A Reencarnação
como Processo
Educativo
CICLO I
MARÇO/2012
SAMARA NUNES
11 de Março 2012
Eduardo Wancelotti
Temas
 Reencarnação
 Finalidades
 Processo
 Conceitos Básicos
 Métodos de Aprendizagem
 Reflexões
Reencarnação - Finalidades
 O ser humano retorna a um novo corpo humano. Retoma
uma nova existência para aprender o que ainda não foi
aprendido. O que já foi apreendido de conhecimentos
numa encarnação não se perde. Reencarnar é educar-se, é
aumentar os conhecimentos do Espírito. É oportunidade de
crescer.
 Promover, através do
aprendizado, o nosso
crescimento moral e
espiritual.
 Reencarna-se para aprender, para educar-se, para crescer,
a partir de novos elementos, de uma nova
oportunidade, num novo ambiente, onde se possa
construir sua própria elevação espiritual.
 A frase “Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre,
tal é a lei” resume o significado da reencarnação para o
Espiritismo.
Reencarnação - Processo
 É uma lei da Natureza.
 Automática
 Mandatória
 Ninguém, nenhum ser humano, estará isento do processo
de educação. A reencarnação é o mecanismo natural no
nível de evolução em que se encontra a humanidade
terrestre. Ninguém está isento dela. Não há privilégios nem
privilegiados.
Reencarnação – Conceitos Básicos
 Nada escapa às leis de Deus. Tudo se processa para
fazer com que o espírito se aperfeiçoe. A justiça se
processa de forma a educar o espírito. Nunca no
sentido de puni-lo, mas de educá-lo. A reencarnação
é um processo educativo.
 O aprendizado se da através das experiências vivenciadas
na terra e na vida espiritual.
 É comum dizer-se que o espírito reencarnou para “pagar”
pois quem deve tem de pagar. Tal afirmação deve ser
entendida no seu sentido figurado.
 A “divida” deve ser entendida como ausência de
conhecimento, isto é, desconhecimento em relação à Lei
de Deus.
 O conjunto de hábitos morais e intelectuais, adquiridos
e aprimorados, se agregarão às tendências inatas
arquivadas ao longo do carreiro evolutivo, e jamais se
perderão com a desintegração da matéria.
 Da mesma forma, os transtornos
psíquicos não resolvidos, serão
mantidos de uma encarnação a
outra.
 O esquecer é uma oportunidade de recomeçar, sem medos,
culpas, traumas ou pressões. Fecha-se a lembrança e abre-
se uma janela de esperança no futuro.
 Recebemos um novo
equipamento, corpo, cérebro, ego,
uma nova personalidade e
experiências no novo meio no qual
iremos renascer.
 O espírito esta sempre começando a partir de onde ele parou. Ele
pode não se desenvolver muito, mas nunca regride.
 Quantas vezes reencarnamos? Quantas vezes forem necessárias.
 Livro dos Espíritos 168 - O número das existências corpóreas é
limitado, ou o Espírito reencarna perpetuamente?
 A cada nova existência, o Espírito da um passo no caminho do progresso;
quando se despojou de todas as suas impurezas, não necessita mais das
provas da vida corpórea.
 Os processos não se dão de forma linear, isto é, ao reencarnar
para aprender, o espírito poderá não estar sujeito a situações
idênticas as que proporcionou aos outros, em face do que
aprendeu no período de intermissão, bem como em função da
necessidade de educar-se a partir de estratégias amorosas das
leis de Deus.
 O que é o Livre Arbítrio?
 É a possibilidade de fazer escolhas.
 Como se processa?
 Aumenta progressivamente à medida que o Espírito aumenta sua
consciência.
 No estágio do instinto, o uso do livre arbítrio é limitado pois
age movido pelos impulsos primitivos – inércia, irritação,
hábitos, etc.
 A medida que a consciência se desenvolve, crescendo a
razão, o homem vai se capacitando a usar o livre arbítrio de
forma mais ampla.
 O livre arbítrio é uma conquista
evolutiva. Aprendendo que mais
do que se fazer o que se quer,
consiste em fazer o que se
deve.
 À medida que o ser se desenvolve, transpõe as fronteiras
do instinto a caminho da razão.
 A estrada é longa, sendo percorrida por
nós de forma muita lenta, em sucessivas
etapas reencarnatórias, nas quais vamos
aos poucos nos aperfeiçoando e
aprendendo a fazer escolhas assertivas (
livre arbítrio ) em favor da nossa
evolução.
