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História do Brasil

       Kadu
Primeiros homens americanos
• Primeiros homens chegam através do Estreito de
  Bering em várias levas;
• Caçavam, pescavam, e coletavam frutas e raízes,
  utilizando a pedra e ossos como instrumento,
  chegaram na América e espalharam-se pelo
  continente.
• Exemplo brasileiro: Sambaquis – amontoados de
  ossos, conchas e restos de animais marinhos e
  também é claro, restos de flechas, pinturas
  rupestres e urnas funerárias.
Comunidades Primitivas
• Caçadores e coletores;
• Inexistência de propriedade privada;
• A terra pertencia a todos;
• Divisão do trabalho segundo o sexo e idade;
• Produção de subsistência;
• Sem Estado, sem poder coercivo, sem autoritarismo;
• Prestígio e autoridade para os membros mais velhos e
  pessoas destacadas como o Pajé e o Xamã;
• Em pleno século XXI o Brasil trata seus nativos como um
  mero entrave ao avanço da civilização;
• Aruaques e Tupis-guaranis no Brasil, Caraíbas nas
  Antilhas, Patagônios e Araucanos do sul do continente e
  Iroques da América do Norte.
Sociedades Agrárias
•   Maias:
   Séculos III e XI;
   Organizaram-se em Cidades-estado
   América Central;
   Elite militar e sacerdotal dominava a sociedade;
   Camponeses submetidos à servidão coletiva;
   Base da economia: Milho;
   Irrigação;
   Construção de templos para os deuses da Natureza
•   Astecas:
   Grande centro – Tenochtitlán;
   Século XVI;
   Grande império dominado povos adjacentes, fazendo com que
    pagassem tributos;
   Estado centralizado que controlava, vigiava e punia, seja na economia,
    seja na sociedade;
   Não havia mobilidade social - 1ª Chefes guerreiros e sacerdotes, 2ª
    Grandes comerciantes, 3ª Cidadãos comuns, artesãos camponeses e a
    4ª Escravos.
   Aldeias as terras eram comunais, com produção autosuficiente,
    pagavam tributos ao Estado;
   Calpulli – comunidades residenciais, com direitos comuns que
    pagavam imposts para o Estado;
   Cultura riquíssima e religião baseada no politeísmo, com sacrifícios
    humanos.
• Incas:
 A partir de 1200;
 Imperador com caráter divino (Inca = filho do Sol);
 Sociedade:1ª Nobres, alta aristocracia, formada pelos
  parentes do Inca, 2ª sacerdotes, 3ªOs Curacas (antigos
  chefes locais que haviam conservado sua posição e
  mantinham sob seu governo um determinado número de
  indivíduos), 4ª Camada média, artesãos, militares,
  contabilistas e escravos, 5ª Camponeses - base social do
  Império;
 Ayllu, pequenas aldeias, comunidades tribais constituídas
  de famílias aliadas. Propriedade coletiva e a cooperação
  entre os membros eram traços característicos do ayllu;
 Grande centro do Império Inca – Cuzco, que contava com
  estradas, correios, centros fortificados, depósitos e uma
  contabilidade administrativa.
Expansão Ultramarina e
          “Descobrimento”
• Falta de matérias-primas e metais preciosos impede o
  avanço da economia européia;
• Fortalecimento da burguesia permite sua participação no
  projeto;
• Formação do estado moderno – Portugal – 1385;
• Ciclo Oriental das navegações: Portugal conquista Ceuta
  em 1415 e em 1494 chega nas Índias com Vasco da Gama;
• Cristóvão Colombo descobre a América em 1492 no Ciclo
  Ocidental das navegações;
• 1494 – Tratado de Tordesilhas, partilha do mundo entre as
  nações ibéricas a 370 léguas das ilhas de Cabo Verde.
• 1500 – Cabral chega nas terras brasileiras.
Antigo Sistema Colonial
• Relação entre Metrópole e colônia que garantia,
  através dos princípios mercantilistas, lucro certo
  para a metrópole;
• Princípios Mercantilistas:
 Metalismo;
 Balança de Comércio Favorável;
 Protecionismo;
 Intervencionismo estatal;
 Desenvolvimento da industria manufatureira;
 Colonialismo.
Brasil Pré-colonial (1500 – 1530)
• Extração do pau-brasil
• Uso da mão-de-obra indígena –
  ESCAMBO
• Estanco Real (Monopólio da Coroa)
• Primeiras Feitorias
• Primeiras expedições – Guarda-costa e
  reconhecimento (geográfico e $)
Brasil Colônia (1530 – 1822)
• Portugal poderia perder as terras – franceses –
  Logo, D. João III decide colonizar;
• Comércio com o Oriente apresentava prejuízos
  devido a concorrência que se formou - holandeses;
• A catequese teve um papel fundamental na
  colonização, pode-se dizer que o português
  acreditava no seu papel missionário;
• A religião deu as bases ideológicas para a
  conquista, além de encobrir as barbáries.
