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SISTEMA FINANCEIRO E NÍVEIS DE
INVESTIMENTO E POUPANÇA NACIONAIS
 Apresentar os conceitos e estruturas centrais do sistema
financeiro como um sistema de financiamento com
objetivo central de ligar poupadores e investidores.
OBJETIVO GERAL
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Apresentar o conceito de crescimento econômico e sua
evidência empírica como fenômeno econômico.
 Apresentar o crescimento econômico como
determinado pelo crescimento dos fatores de produção
e da variação da produtividade.
 Apresentar a relação entre o crescimento econômico e
as políticas públicas.
MERCADOS FINANCEIROS: CARACTERIZAÇÃO E
OBJETIVO CENTRAL
 Mercado que permite que a poupança de um indivíduo
torne-se o investimento de outro.
 Ou seja, permite que os produtos ou bens que não foram
consumidos por um indivíduos possa ser consumido por
outro por meio da transferência de recursos de um
indivíduo para o outro.
 Ou, É o mercado que permite que os recursos escassos de
uma economia migrem de poupadores para “tomadores” de
empréstimos.
 Assim, podemos concluir que se refere a transferência
de recursos dentro desta economia, sendo assim
MERCADOS FINANCEIROS: INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
 As instituições que permitem que poupadores e investidores
interajam chamam-se mercados financeiros ou
intermediários financeiros:
 Bancos, Mercados de Ações, Fundos Mútuos, etc...
 Mercados financeiros são instituições onde poupadores
podem diretamente emprestar recursos para tomadores de
empréstimos.
 Mecanismos de vendas de títulos de divida ou ações.
 Intermediários financeiros são instituições onde poupadores
indiretamente emprestam recursos para tomadores de
empréstimos.
 Sistema bancário e fundos mútuos.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS
 Um título é um certificado de endividamento que
especifica as obrigações do tomador de empréstimo
para com o detentor do título.
 Características de um Título:
 Prazo: tempo que decorre até o vencimento do título.
 Risco de crédito: a possibilidade que o tomador de
empréstimo não pague os juros e/ou o “principal”.
 Tratamento tributário: forma pela qual a legislação tributária
cuida dos juros auferidos pelo empréstimo.
 Podendo ser emitido por entidades públicas e por
entidades privadas com a finalidade de financiamento.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS
PÚBLICOS
 São instrumentos financeiros de renda fixa (ou pré-definida)
que visam a obtenção de recursos junto à sociedade, com o
objetivo de financiar déficit orçamentário (refinanciamento
de déficit público) e outras operações para fins específicos
definidos por lei. Ou seja, visa financiar via endividamento.
 O Tesouro Nacional emite os títulos públicos por meio de:
 ofertas públicas competitivas (leilões) com a participação direta de
instituições financeiras;
 emissões diretas para finalidades específicas, definidas em leis
(emissões não-competitivas ou sem leilão);
 e vendas diretas a pessoas físicas, por meio do Programa Tesouro
Direto.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS
PÚBLICOS
 Algumas categorias de títulos públicos são:
 Letras do tesouro nacional, Letras financeiras do tesouro e
Notas do tesouro nacional são custodiadas pela Sistema
Especial de Liquidação e de Custódia e se destinam ao
refinanciamento do déficit orçamentário.
 Certificado financeiro do tesouro é custodiado pela Central
de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos e objetiva
a realização de outras operações financeiras definidas em
lei.
 Certificado da Dívida Publica é custodiado pela Central de
Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos e objetiva a
quitação de dívidas junto ao Instituto Nacional de Seguro
Social.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS DE
ENTIDADES PRIVADAS
 São instrumentos financeiros de renda fixa (ou pré-
definida) que visam a obtenção de recursos junto à
sociedade, com o objetivo de financiar as ações desta
entidade por meio de endividamento via títulos. Ou
seja, o proprietário do título é credor da entidade
emissora.
