH1)




                                      (CAH2)




                                    (TOA3)




1
    O Seno é igual ao cateto Oposto sobre a Hipotenusa
2
    O Cosseno é igual ao cateto Adjacente sobre a Hipotenusa
3
    A Tangente é igual ao cateto Oposto sobre o cateto Adjacente


                                                                                  33
Resolve o triângulo:



                  X                   Ver quais as medidas dadas e
                                      qual a fórmula que as relaciona.
              α
                                      Neste caso4:α=60
            5 cm                      cos =5/x. cos(60)=5/x «=»
                                     «=» 0,5=5/x «=» 0,5x=5 «=»
                                     «=» X=5/0,5 «=» x=10


            30        45        60




Fórmulas:

Cos2 + Sin2 = 1 – Fórmula Fundamental da Trigonometria

Tg α = sem α /cos α




4
    O triângulo não está à escala.


                                                                         34

Resumo do 7º,8º e 9º anos para t.i

  • 1.
    7º Ano Geometria Abordagem básica:Perímetros e áreas de figuras geométricas [incluindo fórmulas] Quadrado Área = lado x lado (A = l x l) Perímetro = lado + lado + lado + lado ou 4 x lado ( P = l + l + l + l ou 4 x l) Retângulo Área = comprimento x largura (A = c x l) Perímetro = comprimento + comprimento + largura + largura ou 2 x comprimento + 2 x largura (P = c + c + l + l ou 2 x c + 2 x l) Triângulo Área = base x altura sobre 2 (A = b x h /2) Perímetro = Soma de todos os lados (no caso dos triângulos retângulos, altura, comprimento e hipotenusa) Circunferência 2 Área = raio ao quadrado x Pi (A = r x Pi) Perímetro = diâmetro x Pi ou 2 x raio x Pi (A = d x Pi ou 2 x r x Pi) Característica: qualquer diâmetro (linha reta que vai de um lado ao outro da circunferência, passando pelo centro) é um eixo de simetria. Abordagem básica: Áreas e volumes de sólidos de uma base e duas bases Sólidos de duas bases (cubo, prisma, paralelepípedo, cilindro) Volume: Área da base x altura (V = Ab x h) Área total: Área das bases + Área lateral (AT = 2 Ab + Al) 1
  • 2.
    Sólidos de umabase (pirâmide, cone) Volume: 1/3 x Área da base x altura (V = 1/3 x Ab x h) Área total: Área da base + área lateral (AT = Ab + Al) [Área lateral = perímetro da base x geratriz (altura)] Posições relativas de retas e planos Definições • Reta: duas letras maiúsculas ou uma minúscula (AB ou s) • Segmento de Reta: [AB] • Semirreta com origem em A: ‘AB • Plano: três letras maiúsculas (ABC) Reta – Define-se com 2 pontos Plano – Define-se com 3 pontos Posições relativas entre Retas • Paralelas (não têm nenhum ponto em comum; os pontos estão todos e sempre à mesma distância) • Coincidentes (estão sobrepostas: todos os pontos em comum) • Concorrentes (têm apenas um ponto em comum) - Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus) - Oblíquas (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus) • Complanares (no mesmo plano) • Não Complanares (não estão no mesmo plano) Posições Relativas entre Planos • Paralelos (não têm nenhum ponto em comum: os pontos mantêm a mesma distância) • Coincidentes (estão sobrepostos: todos os pontos em comum) • Concorrentes (têm um segmento de reta em comum) - Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus) - Oblíquos (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus) 2
  • 3.