Administração Colonial
• Capitanias hereditárias         • Capitanias que
  (1532 – 1548):                    prosperaram:
 Divisão das terras em            Pernambuco: Clima e
  lotes doados para                 solo, posição geográfica,
  portugueses destacados;           paz com indígenas e
 Foral: Direitos e deveres         posição geográfica;
  do capitão donatário;            São Vicente: Sucesso
 Carta de Doação:                  inicial, mas depois a
  Concessão da Terra;               concorrência a ultrapassa,
 Fracasso: Falta de $,             passamos por um período
  conflitos, falta de interesse     de crise que vai ser
  e distância de um gov.            resolvida com os
  centralizado.                     Bandeirantes.
Administração Colonial
•Governo Geral (1548 – 1808):      Nota-se que
                                   alguns direitos do
Conter abusos dos donatários;
                                   Donatário foram
Impedir a pirataria;              passados para uma
                                   burocracia criada
Pacificar os índios;              no Gov. Geral.
Incentivar a economia colonial;
Surgimento de uma burocracia: Ouvidor
mor (justiça), Provedor mor (finanças) e
Capitão mor (defesa).
Duarte da Costa (1553 – 1557):

Administração Colonial                                • + jesuítas – José de Anchieta,
                                                      em 1554 temos a fundação do
Primeiros governantes:                                Colégio São Paulo;

 Tomé de Souza (1549 – 1553):                         •Invasão francesa no RJ
                                                      (1555);
 •Distribuição de sesmarias;
                                                      •Enfrenta a Confederação dos
 •Fundou Salvador;                                    Tamoios;
 •Início das atividades jesuíticas –                  •Início das Entradas –
 evangelização e educação;                            exploração do interior.
 •Introdução do gado;          Mem de Sá (1557 – 1572): Não vamos esquecer
                               •Paz de Iperog – J. de       das Câmaras
 •Incentivo à cana.
                               Anchieta e M. da Nóbrega; Municipais e seus
                                                            “Homens Bons”
                               •Expulsão dos franceses
                               (1567);
                               • XG n° de escravos.
Economia Colonial
       A organização econômica se enquadra dentro das
necessidades e características do Mercantilismo – Ausência de
autonomia dos produtores e dependência externa.
• Açúcar (XVI – XVII): 1550 – 1654.
• Ouro (XVIII): 1693 – 1780.
       Havia atividades auxiliares como a pecuária, tabaco,
cachaça, algodão, drogas do sertão...
       Como os portugueses não encontram metais preciosos
num primeiro momento optaram pela cana de açúcar devido as
vantagens que a cana poderia ter.
Economia Colonial – Açúcar
          (1550 – 1654)
• Experiência anterior nas ilhas atlânticas;
• Rápido retorno do K investido;
• Falta do produto na mercado europeu;
• Clima e solo favoráveis na colônia;
• Abundância de mão-de-obra (escrava africana);
• Participação dos holandeses ( $, transporte, refino e
  distribuição);
• Plantation: Produção voltada para exportação –
  MONOCULTURA – LATIFÚNDIO – ESCRAVISMO;
• Ocorre a formação dos Quilombos, presentes em vários
  locais do Brasil, não somente no açúcar - reação escrava;
• Sociedade aristocrática, patriarcal, sem mobilidade social,
  bipolar e é claro, rural;
Economia Complementar
• Pecuária – Principal atividade
  complementar, esteve presente no açúcar,
  algodão, tabaco, mineração, café, ...
 Meados do XVI         Fim do XVI         Meados do XVII
 início do açúcar   crescim. do açúcar   decadênc. do açúcar
Economia Complementar
•Tráfico Negreiro – Portugueses possuem
colônias na África. Com o auxílio dos
holandeses, praticam o escambo com
algumas tribos africanas responsáveis por
capturar tribos rivais. Os negros capturados
embarcam no Tumbeiros e eram vendidos
por altos preços em mercados brasileiros.
•Eram batizados, recebiam o brasão da
coroa e do senhor de engenho – tudo a
ferro quente e valiam impostos para a
coroa portuguesa.
União Ibérica (1580 – 1640)
•1580 – Portugal com problemas sucessórios, morre D. Sebastião.
Com isso renasce o sonho castelhano de anexar o antigo condado
portucalense.
•Felipe II, rei da Espanha invade Portugal e toma a coroa. Seu
governo é “legalizado” pelas Cortes de Tomar, ele se torna Felipe I
(em Portugal).
