SlideShare uma empresa Scribd logo
PRODUÇÃO E CRESCIMENTO
ECONÔMICO
 Apresentar o conceito de crescimento econômico e seus
determinantes produtivos dentro de uma economia.
OBJETIVO GERAL
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Apresentar o conceito de crescimento econômico e sua
evidência empírica como fenômeno econômico.
 Apresentar o crescimento econômico como
determinado pelo crescimento dos fatores de produção
e da variação da produtividade.
 Apresentar a relação entre o crescimento econômico e
as políticas públicas.
PRODUÇÃO E CRESCIMENTO ECONÔMICO
 O padrão de vida dos indivíduos de um país depende da
habilidade desse país em produzir bens e serviços.
 Em todos os países há muita variação no padrão de vida
à medida em que o tempo passa.
CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO
 O padrão de vida, medido pelo PIB per capita, varia
muito de país para país.
 Os países mais desenvolvidos têm PIB per capita de dez
a vinte vezes maiores que os países mais pobres.
 Para alcançar bons níveis de padrão de vida, a
produtividade é essencial.
 A produtividade refere-se à quantidade de bens e
serviços produzidos em cada hora de trabalho.
CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA
EMPÍRICA
0
2000
4000
6000
8000
10000
12000
14000
16000
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
PIB em Dólares entre 1970 e 2011
Estados Unidos
China
Japão
Alemanha
França
Brasil
Reino Unido
Itália
Federação Russa
Índia
CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA
EMPÍRICA
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
8000
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
PIB em Dólares entre 1970 e 2011 (sem EUA)
China
Japão
Alemanha
França
Brasil
Reino Unido
Itália
Federação Russa
Índia
CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA
EMPÍRICA
0
10000
20000
30000
40000
50000
60000
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
PIB per capita em Dólares entre 1970 e 2011
Estados Unidos
China
Japão
Alemanha
França
Brasil
Reino Unido
Itália
Federação Russa
Índia
CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA
EMPÍRICA
Países Período
PIB Real per capita
no início do
período (US$)
PIB Real per capital
no final do
período (US$)
Taxa de crescimento
(% ao ano)
Bangladesh 1900 a 2006 583 2340 1,32%
Índia 1900 a 2006 632 3800 1,71%
Paquistão 1900 a 2006 690 2500 1,22%
Indonésia 1900 a 2006 834 3950 1,48%
Argentina 1900 a 2006 2147 15390 1,88%
Reino Unido 1870 a 2006 4502 35580 1,53%
México 1900 a 2006 1085 11410 2,24%
China 1900 a 2006 670 7740 2,34%
Estados Unidos 1870 a 2006 3752 44260 1,83%
Alemanha 1870 a 2006 2045 31830 2,04%
Canadá 1870 a 2006 2224 34610 2,04%
Brasil 1900 a 2006 729 8880 2,39%
Japão 1890 a 2006 1480 33150 2,76%
Fonte: Mankiw, 2009.
PRODUTIVIDADE
 Para entender as grandes diferenças nos padrões de
vida de um país, temos que nos concentrar na produção
de bens e serviços.
 Produtividade refere-se à quantidade de bens ou
serviços que um trabalhador produz em uma hora.
 Os insumos utilizados para produzir os bens e serviços
chamam-se fatores de produção.
DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE E DA PRODUÇÃO
 Os fatores de produção são:
 Capital;
 Trabalho;
 Recursos Naturais;
 Tecnologia.
 O capital é um fator de produção “produzido”; isto é,
capital é um fator de produção que anteriormente foi
resultado de uma produção.
FATORES DE PRODUÇÃO: CAPITAL FÍSICO
 O estoque de equipamentos e estruturas que são
utilizadas para produzir bens e serviços:
 Ferramentas
 Máquinas
 Prédios
 Fábricas
 Etc...
FATORES DE PRODUÇÃO: CAPITAL HUMANO
 Termo utilizado pelos economistas para o conhecimento
e as habilidades dos trabalhadores adquiridos através da
educação, treinamento e experiência.
 Como o capital, o trabalho aumenta a capacidade de um
país produzir bens e serviços.
 É influenciado pela quantidade de indivíduos em um
país e da quantidade de pessoas no mercado de
trabalho.
FATORES DE PRODUÇÃO: RECURSOS NATURAIS
 Insumos utilizados na produção que são produzidos pela
natureza, como a terra, rios, depósitos minerais. Eles
não são necessários para uma economia ser altamente
produtiva.
 Renováveis: Árvores e florestas.
 Não-Renováveis: Carvão, Petróleo, etc..
FATORES DE PRODUÇÃO: RECURSOS NATURAIS
 O conhecimento das melhores formas de produzir bens
e serviços.
 Conhecimento Tecnológico
 Refere-se ao conhecimento da sociedade como um todo de
como o mundo funciona.
 Capital Humano
 Refere-se aos recursos gastos transmitindo o conhecimento
tecnológico para a força de trabalho.
FUNÇÃO DE PRODUÇÃO
 Economistas com frequência utilizam a função da
produção para descrever a relação entre a quantidade
de fatores de produção utilizados na produção de um
determinado bem ou serviço e a quantidade total