 A liberdade de decidir e agir existe antes da ação ser
executada.
 Posta em movimento o agente perde-se aos efeitos das
causas que gerou. Entrando em cena a lei de
CAUSA E EFEITO.
 Responsabilidade - As escolhas devem respeitar a zona
fronteiriça do próximo.
 Seu uso inadequado desencadeia reações desarmônicas -
culpas, arrependimentos, gerando repercussões negativas
que se fixam no psiquismo do infrator.
 A Lei da Causa e Efeito tem o objetivo de que se aprenda
a equilibrar o que desequilibrou.
 Nosso nível de consciência vai determinar a forma como
vamos aprender. Se estiver consciente que estou
aprendendo vou reequilibrar esta situação que causei de
uma forma construtiva.
 Lei de Causa e Efeito vs Ação e Reação
 A lei de Ação e Reação prevê que “toda a ação corresponde
uma reação de igual intensidade e sentido contrário” - lei da
física – Isaac Newton.
 Diferente da Lei de Causa e Efeito, pois nem sempre é de
intensidade igual e em sentido contrário.
 Quando jogo uma bola de borracha na parede ela voltará com a
mesma força que mandei – isso é a lei de ação e reação. Porém, o
comportamento humano não é uma ciência exata, e obedece a
variáveis muito mais amplas.
Reencarnação – Métodos de Aprendizagem
 Os mecanismos educativos podem ocorrer na mesma
existência, sem a necessidade de se aguardar uma próxima
encarnação, como também podem dar-se após várias
encarnações terem ocorrido.
 Às vezes, há a necessidade de se reunirem pessoas várias
num processo único, o que poderá levar séculos ou
milênios
 Através de que situações somos desafiados?
 Provas
 Expiações
 O que são as provas?
 São escolhas para o nosso adiantamento.
 As provas são os desafios da vida que nos fazem
crescer. Temos o poder de decidir não passar por
alguma prova.
 Em uma nova existência o Espírito encarnado estará
sujeito a provas de paciência, de tolerância, de
amor, de fé, de perseverança, lapidando suas
emoções.
 O que são as expiações?
 São experiências obrigatórias, por termos utilizado
nosso livre arbítrio cometendo graves equívocos,
que podem ter envolvido terceiros, imposto pela
Justiça Divina.
 A expiação serve sempre
de prova, mas nem
sempre a prova é uma
expiação.
Reencarnação
 ”As provas e expiações a que estão submetidos os
Espíritos, decorrem de compromissos pregressos. Tais
compromissos são vulgarmente chamados de dívidas,
cujos correspondentes processos de resgates, chamo
de educativos.“
Adenáuer Novaes
Reencarnação Processo Educativo
Reflexões
 O que podemos fazer para facilitar nosso processo
educativo?
 Investir em novos potenciais e habilidades.
 Ser Auto determinado na busca do progresso,
aceitando as provas e expiações com resignação.
 Entrar em contato com sua essência.
Referências
 Livro dos Espíritos
 O Evangelho Segundo o Espiritismo
 A Gênese
 O Reformador – Fevereiro 2007
 Conhecendo o Espiritismo – Adenáuer Novaes
 Reencarnação Processo Educativo – Adenáuer Novaes

Reencarnacao como processo_educativo-samara_n

  • 1.
    A Reencarnação como Processo Educativo CICLOI MARÇO/2012 SAMARA NUNES 11 de Março 2012 Eduardo Wancelotti
  • 2.
    Temas  Reencarnação  Finalidades Processo  Conceitos Básicos  Métodos de Aprendizagem  Reflexões
  • 3.
    Reencarnação - Finalidades O ser humano retorna a um novo corpo humano. Retoma uma nova existência para aprender o que ainda não foi aprendido. O que já foi apreendido de conhecimentos numa encarnação não se perde. Reencarnar é educar-se, é aumentar os conhecimentos do Espírito. É oportunidade de crescer.  Promover, através do aprendizado, o nosso crescimento moral e espiritual.
  • 4.
     Reencarna-se paraaprender, para educar-se, para crescer, a partir de novos elementos, de uma nova oportunidade, num novo ambiente, onde se possa construir sua própria elevação espiritual.  A frase “Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei” resume o significado da reencarnação para o Espiritismo.
