Centro de Imagens e Espectroscopia
In Vivo por Ressonância Magnética
UNIVERSIDADE
DE SÃO PAULO
Instituto de Física de São Carlos
19/07/2012paiva@ifsc.usp.br
Imagens por Ressonância Magnética:
Princípios e Aplicações
Fernando F. Paiva
1924 - Pauli sugere que
partículas nucleares
possuem momento
angular (spin).
1937 – Rabi mede
o momento
angular do núcleo.
1944 – Rabi
recebe o prêmio
Nobel de Física.
1952 – Purcell e
Bloch dividem o
prêmio Nobel de
M R
1974 – Damadian patenteia a
idéia de scanner para
detecção de tecido maligno.
1973 – Lauterbur publica o
método para gerar imagens
utilizando gradientes de NMR.
NMR se torna MRI
Scanners clínicos começam
a se tornar prevalentes.
1985 – Reembolso por
exames de RM começam a
ser aprovados pelos
convênios.
I f
RM: LINHA DO TEMPO
1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000
1946 – Purcell demonstra
que a matéria absorve
energia na freqüência de
ressonância.
1946 – Bloch mostra que a
precessão nuclear pode
ser medida por bobinas
detectoras.
prêmio Nobel de
Física.
M R
1959 – Singer mede fluxo sanguíneo
utilizando NMR (em camundongos).
1973 – Mansfield, independentemente,
publica a abordagem de gradientes
para NMR.
1975 – Ernst desenvolve a
transformada de Fourier 2D para RM.
NMR se torna MRI
I
1990 – Ogawa e
colaboradores propõem
o método de fMRI
utilizando contraste
endógeno baseado na
oxigenação sanguínea.
f
A primeira tentativa de
obter uma imagem em
humanos. Dr. Raymond
Damadian foi o primeiro
paciente. Dadas as
MARÇO DE 1977
paciente. Dadas as
dúvidas sobre os
resultados, ele utilizou um
monitor cardíaco e um de
pressão.
A primeira tentativa bem sucedida de se obter uma imagem de
RM humanos. Dr. Lawrence Minkoff foi o voluntário.
JULHO DE 1977
A primeira imagem de RM obtida em humanos
... 35 anos depois
A carga elétrica na
superfície do próton
cria um pequeno loop
de corrente, o que dá
origem ao momento
magnético ( );
A rotação do próton dá
origem ao momento
angular (J);
Ambos e J são
PROPRIEDADES DO NÚCLEO ATÔMICO
Ambos e J são
representados por
vetores que apontam ao
longo do eixo de rotação
e cuja direção pode ser
determinada pela regra
da mão direita;
Um núcleo pode ser observado por RM se tem momento angular e
magnético. Tal núcleo possui um número ímpar de prótons ou de nêutrons.
Na ausência de um
campo magnético
intenso, os spins ficam
randomicamente
PRÓTONS NA AUSÊNCIA DE CAMPO MAGNÉTICO
randomicamente
orientados.
Neste caso, a
magnetização (M) do
sistema é nula.
CampoMagnético
PRÓTONS SE ALINHAM AO CAMPO MAGNÉTICO...CampoMagnético
B0
Eixo de Precessão
CampoMagnético
... MAS SE MOVEM AO REDOR DO EIXO DO CAMPO
PRINCIPAL EM UM MOVIMENTO CONHECIDO POR
PRECESSÃO
CampoMagnético
B0
A precessão dos núcleos em torno do campo
principal ocorre em uma freqüência
específica dada pela equação de Larmor
ωωωω = γγγγ B0
FREQUÊNCIA DE LARMOR
CampoMagnético
B0
ωωωω = γγγγ B0
onde:
ω: freqüência de Larmor
γ: constante giromagnética
B0: campo magnético principal
Núcleo
Constante
Giromagnética (MHz/T)
1H 42.58
13C 10.71
15N 4.31
19F 40.05
31P 17.23
Hidrogênio (1H) em 1.5T:
ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T
= 63.87 MHz
FREQUÊNCIA DE LARMOR
Hidrogênio (1H) em 3.0T:
CampoMagnético
B0
Núcleo
Constante
Giromagnética (MHz/T)
1H 42.58
13C 10.71
15N 4.31
19F 40.05
31P 17.23
Hidrogênio ( H) em 3.0T:
ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T
= 127.74 MHz
Fósforo (31P) em 1.5T:
ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T
= 25.85 MHz
Hidrogênio (1H) em 1.5T:
ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T
= 63.87 MHz
FREQUÊNCIA DE LARMOR
Hidrogênio (1H) em 3.0T:
CampoMagnético
B0
Hidrogênio ( H) em 3.0T:
ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T
= 127.74 MHz
Fósforo (31P) em 1.5T:
ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T
= 25.85 MHz Radiofrequência (RF)
MagnetizaçãoMagnetização
núcleo
µ: momento magnético
B0
)(
dt
d
B⋅×= γ
dM1
)(
dt
d
BM
M
⋅×= γ (Prótons não interagentes)
x
y
z
B0
M0
∑=
i
i
V
1
M
MagnetizaçãoMagnetização
Prótons interagentes?Prótons interagentes?
