1
ROTEIRO DE
ESTUDO Conceito
Histórico
Fenômeno
Na Reunião Mediúnica
Conclusão
2
CONCEITO
Animismo: o que é?
3
Animismo é o fenômeno pelo qual a
pessoa arroja ao passado os
próprios sentimentos, de onde
recolhe as impressões de que se vê
possuída.
histórico
4
Allan Kardec
1804 - 1869
Eduard von Hartmann
1842 - 1906
Alexander Aksakof
1832 - 1903
Karl Robert Eduard von Hartmann
histórico
5
Eduard von Hartmann
1842 - 1906
 1885: publicação do livro “O Espiritismo”
 Fenômenos espíritas são todos produzidos pela mente
 Explicação toda baseada nos conceitos do inconsciente
 Fenômenos ocorrem sem a interferência de desencarnados
histórico
6
 Criador do termo ANIMISMO
 Resposta ao livro “O Espiritismo” de Eduard von Hartmann
 1890: Animismo e Espiritismo (2 volumes)
Alexander Asakof
Alexander Aksakof
1832 - 1903
Para maior brevidade, proponho designar pela palavra ANIMISMO
todos os fenômenos intelectuais e físicos que deixam supor uma
atividade extracorpórea ou à distância do organismo humano e
mais especialmente todos os fenômenos mediúnicos que podem
ser explicados por uma ação que o homem vivo exerce além dos
limites do corpo
1890: Animismo e Espiritismo
HISTÓRICO
7
Ernesto Bozzano
1862 - 1943
Gabriel Delanne
1857 - 1926
Hermínio Miranda
1920 - 2013
HISTÓRICO
8
 1937: Conferência de Glasgow
 “Animismo ou Espiritismo? Qual explica melhor o fenômeno?”
 Publica o livro “Animismo ou Espiritismo” reunindo dados de 40
anos de pesquisa
Ernesto Bozzano
Nem um, nem outro logra, separadamente, explicar o conjunto dos
fenômenos supranormais. Ambos são indispensáveis a tal fim e não
podem separar-se, pois que são efeitos de uma causa única, e esta
causa é o espírito humano, quando se manifesta, em momentos
fugazes durante a encarnação, determina os fenômenos anímicos e,
quando se manifesta mediunicamente, durante a existência
“desencarnada”, determina os fenômenos espiríticos
Animismo ou Espiritismo?
HISTÓRICO
9
 1923: Recherches sur la Mediunité
 O fenômeno espírita e a escrita automática das
histéricas
 Animismo
 Espiritismo
Gabriel Delanne
histórico
10
1994: Diversidade dos Carismas
2011: O Fenômeno Anímico
Hermínio Miranda
11
As comunicações escritas ou verbais poderão também provir
do próprio Espírito encarnado no médium?
A alma do médium pode comunicar-se como a de qualquer
outro; se goza de um certo grau de liberdade, recobra suas
qualidades de Espírito. Tendes a prova disso, quando as
almas das pessoas vivas vêm vos visitar e comunicam-se
conosco através da escrita, muitas vezes, sem que as tenhais
chamado. Porque, ficai sabendo, que entre os Espíritos que
evocais, há alguns que encontram-se encarnados na Terra;
então, eles vos falam como Espíritos e, não, como homens.
Por que quereríeis que o mesmo não acontecesse com o médium?
Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 2
Animismo na Codificação
Espírito que se comunica através de um médium, transmite
diretamente seu pensamento, ou este pensamento tem
como intermediário o Espírito encarnado no médium?
É o Espírito do médium que é o intérprete, porque está ligado ao
corpo que serve para falar e porque é necessária uma corrente
entre vós e os Espíritos estranhos que se comunicam, como um
fio elétrico é necessário para transmitir uma notícia à grande
distância e, na extremidade do fio, uma pessoa inteligente, que a
receba e a transmita.
Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 6
Animismo na Codificação
O Espírito encarnado, no médium, exerce uma influência sobre as
comunicações que deva transmitir e que provenham de Espíritos
estranhos?
Sim, porquanto, se não lhes forem simpáticos, ele pode alterar
suas respostas e assimilá-las às suas próprias ideias e aos seus
pendores, mas ele não influência os próprios Espíritos: trata-se
de um mau intérprete.
Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 7
Animismo na Codificação
São fenômenos naturais do psiquismo humano, classificados
pela Doutrina Espírita em duas categorias básicas:
os mediúnicos e os anímicos (do grego, anima=alma),
Os primeiros são intermediados pelos médiuns: “médium é toda
pessoa que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos.
Os segundos, mais propriamente denominados de emancipação
da alma, pela Codificação Espírita, são produzidos pelo próprio
Espírito encarnado.
Animismo na Codificação
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág. 257.
LM trás o exemplo que se um espirito alemão quiser se
comunicar através de um médium em alemão para um médium
brasileiro, ele só vai conseguir transmitir a mensagem se o
médium tiver as matrizes no seu inconsciente de outras vidas.
Se o médium nato tiver vai ser muito difícil. O médium pode
talvez soletrar para que o médium possa escrever.
Se os dois tiverem uma sintonia, afinidade espiritual poderia
facilitar, mas isso é bem raro para o nosso nível de evolução.
E o analfabeto? É possível, mas raro, pois para que ele
psicografe uma mensagem o espírito tem que vencer as
dificuldades da escrita do médium até de segurar o lápis.
Animismo na Codificação
Grandes Mediuns
Ivone Pereira vai dizer no Invisivel que os grandes
mediuns da psicografia foram escritores ou intelectuais
no passado.
O medium pode não ter escolaridade hoje, mas tem que
ter nas suas matrizes a intelectualidade.
Ivone em um encontro com Victor Hugo onde ele fez uma
analise da sua bagagem para ver se seria possível este
trabalho atraves dela. Ele diz que ela sofreria muito e
teria dificuldade de escrever.
16
Mensageiros
André Luiz reconhece um quadro em uma cidade espiritual
visitada e reconhece. Quando pergunta explicam que o artista
desdobrado viu o quadro e repintou o original sendo muito mais
bonito.
Varios trabalhaos foram inspirados, foram intuidos, vieram
prontos do mundo espiritual, só que muitas vezes a pessoa não
se dá conta desta influencia.
Divaldo ficando doente aparece Victor Hugo e diz que gostaria
de escrever, espero ele ficar doente, para ficar suscetivel a sua
influencia e o conteudo animico de Divaldo não influenciasse
tanto – Pares e Redenção.
17
Artistas/ Cientistas
Muitos foram inspirados
Paul Mccartney
Roberto Carlos
Admir Sater
18
19
Fenômenos Psíquicos
Espiríticos
(mediúnicos)
Anímicos
Originado por um espírito
DESENCARNADO OU ENCARNADO
Originado pelo espírito
DO MÉDIUM
20
Fenômenos
Paranormais
Mediunismo
Efeitos
Físicos
Efeitos
Inteligentes
Animismo
Efeitos
Físicos
Efeitos
Inteligentes
Originado por um espírito
DESENCARNADO
Originado por um espírito
ENCARNADO
Batidas
Voz direta
Transporte
Materialização
Telecinesia
Parapirogenia
Telepatia
Psicometria
Desdobramento
Emancipação
Alma
Clarividência
Clariaudiência
Vidência
Audiência
Psicografia
Intuição
Cura
Na reunião Mediúnica
21
Todas as manifestações mediúnicas classificadas por Allan
Kardec em fenômenos de efeitos físicos e fenômenos de
efeitos inteligentes, trazem o teor anímico do médium, uma
vez que este não age como uma máquina, na recepção e
transmissão da mensagem do Espírito comunicante.