 As emissões são realizadas por cada entidade privada
junto à BM&F/BOVESPA.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS DE
ENTIDADES PRIVADAS
 Algumas classes de títulos de entidades privadas:
 Notas Promissórias, também conhecidas como commercial
papers, são títulos de curto prazo emitidos pelas empresas
para financiar prioritariamente seu capital de giro.
 Debêntures são títulos de médio e longo prazo, que confere
a seu detentor um direito de crédito contra a companhia
emissora, segundo regramentos pré-estabelecidos na
escritura de emissão.
MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE AÇÕES
 As ações representam propriedade de uma empresa e
são, portanto, um direito aos lucros futuros gerados.
 Ou seja, a venda de uma ação representa a venda de parte
da empresa para um terceiro.
 A venda de ações para captar recursos é chamada de
financiamento do lançamento de ações (IPO – Initial
Public Offering).
 É importante ressaltar que a revenda destas ações no
mercado não alteram a quantidade de recurso captados
pela entidade que às emitiu.
MERCADOS FINANCEIROS: SISTEMA BANCÁRIO
 Os bancos são intermediário financeiros que recebem
depósitos de poupadores e emprestam a investidores.
 Os bancos remuneram os depósitos e cobram juros,
maiores, dos investidores que são tomadores de
empréstimos.
 A diferença entre o juros pago aos depositantes e o juros
cobrado dos investidores é chamado de Spread
Bancário, sendo esta a verdadeira remuneração dos
bancos.
MERCADOS FINANCEIROS: SISTEMA BANCÁRIO
 Os bancos ajudaram a criar um conjunto de
instrumentos de troca, pessoas passam cheques e usam
cartões de débito e crédito em função dos seus
depósitos.
 Um instrumento de troca é algo que pode ser
facilmente utilizado pelas pessoas no comércio,
aumentado a velocidade com que os recurso são
transacionados dentro de uma economia.
MERCADOS FINANCEIROS: FUNDOS MÚTUOS
 Instituição que vende cotas ao público e emprega os
recursos obtidos com esse venda na aquisição de vários
tipos de ações, títulos ou ambos construindo um
portfólio de ativos.
 A principal característica destes fundos é que eles
permitem que pessoas com poucos recursos
diversifiquem as suas aplicações.
 Os principais exemplos de fundos mútuos são os fundos
de pensão e as associações de créditos.
POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS
 Sabendo que:
 PIB (Y) = C + I + G + EL
 Tomando uma economia fechada (por simplificação)
temos:
 Y = C + I + G
 Passando “C” e “G” para o lado esquerdo da equação,
temos
 Y – C – G = I
 onde Y – C – G é o total de renda de uma economia após o
pagamento de todo o consumo e dos gastos do governo.
 ou seja, a poupança nacional (S).
POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS
 Substituindo Y – C – G por “S” (Poupança Nacional)
temos:
 S = I
 A Poupança Nacional é igual a:
 S = Y – C – G, ou ainda, S = (Y – T – C) + (T – G)
 onde T = impostos (livre de transferências)
 Assim temos os dois componentes da Poupança
nacional (S):
 Poupança Privada: (Y – T – C)
 Poupança Pública: (T – G)
POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS
 Poupança Privada
 É o que sobre de renda ou recursos dos indivíduos após o
pagamento de impostos e gastos com consumo (Y – T – C).
 Poupança Pública
 É o que sobre de receita total proveniente de impostos após
o pagamento dos gastos do governo (T – G).
 Se T > G então o governo é superavitário, pois arrecada mais
do que gasta. O superávit representa a poupança pública
positiva.
 Se G > T então o governo é deficitário, pois ela gasta mais do
que arrecada na forma de impostos.
MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS
 Fundos emprestáveis referem-se à renda que as pessoas
optaram por guardar e emprestar, ao invés de consumir.
 A oferta de fundos para empréstimos vem de indivíduos
com renda excedente e que a querem emprestar.