•Territórios, cultura, moeda e sociedade ficam inalterados para
Portugal;
•Espanha esta interessada é na Tributação;
•Como é inimiga da Holanda, a Espanha interrompe o “Esquema
do Açúcar”
Invasões Holandesas
•Holanda tem grandes perdas com a U.I. => REAÇÃO.
•Invasão nas colônias portuguesas da África;
•Invasão na Bahia (1624 – 1625): FRACASSO, Esp.
Defendia a região e não havia interesse dos senhores de
engenho;
•Invasão em Pernambuco (1630 – 1654): Esp. Fraca com a
falta de metais e senhores de engenho falidos.
Depois de 5 anos de lutas, as forças holandesas
conseguem dominar o Nordeste.
*** Mas o que interessa disso aqui é Nassau!!!
Governo de Nassau (1637 – 1644)
Anos de luta geraram desordem econômica – Senhores de
engenho e holandeses queriam produzir e lucrar. Foi nomeado
para o governo do Brasil holandês o Conde Maurício de Nassau:
•Concessão de créditos;
•Tolerância religiosa;
•Obras urbanas;
•Vida cultural.
Mas surgem desentendimentos e Nassau deixa o cargo.
WIC cobra as dívidas, senhores de engenho não querem pagar e
passam a lutar contra os holandeses – Insurreição Pernambucana
(1645 – 1654) que com o fim dos combates, os holandeses são
expulsos e o açúcar entra em crise.
Expansão Territorial
Por muito tempo o povoamento esteve restrito a faixa
litorânea – “Os portugueses arranham a costa como
caranguejos” Frei Vicente de Salvador.
•Expedições Militares: organizados pelo governo para
expulsar invasores;
•Bandeirantes: percorriam o sertão atrás de riquezas;
•Jesuítas: fundar aldeamentos para catequese e
exploração econômica;
•Pecuária: rebanhos para o interior.
Expedições militares
Na luta contra estrangeiros foram fundadas
fortificações, muitas delas originaram cidades:
•Filipéia de Nossa Senhora das Neves (1584): João
Pessoa - Paraíba;
•Forte dos Reis Magos (1597): Natal – Rio Grande
do Norte;
•Fortaleza de São Pedro (1613): Fortaleza – Ceará;
•Forte do Presépio (1616): Belém – Pará.
*** Expansão conhecida como Expansão Oficial.
Entradas e Bandeiras
• Com o objetivo de capturar os indígenas,
  acabavam por explorar o interior. Foram
  responsáveis pela descoberta do ouro e diamantes;
• Expansão territorial do Brasil;
• Sertanismo de contrato – XVI e XVII – Nordeste,
  cmbt a quilombos e tribos rebeldes
• Apresamento indígena – XVII – Sul e Centro-
  oeste, apresamento dos missioneiros para trabalho
  escravo;
• Prospecção mineral – XVII – Sudeste e Centro-
  oeste, busca de metais e pedras preciosas.
Jesuítas: aldeamentos
Soldados da religião com o objetivo de conquistar índios e
colonos.
Sua arma: Catequização.
Padres iam para o interior, contribuindo com a ocupação do
território.
Missões: catequese e exploração do trabalho indígena na extração
de riquezas naturais (guaraná, pimenta, castanha, ...) que eram
vendidas => LUCRO.
Passam a ser alvo dos bandeirantes pois possuíam índios
catequizados e conhecedores de ofícios.
Tratados de limites do Brasil
• 1680 – Portugal interessado na região do Prata funda a
  colônia do sacramento, um entreposto comercial e militar
  português em terras espanholas;
• 1681 – Tratado de Lisboa: sacramento é portuguesa;
• 1715 – Tratado de Ultrech: Espanha invade Sacramento,
  Portugal com “costas-quentes”(ing.), domina novamente a
  colônia;
• 1750 – Tratado de Madri: “Uti Possidetis”, Sacramento
  para Espanha e 7 povos para Portugal;
• 1761 – Tratado de El Pardo: anula Madri na porção sul. 7
  povos para Espanha e Sacramento para Portugal;
• 1777 – Tratado de S. Idelfonso: Espanha avança até
  Laguna, possui 7 povos e Sacramento;
• 1801 – Tratado de Badajós: Volta ao Trat. De Madri.
Mineração (Séc. XVIII)
• Portugal em busca de novas riquezas;
• Primeiras jazidas – MG – Rio das Mortes e Doce –
  Ou seja, um ouro de aluvião;
• As notícias se espalham – galera em massa para a
  região das minas.
