O texto descreve o encontro entre Ulisses e o seu cão Argos no palácio de Ítaca. Argos, que outrora era um cão de caça forte e ágil, encontrava-se agora fraco e doente, abandonado no palácio. Quando Argos reconhece Ulisses, abana o rabo e baixa as orelhas, mas já não tem forças para se aproximar. Comovido, Ulisses finge não reconhecer o cão para esconder as lágrimas. Pouco depois, Argos morre, tendo esperado pelo