produzida de bens ou serviços. Exemplo:
0
110
200
270
320
350 360 365
0
50
100
150
200
250
300
350
400
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Função de Produção
FUNÇÃO DE PRODUÇÃO
 Y = A.f(L, K, H, N) onde:
 Y = quantidade produzida
 A = quant. de tecnologia disponível
 L = quant. de trabalho
 K = quant. de capital físico
 H = quant. de capital humano
 N = quant. de recursos naturais
FUNÇÃO DE PRODUÇÃO
 A função de produção tem retornos de escala constante
para qualquer “x” maior que zero:
 x*Y = A * f(x*L, x*K, x*H, x*N)
 Isto é, dobrando-se a quantidade de insumos dobra-se a
produção
FUNÇÃO DE PRODUÇÃO
 A função de produção com retorno de escala constante
tem uma característica importante.
 Se x = 1/L então:
 Y/L = A * f(1, K/L, H/L, N/L) onde:
 Y/L = produção por trabalhador
 K/L = capital físico por trabalhador
 H/L = capital humano por trabalhador
 N/L = recursos naturais por trabalhador
 À função anterior nos mostra que produtividade (Y/L)
depende do capital físico por trabalhador (K/N), capital
humano por trabalhador (H/N), e recursos naturais por
trabalhador (N/L), além é claro do nível atual de
tecnologia (A).
CRESCIMENTO ECONÔMICO E POLÍTICAS PÚBLICAS
 Políticas públicas, leis, tradições e instituições são
instrumentais para transformar insumos em produção.
 Os Governos podem fazer muito para ajudar ou impedir
que países atinjam padrões de vida elevados.
 Políticas Públicas visando crescimento:
 Incentivo à poupança e investimento;
 Incentivo à educação e treinamento;
 Promover direitos de propriedade e estabilidade política;
 Promover políticas de livre comércio;
 Programar o crescimento da população;
 Promover a pesquisa e o desenvolvimento.
INCENTIVO À POUPANÇA E INVESTIMENTO
 Uma das formas de aumentar a produtividade é investir mais
os insumos atuais em capital.
 O Governos podem encorajar o acúmulo de capital:
 De fontes internas diminuindo os impostos nos juros e nos
dividendos.
 De fontes externas dando segurança ao capital externo.
 Cuidados:
 Com o aumento do estoque de capital, uma unidade extra de
produção produzido com uma unidade adicional de capital diminui.
A isso se dá o nome de retornos decrescentes. Ex.:Japão
 Taxas maiores de juros para poupança permitem que mais capital
seja acumulado, os benefícios de cada unidade adicional de capital
se torna menor com o passar do tempo, diminuindo o crescimento.
INCENTIVO À POUPANÇA E INVESTIMENTO
 No longo prazo, taxas maiores de poupança levam ao
aumento da produtividade e da renda, mas não
aumenta a taxa de crescimento da produtividade ou da
renda.
 O efeito de alcance refere-se à condição de que quanto
mais pobre um país mais fácil é para ele crescer (renda e
produtividade) mais rápido.
INCENTIVO À EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
 Educação é tão importante quanto investir em capital.
 Muitas vezes é necessário que países ofereçam
educação básica de qualidade para que seus
trabalhadores possam adquirir as habilidades
especializadas que possibilitem um aumento da
produtividade
PROMOVER DIREITOS DE PROPRIEDADE E ESTABILIDADE
POLÍTICA
 Direito de propriedade refere-se à habilidade das
pessoas de exercerem autoridade sobre insumos que
lhes pertencem.
 O direito de propriedade é essencial para que o sistema
de preços funcione
 É necessário que investidores sintam que seus
investimentos estão seguros de eventuais instabilidades
políticas.
 Propriedade intelectual é importante para promover
inovações.
 Assim como estabilidade política.
PROMOVER POLÍTICAS DE LIVRE COMÉRCIO
 Para explorar a vantagem comparativa e maximizar
produção e eficiência, é necessário que países tenham
acesso livre à venda de seus produtos no exterior, assim
como ter a habilidade de adquirir produtos de países
com menores custos de oportunidade
PROGRAMAR O CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO
 A população é um fator chave na determinação da força
de trabalho de um país. Populações maiores tendem a
possuir um maior PIB. Contudo:
 Um PIB maior não significa, necessariamente, maior
qualidade de vida. PIB per capita é um indicador melhor
 Uma alta taxa de crescimento populacional diminui o PIB per
capita
PROMOVER A PESQUISA E O DESENVOLVIMENTO
 O avanço tecnológico tem aumentado significativamente
o padrão de vida de um país. O avanço tecnológico
origina-se de firmas particulares como de instituições
públicas.
 O papel do Governo é encorajar a pesquisa e o
desenvolvimento de novas tecnologias através de
subsídios, bolsas de pesquisa e sistemas de patentes
(propriedade intelectual).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 MANKIW, N. G. Introdução à Economia. São Paulo:
Cengage Learning, 2009. 838 pg.
 VASCONCELLOS, M. S. Economia, Micro e
Macro, Atlas, 2002.
 Banco Mundial. 2013. <http://data.worldbank.org/>