• Paulistas indignadas se revoltam – Guerra dos
  Emboabas (1708 – 1709). Os descobridores das
  minas perdem e vão para outras áreas;
• Descoberto ouro em Goiás e Mato Grosso.
Administração das Minas
Todas as minas pertenciam a Portugal que cedia lotes de terras
com trabalho escavo. Para organizar a exploração foi criado:
•Intendência das Minas: Espécie de Prefeitura. Exigia tributos,
distribuía lotes, vigiava, prendia e punia. Funções
Administrativas, Judiciárias e Tributárias.
•Casas de Fundição: Recebia, derretia e transformava o ouro
em barras com o selo real. Já cobrava o Quinto – “Ouro
quintado” – e proibía a circulação de ouro em pó (POR QUÊ?).
Casa de fundição e revolta: 1720 – Revolta de Vila Rica
Exploração de Diamantes

1729 – Arraial do Tijuco – Diamantina MG.
•Início da exploração havia dificuldade em controlar a
extração que foi entregue a particulares, com concessão
por meio de pagamento fixo.
•1771 – preocupação com o contrabando – criada a
Intendência dos Diamantes e o Distrito Diamantino – ilha
isolada onde todos eram vigiados o tempo todo.
•De 1730 – 1830: 160 Kg de diamantes.
Crise da Mineração
Intensa exploração => esgotamento das minas. Na 2ª
metade do XVIII a produção cai brutalmente.
Portugal aumenta o controle e pressão sobre os
mineiros.
1750 – coroa determina que a colônia deve enviar no
mínimo 100 arrobas/ano – colonos não conseguem e
as dívidas se acumulam.
1765 – decretada a Derrama – cobrança atrasada dos
impostos, a população paga o pato.
Conseqüências da Mineração

•Expansão territorial e populacional;
•Mudança do eixo econômico – 1763 a
capital passa a ser Rio de Janeiro;
•Revoltas contra Portugal.
   Interesses dos colonos
              X
                             Tratado de
    Interesses de Portugal
                             Methuen (1703)
Despotismo Esclarecido em Portugal
        Alguns governantes europeus adotam alguns princípios do
Iluminismo e promovem mudanças nos campos social e
econômico.
•Educação: Incentivo a educação pública, construção de escolas,
divulgação de textos, ...
•Tributos: Aperfeiçoamento do sistema de arrecadação de tributos
=> menos opressiva para as camadas mais baixas.
Principais Déspotas Esclarecidos:
•Frederico II da Prússia (1712 – 1786)
•Catarina II da Rússia (1762 – 1796)
•José II da Áustria (1780 – 1790)
Marquês de Pombal: Mercantilismo
               Ilustrado
1750 – morre D. João V – Portugal é um país fraco e
atrasado. O Novo rei – D. José I (1750 – 1777) nomeia
Pombal para reformar o Estado.
•Estimula as exportações (vinho) e as manufaturas
(tecidos);
•Reforçou o monopólio comercial para explora ao máximo
a colônia;
•Ampliou os tributos (100 arrobas) e combateu o
contrabando;
•Expulsou os jesuítas de Portugal e do Brasil para acabar
com sua influência e se apropriar das riquezas acumuladas.
Marquês de Pombal: Mercantilismo
                Ilustrado
Homem que levou os ares da ilustração européia para Portugal.
•Reformulou o ensino;
•Aperfeiçoou o aparelho estatal;
•Estimulou o comércio;
•Favoreceu a formação de uma burguesia comercial e
manufatureira.
Para o Brasil Pombal foi o homem que apertou os laços da opressão
colonial.
***      Déspotas nunca abandonaram suas intenções político-sociais
conservadoras. As reformas tinham o propósito de fortalecer o Estado
Absolutista.
Movimentos Nativistas
• Aclamação do Armador Bueno (1641): São
  Vicente reage ao retorno dos portugueses;
• Revolta de Beckmam (1684): Maranhão luta
  contra a miséria;
• Guerra dos Emboabas (1708-1709): Bandeirantes
  x Estrangeiros;
• Guerra dos Mascates (1710-1711): Recife x
  Olinda;
• Revolta Felipe dos Santos ou Vila Rica (1720):
  Reação contra as casas de fundição.
Movimentos de emancipação
• Inconfidência Mineira     • Conjuração Baiana
  (1789):                     (1798):
• Influência de 1776;       • Movimento popular com o
• Influência Liberal;         fim da escravidão,
• Derrama;                    desenvolvimento das
                              manufaturas e formação
• República ou monarquia?     de um república
• Abolição ou não?          • Influência da França;
• Traidor – Joaquim         • No momento da abolição a
  Silvério dos Reis;          elite “pula fora”. O
• Bode-expiatório -           movimento é levado pelos
  Tiradentes                  populares – Conj. Dos
                              Alfaiates.