 A demanda por esses fundos vem de indivíduos que
querem tomar empréstimo para fazer investimentos.
MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS
 A oferta e demanda por fundos depende da taxa de
juros real. O processo pelo qual o mercado passa até
chegar no equilíbrio, determina a taxa de juros real de
uma economia.
 A taxa de juros é o preço do empréstimo.
 A poupança representa a oferta de fundos, enquanto
investimento representa a demanda.
MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS
Q (fundos)
i (Juros)
i1 =5% a.a.
Q1 = R$ 1 bilhão
E1
I1
S1
Oferta de Fundos seria dada pela
Poupança Nacional (S1).
Demanda por Fundos seria dada pelo
Investimento Nacional (I1).
O preço do mercado de fundos seria
a taxa de juros real; ou seja, o
“preço” de emprestar e pegar
emprestado estes fundos.
No ponto de equilíbrio (E1) teríamos
o nível de taxa de juros que permite
que a oferta de fundos seja igual a
demanda por fundos (S1 = I1).
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS
 Algumas das políticas são:
 Impostos e incentivos à poupança.
 Impostos e incentivos à investimentos.
 Déficits públicos.
 Observe como as políticas afetam o equilíbrio, as taxas
de juros e a disponibilidade de fundos no mercado.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À POUPANÇA
 Impostos sobre os juros obtidos de uma poupança reduz o
ganho futuro da poupança e é um desincentivo à poupar.
 Assim, uma redução de impostos alteraria a disposição de
indivíduos em poupar resultando um aumento do desejo de
poupar ao mesmo nível de taxa de juros, com isso teríamos:
 Primeiro um deslocamento da oferta de fundos para a direita. O
que geraria um excesso de oferta de fundos.
 Com este excesso de oferta teríamos uma redução da taxa de juros
de mercado.
 Com a redução da taxa de juros teríamos um aumento da
demanda e uma redução da oferta ao longo das respectivas curvas
de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto
de equilíbrio.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À POUPANÇA
 Efeitos de uma redução de impostos sobre os ganhos da
poupança no mercado de fundos:
Q’1
S2
Q (Fundos)
i (Juros)
Q1
E1
I1
S1
Q2
E2
i1
i2
Início: Situação de equilíbrio (E1).
1º passo: Deslocamento da curva de
oferta para a direita e pra baixo
gerando um excesso de oferta ao
mesmo nível de juros.
2º passo: O excesso de oferta fará
com que os ofertantes diminuam os
juros exigidos.
3º passo: Com isso ocorrerá uma
diminuição de oferta ao longo da
curva de oferta e um aumento de
demanda ao longo da curva de
demanda até que um novo ponto de
equilíbrio seja atingido (E2).
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À INVESTIMENTOS
 Impostos ou custos sobre os recursos obtidos para realizar
um investimento reduz o ganho futuro deste investimento e é
um desincentivo à investir.
 Um subsídio ou redução destes impostos para investimentos
iria aumentar o incentivo para tomar dinheiro emprestado
alterando a demanda por fundos:
 Primeiro ocorreria um deslocamento da demanda de fundos para
a direita. O que geraria um excesso de demanda de fundos.
 Com este excesso de demanda teríamos um aumento da taxa de
juros de mercado.
 Com o aumento da taxa de juros teríamos um aumento da oferta e
uma redução da demanda ao longo das respectivas curvas de
oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto de
equilíbrio.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À INVESTIMENTOS
 Efeitos de uma redução de impostos sobre a requisição
de recursos para investimento no mercado de fundos:
Q’1
I2
Q (fundos)
i (Juros)
i1
Q1
E1
I1
S1
Q2
i2
E2
Início: Situação de equilíbrio (E1).
1º passo: Deslocamento da curva de
demanda para a direita e pra cima
gerando um excesso de demanda ao
mesmo nível de juros.