  • 5.
    Reencarnação - Processo É uma lei da Natureza.  Automática  Mandatória  Ninguém, nenhum ser humano, estará isento do processo de educação. A reencarnação é o mecanismo natural no nível de evolução em que se encontra a humanidade terrestre. Ninguém está isento dela. Não há privilégios nem privilegiados.
  • 6.
    Reencarnação – ConceitosBásicos  Nada escapa às leis de Deus. Tudo se processa para fazer com que o espírito se aperfeiçoe. A justiça se processa de forma a educar o espírito. Nunca no sentido de puni-lo, mas de educá-lo. A reencarnação é um processo educativo.
  • 7.
     O aprendizadose da através das experiências vivenciadas na terra e na vida espiritual.
  • 8.
     É comumdizer-se que o espírito reencarnou para “pagar” pois quem deve tem de pagar. Tal afirmação deve ser entendida no seu sentido figurado.  A “divida” deve ser entendida como ausência de conhecimento, isto é, desconhecimento em relação à Lei de Deus.
  • 9.
     O conjuntode hábitos morais e intelectuais, adquiridos e aprimorados, se agregarão às tendências inatas arquivadas ao longo do carreiro evolutivo, e jamais se perderão com a desintegração da matéria.  Da mesma forma, os transtornos psíquicos não resolvidos, serão mantidos de uma encarnação a outra.
  • 10.
     O esqueceré uma oportunidade de recomeçar, sem medos, culpas, traumas ou pressões. Fecha-se a lembrança e abre- se uma janela de esperança no futuro.  Recebemos um novo equipamento, corpo, cérebro, ego, uma nova personalidade e experiências no novo meio no qual iremos renascer.
  • 11.
     O espíritoesta sempre começando a partir de onde ele parou. Ele pode não se desenvolver muito, mas nunca regride.  Quantas vezes reencarnamos? Quantas vezes forem necessárias.  Livro dos Espíritos 168 - O número das existências corpóreas é limitado, ou o Espírito reencarna perpetuamente?  A cada nova existência, o Espírito da um passo no caminho do progresso; quando se despojou de todas as suas impurezas, não necessita mais das provas da vida corpórea.
  • 12.
     Os processosnão se dão de forma linear, isto é, ao reencarnar para aprender, o espírito poderá não estar sujeito a situações idênticas as que proporcionou aos outros, em face do que aprendeu no período de intermissão, bem como em função da necessidade de educar-se a partir de estratégias amorosas das leis de Deus.
  • 13.
     O queé o Livre Arbítrio?  É a possibilidade de fazer escolhas.  Como se processa?  Aumenta progressivamente à medida que o Espírito aumenta sua consciência.
  • 14.
     No estágiodo instinto, o uso do livre arbítrio é limitado pois age movido pelos impulsos primitivos – inércia, irritação, hábitos, etc.  A medida que a consciência se desenvolve, crescendo a razão, o homem vai se capacitando a usar o livre arbítrio de forma mais ampla.  O livre arbítrio é uma conquista evolutiva. Aprendendo que mais do que se fazer o que se quer, consiste em fazer o que se deve.
  • 15.
     À medidaque o ser se desenvolve, transpõe as fronteiras do instinto a caminho da razão.  A estrada é longa, sendo percorrida por nós de forma muita lenta, em sucessivas etapas reencarnatórias, nas quais vamos aos poucos nos aperfeiçoando e aprendendo a fazer escolhas assertivas ( livre arbítrio ) em favor da nossa evolução.
  • 16.
     A liberdadede decidir e agir existe antes da ação ser executada.  Posta em movimento o agente perde-se aos efeitos das causas que gerou. Entrando em cena a lei de CAUSA E EFEITO.
  • 17.
     Responsabilidade -As escolhas devem respeitar a zona fronteiriça do próximo.  Seu uso inadequado desencadeia reações desarmônicas - culpas, arrependimentos, gerando repercussões negativas que se fixam no psiquismo do infrator.  A Lei da Causa e Efeito tem o objetivo de que se aprenda a equilibrar o que desequilibrou.  Nosso nível de consciência vai determinar a forma como vamos aprender. Se estiver consciente que estou aprendendo vou reequilibrar esta situação que causei de uma forma construtiva.
  • 18.