Corte portuguesa no Brasil
• Política expansionista de Napoleão leva a corte a
  fugir;
• 1808 - Abertura dos portos as nações amigas;
• 1810 – Tratados: imposto alfandegário
  diferenciado para a Inglaterra;
• Plano Interno: modernização no RJ;
• 1817 – Revolução Pernambucana – movimento
  popular contra a política de D. João VI
• 1820 – Rev. do Porto: Volta de D. João VI para
  Portugal, ele vai, mas deixa seu filho.

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  • 2. Primeiros homens americanos • Primeiros homens chegam através do Estreito de Bering em várias levas; • Caçavam, pescavam, e coletavam frutas e raízes, utilizando a pedra e ossos como instrumento, chegaram na América e espalharam-se pelo continente. • Exemplo brasileiro: Sambaquis – amontoados de ossos, conchas e restos de animais marinhos e também é claro, restos de flechas, pinturas rupestres e urnas funerárias.
  • 3. Comunidades Primitivas • Caçadores e coletores; • Inexistência de propriedade privada; • A terra pertencia a todos; • Divisão do trabalho segundo o sexo e idade; • Produção de subsistência; • Sem Estado, sem poder coercivo, sem autoritarismo; • Prestígio e autoridade para os membros mais velhos e pessoas destacadas como o Pajé e o Xamã; • Em pleno século XXI o Brasil trata seus nativos como um mero entrave ao avanço da civilização; • Aruaques e Tupis-guaranis no Brasil, Caraíbas nas Antilhas, Patagônios e Araucanos do sul do continente e Iroques da América do Norte.
  • 4. Sociedades Agrárias • Maias:  Séculos III e XI;  Organizaram-se em Cidades-estado  América Central;  Elite militar e sacerdotal dominava a sociedade;  Camponeses submetidos à servidão coletiva;  Base da economia: Milho;  Irrigação;  Construção de templos para os deuses da Natureza
  • 5. Astecas:  Grande centro – Tenochtitlán;  Século XVI;  Grande império dominado povos adjacentes, fazendo com que pagassem tributos;  Estado centralizado que controlava, vigiava e punia, seja na economia, seja na sociedade;  Não havia mobilidade social - 1ª Chefes guerreiros e sacerdotes, 2ª Grandes comerciantes, 3ª Cidadãos comuns, artesãos camponeses e a 4ª Escravos.  Aldeias as terras eram comunais, com produção autosuficiente, pagavam tributos ao Estado;  Calpulli – comunidades residenciais, com direitos comuns que pagavam imposts para o Estado;  Cultura riquíssima e religião baseada no politeísmo, com sacrifícios humanos.
  • 6. • Incas:  A partir de 1200;  Imperador com caráter divino (Inca = filho do Sol);  Sociedade:1ª Nobres, alta aristocracia, formada pelos parentes do Inca, 2ª sacerdotes, 3ªOs Curacas (antigos chefes locais que haviam conservado sua posição e mantinham sob seu governo um determinado número de indivíduos), 4ª Camada média, artesãos, militares, contabilistas e escravos, 5ª Camponeses - base social do Império;  Ayllu, pequenas aldeias, comunidades tribais constituídas de famílias aliadas. Propriedade coletiva e a cooperação entre os membros eram traços característicos do ayllu;  Grande centro do Império Inca – Cuzco, que contava com estradas, correios, centros fortificados, depósitos e uma contabilidade administrativa.
  • 7. Expansão Ultramarina e “Descobrimento” • Falta de matérias-primas e metais preciosos impede o avanço da economia européia; • Fortalecimento da burguesia permite sua participação no projeto; • Formação do estado moderno – Portugal – 1385; • Ciclo Oriental das navegações: Portugal conquista Ceuta em 1415 e em 1494 chega nas Índias com Vasco da Gama; • Cristóvão Colombo descobre a América em 1492 no Ciclo Ocidental das navegações; • 1494 – Tratado de Tordesilhas, partilha do mundo entre as nações ibéricas a 370 léguas das ilhas de Cabo Verde. • 1500 – Cabral chega nas terras brasileiras.
  • 8. Antigo Sistema Colonial • Relação entre Metrópole e colônia que garantia, através dos princípios mercantilistas, lucro certo para a metrópole; • Princípios Mercantilistas:  Metalismo;  Balança de Comércio Favorável;  Protecionismo;  Intervencionismo estatal;  Desenvolvimento da industria manufatureira;  Colonialismo.