2º passo: O excesso de demanda fará
com que os ofertantes aumentem os
juros exigidos.
3º passo: Com isso ocorrerá um
aumento da oferta ao longo da curva
de oferta e uma diminuição da
demanda ao longo da curva de
demanda até que um novo ponto de
equilíbrio seja atingido (E2).
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO
 O Déficit Orçamentário do Governo é quando o governo
gasta mais do que arrecada com impostos. Ou seja, G >
T.
 Dívida Pública é a soma de déficits orçamentários.
 Quando o governo toma empréstimos para financiar o
seu déficit, reduz a quantidade de fundos emprestáveis
para indivíduos e firmas investirem.
 Ou seja, o governo para a rivalizar com os investidores
na busca por estes recurso para empréstimos.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO
 A dívida pública reduz a oferta de fundos emprestáveis
para qualquer nível de taxa de juros, assim:
 A curva de oferta de fundos se desloca para a esquerda
reduzindo a quantidade ofertada ao mesmo nível de juros,
gerando um excesso de demanda.
 Este excesso de demanda resultará em um aumento da taxa
de juros exigida no mercado.
 Com o aumento da taxa de juros teríamos um aumento da
oferta e uma redução da demanda ao longo das respectivas
curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um
novo ponto de equilíbrio.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO
 Efeitos de um aumento do déficit orçamentário do
governo sobre o mercado de fundos:
Início: Situação de equilíbrio (E1).
1º passo: Deslocamento da curva de
oferta para a esquerda e pra cima
gerando um excesso de demanda ao
mesmo nível de juros.
2º passo: O excesso de demanda fará
com que os ofertantes aumentem os
juros exigidos.
3º passo: Com isso ocorrerá um
aumento de oferta ao longo da curva
de oferta e uma diminuição da
demanda ao longo da curva de
demanda até que um novo ponto de
equilíbrio seja atingido (E2).
Q’1
S2
Q (Fundos)
i (Juros)
Q1
E1
I1
S1
Q2
E2
i1
i2
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO
 O Superávit Orçamentário do Governo é quando o
governo gasta menos do que arrecada com impostos.
Ou seja, G < T, o governo apresentaria poupança pública
positiva.
 Quando o governo oferta empréstimos devido ao seu
superávit, ele aumenta a quantidade de fundos
emprestáveis para indivíduos e firmas investirem.
 Ou seja, o governo amplia a oferta disponível para os
investidores, ao invés de rivalizar na busca por estes
recurso para empréstimos.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO
 O superávit público aumenta a oferta de fundos
emprestáveis para qualquer nível de taxa de juros,
assim:
 Primeiro temos um deslocamento da oferta de fundos para
a direita. O que geraria um excesso de oferta de fundos.
 Com este excesso de oferta teríamos uma redução da taxa
de juros de mercado.
 Com a redução da taxa de juros teríamos um aumento da
demanda e uma redução da oferta ao longo das respectivas
curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um
novo ponto de equilíbrio.
POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE
FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO
 Efeitos de um aumento do superávit orçamentário do
governo sobre o mercado de fundos:
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Início: Situação de equilíbrio (E1).
1º passo: Deslocamento da curva de
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 MANKIW, N. G. Introdução à Economia. São Paulo:
Cengage Learning, 2009. 838 pg.
 VASCONCELLOS, M. S. Economia, Micro e Macro, Atlas,
2002.
 Banco Mundial. 2013. <http://data.worldbank.org/>.
 Tesouro Nacional. 2013.
<https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/divida-
publica/conceitos-basicos>.
 Bolsa de Mercados e Futuros. 2013.