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Tipos de consumo
Tipos de consumoTipos de consumo
Tipos de consumo
EconomicSintese
 
Custos de Produção
Custos de ProduçãoCustos de Produção
Custos de Produção
Luciano Pires
 
Fundamentos de economia
Fundamentos de economiaFundamentos de economia
Fundamentos de economia
Luciano Pires
 
Bens – noção e classificação
Bens – noção e classificaçãoBens – noção e classificação
Bens – noção e classificação
EconomicSintese
 
A evolução da moeda
A evolução da moedaA evolução da moeda
A evolução da moeda
ciganito5
 
Economia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
Economia: Elementos Básicos, Oferta e ProcuraEconomia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
Economia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
Pedro De Almeida
 
Economia aula 4 - introdução à macroeconomia
Economia   aula 4 - introdução à macroeconomiaEconomia   aula 4 - introdução à macroeconomia
Economia aula 4 - introdução à macroeconomia
Felipe Leo
 
Aula 02 oferta, demanda e equilíbrio
Aula 02   oferta, demanda e equilíbrioAula 02   oferta, demanda e equilíbrio
Aula 02 oferta, demanda e equilíbrio
petecoslides
 
Aula 7 - Problemas Econômicos
Aula 7 - Problemas EconômicosAula 7 - Problemas Econômicos
Aula 7 - Problemas Econômicos
Caio Roberto de Souza Filho
 
Economia e mercado
Economia e mercadoEconomia e mercado
Economia e mercado
Alacir Camara Ferreira
 
Macroeconomia -aula 1
Macroeconomia -aula  1Macroeconomia -aula  1
Macroeconomia -aula 1
Na Silva
 
Classificação das necessidades
Classificação das necessidadesClassificação das necessidades
Classificação das necessidades
EconomicSintese
 
Mercados de concorrência perfeita e imperfeita
Mercados de concorrência perfeita e imperfeitaMercados de concorrência perfeita e imperfeita
Mercados de concorrência perfeita e imperfeita
turmainformaticadegestao
 
Introdução a economia
Introdução a economiaIntrodução a economia
Introdução a economia
Victor Daniel
 
O consumo
O consumoO consumo
O consumo
ciganito5
 
Modulo 7 de economia
Modulo 7 de economiaModulo 7 de economia
Modulo 7 de economia
Nuno Daniel Martins
 
Exercício - Análise Curva ABC
Exercício - Análise Curva ABCExercício - Análise Curva ABC
Exercício - Análise Curva ABC
Faculdade Cidade Verde
 
Crescimento e Desenvolvimento Econômico
Crescimento e Desenvolvimento Econômico  Crescimento e Desenvolvimento Econômico
Crescimento e Desenvolvimento Econômico
Greice Araldi
 
Economia Como Ciência
Economia Como CiênciaEconomia Como Ciência
Economia Como Ciência
Luciano Pires
 
A Evolução do Pensamento Econômico
A Evolução do Pensamento EconômicoA Evolução do Pensamento Econômico

Mais procurados (20)

Tipos de consumo
Tipos de consumoTipos de consumo
Tipos de consumo
 
Custos de Produção
Custos de ProduçãoCustos de Produção
Custos de Produção
 
Fundamentos de economia
Fundamentos de economiaFundamentos de economia
Fundamentos de economia
 
Bens – noção e classificação
Bens – noção e classificaçãoBens – noção e classificação
Bens – noção e classificação
 
A evolução da moeda
A evolução da moedaA evolução da moeda
A evolução da moeda
 
Economia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
Economia: Elementos Básicos, Oferta e ProcuraEconomia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
Economia: Elementos Básicos, Oferta e Procura
 