    Posições relativas entreRetas e Planos • Paralelos (não têm nenhum ponto em comum: os pontos mantêm a mesma distância) • Reta Aposta ao Plano (reta contida no plano) • Concorrentes (têm um ponto em comum) - Perpendiculares (concorrentes que formam um ângulo de 90º graus) - Oblíquos (concorrentes que não formam um ângulo de 90º graus) Classificação de triângulos Em relação aos lados Equilátero: Todos os lados iguais (um eixo de simetria) Isósceles: Dois lados iguais (um eixo de simetria) Escaleno: Todos os lados diferentes (nenhum eixo de simetria) Em relação aos ângulos Retângulo: Um ângulo reto Acutângulo: Todos os ângulos agudos Obtusângulo: Um ângulo obtuso Classificação de Quadriláteros Quadrilátero : polígono de quatro lados Polígono: região do plano delimitado por segmentos de reta Quadrado - Todos os lados iguais; - Todos os ângulos retos; - 4 Eixos de simetria; - As 2 diagonais iguais bissectam-se e são perpendiculares. Paralelogramo - Lados iguais e paralelos dois a dois; 3
  • 4.
    - Ângulos opostosiguais; - Não tem eixo de simetria; - As diagonais bissectam-se. Losango - Todos os lados iguais; - Ângulos opostos iguais; - Tem 2 eixos de simetria; - Diagonais bissectam-se e são perpendiculares. Trapézio - Tem sempre 2 lados paralelos; - Trapézios Retângulos e Escalenos não têm eixo de simetria; - Trapézios isósceles têm um eixo de simetria. Retângulo - Lados iguais e paralelos dois a dois; - Todos os ângulos retos; - Tem 2 eixos de simetria; - Tem 2 diagonais iguais que se bissectam. Soma dos ângulos internos de um quadrilátero: 360º. Ângulos de um triângulo; Semelhança de triângulos Ângulos internos/externos A soma dos três ângulos internos é sempre igual a 180º. Cada ângulo externo somado com o interno corresponde vale 180º. Estes ângulos são suplementares: a sua soma equivale a 180º. Relações entre lados e ângulos do triângulo Propriedades: - A lados iguais correspondem ângulos iguais e vice-versa. 4
  • 5.
    - Ao maiorlado opõe-se o maior ângulo e vice-versa. - Ao menor lado opõe-se o menor ângulo e vice-versa. Regra básica de construção de triângulos; igualdade/desigualdade triangular - Para se poder construir um triângulo, cada um dos seus lados têm que ser menor que a soma da medida dos outros dois. Diz-se que dois triângulos são semelhantes quando têm dois ângulos iguais. Classificação de Ângulos Um ângulo é: - Agudo quando menor que 90º - Obtuso quando maior que 90º - Reto quando igual a 90º - Raso quando igual a 180º - Giro quando igual a 360º - Nulo quando igual a 0º Dois ângulos são: - Complementares quando a sua soma é de 90º - Suplementares quando a sua soma é de 180º - Verticalmente opostos quando se encontram em planos paralelos [Estes ângulos são sempre iguais ou suplementares] Figuras semelhantes; construção de figuras semelhantes Figuras semelhantes: são geometricamente iguais ou uma delas é a ampliação ou redução da outra. Ampliação: Todas as medidas da figura inicial são multiplicadas pelo mesmo número (diferente de um 1). 5
  • 6.
    Redução: Todas asmedidas da figura inicial são divididas pelo mesmo número (diferente de 1). Aritmética e aritmética combinada Conjuntos Numéricos • Conjunto N – Contém os números naturais: inteiros positivos (exclui o 0). • Conjunto Z – Contém os números inteiros relativos: inteiros positivos e negativos (inclui o 0). • Conjunto Q – Contém os números racionais: inteiros relativos e números fracionários, positivos ou negativos (inclui o 0). (Nota: Não confundir números decimais com dízimas infinitas: um número decimal tem sempre um número finito de casas decimais.) Números simétricos e valor absoluto Cada número tem um simétrico: é o número na Reta Numérica que está à mesma distância de 0, na ordem contrária. Exemplos: 3 e -3 são simétricas, tal como ½ e -½, 678 e -678, etc. Estes números têm sempre o mesmo valor absoluto. O valor absoluto de um número é o valor da distância desse número à origem: é sempre esse número positivo. Representação de pontos no Plano: Referencial Cartesiano O Referencial Cartesiano é constituído por duas retas paralelas, em que a horizontal se chama eixo das abcissas (x) e a vertical, eixo das ordenadas (y). Têm quatro quadrantes definidos pelos eixos. 6