  • 9. Brasil Pré-colonial (1500 – 1530) • Extração do pau-brasil • Uso da mão-de-obra indígena – ESCAMBO • Estanco Real (Monopólio da Coroa) • Primeiras Feitorias • Primeiras expedições – Guarda-costa e reconhecimento (geográfico e $)
  • 10. Brasil Colônia (1530 – 1822) • Portugal poderia perder as terras – franceses – Logo, D. João III decide colonizar; • Comércio com o Oriente apresentava prejuízos devido a concorrência que se formou - holandeses; • A catequese teve um papel fundamental na colonização, pode-se dizer que o português acreditava no seu papel missionário; • A religião deu as bases ideológicas para a conquista, além de encobrir as barbáries.
  • 11. Administração Colonial • Capitanias hereditárias • Capitanias que (1532 – 1548): prosperaram:  Divisão das terras em  Pernambuco: Clima e lotes doados para solo, posição geográfica, portugueses destacados; paz com indígenas e  Foral: Direitos e deveres posição geográfica; do capitão donatário;  São Vicente: Sucesso  Carta de Doação: inicial, mas depois a Concessão da Terra; concorrência a ultrapassa,  Fracasso: Falta de $, passamos por um período conflitos, falta de interesse de crise que vai ser e distância de um gov. resolvida com os centralizado. Bandeirantes.
  • 12. Administração Colonial •Governo Geral (1548 – 1808): Nota-se que alguns direitos do Conter abusos dos donatários; Donatário foram Impedir a pirataria; passados para uma burocracia criada Pacificar os índios; no Gov. Geral. Incentivar a economia colonial; Surgimento de uma burocracia: Ouvidor mor (justiça), Provedor mor (finanças) e Capitão mor (defesa).
  • 13. Duarte da Costa (1553 – 1557): Administração Colonial • + jesuítas – José de Anchieta, em 1554 temos a fundação do Primeiros governantes: Colégio São Paulo; Tomé de Souza (1549 – 1553): •Invasão francesa no RJ (1555); •Distribuição de sesmarias; •Enfrenta a Confederação dos •Fundou Salvador; Tamoios; •Início das atividades jesuíticas – •Início das Entradas – evangelização e educação; exploração do interior. •Introdução do gado; Mem de Sá (1557 – 1572): Não vamos esquecer •Paz de Iperog – J. de das Câmaras •Incentivo à cana. Anchieta e M. da Nóbrega; Municipais e seus “Homens Bons” •Expulsão dos franceses (1567); • XG n° de escravos.
  • 14. Economia Colonial A organização econômica se enquadra dentro das necessidades e características do Mercantilismo – Ausência de autonomia dos produtores e dependência externa. • Açúcar (XVI – XVII): 1550 – 1654. • Ouro (XVIII): 1693 – 1780. Havia atividades auxiliares como a pecuária, tabaco, cachaça, algodão, drogas do sertão... Como os portugueses não encontram metais preciosos num primeiro momento optaram pela cana de açúcar devido as vantagens que a cana poderia ter.
  • 15. Economia Colonial – Açúcar (1550 – 1654) • Experiência anterior nas ilhas atlânticas; • Rápido retorno do K investido; • Falta do produto na mercado europeu; • Clima e solo favoráveis na colônia; • Abundância de mão-de-obra (escrava africana); • Participação dos holandeses ( $, transporte, refino e distribuição); • Plantation: Produção voltada para exportação – MONOCULTURA – LATIFÚNDIO – ESCRAVISMO; • Ocorre a formação dos Quilombos, presentes em vários locais do Brasil, não somente no açúcar - reação escrava; • Sociedade aristocrática, patriarcal, sem mobilidade social, bipolar e é claro, rural;
  • 16. Economia Complementar • Pecuária – Principal atividade complementar, esteve presente no açúcar, algodão, tabaco, mineração, café, ... Meados do XVI Fim do XVI Meados do XVII início do açúcar crescim. do açúcar decadênc. do açúcar
  • 17. Economia Complementar •Tráfico Negreiro – Portugueses possuem colônias na África. Com o auxílio dos holandeses, praticam o escambo com algumas tribos africanas responsáveis por capturar tribos rivais. Os negros capturados embarcam no Tumbeiros e eram vendidos por altos preços em mercados brasileiros. •Eram batizados, recebiam o brasão da coroa e do senhor de engenho – tudo a ferro quente e valiam impostos para a coroa portuguesa.