Economia aula 4 - introdução à macroeconomia
Economia   aula 4 - introdução à macroeconomiaEconomia   aula 4 - introdução à macroeconomia
Economia aula 4 - introdução à macroeconomia
 
Aula 02 oferta, demanda e equilíbrio
Aula 02   oferta, demanda e equilíbrioAula 02   oferta, demanda e equilíbrio
Aula 02 oferta, demanda e equilíbrio
 
Aula 7 - Problemas Econômicos
Aula 7 - Problemas EconômicosAula 7 - Problemas Econômicos
Aula 7 - Problemas Econômicos
 
Economia e mercado
Economia e mercadoEconomia e mercado
Economia e mercado
 
Macroeconomia -aula 1
Macroeconomia -aula  1Macroeconomia -aula  1
Macroeconomia -aula 1
 
Classificação das necessidades
Classificação das necessidadesClassificação das necessidades
Classificação das necessidades
 
Mercados de concorrência perfeita e imperfeita
Mercados de concorrência perfeita e imperfeitaMercados de concorrência perfeita e imperfeita
Mercados de concorrência perfeita e imperfeita
 
Introdução a economia
Introdução a economiaIntrodução a economia
Introdução a economia
 
O consumo
O consumoO consumo
O consumo
 
Modulo 7 de economia
Modulo 7 de economiaModulo 7 de economia
Modulo 7 de economia
 
Exercício - Análise Curva ABC
Exercício - Análise Curva ABCExercício - Análise Curva ABC
Exercício - Análise Curva ABC
 
Crescimento e Desenvolvimento Econômico
Crescimento e Desenvolvimento Econômico  Crescimento e Desenvolvimento Econômico
Crescimento e Desenvolvimento Econômico
 
Economia Como Ciência
Economia Como CiênciaEconomia Como Ciência
Economia Como Ciência
 
A Evolução do Pensamento Econômico
A Evolução do Pensamento EconômicoA Evolução do Pensamento Econômico
A Evolução do Pensamento Econômico
 

Destaque

As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
Luciano Pires
 
Elasticidade e suas aplicações
Elasticidade e suas aplicaçõesElasticidade e suas aplicações
Elasticidade e suas aplicações
Luciano Pires
 
Custo de vida, inflação e indices de preços
Custo de vida, inflação e indices de preçosCusto de vida, inflação e indices de preços
Custo de vida, inflação e indices de preços
Luciano Pires
 
Mercados e políticas do governo
Mercados e políticas do governoMercados e políticas do governo
Mercados e políticas do governo
Luciano Pires
 
Bens públicos e recursos comuns
Bens públicos e recursos comunsBens públicos e recursos comuns
Bens públicos e recursos comuns
Luciano Pires
 
Renda nacional e Bem-estar Econômico
Renda nacional e Bem-estar EconômicoRenda nacional e Bem-estar Econômico
Renda nacional e Bem-estar Econômico
Luciano Pires
 
Externalidades
ExternalidadesExternalidades
Externalidades
Luciano Pires
 
Respostas mankiw - capítulo 1 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 1 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 1 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 1 (superior)
Luciano Pires
 
Respostas mankiw - capítulo 2 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 2 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 2 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 2 (superior)
Luciano Pires
 
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
Luciano Pires
 
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
Luciano Pires
 
Modelos de Cournot e Bertrand
Modelos de Cournot e BertrandModelos de Cournot e Bertrand
Modelos de Cournot e Bertrand
Luciano Pires
 
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança NacionaisSistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
Luciano Pires
 
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
Luciano Pires
 
Semana de ciência e tecnologia 2014 - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
Semana de ciência e tecnologia 2014   - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...Semana de ciência e tecnologia 2014   - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
Semana de ciência e tecnologia 2014 - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
Luciano Pires
 
Desemprego
DesempregoDesemprego
Desemprego
Luciano Pires
 
Introdução à finanças corporativas
Introdução à finanças corporativasIntrodução à finanças corporativas
Introdução à finanças corporativas
Luciano Pires
 
Decisão da empresa em mercados competitivos
Decisão da empresa em mercados competitivosDecisão da empresa em mercados competitivos
Decisão da empresa em mercados competitivos
Luciano Pires
 
Respostas mankiw - capítulo 4 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 4 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 4 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 4 (superior)
Luciano Pires
 
Respostas mankiw - capítulo 5 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 5 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 5 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 5 (superior)
Luciano Pires
 

Destaque (20)

As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
As forças de oferta e demanda dos mercados (superior)
 
Elasticidade e suas aplicações
Elasticidade e suas aplicaçõesElasticidade e suas aplicações
Elasticidade e suas aplicações
 