  • 7.
    Nos eixos sãorepresentados números (a cada ponto do eixo corresponde um valor), que devem estar sempre à mesma distância, e o intervalo entre eles tem que ter sempre o mesmo valor. Quando se conhecem as coordenadas de um ponto, é possível representá-lo no Referencial Cartesiano: o primeiro número indicado é marcado no eixo x e o segundo no eixo y. As coordenadas são sempre indicadas da seguinte forma: A –> (1,2). 1 será marcado no eixo x e 2 no eixo y: a interseção das retas originadas nestes pontos é o ponto A. Adição e subtração de números racionais Regra 1: Com sinais iguais dá-se o mesmo sinal e somam-se os números. Regra 2: Com sinais diferentes dá-se o sinal do número com maior valor absoluto e subtraem-se os números. Na adição/subtração de números fracionários, primeiro reduz-se a expressão ao mesmo denominador. Multiplicação e Divisão de números racionais; Prioridade das Operações Regra 1: As operações são sempre feitas pela seguinte ordem: primeiro as expressões dentro de parênteses, depois as divisões e multiplicações pela ordem em que aparecem, depois as adições e subtrações pela ordem em que aparecem. Regra 2: Se os números tiverem o mesmo sinal, dá-se o sinal +. Regra 3: Se os números tiverem sinais diferentes, dá-se o sinal –. 7
  • 8.
    Para multiplicar fraçõesnão se retiram os parênteses e não se reduzem as frações ao mesmo denominador: multiplicam-se os denominadores pelos denominadores e numeradores por numeradores. Para dividir frações, a primeira fração mantém-se e a segunda inverte-se (o numerador passa a denominador e vice-versa). O sinal de dividir passa ao de multiplicar. Potências: Adição, subtração, divisão e multiplicação de potências Adição e subtração: Calcula-se o valor de cada potência e efetuam-se os cálculos. Divisão e multiplicação: Quando não existem bases ou expoentes em comum, também se determina o valor das potências e realizam-se os cálculos. Critérios de Divisibilidade por 2, 3, e 5 Por 2 -> Um número é divisível por 2 quando o seu algarismo das unidades é 0,2, 4, 6 ou 8 Por 3 -> Um número é divisível por 3 quando a soma dos seus algarismos é um múltiplo de 3. Por 5 -> Um número é divisível por 5 quando o seu algarismo das unidades é 5 ou 0. Números Primos e decomposição de números em fatores primos Números primos são números divisíveis apenas por 1 e por si próprios. Os primeiros números primos: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 23, 29, 31, 37, 43, 47, 53 8
  • 9.
    Para decompor umnúmero em fatores primos, o número inicial é dividido pelo maior número primo possível. O número resultante é novamente dividido pelo maior primo possível e assim sucessivamente, até se obter 1. Exemplo: 540 540|5 108|3 36|3 12|3 4|2 2|2 1 3 2 540= 5 x 3 x 2 Sequências As sequências são listas ordenadas de números que se relacionam entre si. Uma sequências de números é representada pelo seu termo geral. Por exemplo, 2n representa a sequência dos números pares. n=1 =» 2 x 1 = 2 n=2 =» 2 x 2 = 4 n=3 =» 2 x 3 = 6 ... Simplificação de expressões com incógnitas Para simplificar expressões com incógnitas, reduzem-se (adicionam-se, subtraem-se, multiplicam-se ou dividem-se) os termos semelhantes (termos com a mesma parte literal). Exemplo: P = 5x + 10 + 5x + 7 + x + 10 + 2x + 6 + 4x + 3x + 1 P = 20x + 34 Equações do 1º grau 9
  • 10.