<http://www.bmfbovespa.com.br/Renda-
Fixa/RendaFixa.aspx?idioma=pt-br>

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Sistema Financeiro e Níveis de Investimento e Poupança Nacionais

  • 1. SISTEMA FINANCEIRO E NÍVEIS DE INVESTIMENTO E POUPANÇA NACIONAIS
  • 2.  Apresentar os conceitos e estruturas centrais do sistema financeiro como um sistema de financiamento com objetivo central de ligar poupadores e investidores. OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Apresentar o conceito de crescimento econômico e sua evidência empírica como fenômeno econômico.  Apresentar o crescimento econômico como determinado pelo crescimento dos fatores de produção e da variação da produtividade.  Apresentar a relação entre o crescimento econômico e as políticas públicas.
  • 3. MERCADOS FINANCEIROS: CARACTERIZAÇÃO E OBJETIVO CENTRAL  Mercado que permite que a poupança de um indivíduo torne-se o investimento de outro.  Ou seja, permite que os produtos ou bens que não foram consumidos por um indivíduos possa ser consumido por outro por meio da transferência de recursos de um indivíduo para o outro.  Ou, É o mercado que permite que os recursos escassos de uma economia migrem de poupadores para “tomadores” de empréstimos.  Assim, podemos concluir que se refere a transferência de recursos dentro desta economia, sendo assim
  • 4. MERCADOS FINANCEIROS: INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS  As instituições que permitem que poupadores e investidores interajam chamam-se mercados financeiros ou intermediários financeiros:  Bancos, Mercados de Ações, Fundos Mútuos, etc...  Mercados financeiros são instituições onde poupadores podem diretamente emprestar recursos para tomadores de empréstimos.  Mecanismos de vendas de títulos de divida ou ações.  Intermediários financeiros são instituições onde poupadores indiretamente emprestam recursos para tomadores de empréstimos.  Sistema bancário e fundos mútuos.
  • 5. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS  Um título é um certificado de endividamento que especifica as obrigações do tomador de empréstimo para com o detentor do título.  Características de um Título:  Prazo: tempo que decorre até o vencimento do título.  Risco de crédito: a possibilidade que o tomador de empréstimo não pague os juros e/ou o “principal”.  Tratamento tributário: forma pela qual a legislação tributária cuida dos juros auferidos pelo empréstimo.  Podendo ser emitido por entidades públicas e por entidades privadas com a finalidade de financiamento.
  • 6. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS PÚBLICOS  São instrumentos financeiros de renda fixa (ou pré-definida) que visam a obtenção de recursos junto à sociedade, com o objetivo de financiar déficit orçamentário (refinanciamento de déficit público) e outras operações para fins específicos definidos por lei. Ou seja, visa financiar via endividamento.  O Tesouro Nacional emite os títulos públicos por meio de:  ofertas públicas competitivas (leilões) com a participação direta de instituições financeiras;  emissões diretas para finalidades específicas, definidas em leis (emissões não-competitivas ou sem leilão);  e vendas diretas a pessoas físicas, por meio do Programa Tesouro Direto.
  • 7. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS PÚBLICOS  Algumas categorias de títulos públicos são:  Letras do tesouro nacional, Letras financeiras do tesouro e Notas do tesouro nacional são custodiadas pela Sistema Especial de Liquidação e de Custódia e se destinam ao refinanciamento do déficit orçamentário.  Certificado financeiro do tesouro é custodiado pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos e objetiva a realização de outras operações financeiras definidas em lei.  Certificado da Dívida Publica é custodiado pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos e objetiva a quitação de dívidas junto ao Instituto Nacional de Seguro Social.
  • 8. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS DE ENTIDADES PRIVADAS  São instrumentos financeiros de renda fixa (ou pré- definida) que visam a obtenção de recursos junto à sociedade, com o objetivo de financiar as ações desta entidade por meio de endividamento via títulos. Ou seja, o proprietário do título é credor da entidade emissora.  As emissões são realizadas por cada entidade privada junto à BM&F/BOVESPA.