Funciona como um intérprete do pensamento do Espírito,
imprimindo naturalmente às comunicações mediúnicas que
intermedia características peculiares de sua personalidade:
“(…) É por isso que, seja qual for a diversidade dos
Espíritos que se comunicam com um médium, os ditados
que este obtém, ainda que procedendo de Espíritos
diferentes, trazem, quanto à forma e ao colorido, o cunho
que lhe é pessoal.(…)”[3], afirmam Erasto e Timóteo em
mensagem que consta de O Livro dos Médiuns[3] Allan Kardec. O Livro
dos Médiuns.., cap. XIX,
it.225, pág. 353.
Intercâmbio:
Via mediúnica e anímica
22
Intercâmbio
entre um plano
e outro da vida
Via Mediúnica
O Espírito renasce
como médium, pessoa
possuidora de uma
organização física
apropriada e sensível.
Via Anímica
A comunicação é realizada pelo próprio
encarnado, quando este se encontra no
estado de emancipação da alma,
vulgarmente conhecido no meio espírita
como anímico .
[2] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, pág.258.
Como Ocorrem os fenômenos
anímicos?
23
Faz-se necessário que o perispírito do encarnado
desprenda-se, parcial e momentaneamente, do
seu corpo físico. Nestas circunstâncias, a alma
toma conhecimento da realidade extrafísica,
percebendo-a de acordo com o seu
entendimento.
Nestas circunstâncias, pode entrar em
comunicação com outros Espíritos
desencarnados e encarnados. Durante esse
desprendimento (ou emancipação), que pode ser
mais ou menos duradouro, diz-se que o Espírito
do encarnado encontra-se desdobrado, em
estado semelhante ao do transe, situado entre a
vigília e o sono.
O fenômeno
24
O Fenomeno básico da mediunidade é a
telepatia, como este fenômeno passa pela
mente Do medium, ele tem que ser
decodificado, filtrado pela mente do medium.
Portanto um mÍnimo de impressão digital
anímica vai ter.
O fenômeno
25
Muitas vezes o animismo ocorre pelo medium
forçar a comunicação, ele quer se manifestar.
Quando o medium expõe membros do grupo ele
pode ou estar obsediado ou vivendo um
processo anímico.
As vezes o medium cria um padrão de
comunicação repetida, que pode ser anímico ou
pode estar atraindo espíritos no mesmo padrão.
O fenômeno
26
As duas vias de comunicação usualmente se
sobrepõem, de forma que não é fácil discernir
quando um fenômeno é exclusivamente
mediúnico ou anímico.
Como podemos discenir quando um fenômeno
é exclusivamente mediúnico ou anímico?
Anímismo e Obsessão
27
Nos processos de obsessão, nos quais Inteligências
desencarnadas de grande poder senhoreiam vítimas
inabilitadas à defensivas, detendo-as, por tempo
indeterminado, em certos tipos de recordação,
segundo os compromissos que se acham presas.
Frequentemente, pessoas encarnadas, nesta situação
são encontráveis nas reuniões mediúnicas,
mergulhadas nos mais complexos estados emotivos,
quais se personificassem entidades outras, quando, na
realidade, exprimem a si mesmas, a emergirem da
subconsciência nos trajes mentais em que se
externavam noutras épocas, sob o fascínio constante
dos desencarnados que as subjugam.
Francisco Cândido Xavier e
Waldo Vieira. Mecanismos
da Mediunidade. Cap, 23, it.
Obsessão e animismo, pág.
181/182.
ANIMISMO & MISTIFICAÇĀO
28
Animismo é a influência do
médium na comunicação do
Espírito.
A mistificação, pelo contrário, é
enganar, é abusar na
credulidade de alguém fazendo-
o crer como verdadeiro o que é
falso. É agir de má fé.
Animismo na obra de andre luiz
29
Cap. 22 Emersão
do Passado
E a pobre criatura prorrompeu em soluços, enquanto um homem
desencarnado, não longe, fitava-a com inexprimível desalento.