    Equação é umaigualdade onde aparece pelo menos uma variável. A equação tem sempre dois membros: são definidos pela igualdade (=). Cada um dos valores da equação é um termo. A solução da equação é o valor que torna a expressão verdadeira. Nota: Quando numa equação do 1º grau há parênteses, quando atrás dos parênteses temos: - Sinal positivo (+), não se alteram os sinais dos termos que estão dentro de parênteses. - Sinal negativo (–), todos os sinais dentro de parênteses são trocados - Um número, então todos os valores dentro da equação são multipli- cados por esse número. As equações do 1º grau classificam-se em: • Possíveis determinadas: quando têm apenas uma solução; • Possíveis indeterminadas: quando têm infinitas soluções. • Impossíveis: quando não têm solução. Razão e Proporção Razão é uma comparação entre duas quantidades. A razão entre b e a é b/a ou b:a, em que b é o antecedente e a o consequente. Proporção é a igualdade entre duas razões. Exemplo: 2/4 = ½ => Proporção (2 está para 4, tal como 1 está para 2) Propriedade Fundamental das Proporções : Numa proporção o produto dos extremos é sempre igual ao produto dos meios. 10
  • 11.
    Percentagem Divisão do valorem 100. Por exemplo, 68% (de algum valor), corresponde a 68 partes por cada 100. 100% é sempre a totalidade do valor. Para calcular a percentagem, utiliza-se uma regra de três simples. Exemplo: 70% de 28. 100 – 28 (100% corresponde a 28) 70 – x (70% corresponde a x: a incógnita que se vai calcular) x = 28 x 70 / 100 x = 19.6 70% de 28 é 19,6. Proporcionalidade Direta Diz-se que duas grandezas são diretamente proporcionais quando a razão entre elas é constante: têm uma relação de proporcionalidade direta. Este valor constante chama-se constante de proporcionalidade direta . Se não existir esta constante não há proporcionalidade direta. As relações de proporcionalidade direta são traduzidas por expressões analíticas. Os elementos da proporção são y e x. O valor da razão entre eles é sempre k. Traduzido graficamente, isto significa que a proporcionalidade direta é sempre representada, em gráficos, por uma reta que passa pela origem do referencial. y/x= k 11
  • 12.
    Numa relação deproporcionalidade direta, há sempre dois fatores em comparação. 8º Ano Geometria Teorema de Pitágoras: ● Num triângulo retângulo o quadrado da hipotenusa (h) é igual à soma do quadrado dos catetos (c). h²=c²+c² ● Por outro lado para sabermos o cateto ao quadrado temos de subtrair a hipotenusa ao quadrado ao cateto ao quadrado. c²=h²-c² Diagonal de um paralelepípedo 12
  • 13.
    Diagonal facial Diagonal espacial: é o segmento que une 2 vértices não pertencentes à mesma face. Calcula-se somando o quadrado do comprimento com o quadrado da largura e com o quadrado da altura. Aritmética e aritmética combinada Máximo divisor comum: O máximo divisor comum (m.d.c.) de dois ou mais números decompostos em fatores primos (tanto para o m.d.c. como para o m.m.c. temos de decompor os números em fatores primos) é igual ao produto dos fatores comuns cada um elevado ao menor dos expoentes. Mínimo múltiplo comum: O mínimo múltiplo comum (m.m.c.) de dois ou mais números decompostos em fatores primos é o produto dos fatores comuns e não comuns elevado cada um ao maior expoente. Ex: m.d.c.(24;90): 24 2 90 2 12 2 45 3 13
  • 14.
    m.d.c= 2x3=6 6 2 15 3 3 3 5 5 1 1 24=2³x3 90=3²x2x5 m.m.c.(24;90)= 2³x3²x5=360 Potências: ● Potências de expoente inteiro: Nº Base Exp. Potência ½= 2-¹ 8 2 3 2³ (1/dª)=d-ª, d≠0 4 2 2 2² ¼=1/2²=2-² 2 2 1 2¹ 1 2 0 2º ½ 2 -1 2-¹ ● Potências com a mesma base: O produto de 2 potências de igual base è uma potência com a mesma base e expoente igual à soma dos expoentes dos fatores. dªxd°=aª+° O quociente de 2 potências de igual base é uma potência com a mesma base e expoente igual à diferença entre o expoente do divisor e o expoente do dividendo. 14
