O texto discute como tornar o Brasil uma nação mais letrada, citando o documento de Ottaviano Carlo de Fiore, secretário do Livro e Leitura, que defende a promoção da leitura por meios de comunicação e figuras públicas para aumentar o interesse pelos livros no país. No entanto, o autor argumenta que, no Brasil, a leitura não leva ao sucesso e poder pessoal, e que os mais poderosos não precisaram ler para ascender socialmente.