Perplexos, Hilário e eu lançamos um olhar indagador ao Assistente, que
nos percebeu a estranheza, porquanto a enferma, sem a presença da
mulher invisível que parecia personificar, prosseguia em aflitiva posição
de sofrimento.
— Não vejo a entidade de quem a nossa irmã se faz intérprete — alegou
Hilário, curioso
— Estamos diante do passado de nossa companheira. A mágoa e o
azedume, tanto quanto a personalidade supostamente exótica de que dá
testemunho, tudo procede dela mesma...
— Mediunicamente falando, vemos aqui um processo de autêntico
animismo. Nossa amiga supõe encarnar uma personalidade diferente,
quando apenas exterioriza o mundo de si mesma...
COMO DIMINUIR A INFLUÊNCIA DO MÉDIUM
NA COMUNICAÇÃO MEDIÚNICA?
30
Estudando, procurando se
aperfeiçoar e educando a
sua mediunidade. Quando o
natural se torna consciente,
podemos emprestar o
nosso veículo sem medo de
que Espiritos menos felizes
venham se comunicar
através dele.
Conclusão
31
O cuidado que se faz necessário ter na
dinâmica do fenômeno não é colocar o
médium sob suspeita de animismo, como
se o animismo fosse um estigma, e sim
ajudá-lo a ser um instrumento fiel,
traduzindo em palavras adequadas o
pensamento que lhe está sendo transmitido.
bibliografia
32
[1] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág. 257.
[2] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág.258.
[3] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns , cap. XIX, it.225, pág. 353.
[4] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns it.223, q. 6, pág. 341.
[5]Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2,cap. cap. XIX, it. 223, q. 10, pág. 343.
[6] Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Mecanismos da Mediunidade. Cap, 23, it.
Obsessão e animismo, pág. 181/182.
Referências
KARDEC, Allan. O livro dos Médiuns. Trad. Evandro Noleto Bezerra.1ª ed. 2ª
reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011.
XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da Mediunidade. Pelo
Espírito André Luiz. 26.ª Rio de Janeiro: FEB Editora, 2006.
Boa semana a todos!
33

animismo e-mediunidade

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    CONCEITO Animismo: o queé? 3 Animismo é o fenômeno pelo qual a pessoa arroja ao passado os próprios sentimentos, de onde recolhe as impressões de que se vê possuída.
  • 4.
    histórico 4 Allan Kardec 1804 -1869 Eduard von Hartmann 1842 - 1906 Alexander Aksakof 1832 - 1903
  • 5.
    Karl Robert Eduardvon Hartmann histórico 5 Eduard von Hartmann 1842 - 1906  1885: publicação do livro “O Espiritismo”  Fenômenos espíritas são todos produzidos pela mente  Explicação toda baseada nos conceitos do inconsciente  Fenômenos ocorrem sem a interferência de desencarnados
  • 6.
    histórico 6  Criador dotermo ANIMISMO  Resposta ao livro “O Espiritismo” de Eduard von Hartmann  1890: Animismo e Espiritismo (2 volumes) Alexander Asakof Alexander Aksakof 1832 - 1903 Para maior brevidade, proponho designar pela palavra ANIMISMO todos os fenômenos intelectuais e físicos que deixam supor uma atividade extracorpórea ou à distância do organismo humano e mais especialmente todos os fenômenos mediúnicos que podem ser explicados por uma ação que o homem vivo exerce além dos limites do corpo 1890: Animismo e Espiritismo
  • 7.
    HISTÓRICO 7 Ernesto Bozzano 1862 -1943 Gabriel Delanne 1857 - 1926 Hermínio Miranda 1920 - 2013
  • 8.