  • 15.
    dª÷d°=dª-° ● Potências como mesmo expoente: O produto de 2 potências de igual expoente é uma potência com o mesmo expoente e a base é igual ao produto das bases dos fatores. dªxtª=(dxt)ª O quociente de 2 potências de igual expoente é uma potência com o mesmo expoente e a base è igual ao quociente entre a base do divisor e a base do dividendo. dª÷tª=(d/t)ª ● Potência de potência: Uma potência de potência é igual a uma potência com a mesma base e o expoente é o produto dos expoentes. (d°)ª=d°×ª Escrita de números utilizando a base 10 (notação científica): 1 – 10º 0,1 – 10-¹ 10 – 10¹ 0,01 – 10-² 100 – 10² 0,001 – 10-³ 1000 – 10³ Um gogol é um número elevado a 100 zeros [(10¹º)¹º] Ex: 73000 000 000 000 000 000 000= 7,3x10²² Notação científica 15
  • 16.
    0,000 000 000000 000 000 026= 2,6x10-²¹ Equações de 1º grau: 3x – 4=- x= = x+3 x = 4= =4 x= 4= = x= 4/4=1 Nota: As equações de 1º grau têm só uma incógnita. Por isso para resolvermos estas equações temos de: - Tirar denominadores; - Isolar a incógnita num dos membros e resolver. Quando nos dizem para verificarmos se um determinado nº é solução da equação, temos de substituir a incógnita por esse número. Determinadas Ex: x=3, tem uma única Possíveis solução. Indeterminadas Ex: 0x=0, tem infinitas Equações soluções. Impossíveis Ex: 0x =-1, não tem solução. Equações literais: monómios e polinómios; adição algébrica e graus de polinómios: 3 x – monómio 2-3 x – binómio 16
  • 17.
    2-3 x+ 5– polinómio Monómio é um nº ou um produto de números em que alguns podem ser representados por letras. Polinómio é a soma algébrica de polinómios. ● Adição e subtração: 4xy²+3xy²= xy²-5y²= =(4+3)xy²= 7xy² =(x-5)y² Para resolver as somas e subtrações de polinómios utiliza-se a propriedade distributiva. Aos monómios que têm partes literais iguais chamamos monómios semelhantes. ● Multiplicação e divisão 4 xy²x 5x² y³= (5x¹y¹)²= =4x5 xxx² y²xy³ = =5² (x¹)² (y¹)²= =20x³y(²+³) =25x²y² ● Grau de um polinómio Grau de um polinómio é o maior dos graus dos seus termos (não nulos). 7+x³-2x²+3x o grau deste polinómio é 3. Casos Notáveis: Quadrado da soma: (a+b)²=a²+2ab+b² Quadrado da diferença: (a-b)²=a²-2ab+b² Diferença de quadrados: (a+b)(a-b)=a²-b² 17
  • 18.
    Lei do anulamentodo produto: a×b=0 «=» a=0 ou b=0 Translação: Propriedades das translações: -conservam a direção; -conservam os comprimentos dos segmentos de reta; -conservam as amplitudes dos ângulos. 5cm 5cm 4cm 18
  • 19.
    9º Ano Funções: tiposde funções; gráficos de funções; proporcionalidade direta e inversa; grandezas diretamente e inversamente proporcionais;constante de proporcionalidade direta e inversa e seu significado: (1) y=ax (2) y=ax+b (3) y=b (1): Se b=0, f(x)=ax é uma reta que passa na origem do referencial. (Linear) (2): Se f(x)=0 é uma reta que não passa pela origem. (Afim) (3): Se a=0, f(x)=b é uma função constante. Sendo f(x)=ax+b, a a chamamos o declive da reta. ● se a maior que zero a reta é crescente, penetra os quadrantes ímpares. ● se a menor que zero a reta é decrescente, penetra os quadrantes pares. ● se a igual a zero a reta é constante. Quando a função é do 2º grau, ou seja, a expressão analítica tem incógnitas elevadas ao quadrado (f(x)=x²+9), o gráfico que a representa é senpre uma parábola: 19
  • 20.
  • 21.
