O documento descreve a sociedade do século XVIII como heterogênea, com diferentes ordens sociais definidas por estatutos que conferiam prerrogativas e obrigações. A desigualdade entre as ordens era considerada legítima por expressar diferenças nas situações, tarefas e dignidades. O documento também discute as transformações econômicas entre os séculos XVII-XVIII, como o surgimento do capitalismo comercial e o desenvolvimento do mercantilismo.