    HISTÓRICO 8  1937: Conferênciade Glasgow  “Animismo ou Espiritismo? Qual explica melhor o fenômeno?”  Publica o livro “Animismo ou Espiritismo” reunindo dados de 40 anos de pesquisa Ernesto Bozzano Nem um, nem outro logra, separadamente, explicar o conjunto dos fenômenos supranormais. Ambos são indispensáveis a tal fim e não podem separar-se, pois que são efeitos de uma causa única, e esta causa é o espírito humano, quando se manifesta, em momentos fugazes durante a encarnação, determina os fenômenos anímicos e, quando se manifesta mediunicamente, durante a existência “desencarnada”, determina os fenômenos espiríticos Animismo ou Espiritismo?
  • 9.
    HISTÓRICO 9  1923: Recherchessur la Mediunité  O fenômeno espírita e a escrita automática das histéricas  Animismo  Espiritismo Gabriel Delanne
  • 10.
    histórico 10 1994: Diversidade dosCarismas 2011: O Fenômeno Anímico Hermínio Miranda
  • 11.
    11 As comunicações escritasou verbais poderão também provir do próprio Espírito encarnado no médium? A alma do médium pode comunicar-se como a de qualquer outro; se goza de um certo grau de liberdade, recobra suas qualidades de Espírito. Tendes a prova disso, quando as almas das pessoas vivas vêm vos visitar e comunicam-se conosco através da escrita, muitas vezes, sem que as tenhais chamado. Porque, ficai sabendo, que entre os Espíritos que evocais, há alguns que encontram-se encarnados na Terra; então, eles vos falam como Espíritos e, não, como homens. Por que quereríeis que o mesmo não acontecesse com o médium? Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 2 Animismo na Codificação
  • 12.
    Espírito que secomunica através de um médium, transmite diretamente seu pensamento, ou este pensamento tem como intermediário o Espírito encarnado no médium? É o Espírito do médium que é o intérprete, porque está ligado ao corpo que serve para falar e porque é necessária uma corrente entre vós e os Espíritos estranhos que se comunicam, como um fio elétrico é necessário para transmitir uma notícia à grande distância e, na extremidade do fio, uma pessoa inteligente, que a receba e a transmita. Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 6 Animismo na Codificação
  • 13.
    O Espírito encarnado,no médium, exerce uma influência sobre as comunicações que deva transmitir e que provenham de Espíritos estranhos? Sim, porquanto, se não lhes forem simpáticos, ele pode alterar suas respostas e assimilá-las às suas próprias ideias e aos seus pendores, mas ele não influência os próprios Espíritos: trata-se de um mau intérprete. Cap XIX – Papel do médium nas comunicações espíritas – item 7 Animismo na Codificação
  • 14.
    São fenômenos naturaisdo psiquismo humano, classificados pela Doutrina Espírita em duas categorias básicas: os mediúnicos e os anímicos (do grego, anima=alma), Os primeiros são intermediados pelos médiuns: “médium é toda pessoa que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos. Os segundos, mais propriamente denominados de emancipação da alma, pela Codificação Espírita, são produzidos pelo próprio Espírito encarnado. Animismo na Codificação Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág. 257.
  • 15.
    LM trás oexemplo que se um espirito alemão quiser se comunicar através de um médium em alemão para um médium brasileiro, ele só vai conseguir transmitir a mensagem se o médium tiver as matrizes no seu inconsciente de outras vidas. Se o médium nato tiver vai ser muito difícil. O médium pode talvez soletrar para que o médium possa escrever. Se os dois tiverem uma sintonia, afinidade espiritual poderia facilitar, mas isso é bem raro para o nosso nível de evolução. E o analfabeto? É possível, mas raro, pois para que ele psicografe uma mensagem o espírito tem que vencer as dificuldades da escrita do médium até de segurar o lápis. Animismo na Codificação
  • 16.
    Grandes Mediuns Ivone Pereiravai dizer no Invisivel que os grandes mediuns da psicografia foram escritores ou intelectuais no passado. O medium pode não ter escolaridade hoje, mas tem que ter nas suas matrizes a intelectualidade. Ivone em um encontro com Victor Hugo onde ele fez uma analise da sua bagagem para ver se seria possível este trabalho atraves dela. Ele diz que ela sofreria muito e teria dificuldade de escrever. 16
  • 17.