  • 9. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE TÍTULOS DE ENTIDADES PRIVADAS  Algumas classes de títulos de entidades privadas:  Notas Promissórias, também conhecidas como commercial papers, são títulos de curto prazo emitidos pelas empresas para financiar prioritariamente seu capital de giro.  Debêntures são títulos de médio e longo prazo, que confere a seu detentor um direito de crédito contra a companhia emissora, segundo regramentos pré-estabelecidos na escritura de emissão.
  • 10. MERCADOS FINANCEIROS: MERCADO DE AÇÕES  As ações representam propriedade de uma empresa e são, portanto, um direito aos lucros futuros gerados.  Ou seja, a venda de uma ação representa a venda de parte da empresa para um terceiro.  A venda de ações para captar recursos é chamada de financiamento do lançamento de ações (IPO – Initial Public Offering).  É importante ressaltar que a revenda destas ações no mercado não alteram a quantidade de recurso captados pela entidade que às emitiu.
  • 11. MERCADOS FINANCEIROS: SISTEMA BANCÁRIO  Os bancos são intermediário financeiros que recebem depósitos de poupadores e emprestam a investidores.  Os bancos remuneram os depósitos e cobram juros, maiores, dos investidores que são tomadores de empréstimos.  A diferença entre o juros pago aos depositantes e o juros cobrado dos investidores é chamado de Spread Bancário, sendo esta a verdadeira remuneração dos bancos.
  • 12. MERCADOS FINANCEIROS: SISTEMA BANCÁRIO  Os bancos ajudaram a criar um conjunto de instrumentos de troca, pessoas passam cheques e usam cartões de débito e crédito em função dos seus depósitos.  Um instrumento de troca é algo que pode ser facilmente utilizado pelas pessoas no comércio, aumentado a velocidade com que os recurso são transacionados dentro de uma economia.
  • 13. MERCADOS FINANCEIROS: FUNDOS MÚTUOS  Instituição que vende cotas ao público e emprega os recursos obtidos com esse venda na aquisição de vários tipos de ações, títulos ou ambos construindo um portfólio de ativos.  A principal característica destes fundos é que eles permitem que pessoas com poucos recursos diversifiquem as suas aplicações.  Os principais exemplos de fundos mútuos são os fundos de pensão e as associações de créditos.
  • 14. POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS  Sabendo que:  PIB (Y) = C + I + G + EL  Tomando uma economia fechada (por simplificação) temos:  Y = C + I + G  Passando “C” e “G” para o lado esquerdo da equação, temos  Y – C – G = I  onde Y – C – G é o total de renda de uma economia após o pagamento de todo o consumo e dos gastos do governo.  ou seja, a poupança nacional (S).
  • 15. POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS  Substituindo Y – C – G por “S” (Poupança Nacional) temos:  S = I  A Poupança Nacional é igual a:  S = Y – C – G, ou ainda, S = (Y – T – C) + (T – G)  onde T = impostos (livre de transferências)  Assim temos os dois componentes da Poupança nacional (S):  Poupança Privada: (Y – T – C)  Poupança Pública: (T – G)
  • 16. POUPANÇA, INVESTIMENTO E CONTAS NACIONAIS  Poupança Privada  É o que sobre de renda ou recursos dos indivíduos após o pagamento de impostos e gastos com consumo (Y – T – C).  Poupança Pública  É o que sobre de receita total proveniente de impostos após o pagamento dos gastos do governo (T – G).  Se T > G então o governo é superavitário, pois arrecada mais do que gasta. O superávit representa a poupança pública positiva.  Se G > T então o governo é deficitário, pois ela gasta mais do que arrecada na forma de impostos.
  • 17. MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS  Fundos emprestáveis referem-se à renda que as pessoas optaram por guardar e emprestar, ao invés de consumir.  A oferta de fundos para empréstimos vem de indivíduos com renda excedente e que a querem emprestar.  A demanda por esses fundos vem de indivíduos que querem tomar empréstimo para fazer investimentos.