)(
dt
d
BM
M
⋅×= γ (Prótons não interagentes)
zB ˆB0=Campo Externo:
yxM ˆMˆM yx +=⊥
zM ˆMz// = 0
dt
dMz
=
)(
dt
d
BM
M
⋅×= ⊥
⊥
γ
Prótons interagentes?Prótons interagentes?
+ ?+ ?
+ ?+ ?
Relaxação LongitudinalRelaxação Longitudinal
Interação dos prótons com a rede: )MM(
dt
dM
z0
z
−= ??
1T
1
Determinado Empiricamente
T1: Tempo de Relaxação Longitudinal (Spin-Rede)
)e1(Me)t(M)t(M 1010 T)tt(T)tt( −−−−
−+=
Tecido T1 (ms) T2 (ms)
matéria cinzenta 950 100
matéria branca 600 80
músculo 900 50
fluido cérebro-espinhal 4500 2200
gordura 250 60
sangue 1200 100-200
Valores típicos de tempos de relaxação, T1 e T2, de hidrogênio em diferentes
tecidos humanos medidos em 1.5T e 37ºC
)e1(Me)t(M)t(M 1010 T)tt(
0
T)tt(
0zz
−−−−
−+=
Relaxação TransversalRelaxação Transversal
Campo Local =Campo Local = campo externo campos gerados pelos “vizinhos”+
µ
z z z
Variação no Campo Local
)Bω( 00 ⋅= γ
Variação na Freq. Precessão
⊥⊥
⊥
−⋅×= MBM
M
2T
1
)(
dt
d
γ
M
M
M
µ
µ
yyy
y y y
zzz
xxx
x x x
2Tdt
T2: Tempo de Relaxação
Transversal (Spin-Spin)
⊥
⊥
−=





M
M
2

T
1
dt
d
(RG)
2Tt
e)0()t( −
⊥⊥ = MM
Equação de BlochEquação de Bloch
⊥⊥
⊥
−−+⋅×= MBM
M
2
z0
1 T
1
)MM(
T
1
)(
dt
d
γ
2
x
y0
x
T
M
M
dt
dM
−= ω
y
x0
y M
M
dM
−−= ω
))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0y0x
Tt
x
2
ωω += −
))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0x0y
Tt
y
2
ωω −= −
)MM(
T
1
dt
dM
z0
1
z
−=
2
x0
T
M
dt
−−= ω
)e1(Me)0(M)t(M 11 Tt
0
Tt
zz
−−
−+=
))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0x0yy ωω −=
0)(M)(M yx =∞=∞
0z M)(M =∞
Z’
M
Precessão em
torno de B1
CAMPO DE RF (B1)
X’
Y’
B0
B1
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
Z’
X’
Y’
B0
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
Z’
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
Z’
Ângulo de Flip:
θθθθ = 90o
CAMPO DE RF (PULSO DE 90O)
X’
Y’
B0
B1
O ângulo do flip é proporcional
à amplitude e à duração de B1:
θ ≈≈≈≈ γ B1 Tp
Z’
Ângulo de Flip:
θθθθ = 180o
CAMPO DE RF (PULSO DE 180O)
X’
Y’
B0
B1
O ângulo do flip é proporcional
à amplitude e à duração de B1:
θ ≈≈≈≈ γ B1 Tp
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
NADA DURA PARA SEMPRE...
tempo
Sinal
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de
equilíbrio; Z
B0
tempo
Sinal
FID: free induction decay
NADA DURA PARA SEMPRE...