  • 18. União Ibérica (1580 – 1640) •1580 – Portugal com problemas sucessórios, morre D. Sebastião. Com isso renasce o sonho castelhano de anexar o antigo condado portucalense. •Felipe II, rei da Espanha invade Portugal e toma a coroa. Seu governo é “legalizado” pelas Cortes de Tomar, ele se torna Felipe I (em Portugal). •Territórios, cultura, moeda e sociedade ficam inalterados para Portugal; •Espanha esta interessada é na Tributação; •Como é inimiga da Holanda, a Espanha interrompe o “Esquema do Açúcar”
  • 19. Invasões Holandesas •Holanda tem grandes perdas com a U.I. => REAÇÃO. •Invasão nas colônias portuguesas da África; •Invasão na Bahia (1624 – 1625): FRACASSO, Esp. Defendia a região e não havia interesse dos senhores de engenho; •Invasão em Pernambuco (1630 – 1654): Esp. Fraca com a falta de metais e senhores de engenho falidos. Depois de 5 anos de lutas, as forças holandesas conseguem dominar o Nordeste. *** Mas o que interessa disso aqui é Nassau!!!
  • 20. Governo de Nassau (1637 – 1644) Anos de luta geraram desordem econômica – Senhores de engenho e holandeses queriam produzir e lucrar. Foi nomeado para o governo do Brasil holandês o Conde Maurício de Nassau: •Concessão de créditos; •Tolerância religiosa; •Obras urbanas; •Vida cultural. Mas surgem desentendimentos e Nassau deixa o cargo. WIC cobra as dívidas, senhores de engenho não querem pagar e passam a lutar contra os holandeses – Insurreição Pernambucana (1645 – 1654) que com o fim dos combates, os holandeses são expulsos e o açúcar entra em crise.
  • 21. Expansão Territorial Por muito tempo o povoamento esteve restrito a faixa litorânea – “Os portugueses arranham a costa como caranguejos” Frei Vicente de Salvador. •Expedições Militares: organizados pelo governo para expulsar invasores; •Bandeirantes: percorriam o sertão atrás de riquezas; •Jesuítas: fundar aldeamentos para catequese e exploração econômica; •Pecuária: rebanhos para o interior.
  • 22. Expedições militares Na luta contra estrangeiros foram fundadas fortificações, muitas delas originaram cidades: •Filipéia de Nossa Senhora das Neves (1584): João Pessoa - Paraíba; •Forte dos Reis Magos (1597): Natal – Rio Grande do Norte; •Fortaleza de São Pedro (1613): Fortaleza – Ceará; •Forte do Presépio (1616): Belém – Pará. *** Expansão conhecida como Expansão Oficial.
  • 23. Entradas e Bandeiras • Com o objetivo de capturar os indígenas, acabavam por explorar o interior. Foram responsáveis pela descoberta do ouro e diamantes; • Expansão territorial do Brasil; • Sertanismo de contrato – XVI e XVII – Nordeste, cmbt a quilombos e tribos rebeldes • Apresamento indígena – XVII – Sul e Centro- oeste, apresamento dos missioneiros para trabalho escravo; • Prospecção mineral – XVII – Sudeste e Centro- oeste, busca de metais e pedras preciosas.
  • 24. Jesuítas: aldeamentos Soldados da religião com o objetivo de conquistar índios e colonos. Sua arma: Catequização. Padres iam para o interior, contribuindo com a ocupação do território. Missões: catequese e exploração do trabalho indígena na extração de riquezas naturais (guaraná, pimenta, castanha, ...) que eram vendidas => LUCRO. Passam a ser alvo dos bandeirantes pois possuíam índios catequizados e conhecedores de ofícios.
  • 25. Tratados de limites do Brasil • 1680 – Portugal interessado na região do Prata funda a colônia do sacramento, um entreposto comercial e militar português em terras espanholas; • 1681 – Tratado de Lisboa: sacramento é portuguesa; • 1715 – Tratado de Ultrech: Espanha invade Sacramento, Portugal com “costas-quentes”(ing.), domina novamente a colônia; • 1750 – Tratado de Madri: “Uti Possidetis”, Sacramento para Espanha e 7 povos para Portugal; • 1761 – Tratado de El Pardo: anula Madri na porção sul. 7 povos para Espanha e Sacramento para Portugal; • 1777 – Tratado de S. Idelfonso: Espanha avança até Laguna, possui 7 povos e Sacramento; • 1801 – Tratado de Badajós: Volta ao Trat. De Madri.
  • 26. Mineração (Séc. XVIII) • Portugal em busca de novas riquezas; • Primeiras jazidas – MG – Rio das Mortes e Doce – Ou seja, um ouro de aluvião; • As notícias se espalham – galera em massa para a região das minas. • Paulistas indignadas se revoltam – Guerra dos Emboabas (1708 – 1709). Os descobridores das minas perdem e vão para outras áreas; • Descoberto ouro em Goiás e Mato Grosso.
