O texto apresenta uma crítica à compra exacerbada de presentes supérfluos e caros no Natal, em contraste com o espírito simples de celebração do nascimento de Jesus. Apesar da ênfase na ilusão e na inutilidade dos objetos comercializados, o autor reconhece a importância da data para reforçar os laços sociais por meio dos presentes.