REPRESENTAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO-APRENDIZAGEM
PEDAGOGIA EPISTEMOLOGIA
Nome da Teoria Modelo Nome da Teoria Modelo
Diretiva
A = aluno
P = professor
 O professor (P), representante do meio social,
determina o aluno (A) que é tábula rasa frente a
um novo conteúdo;
 Ensino e aprendizagem como pólos dicotômicos;
 Professor jamais aprenderá e aluno jamais
ensinará.
Empirismo / Realismo
S = sujeito (Aluno).
O = objeto (Meio físico/social)
 O sujeito é o elemento conhecedor,
centro do conhecimento;
 O objeto é o meio físico ou social;
 O conhecimento (conteúdo) e a
capacidade de conhecer (estrutura) vem do
meio físico e social.
Não-Diretiva
Professor não interfere
diretamente no campo
cognitivo e afetivo do aluno
 O aluno traz um saber, que precisa ser trazido à
consciência, organizado;
 O professor é um facilitador, interferindo o
menos possível;
 Laisser-faire, ou seja, o aluno aprende por si
mesmo.
 O aluno (A), pelas suas condições prévias,
determina a ação do professor (P);
 Ensino e aprendizagem não conseguem fecundar-
se mutuamente;
 A aprendizagem julga-se auto-suficiente e o
ensino é proibido de interferir.
Apriorismo  Interferência do meio físico ou social
deve ser reduzida ao mínimo;
 Fases de desenvolvimento
cronologicamente fixas.
Relacional
 Para o professor, o aluno construirá algum
conhecimento se ele agir e problematizar a sua
ação;
 Duas condições são necessárias para que um
conhecimento seja construído:
 Que o aluno aja (assimilação);
 Que o aluno responda para si mesmo às
perturbações (acomodação).
 O professor além de ensinar, aprende o que o
aluno já construiu até o momento;
 O aluno aprende o que o professor tem a ensinar,
desafiando a intencionalidade de sua consciência
ou provocando um desequilíbrio;
 Há assim, respostas em duas dimensões
complementares: em conteúdo e em estrutura.
Construtivismo  Aprendizagem como construção, ação e
tomada de consciência, da coordenação das
ações;
 O conhecimento tem início quando o
recém-nascido age, assimilando alguma coisa
do meio físico ou social.

Representação da relação ensino aprendizagem

  • 1.
    REPRESENTAÇÃO DA RELAÇÃOENSINO-APRENDIZAGEM PEDAGOGIA EPISTEMOLOGIA Nome da Teoria Modelo Nome da Teoria Modelo Diretiva A = aluno P = professor  O professor (P), representante do meio social, determina o aluno (A) que é tábula rasa frente a um novo conteúdo;  Ensino e aprendizagem como pólos dicotômicos;  Professor jamais aprenderá e aluno jamais ensinará. Empirismo / Realismo S = sujeito (Aluno). O = objeto (Meio físico/social)  O sujeito é o elemento conhecedor, centro do conhecimento;  O objeto é o meio físico ou social;  O conhecimento (conteúdo) e a capacidade de conhecer (estrutura) vem do meio físico e social. Não-Diretiva Professor não interfere diretamente no campo cognitivo e afetivo do aluno  O aluno traz um saber, que precisa ser trazido à consciência, organizado;  O professor é um facilitador, interferindo o menos possível;  Laisser-faire, ou seja, o aluno aprende por si mesmo.  O aluno (A), pelas suas condições prévias, determina a ação do professor (P);  Ensino e aprendizagem não conseguem fecundar- se mutuamente;  A aprendizagem julga-se auto-suficiente e o ensino é proibido de interferir. Apriorismo  Interferência do meio físico ou social deve ser reduzida ao mínimo;  Fases de desenvolvimento cronologicamente fixas. Relacional  Para o professor, o aluno construirá algum conhecimento se ele agir e problematizar a sua ação;  Duas condições são necessárias para que um conhecimento seja construído:  Que o aluno aja (assimilação);  Que o aluno responda para si mesmo às perturbações (acomodação).  O professor além de ensinar, aprende o que o aluno já construiu até o momento;  O aluno aprende o que o professor tem a ensinar, desafiando a intencionalidade de sua consciência ou provocando um desequilíbrio;  Há assim, respostas em duas dimensões complementares: em conteúdo e em estrutura. Construtivismo  Aprendizagem como construção, ação e tomada de consciência, da coordenação das ações;  O conhecimento tem início quando o recém-nascido age, assimilando alguma coisa do meio físico ou social.