  • 18. MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS  A oferta e demanda por fundos depende da taxa de juros real. O processo pelo qual o mercado passa até chegar no equilíbrio, determina a taxa de juros real de uma economia.  A taxa de juros é o preço do empréstimo.  A poupança representa a oferta de fundos, enquanto investimento representa a demanda.
  • 19. MERCADO DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS Q (fundos) i (Juros) i1 =5% a.a. Q1 = R$ 1 bilhão E1 I1 S1 Oferta de Fundos seria dada pela Poupança Nacional (S1). Demanda por Fundos seria dada pelo Investimento Nacional (I1). O preço do mercado de fundos seria a taxa de juros real; ou seja, o “preço” de emprestar e pegar emprestado estes fundos. No ponto de equilíbrio (E1) teríamos o nível de taxa de juros que permite que a oferta de fundos seja igual a demanda por fundos (S1 = I1).
  • 20. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS  Algumas das políticas são:  Impostos e incentivos à poupança.  Impostos e incentivos à investimentos.  Déficits públicos.  Observe como as políticas afetam o equilíbrio, as taxas de juros e a disponibilidade de fundos no mercado.
  • 21. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À POUPANÇA  Impostos sobre os juros obtidos de uma poupança reduz o ganho futuro da poupança e é um desincentivo à poupar.  Assim, uma redução de impostos alteraria a disposição de indivíduos em poupar resultando um aumento do desejo de poupar ao mesmo nível de taxa de juros, com isso teríamos:  Primeiro um deslocamento da oferta de fundos para a direita. O que geraria um excesso de oferta de fundos.  Com este excesso de oferta teríamos uma redução da taxa de juros de mercado.  Com a redução da taxa de juros teríamos um aumento da demanda e uma redução da oferta ao longo das respectivas curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto de equilíbrio.
  • 22. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À POUPANÇA  Efeitos de uma redução de impostos sobre os ganhos da poupança no mercado de fundos: Q’1 S2 Q (Fundos) i (Juros) Q1 E1 I1 S1 Q2 E2 i1 i2 Início: Situação de equilíbrio (E1). 1º passo: Deslocamento da curva de oferta para a direita e pra baixo gerando um excesso de oferta ao mesmo nível de juros. 2º passo: O excesso de oferta fará com que os ofertantes diminuam os juros exigidos. 3º passo: Com isso ocorrerá uma diminuição de oferta ao longo da curva de oferta e um aumento de demanda ao longo da curva de demanda até que um novo ponto de equilíbrio seja atingido (E2).
  • 23. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À INVESTIMENTOS  Impostos ou custos sobre os recursos obtidos para realizar um investimento reduz o ganho futuro deste investimento e é um desincentivo à investir.  Um subsídio ou redução destes impostos para investimentos iria aumentar o incentivo para tomar dinheiro emprestado alterando a demanda por fundos:  Primeiro ocorreria um deslocamento da demanda de fundos para a direita. O que geraria um excesso de demanda de fundos.  Com este excesso de demanda teríamos um aumento da taxa de juros de mercado.  Com o aumento da taxa de juros teríamos um aumento da oferta e uma redução da demanda ao longo das respectivas curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto de equilíbrio.
  • 24. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: INCENTIVO À INVESTIMENTOS  Efeitos de uma redução de impostos sobre a requisição de recursos para investimento no mercado de fundos: Q’1 I2 Q (fundos) i (Juros) i1 Q1 E1 I1 S1 Q2 i2 E2 Início: Situação de equilíbrio (E1). 1º passo: Deslocamento da curva de demanda para a direita e pra cima gerando um excesso de demanda ao mesmo nível de juros. 2º passo: O excesso de demanda fará com que os ofertantes aumentem os juros exigidos. 3º passo: Com isso ocorrerá um aumento da oferta ao longo da curva de oferta e uma diminuição da demanda ao longo da curva de demanda até que um novo ponto de equilíbrio seja atingido (E2).