Custo de vida, inflação e indices de preços
Custo de vida, inflação e indices de preçosCusto de vida, inflação e indices de preços
Custo de vida, inflação e indices de preços
 
Mercados e políticas do governo
Mercados e políticas do governoMercados e políticas do governo
Mercados e políticas do governo
 
Bens públicos e recursos comuns
Bens públicos e recursos comunsBens públicos e recursos comuns
Bens públicos e recursos comuns
 
Renda nacional e Bem-estar Econômico
Renda nacional e Bem-estar EconômicoRenda nacional e Bem-estar Econômico
Renda nacional e Bem-estar Econômico
 
Externalidades
ExternalidadesExternalidades
Externalidades
 
Respostas mankiw - capítulo 1 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 1 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 1 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 1 (superior)
 
Respostas mankiw - capítulo 2 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 2 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 2 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 2 (superior)
 
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 24 (superior)
 
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 25 (superior)
 
Modelos de Cournot e Bertrand
Modelos de Cournot e BertrandModelos de Cournot e Bertrand
Modelos de Cournot e Bertrand
 
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança NacionaisSistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais
 
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 23 (superior)
 
Semana de ciência e tecnologia 2014 - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
Semana de ciência e tecnologia 2014   - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...Semana de ciência e tecnologia 2014   - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
Semana de ciência e tecnologia 2014 - Mesa Redonda Desenvolvimento Econômic...
 
Desemprego
DesempregoDesemprego
Desemprego
 
Introdução à finanças corporativas
Introdução à finanças corporativasIntrodução à finanças corporativas
Introdução à finanças corporativas
 
Decisão da empresa em mercados competitivos
Decisão da empresa em mercados competitivosDecisão da empresa em mercados competitivos
Decisão da empresa em mercados competitivos
 
Respostas mankiw - capítulo 4 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 4 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 4 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 4 (superior)
 
Respostas mankiw - capítulo 5 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 5 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 5 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 5 (superior)
 

Semelhante a Produção e crescimento econômico

AUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
AUla 4 - Produção e crescimento no Longo PrazoAUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
AUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
MairaLuizaSpanholi
 
Aula 13 produção e crescimento
Aula 13   produção e crescimentoAula 13   produção e crescimento
Aula 13 produção e crescimento
petecoslides
 
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
CARLOSAUGUSTOROCHADE
 
18 ppt18 (1)
18 ppt18 (1)18 ppt18 (1)
18 ppt18 (1)
adelinofiaes
 
crescimentoedesenvolvimento.docx
crescimentoedesenvolvimento.docxcrescimentoedesenvolvimento.docx
crescimentoedesenvolvimento.docx
AliceMagalhaes5
 
Crescimento e Desenvolvimento.pptx
Crescimento e Desenvolvimento.pptxCrescimento e Desenvolvimento.pptx
Crescimento e Desenvolvimento.pptx
Alice Magalhães
 
Crescimento econ. 15
Crescimento econ. 15Crescimento econ. 15
Crescimento econ. 15
Yuri Silver
 
crescimento e desenvolvimento1).documento
crescimento e desenvolvimento1).documentocrescimento e desenvolvimento1).documento
crescimento e desenvolvimento1).documento
inesesteves10900
 
Projeto Desafios da Nação
Projeto Desafios da NaçãoProjeto Desafios da Nação
Projeto Desafios da Nação
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
 
Eco10
Eco10Eco10
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúdePR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
Delta Economics & Finance
 
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
ADVB
 
Financiamento Público a Inovação - Aula FGV
Financiamento Público a Inovação - Aula FGVFinanciamento Público a Inovação - Aula FGV
Financiamento Público a Inovação - Aula FGV
Hudson Mendonça
 
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
cultcultura
 
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptx
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptxCrescimento e Desenvolvimento_c.pptx
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptx
AliceMagalhaes5
 
Workshop Inovação - 2006
Workshop Inovação - 2006Workshop Inovação - 2006
Workshop Inovação - 2006
Confederação Nacional da Indústria
 
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portuguesInnovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
INNOVO USACH
 
Setor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
Setor de Serviços o Papel do Serviço na EconomiaSetor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
Setor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
JooPauloPaulo3
 
Lucinaide pinheiro economia criativa
Lucinaide pinheiro   economia criativaLucinaide pinheiro   economia criativa
Lucinaide pinheiro economia criativa
SECONCI-RIO
 
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhorA Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
Confederação Nacional da Indústria
 

Semelhante a Produção e crescimento econômico (20)

AUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
AUla 4 - Produção e crescimento no Longo PrazoAUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
AUla 4 - Produção e crescimento no Longo Prazo
 