     Lei deCausa e Efeito vs Ação e Reação  A lei de Ação e Reação prevê que “toda a ação corresponde uma reação de igual intensidade e sentido contrário” - lei da física – Isaac Newton.  Diferente da Lei de Causa e Efeito, pois nem sempre é de intensidade igual e em sentido contrário.  Quando jogo uma bola de borracha na parede ela voltará com a mesma força que mandei – isso é a lei de ação e reação. Porém, o comportamento humano não é uma ciência exata, e obedece a variáveis muito mais amplas.
  • 19.
    Reencarnação – Métodosde Aprendizagem  Os mecanismos educativos podem ocorrer na mesma existência, sem a necessidade de se aguardar uma próxima encarnação, como também podem dar-se após várias encarnações terem ocorrido.  Às vezes, há a necessidade de se reunirem pessoas várias num processo único, o que poderá levar séculos ou milênios
  • 20.
     Através deque situações somos desafiados?  Provas  Expiações
  • 21.
     O quesão as provas?  São escolhas para o nosso adiantamento.  As provas são os desafios da vida que nos fazem crescer. Temos o poder de decidir não passar por alguma prova.  Em uma nova existência o Espírito encarnado estará sujeito a provas de paciência, de tolerância, de amor, de fé, de perseverança, lapidando suas emoções.
  • 22.
     O quesão as expiações?  São experiências obrigatórias, por termos utilizado nosso livre arbítrio cometendo graves equívocos, que podem ter envolvido terceiros, imposto pela Justiça Divina.  A expiação serve sempre de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação.
  • 23.
    Reencarnação  ”As provase expiações a que estão submetidos os Espíritos, decorrem de compromissos pregressos. Tais compromissos são vulgarmente chamados de dívidas, cujos correspondentes processos de resgates, chamo de educativos.“ Adenáuer Novaes Reencarnação Processo Educativo
  • 24.
    Reflexões  O quepodemos fazer para facilitar nosso processo educativo?  Investir em novos potenciais e habilidades.  Ser Auto determinado na busca do progresso, aceitando as provas e expiações com resignação.  Entrar em contato com sua essência.
  • 25.
    Referências  Livro dosEspíritos  O Evangelho Segundo o Espiritismo  A Gênese  O Reformador – Fevereiro 2007  Conhecendo o Espiritismo – Adenáuer Novaes  Reencarnação Processo Educativo – Adenáuer Novaes

Notas do Editor

  • #7 Rencarnação – Processo Educativo
  • #9 Rencarnação – Processo Educativo Trazemos de encarnações pregressas esta crença provavelmente católica do castigo e da punição, porém aprendemos no Espritismo que o objetivo do espírito é seu desenvolvimento e isso não se faz atraves da punição mais sim atraves da responsabilidade e aquisição de consciência das consequências das nossas escolhas.
  • #10 Rencarnação – Conhecimentos Natos/Esquecimento
  • #11 Rencarnação – Conhecimentos Natos/Esquecimento
  • #12 Rencarnação – Quantidade
  • #13 As leis de Deus nem sempre utilizam mesmo modo que o ser humano atuou no passado, para educá-lo no presente. As circunstâncias a que um espírito está sujeito numa encarnação expiatória são sempre atenuadas pela Misericórdia Divina. A chamada “lei” de causa e efeito não é como a pena de Talião. Não é “olho por olho dente por dente”. Às vezes, no período de intermissão, o espírito atravessa sofrimentos, resultantes de suas atitudes quando no corpo físico. Ao reencarnar para aprender, os processos a que estará sujeito não poderão ser idênticos aos que proporcionou aos outros, em face do que aprendeu no período de intermissão, bem como em função da necessidade de educar-se a partir de estratégias amorosas das leis de Deus.
  • #14 Rencarnação – Livre Arbítrio
  • #15 Rencarnação – Livre Arbítrio “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.” (1Cor 6,12)
  • #16 Rencarnação – Livre Arbítrio
  • #17 Rencarnação – Livre Arbítrio
  • #18 Rencarnação – Lei de Causa e Efeito
  • #19 Rencarnação – Lei de Causa e Efeito
  • #20 Rencarnação – Métodos de Aprendizagem
  • #21 Rencarnação – Métodos de Aprendizagem
  • #22 Rencarnação – Métodos de Aprendizagem
  • #23 Rencarnação – Métodos de Aprendizagem
  • #24 Rencarnação – Processo Educativo
  • #25 Rencarnação – Processo Educativo