    Mensageiros André Luiz reconheceum quadro em uma cidade espiritual visitada e reconhece. Quando pergunta explicam que o artista desdobrado viu o quadro e repintou o original sendo muito mais bonito. Varios trabalhaos foram inspirados, foram intuidos, vieram prontos do mundo espiritual, só que muitas vezes a pessoa não se dá conta desta influencia. Divaldo ficando doente aparece Victor Hugo e diz que gostaria de escrever, espero ele ficar doente, para ficar suscetivel a sua influencia e o conteudo animico de Divaldo não influenciasse tanto – Pares e Redenção. 17
  • 18.
    Artistas/ Cientistas Muitos foraminspirados Paul Mccartney Roberto Carlos Admir Sater 18
  • 19.
    19 Fenômenos Psíquicos Espiríticos (mediúnicos) Anímicos Originado porum espírito DESENCARNADO OU ENCARNADO Originado pelo espírito DO MÉDIUM
  • 20.
    20 Fenômenos Paranormais Mediunismo Efeitos Físicos Efeitos Inteligentes Animismo Efeitos Físicos Efeitos Inteligentes Originado por umespírito DESENCARNADO Originado por um espírito ENCARNADO Batidas Voz direta Transporte Materialização Telecinesia Parapirogenia Telepatia Psicometria Desdobramento Emancipação Alma Clarividência Clariaudiência Vidência Audiência Psicografia Intuição Cura
  • 21.
    Na reunião Mediúnica 21 Todasas manifestações mediúnicas classificadas por Allan Kardec em fenômenos de efeitos físicos e fenômenos de efeitos inteligentes, trazem o teor anímico do médium, uma vez que este não age como uma máquina, na recepção e transmissão da mensagem do Espírito comunicante. Funciona como um intérprete do pensamento do Espírito, imprimindo naturalmente às comunicações mediúnicas que intermedia características peculiares de sua personalidade: “(…) É por isso que, seja qual for a diversidade dos Espíritos que se comunicam com um médium, os ditados que este obtém, ainda que procedendo de Espíritos diferentes, trazem, quanto à forma e ao colorido, o cunho que lhe é pessoal.(…)”[3], afirmam Erasto e Timóteo em mensagem que consta de O Livro dos Médiuns[3] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns.., cap. XIX, it.225, pág. 353.
  • 22.
    Intercâmbio: Via mediúnica eanímica 22 Intercâmbio entre um plano e outro da vida Via Mediúnica O Espírito renasce como médium, pessoa possuidora de uma organização física apropriada e sensível. Via Anímica A comunicação é realizada pelo próprio encarnado, quando este se encontra no estado de emancipação da alma, vulgarmente conhecido no meio espírita como anímico . [2] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, pág.258.
  • 23.
    Como Ocorrem osfenômenos anímicos? 23 Faz-se necessário que o perispírito do encarnado desprenda-se, parcial e momentaneamente, do seu corpo físico. Nestas circunstâncias, a alma toma conhecimento da realidade extrafísica, percebendo-a de acordo com o seu entendimento. Nestas circunstâncias, pode entrar em comunicação com outros Espíritos desencarnados e encarnados. Durante esse desprendimento (ou emancipação), que pode ser mais ou menos duradouro, diz-se que o Espírito do encarnado encontra-se desdobrado, em estado semelhante ao do transe, situado entre a vigília e o sono.
  • 24.
    O fenômeno 24 O Fenomenobásico da mediunidade é a telepatia, como este fenômeno passa pela mente Do medium, ele tem que ser decodificado, filtrado pela mente do medium. Portanto um mÍnimo de impressão digital anímica vai ter.
  • 25.