Aula 13 produção e crescimento
Aula 13   produção e crescimentoAula 13   produção e crescimento
Aula 13 produção e crescimento
 
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
1. AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Aula Economia Rural.pptx
 
18 ppt18 (1)
18 ppt18 (1)18 ppt18 (1)
18 ppt18 (1)
 
crescimentoedesenvolvimento.docx
crescimentoedesenvolvimento.docxcrescimentoedesenvolvimento.docx
crescimentoedesenvolvimento.docx
 
Crescimento e Desenvolvimento.pptx
Crescimento e Desenvolvimento.pptxCrescimento e Desenvolvimento.pptx
Crescimento e Desenvolvimento.pptx
 
Crescimento econ. 15
Crescimento econ. 15Crescimento econ. 15
Crescimento econ. 15
 
crescimento e desenvolvimento1).documento
crescimento e desenvolvimento1).documentocrescimento e desenvolvimento1).documento
crescimento e desenvolvimento1).documento
 
Projeto Desafios da Nação
Projeto Desafios da NaçãoProjeto Desafios da Nação
Projeto Desafios da Nação
 
Eco10
Eco10Eco10
Eco10
 
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúdePR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
PR - 2011 - femipa - desenvolvimento econômico e saúde
 
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
 
Financiamento Público a Inovação - Aula FGV
Financiamento Público a Inovação - Aula FGVFinanciamento Público a Inovação - Aula FGV
Financiamento Público a Inovação - Aula FGV
 
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil, número 2
 
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptx
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptxCrescimento e Desenvolvimento_c.pptx
Crescimento e Desenvolvimento_c.pptx
 
Workshop Inovação - 2006
Workshop Inovação - 2006Workshop Inovação - 2006
Workshop Inovação - 2006
 
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portuguesInnovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
Innovo usach ambito publico negocios privados v3 portugues
 
Setor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
Setor de Serviços o Papel do Serviço na EconomiaSetor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
Setor de Serviços o Papel do Serviço na Economia
 
Lucinaide pinheiro economia criativa
Lucinaide pinheiro   economia criativaLucinaide pinheiro   economia criativa
Lucinaide pinheiro economia criativa
 
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhorA Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
A Indústria e o Brasil - Uma agenda para crescer mais e melhor
 

Mais de Luciano Pires

Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administraçãoProdução acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
Luciano Pires
 
Decisão da empresa monopolista
Decisão da empresa monopolistaDecisão da empresa monopolista
Decisão da empresa monopolista
Luciano Pires
 
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
Luciano Pires
 
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
Luciano Pires
 
Respostas mankiw - capítulo 6 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 6 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 6 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 6 (superior)
Luciano Pires
 
Inovação e Porte das Empresas
Inovação e Porte das EmpresasInovação e Porte das Empresas
Inovação e Porte das Empresas
Luciano Pires
 
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
Luciano Pires
 

Mais de Luciano Pires (7)

Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administraçãoProdução acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
Produção acadêmica sobre pesquisas de orçamentos familiares na administração
 
Decisão da empresa monopolista
Decisão da empresa monopolistaDecisão da empresa monopolista
Decisão da empresa monopolista
 
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 26 (Superior)
 
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
Respostas Mankiw - Capítulo 13 (Superior)
 
Respostas mankiw - capítulo 6 (superior)
Respostas mankiw  - capítulo 6 (superior)Respostas mankiw  - capítulo 6 (superior)
Respostas mankiw - capítulo 6 (superior)
 
Inovação e Porte das Empresas
Inovação e Porte das EmpresasInovação e Porte das Empresas
Inovação e Porte das Empresas
 
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
As forças de oferta e demanda dos mercados (técnico)
 

Último

Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptxCLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
Deiciane Chaves
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
GracinhaSantos6
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
JakiraCosta
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Pastor Robson Colaço
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
Pr Davi Passos - Estudos Bíblicos
 
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
FredFringeFringeDola
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
jonny615148
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Centro Jacques Delors
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptxCLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
 
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
FICHA DE APOIO DE ESCOLA SECUNDÁRIA 2024
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 