  • 25. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO  O Déficit Orçamentário do Governo é quando o governo gasta mais do que arrecada com impostos. Ou seja, G > T.  Dívida Pública é a soma de déficits orçamentários.  Quando o governo toma empréstimos para financiar o seu déficit, reduz a quantidade de fundos emprestáveis para indivíduos e firmas investirem.  Ou seja, o governo para a rivalizar com os investidores na busca por estes recurso para empréstimos.
  • 26. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO  A dívida pública reduz a oferta de fundos emprestáveis para qualquer nível de taxa de juros, assim:  A curva de oferta de fundos se desloca para a esquerda reduzindo a quantidade ofertada ao mesmo nível de juros, gerando um excesso de demanda.  Este excesso de demanda resultará em um aumento da taxa de juros exigida no mercado.  Com o aumento da taxa de juros teríamos um aumento da oferta e uma redução da demanda ao longo das respectivas curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto de equilíbrio.
  • 27. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO  Efeitos de um aumento do déficit orçamentário do governo sobre o mercado de fundos: Início: Situação de equilíbrio (E1). 1º passo: Deslocamento da curva de oferta para a esquerda e pra cima gerando um excesso de demanda ao mesmo nível de juros. 2º passo: O excesso de demanda fará com que os ofertantes aumentem os juros exigidos. 3º passo: Com isso ocorrerá um aumento de oferta ao longo da curva de oferta e uma diminuição da demanda ao longo da curva de demanda até que um novo ponto de equilíbrio seja atingido (E2). Q’1 S2 Q (Fundos) i (Juros) Q1 E1 I1 S1 Q2 E2 i1 i2
  • 28. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO  O Superávit Orçamentário do Governo é quando o governo gasta menos do que arrecada com impostos. Ou seja, G < T, o governo apresentaria poupança pública positiva.  Quando o governo oferta empréstimos devido ao seu superávit, ele aumenta a quantidade de fundos emprestáveis para indivíduos e firmas investirem.  Ou seja, o governo amplia a oferta disponível para os investidores, ao invés de rivalizar na busca por estes recurso para empréstimos.
  • 29. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO  O superávit público aumenta a oferta de fundos emprestáveis para qualquer nível de taxa de juros, assim:  Primeiro temos um deslocamento da oferta de fundos para a direita. O que geraria um excesso de oferta de fundos.  Com este excesso de oferta teríamos uma redução da taxa de juros de mercado.  Com a redução da taxa de juros teríamos um aumento da demanda e uma redução da oferta ao longo das respectivas curvas de oferta e demanda por fundos, até chegarmos a um novo ponto de equilíbrio.
  • 30. POLÍTICAS DO GOVERNO QUE AFETAM MERCADOS DE FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS: SUPERÁVIT ORÇAMENTÁRIO  Efeitos de um aumento do superávit orçamentário do governo sobre o mercado de fundos: Q’1 S2 Q (Fundos) i (Juros) Q1 E1 I1 S1 Q2 E2 i1 i2 Início: Situação de equilíbrio (E1). 1º passo: Deslocamento da curva de oferta para a direita e pra baixo gerando um excesso de oferta ao mesmo nível de juros. 2º passo: O excesso de oferta fará com que os ofertantes diminuam os juros exigidos. 3º passo: Com isso ocorrerá uma diminuição de oferta ao longo da curva de oferta e um aumento de demanda ao longo da curva de demanda até que um novo ponto de equilíbrio seja atingido (E2).
  • 31. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MANKIW, N. G. Introdução à Economia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838 pg.  VASCONCELLOS, M. S. Economia, Micro e Macro, Atlas, 2002.  Banco Mundial. 2013. <http://data.worldbank.org/>.  Tesouro Nacional. 2013. <https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/divida- publica/conceitos-basicos>.  Bolsa de Mercados e Futuros. 2013. <http://www.bmfbovespa.com.br/Renda- Fixa/RendaFixa.aspx?idioma=pt-br>