    ● se quisermosdescobrir os x’s da equação temos de substituir o f(x) ou y pelo valor dado e resolver em ordem a x. ● se quisermos descobrir o y temos de substituir todos os x’s pelo valor dado e revolver em ordem a y. Proporcionalidade direta e inversa Direta: duas variáveis x e y são diretamente proporcionais quando o quociente entre elas é constante, isto é: y/x=k. Numa função de proporcionalidade direta, se uma variável duplica a outra também duplica e assim sucessivamente. O gráfico desta função é uma reta que passa na origem do referêncial e é representado por uma expressão do tipo y=kx. Inversa: duas variáveis x e y são inversamente proporcionais quando o produto entre elas é constante. Isto é: xxy=k. Quando uma das variáveis aumenta a outra diminui na proporção inversa, isto é: se uma variável duplica a outra é reduzida a metade e assim sucessivamente. O gráfico de uma função de proporcionalidade inversa é uma hipérbole. Se k for positivo penetra os quadrantes ímpares. Se k for negativo penetra os quadrantes pares. 21
  • 22.
    As variáveis nãopodem tomar o valor de 0 e a hipérbole, embora se aproxime dos eixos nunca os interceta. 22
  • 23.
    Probabilidade: Experiência aleatória: sãoaquelas em que não se consegue prever com exatidão o resultado mesmo que seja realizada sempre nas mesmas condições. Acontecimentos equiprováveis: são aqueles que têm a mesma probabilidade de acontecer. Por exemplo: no lançamento de um dado equilibrado todas as faces têm a mesma probabilidade de sair. LEI DE LAPLACE: P(A)=nº de casos favoráveis/nº de casos possíveis Propriedade: A probabilidade de qualquer acontecimento é sempre 1 valor entre 0 e 1 inclusive. Se a probabilidade for zero o acontecimento diz-se impossível. Se a probabilidade for um é um acontecimento certo. Números reais: N={números naturais} Z={números inteiros relativos} Q={números racionais}= Z U {números fracionários}=» ou são dizimas finitas ou são dizimas infinitas periódicas. 1/3= 0,33333...=0,(3)-dizima infinita periódica 0,123412341234...=0,(1234) ½= 0,5- dizima finita R={números reais}=Q U {números irracionais} e (nº de neper) Ex: √5; √3; etc. Regras das equações do 2º grau: - tirar parênteses 23
  • 24.
    - desfazer dedenominadores - colocar na forma canónica - usar o método de resolução correto: isolar a incógnita e o anulamento do produto no caso das equações incompletas; usar a fórmula resolvente ou os casos notáveis da multiplicação para as equações completas. 24
  • 25.
    2 Formas canónicas: equaçõesincompletas: ax²+bx=0, ax²+c=0, ax =0, (a+b) 2 2 (a-b) =a – b Equações completas: ax²+bx+c=0 Fórmula resolvente: Regras dos sistemas: - tirar parênteses - desfazer de denominadores - colocar na forma canónica - resolver uma delas em ordem a x ou a y - Ir substituindo à medida que se vai resolvendo até obterem o valor de x e de y., Operações com raízes: - Soma e subtração: Em primeiro lugar temos de decompor em fatores os números grandes(na raiz quadrada, por cada dois iguais passa para fora: 75 3 25 5 5 5 1 De seguida temos que reduzir os termos semelhantes. Ou seja todas as raízes iguais são somadas ou subtraídas nunca se mexendo no número dentro delas. Ex: . - Multiplicação: 25
  • 26.
    Neste caso aúnica coisa que temos de ter em atenção é multiplicar o que está fora pelo que está fora e o que está dentro pelo que está dentro (não há exceções. É sempre assim). 26
  • 27.
    Inequações e intervalosde números reais: Condição Intervalo de nº reais x>3 x<-1 x 2 +3 Se estiver: , temos de multiplicar a inequação por -1 e trocar o sinal: . Condições Conjuntos (conjunção) (e) (Interseção) (disjunção) (ou) (reunião) Regras das Inequações: - Tirar parênteses - Desfazer de denominadores 27
  • 28.
    - Colorar ostermos com incógnita no 1º membro e os termos independentes no 2º - Reduzir os termos semelhantes - Quando estiver resolvido fazer o intervalo de números reais 28