X
Y
Receptor de RF
TEMPO DE RELAXAÇÃO TRANSVERSAL (T2)
Mxy
37%
T2
t
Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação
entre núcleos (relaxação spin-spin)
A completa perda de coerência de fase no plano transversal
ocorre com uma constante de tempo T2
Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação
entre núcleos (relaxação spin-spin)
A completa perda de coerência de fase no plano transversal
ocorre com uma constante de tempo T2
TEMPO DE RELAXAÇÃO LONGITUDINAL (T1)
M0
Mz
Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins
excitados e o tecido (relaxação spin-rede)
O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre
com uma constante de tempo T1
Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins
excitados e o tecido (relaxação spin-rede)
O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre
com uma constante de tempo T1
t
63%
T1
2) Os prótons, absorvem esta energia, pois estão em
“ressonância” (mesma freqüência)
1) Energia sob a forma de RF é transmitida aos prótons RF
1H
RM EM 5 PASSOS
5) Esses sinais são processados
e dão origem a imagens
4) Antenas especiais captam esses
sinais e os convertem eletronicamente
3) Após um tempo característico,
t, esta energia é reemitida
1H
RF
1H
FORMAÇÃO DE IMAGENS: CONCEITO
Definição da localização espacialDefinição da localização espacial
das fontes que contribuem para o
sinal detectado.
UM EXEMPLO SIMPLES
Entretanto, RM não utiliza mecanismos como projeção,
reflexão ou refração, comumente utilizados em técnicas
óticas de formação de imagens.
FORMAÇÃO DE IMAGENS EM RM: FREQUÊNCIA E FASE
θθθθ
ωωωω
θθθθ = ωωωωt
A informação espacial dos prótons contribuindo para o
sinal de RM é determinada pela frequência espacial e
pela fase de sua magnetização.
Campos magnéticos adicionais ao B0 cujas amplitudes variam em
determinada direção de forma linear;
A direção da variação pode mudar (X, Y, Z) ...
... entretanto, a direção do campo é sempre paralela a B0!!!
GRADIENTES
B0
x
y
z
Gx
x
y
z
Gy
x
y
z
Gz
GRADIENTES
B0
GRADIENTES
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES
B
Gy
B0
GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO
A aplicação simultânea de dois
gradientes resulta em...
Gy
B0
Gx
GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO
A aplicação simultânea de dois
gradientes resulta em...
Gy
B0
Gx
GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO
A aplicação simultânea de dois
gradientes resulta em...
... um outro gradiente!!!
Gy
B0
Gx
ω = γ (B0 + Gx x)
CODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA
Gx
B0
1 2 3
1 2 3
ttt
1 + 2 + 3
t ω
Projeção
do Objeto
CODIFICAÇÃO DE FASE
Conceito de fase:
t
3
t
2
t
1
t
CODIFICAÇÃO DE FASE
Conceito de fase:
t
3
t
2
t
1
t
CODIFICAÇÃO DE FASE
Conceito de fase:
t
3
t
2
t
1
t
CODIFICAÇÃO DE FASE
Conceito de fase:
t
3
t
2
t
1
t
CODIFICAÇÃO DE FASE
Conceito de fase:
t
3
t
2
t
1
t
CODIFICAÇÃO DE FASE
t
A fase acumulada (φ) é
proporcional ao tempo do
gradiente e sua amplitude
(área sob a curva):
φ = γ (B0 + Gy y) t
3
t
2
t
1
t
φφφφ
CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO
Gx
CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO
Gy
CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO
Espaço dos
dados de RM 1 dado de RM
Após codificação de
frequência
(gradiente x)
Após codificação de
fase
(gradiente y)
Antes da codificação
outro dado de RM
mais um
dado de RM
ESPAÇO K
CodificaçãoCodificação
de fasede fase
Passo #1Passo #1
PontoPonto
temporal #1temporal #1
……..……..
……..……..
PontoPonto
temporal #2temporal #2
PontoPonto
temporal #3temporal #3
PontoPonto
temporal #1temporal #1
PontoPonto
temporal #2temporal #2
PontoPonto
temporal #3temporal #3
CodificaçãoCodificação
de fasede fase
Passo #2Passo #2
……..……..
……..……..
Codificação de Frequência
temporal #1temporal #1 temporal #2temporal #2 temporal #3temporal #3
PontoPonto
temporal #1temporal #1
PontoPonto
temporal #2temporal #2
PontoPonto
temporal #3temporal #3
Passo #2Passo #2
CodificaçãoCodificação
de fasede fase
Passo #3Passo #3
+Gy .
.