Produção e crescimento econômico

  • 2.  Apresentar o conceito de crescimento econômico e seus determinantes produtivos dentro de uma economia. OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Apresentar o conceito de crescimento econômico e sua evidência empírica como fenômeno econômico.  Apresentar o crescimento econômico como determinado pelo crescimento dos fatores de produção e da variação da produtividade.  Apresentar a relação entre o crescimento econômico e as políticas públicas.
  • 3. PRODUÇÃO E CRESCIMENTO ECONÔMICO  O padrão de vida dos indivíduos de um país depende da habilidade desse país em produzir bens e serviços.  Em todos os países há muita variação no padrão de vida à medida em que o tempo passa.
  • 4. CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO  O padrão de vida, medido pelo PIB per capita, varia muito de país para país.  Os países mais desenvolvidos têm PIB per capita de dez a vinte vezes maiores que os países mais pobres.  Para alcançar bons níveis de padrão de vida, a produtividade é essencial.  A produtividade refere-se à quantidade de bens e serviços produzidos em cada hora de trabalho.
  • 5. CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA EMPÍRICA 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 14000 16000 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 PIB em Dólares entre 1970 e 2011 Estados Unidos China Japão Alemanha França Brasil Reino Unido Itália Federação Russa Índia
  • 6. CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA EMPÍRICA 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 PIB em Dólares entre 1970 e 2011 (sem EUA) China Japão Alemanha França Brasil Reino Unido Itália Federação Russa Índia
  • 7. CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA EMPÍRICA 0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 PIB per capita em Dólares entre 1970 e 2011 Estados Unidos China Japão Alemanha França Brasil Reino Unido Itália Federação Russa Índia
  • 8. CRESCIMENTO ECONÔMICO NO MUNDO: EVIDÊNCIA EMPÍRICA Países Período PIB Real per capita no início do período (US$) PIB Real per capital no final do período (US$) Taxa de crescimento (% ao ano) Bangladesh 1900 a 2006 583 2340 1,32% Índia 1900 a 2006 632 3800 1,71% Paquistão 1900 a 2006 690 2500 1,22% Indonésia 1900 a 2006 834 3950 1,48% Argentina 1900 a 2006 2147 15390 1,88% Reino Unido 1870 a 2006 4502 35580 1,53% México 1900 a 2006 1085 11410 2,24% China 1900 a 2006 670 7740 2,34% Estados Unidos 1870 a 2006 3752 44260 1,83% Alemanha 1870 a 2006 2045 31830 2,04% Canadá 1870 a 2006 2224 34610 2,04% Brasil 1900 a 2006 729 8880 2,39% Japão 1890 a 2006 1480 33150 2,76% Fonte: Mankiw, 2009.
  • 9. PRODUTIVIDADE  Para entender as grandes diferenças nos padrões de vida de um país, temos que nos concentrar na produção de bens e serviços.  Produtividade refere-se à quantidade de bens ou serviços que um trabalhador produz em uma hora.  Os insumos utilizados para produzir os bens e serviços chamam-se fatores de produção.
  • 10. DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE E DA PRODUÇÃO  Os fatores de produção são:  Capital;  Trabalho;  Recursos Naturais;  Tecnologia.  O capital é um fator de produção “produzido”; isto é, capital é um fator de produção que anteriormente foi resultado de uma produção.
  • 11. FATORES DE PRODUÇÃO: CAPITAL FÍSICO  O estoque de equipamentos e estruturas que são utilizadas para produzir bens e serviços:  Ferramentas  Máquinas  Prédios  Fábricas  Etc...
  • 12. FATORES DE PRODUÇÃO: CAPITAL HUMANO  Termo utilizado pelos economistas para o conhecimento e as habilidades dos trabalhadores adquiridos através da educação, treinamento e experiência.  Como o capital, o trabalho aumenta a capacidade de um país produzir bens e serviços.  É influenciado pela quantidade de indivíduos em um país e da quantidade de pessoas no mercado de trabalho.
  • 13. FATORES DE PRODUÇÃO: RECURSOS NATURAIS  Insumos utilizados na produção que são produzidos pela natureza, como a terra, rios, depósitos minerais. Eles não são necessários para uma economia ser altamente produtiva.  Renováveis: Árvores e florestas.  Não-Renováveis: Carvão, Petróleo, etc..
  • 14. FATORES DE PRODUÇÃO: RECURSOS NATURAIS  O conhecimento das melhores formas de produzir bens e serviços.  Conhecimento Tecnológico  Refere-se ao conhecimento da sociedade como um todo de como o mundo funciona.  Capital Humano  Refere-se aos recursos gastos transmitindo o conhecimento tecnológico para a força de trabalho.
  • 15. FUNÇÃO DE PRODUÇÃO  Economistas com frequência utilizam a função da produção para descrever a relação entre a quantidade de fatores de produção utilizados na produção de um determinado bem ou serviço e a quantidade total produzida de bens ou serviços. Exemplo: 0 110 200 270 320 350 360 365 0 50 100 150 200 250 300 350 400 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Função de Produção