  • 29.
    Circunferências e Polígonos: ÂnguloInscrito: um ângulo é inscrito quando o sue vértice é um ponto da circunferência e os seus lados são cordas da circunferência. • O Ângulo ao Centro: um ângulo cujo vértice é o centro da circunferência e os seus lados são raios da circunferência. • O Nota: Em cada (inscrito ou ao centro), corresponde apenas um único arco. Propriedades: 1. A amplitude de um inscrito é igual à metade da amplitude do arco correspondente; 2. A amplitude de um ao centro é igual à amplitude do arco correspondente; 3. Dois ’s inscritos com o mesmo arco têm a mesma amplitude; 4. Um inscrito numa semicircunferência é um reto; 29
  • 30.
    5. A somade dois ’s opostos de um quadrilátero inscrito numa circunferência é sempre 180; 6. Uma reta tangente a uma circunferência é perpendicular ao raio que contém o ponto de tangencia; 7. A mediatriz de uma corda passa pelo centro da circunferência, isto é, a reta que é perpendicular à corda e que passa pelo seu meio, também passa pelo centro da circunferência. 8. Numa circunferência, arcos e cordas compreendidas entre retas paralelas são iguais. Polígonos: ’s internos de um polígono: b a c a + b + c = 108 2 x 180 = 360 • Para sabermos (seja qual for o nº de arestas do polígono) em quantos triângulos podemos dividir a figura (seja ela qual for) temos que subtrair dois ao nº de lados do polígono; • Se um polígono tem 20 lados (por exemplo), podemos dividi-lo em 18 triângulos. A soma dos seus ’s é 18 x 180; • Se um polígono tem n lados, podemos dividi-lo em n – 2 triângulos. A soma dos seus ’s é (n – 2) x 180; 30
  • 31.
    • Cada interno de um polígono regular com n lados tem de amplitude . Ângulos externos de um polígono: • Se um polígono com n lados for regular, cada um dos seus ’s externos tem de amplitude: . Problemas que relacionam trigonometria e circunferências: Para resolver (se quiserem) Podem-se guiar pelos exercícios que fizemos nas aulas 99 e 100. 1. Determine a área de um polígono regular com 12 lados com 8 cm de comprimento cada um. 2. Determine a área de um polígono regular com 26 lados, inscrito numa circunferência com 11 cm de raio. 3. Determine a área de um polígono regular com 30 lados, cujo apótema tem 14 lados. 31
  • 32.
    Rotações e Isometrias: Umaisometria é uma aplicação que transforma um segmento de reta noutro geometricamente igual e um noutro com a mesma amplitude. Existem 3 tipos de isometrias: • Simetria • Translação • Rotação Translação Simetria Rotação Relativo á Rotação: Ângulo Orientado – é um ângulo no qual se define um sentido. Uma rotação caracteriza-se pelo centro e pelo ângulo. Convencionou-se que um ângulo pode ter 2 sentidos, um positivo e um negativo: + - O sentido negativo é o O sentido positivo é o sentido dos ponteiros do sentido contrário aos relógio ponteiros do relógio 32
  • 33.
    Trigonometria do triânguloretângulo: A cada ângulo corresponde uma relação trigonométrica: Sin (seno de ) α Cos (cosseno de ) Tg (tangente de ) Hipotenusa Cateto Oposto α Cateto adjacente Sendo um dos ângulos agudos do triângulo retângulo, tem-se: (SOH1) (CAH2) (TOA3) 1 O Seno é igual ao cateto Oposto sobre a Hipotenusa 2 O Cosseno é igual ao cateto Adjacente sobre a Hipotenusa 3 A Tangente é igual ao cateto Oposto sobre o cateto Adjacente 33
  • 34.
    Resolve o triângulo: X Ver quais as medidas dadas e qual a fórmula que as relaciona. α Neste caso4:α=60 5 cm cos =5/x. cos(60)=5/x «=» «=» 0,5=5/x «=» 0,5x=5 «=» «=» X=5/0,5 «=» x=10 30 45 60 Fórmulas: Cos2 + Sin2 = 1 – Fórmula Fundamental da Trigonometria Tg α = sem α /cos α 4 O triângulo não está à escala. 34