  • 27. Administração das Minas Todas as minas pertenciam a Portugal que cedia lotes de terras com trabalho escavo. Para organizar a exploração foi criado: •Intendência das Minas: Espécie de Prefeitura. Exigia tributos, distribuía lotes, vigiava, prendia e punia. Funções Administrativas, Judiciárias e Tributárias. •Casas de Fundição: Recebia, derretia e transformava o ouro em barras com o selo real. Já cobrava o Quinto – “Ouro quintado” – e proibía a circulação de ouro em pó (POR QUÊ?). Casa de fundição e revolta: 1720 – Revolta de Vila Rica
  • 28. Exploração de Diamantes 1729 – Arraial do Tijuco – Diamantina MG. •Início da exploração havia dificuldade em controlar a extração que foi entregue a particulares, com concessão por meio de pagamento fixo. •1771 – preocupação com o contrabando – criada a Intendência dos Diamantes e o Distrito Diamantino – ilha isolada onde todos eram vigiados o tempo todo. •De 1730 – 1830: 160 Kg de diamantes.
  • 29. Crise da Mineração Intensa exploração => esgotamento das minas. Na 2ª metade do XVIII a produção cai brutalmente. Portugal aumenta o controle e pressão sobre os mineiros. 1750 – coroa determina que a colônia deve enviar no mínimo 100 arrobas/ano – colonos não conseguem e as dívidas se acumulam. 1765 – decretada a Derrama – cobrança atrasada dos impostos, a população paga o pato.
  • 30. Conseqüências da Mineração •Expansão territorial e populacional; •Mudança do eixo econômico – 1763 a capital passa a ser Rio de Janeiro; •Revoltas contra Portugal. Interesses dos colonos X Tratado de Interesses de Portugal Methuen (1703)
  • 31. Despotismo Esclarecido em Portugal Alguns governantes europeus adotam alguns princípios do Iluminismo e promovem mudanças nos campos social e econômico. •Educação: Incentivo a educação pública, construção de escolas, divulgação de textos, ... •Tributos: Aperfeiçoamento do sistema de arrecadação de tributos => menos opressiva para as camadas mais baixas. Principais Déspotas Esclarecidos: •Frederico II da Prússia (1712 – 1786) •Catarina II da Rússia (1762 – 1796) •José II da Áustria (1780 – 1790)
  • 32. Marquês de Pombal: Mercantilismo Ilustrado 1750 – morre D. João V – Portugal é um país fraco e atrasado. O Novo rei – D. José I (1750 – 1777) nomeia Pombal para reformar o Estado. •Estimula as exportações (vinho) e as manufaturas (tecidos); •Reforçou o monopólio comercial para explora ao máximo a colônia; •Ampliou os tributos (100 arrobas) e combateu o contrabando; •Expulsou os jesuítas de Portugal e do Brasil para acabar com sua influência e se apropriar das riquezas acumuladas.
  • 33. Marquês de Pombal: Mercantilismo Ilustrado Homem que levou os ares da ilustração européia para Portugal. •Reformulou o ensino; •Aperfeiçoou o aparelho estatal; •Estimulou o comércio; •Favoreceu a formação de uma burguesia comercial e manufatureira. Para o Brasil Pombal foi o homem que apertou os laços da opressão colonial. *** Déspotas nunca abandonaram suas intenções político-sociais conservadoras. As reformas tinham o propósito de fortalecer o Estado Absolutista.
  • 34. Movimentos Nativistas • Aclamação do Armador Bueno (1641): São Vicente reage ao retorno dos portugueses; • Revolta de Beckmam (1684): Maranhão luta contra a miséria; • Guerra dos Emboabas (1708-1709): Bandeirantes x Estrangeiros; • Guerra dos Mascates (1710-1711): Recife x Olinda; • Revolta Felipe dos Santos ou Vila Rica (1720): Reação contra as casas de fundição.
  • 35. Movimentos de emancipação • Inconfidência Mineira • Conjuração Baiana (1789): (1798): • Influência de 1776; • Movimento popular com o • Influência Liberal; fim da escravidão, • Derrama; desenvolvimento das manufaturas e formação • República ou monarquia? de um república • Abolição ou não? • Influência da França; • Traidor – Joaquim • No momento da abolição a Silvério dos Reis; elite “pula fora”. O • Bode-expiatório - movimento é levado pelos Tiradentes populares – Conj. Dos Alfaiates.
  • 36. Corte portuguesa no Brasil • Política expansionista de Napoleão leva a corte a fugir; • 1808 - Abertura dos portos as nações amigas; • 1810 – Tratados: imposto alfandegário diferenciado para a Inglaterra; • Plano Interno: modernização no RJ; • 1817 – Revolução Pernambucana – movimento popular contra a política de D. João VI • 1820 – Rev. do Porto: Volta de D. João VI para Portugal, ele vai, mas deixa seu filho.