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.
0
Espaço Físico
Espaço K
ESPAÇO K
.
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.
+Gx-Gx 0
-Gy
Cada um dos pontos no espaço k (mostrados em amarelo) consiste na
soma do sinal de RM de todos os voxels no espaço da imagem
quando submetidos ao campo de gradiente correspondente.
ESPAÇO K
Espaço k Imagem
FT (FT-1)
Imagem CompletaImagem Completa Imagem de IntensidadeImagem de Intensidade Imagem de DetalhesImagem de Detalhes
Espaço k CompletoEspaço k Completo Centro do Espaço kCentro do Espaço k Bordas do Espaço kBordas do Espaço k
O SISTEMA DE RM
Bobina
de RF
Paciente
Equipamento de RM
Bobinas de
Gradiente
Magneto
Scanner
Cama do
Paciente
RM: CAMPO MAGNÉTICO PRINCIPAL
Estado da arte:
Sistemas clínicos: 0.1T – 3.0T
Sistemas de animais: 2.0T – 11.7TSistemas de animais: 2.0T – 11.7T
Curiosidades:
1 Tesla = 10000 Gauss
Campo magnético da terra ~ 0.5 Gauss
IMAGENS POR RM: ANATÔMICAS
Clinicamente utilizada em uma grande variedade de especialidades
Mama
Crânio
Abdômen
Coluna
Coração
A qualidade da imagem é geralmente descrita em termos da relação
sinal ruído, da resolução espacial e do contraste.
DP T2 DWI
IMAGENS POR RM: ANATÔMICAS
T1 MRA PWI
Mão Esquerda; Pé Esquerdo;
IMAGENS POR RM: FUNCIONAIS (TAREFAS MOTORAS)
Mão Direita; Pé Direito;
IMAGENS POR RM: FUNCIONAIS (CAFÉ E O CÉREBRO)
IMAGENS POR RM: APLICAÇÃO EM MODELOS ANIMAIS
Centro de Imagens e Espectroscopia
In Vivo por Ressonância Magnética
UNIVERSIDADE
DE SÃO PAULO
Instituto de Física de São Carlos
Fernando F. Paiva paiva@ifsc.usp.br
OBRIGADO!!!

PRINCÍPIO FÍSICO DE RM

  • 1.
    Centro de Imagense Espectroscopia In Vivo por Ressonância Magnética UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Física de São Carlos 19/07/2012paiva@ifsc.usp.br Imagens por Ressonância Magnética: Princípios e Aplicações Fernando F. Paiva
  • 2.
    1924 - Paulisugere que partículas nucleares possuem momento angular (spin). 1937 – Rabi mede o momento angular do núcleo. 1944 – Rabi recebe o prêmio Nobel de Física. 1952 – Purcell e Bloch dividem o prêmio Nobel de M R 1974 – Damadian patenteia a idéia de scanner para detecção de tecido maligno. 1973 – Lauterbur publica o método para gerar imagens utilizando gradientes de NMR. NMR se torna MRI Scanners clínicos começam a se tornar prevalentes. 1985 – Reembolso por exames de RM começam a ser aprovados pelos convênios. I f RM: LINHA DO TEMPO 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 1946 – Purcell demonstra que a matéria absorve energia na freqüência de ressonância. 1946 – Bloch mostra que a precessão nuclear pode ser medida por bobinas detectoras. prêmio Nobel de Física. M R 1959 – Singer mede fluxo sanguíneo utilizando NMR (em camundongos). 1973 – Mansfield, independentemente, publica a abordagem de gradientes para NMR. 1975 – Ernst desenvolve a transformada de Fourier 2D para RM. NMR se torna MRI I 1990 – Ogawa e colaboradores propõem o método de fMRI utilizando contraste endógeno baseado na oxigenação sanguínea. f
  • 3.
    A primeira tentativade obter uma imagem em humanos. Dr. Raymond Damadian foi o primeiro paciente. Dadas as MARÇO DE 1977 paciente. Dadas as dúvidas sobre os resultados, ele utilizou um monitor cardíaco e um de pressão.
  • 4.
    A primeira tentativabem sucedida de se obter uma imagem de RM humanos. Dr. Lawrence Minkoff foi o voluntário. JULHO DE 1977
  • 5.
    A primeira imagemde RM obtida em humanos
  • 6.
  • 7.