  • 16. FUNÇÃO DE PRODUÇÃO  Y = A.f(L, K, H, N) onde:  Y = quantidade produzida  A = quant. de tecnologia disponível  L = quant. de trabalho  K = quant. de capital físico  H = quant. de capital humano  N = quant. de recursos naturais
  • 17. FUNÇÃO DE PRODUÇÃO  A função de produção tem retornos de escala constante para qualquer “x” maior que zero:  x*Y = A * f(x*L, x*K, x*H, x*N)  Isto é, dobrando-se a quantidade de insumos dobra-se a produção
  • 18. FUNÇÃO DE PRODUÇÃO  A função de produção com retorno de escala constante tem uma característica importante.  Se x = 1/L então:  Y/L = A * f(1, K/L, H/L, N/L) onde:  Y/L = produção por trabalhador  K/L = capital físico por trabalhador  H/L = capital humano por trabalhador  N/L = recursos naturais por trabalhador  À função anterior nos mostra que produtividade (Y/L) depende do capital físico por trabalhador (K/N), capital humano por trabalhador (H/N), e recursos naturais por trabalhador (N/L), além é claro do nível atual de tecnologia (A).
  • 19. CRESCIMENTO ECONÔMICO E POLÍTICAS PÚBLICAS  Políticas públicas, leis, tradições e instituições são instrumentais para transformar insumos em produção.  Os Governos podem fazer muito para ajudar ou impedir que países atinjam padrões de vida elevados.  Políticas Públicas visando crescimento:  Incentivo à poupança e investimento;  Incentivo à educação e treinamento;  Promover direitos de propriedade e estabilidade política;  Promover políticas de livre comércio;  Programar o crescimento da população;  Promover a pesquisa e o desenvolvimento.
  • 20. INCENTIVO À POUPANÇA E INVESTIMENTO  Uma das formas de aumentar a produtividade é investir mais os insumos atuais em capital.  O Governos podem encorajar o acúmulo de capital:  De fontes internas diminuindo os impostos nos juros e nos dividendos.  De fontes externas dando segurança ao capital externo.  Cuidados:  Com o aumento do estoque de capital, uma unidade extra de produção produzido com uma unidade adicional de capital diminui. A isso se dá o nome de retornos decrescentes. Ex.:Japão  Taxas maiores de juros para poupança permitem que mais capital seja acumulado, os benefícios de cada unidade adicional de capital se torna menor com o passar do tempo, diminuindo o crescimento.
  • 21. INCENTIVO À POUPANÇA E INVESTIMENTO  No longo prazo, taxas maiores de poupança levam ao aumento da produtividade e da renda, mas não aumenta a taxa de crescimento da produtividade ou da renda.  O efeito de alcance refere-se à condição de que quanto mais pobre um país mais fácil é para ele crescer (renda e produtividade) mais rápido.
  • 22. INCENTIVO À EDUCAÇÃO E TREINAMENTO  Educação é tão importante quanto investir em capital.  Muitas vezes é necessário que países ofereçam educação básica de qualidade para que seus trabalhadores possam adquirir as habilidades especializadas que possibilitem um aumento da produtividade
  • 23. PROMOVER DIREITOS DE PROPRIEDADE E ESTABILIDADE POLÍTICA  Direito de propriedade refere-se à habilidade das pessoas de exercerem autoridade sobre insumos que lhes pertencem.  O direito de propriedade é essencial para que o sistema de preços funcione  É necessário que investidores sintam que seus investimentos estão seguros de eventuais instabilidades políticas.  Propriedade intelectual é importante para promover inovações.  Assim como estabilidade política.
  • 24. PROMOVER POLÍTICAS DE LIVRE COMÉRCIO  Para explorar a vantagem comparativa e maximizar produção e eficiência, é necessário que países tenham acesso livre à venda de seus produtos no exterior, assim como ter a habilidade de adquirir produtos de países com menores custos de oportunidade
  • 25. PROGRAMAR O CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO  A população é um fator chave na determinação da força de trabalho de um país. Populações maiores tendem a possuir um maior PIB. Contudo:  Um PIB maior não significa, necessariamente, maior qualidade de vida. PIB per capita é um indicador melhor  Uma alta taxa de crescimento populacional diminui o PIB per capita
  • 26. PROMOVER A PESQUISA E O DESENVOLVIMENTO  O avanço tecnológico tem aumentado significativamente o padrão de vida de um país. O avanço tecnológico origina-se de firmas particulares como de instituições públicas.  O papel do Governo é encorajar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias através de subsídios, bolsas de pesquisa e sistemas de patentes (propriedade intelectual).
  • 27. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MANKIW, N. G. Introdução à Economia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838 pg.  VASCONCELLOS, M. S. Economia, Micro e Macro, Atlas, 2002.  Banco Mundial. 2013. <http://data.worldbank.org/>