    O fenômeno 25 Muitas vezeso animismo ocorre pelo medium forçar a comunicação, ele quer se manifestar. Quando o medium expõe membros do grupo ele pode ou estar obsediado ou vivendo um processo anímico. As vezes o medium cria um padrão de comunicação repetida, que pode ser anímico ou pode estar atraindo espíritos no mesmo padrão.
  • 26.
    O fenômeno 26 As duasvias de comunicação usualmente se sobrepõem, de forma que não é fácil discernir quando um fenômeno é exclusivamente mediúnico ou anímico. Como podemos discenir quando um fenômeno é exclusivamente mediúnico ou anímico?
  • 27.
    Anímismo e Obsessão 27 Nosprocessos de obsessão, nos quais Inteligências desencarnadas de grande poder senhoreiam vítimas inabilitadas à defensivas, detendo-as, por tempo indeterminado, em certos tipos de recordação, segundo os compromissos que se acham presas. Frequentemente, pessoas encarnadas, nesta situação são encontráveis nas reuniões mediúnicas, mergulhadas nos mais complexos estados emotivos, quais se personificassem entidades outras, quando, na realidade, exprimem a si mesmas, a emergirem da subconsciência nos trajes mentais em que se externavam noutras épocas, sob o fascínio constante dos desencarnados que as subjugam. Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Mecanismos da Mediunidade. Cap, 23, it. Obsessão e animismo, pág. 181/182.
  • 28.
    ANIMISMO & MISTIFICAÇĀO 28 Animismoé a influência do médium na comunicação do Espírito. A mistificação, pelo contrário, é enganar, é abusar na credulidade de alguém fazendo- o crer como verdadeiro o que é falso. É agir de má fé.
  • 29.
    Animismo na obrade andre luiz 29 Cap. 22 Emersão do Passado E a pobre criatura prorrompeu em soluços, enquanto um homem desencarnado, não longe, fitava-a com inexprimível desalento. Perplexos, Hilário e eu lançamos um olhar indagador ao Assistente, que nos percebeu a estranheza, porquanto a enferma, sem a presença da mulher invisível que parecia personificar, prosseguia em aflitiva posição de sofrimento. — Não vejo a entidade de quem a nossa irmã se faz intérprete — alegou Hilário, curioso — Estamos diante do passado de nossa companheira. A mágoa e o azedume, tanto quanto a personalidade supostamente exótica de que dá testemunho, tudo procede dela mesma... — Mediunicamente falando, vemos aqui um processo de autêntico animismo. Nossa amiga supõe encarnar uma personalidade diferente, quando apenas exterioriza o mundo de si mesma...
  • 30.
    COMO DIMINUIR AINFLUÊNCIA DO MÉDIUM NA COMUNICAÇÃO MEDIÚNICA? 30 Estudando, procurando se aperfeiçoar e educando a sua mediunidade. Quando o natural se torna consciente, podemos emprestar o nosso veículo sem medo de que Espiritos menos felizes venham se comunicar através dele.
  • 31.
    Conclusão 31 O cuidado quese faz necessário ter na dinâmica do fenômeno não é colocar o médium sob suspeita de animismo, como se o animismo fosse um estigma, e sim ajudá-lo a ser um instrumento fiel, traduzindo em palavras adequadas o pensamento que lhe está sendo transmitido.
  • 32.
    bibliografia 32 [1] Allan Kardec.O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág. 257. [2] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2, cap. XIV, it. 159, pág.258. [3] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns , cap. XIX, it.225, pág. 353. [4] Allan Kardec. O Livro dos Médiuns it.223, q. 6, pág. 341. [5]Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt. 2,cap. cap. XIX, it. 223, q. 10, pág. 343. [6] Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Mecanismos da Mediunidade. Cap, 23, it. Obsessão e animismo, pág. 181/182. Referências KARDEC, Allan. O livro dos Médiuns. Trad. Evandro Noleto Bezerra.1ª ed. 2ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Mecanismos da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 26.ª Rio de Janeiro: FEB Editora, 2006.
  • 33.
    Boa semana atodos! 33