    A carga elétricana superfície do próton cria um pequeno loop de corrente, o que dá origem ao momento magnético ( ); A rotação do próton dá origem ao momento angular (J); Ambos e J são PROPRIEDADES DO NÚCLEO ATÔMICO Ambos e J são representados por vetores que apontam ao longo do eixo de rotação e cuja direção pode ser determinada pela regra da mão direita; Um núcleo pode ser observado por RM se tem momento angular e magnético. Tal núcleo possui um número ímpar de prótons ou de nêutrons.
  • 8.
    Na ausência deum campo magnético intenso, os spins ficam randomicamente PRÓTONS NA AUSÊNCIA DE CAMPO MAGNÉTICO randomicamente orientados. Neste caso, a magnetização (M) do sistema é nula.
  • 9.
    CampoMagnético PRÓTONS SE ALINHAMAO CAMPO MAGNÉTICO...CampoMagnético B0
  • 10.
    Eixo de Precessão CampoMagnético ...MAS SE MOVEM AO REDOR DO EIXO DO CAMPO PRINCIPAL EM UM MOVIMENTO CONHECIDO POR PRECESSÃO CampoMagnético B0
  • 11.
    A precessão dosnúcleos em torno do campo principal ocorre em uma freqüência específica dada pela equação de Larmor ωωωω = γγγγ B0 FREQUÊNCIA DE LARMOR CampoMagnético B0 ωωωω = γγγγ B0 onde: ω: freqüência de Larmor γ: constante giromagnética B0: campo magnético principal Núcleo Constante Giromagnética (MHz/T) 1H 42.58 13C 10.71 15N 4.31 19F 40.05 31P 17.23
  • 12.
    Hidrogênio (1H) em1.5T: ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T = 63.87 MHz FREQUÊNCIA DE LARMOR Hidrogênio (1H) em 3.0T: CampoMagnético B0 Núcleo Constante Giromagnética (MHz/T) 1H 42.58 13C 10.71 15N 4.31 19F 40.05 31P 17.23 Hidrogênio ( H) em 3.0T: ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T = 127.74 MHz Fósforo (31P) em 1.5T: ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T = 25.85 MHz
  • 13.
    Hidrogênio (1H) em1.5T: ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T = 63.87 MHz FREQUÊNCIA DE LARMOR Hidrogênio (1H) em 3.0T: CampoMagnético B0 Hidrogênio ( H) em 3.0T: ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T = 127.74 MHz Fósforo (31P) em 1.5T: ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T = 25.85 MHz Radiofrequência (RF)
  • 14.
    MagnetizaçãoMagnetização núcleo µ: momento magnético B0 )( dt d B⋅×=γ dM1 )( dt d BM M ⋅×= γ (Prótons não interagentes) x y z B0 M0 ∑= i i V 1 M
  • 15.
    MagnetizaçãoMagnetização Prótons interagentes?Prótons interagentes? )( dt d BM M ⋅×=γ (Prótons não interagentes) zB ˆB0=Campo Externo: yxM ˆMˆM yx +=⊥ zM ˆMz// = 0 dt dMz = )( dt d BM M ⋅×= ⊥ ⊥ γ Prótons interagentes?Prótons interagentes? + ?+ ? + ?+ ?
  • 16.
    Relaxação LongitudinalRelaxação Longitudinal Interaçãodos prótons com a rede: )MM( dt dM z0 z −= ?? 1T 1 Determinado Empiricamente T1: Tempo de Relaxação Longitudinal (Spin-Rede) )e1(Me)t(M)t(M 1010 T)tt(T)tt( −−−− −+= Tecido T1 (ms) T2 (ms) matéria cinzenta 950 100 matéria branca 600 80 músculo 900 50 fluido cérebro-espinhal 4500 2200 gordura 250 60 sangue 1200 100-200 Valores típicos de tempos de relaxação, T1 e T2, de hidrogênio em diferentes tecidos humanos medidos em 1.5T e 37ºC )e1(Me)t(M)t(M 1010 T)tt( 0 T)tt( 0zz −−−− −+=
  • 17.
    Relaxação TransversalRelaxação Transversal CampoLocal =Campo Local = campo externo campos gerados pelos “vizinhos”+ µ z z z Variação no Campo Local )Bω( 00 ⋅= γ Variação na Freq. Precessão ⊥⊥ ⊥ −⋅×= MBM M 2T 1 )( dt d γ M M M µ µ yyy y y y zzz xxx x x x 2Tdt T2: Tempo de Relaxação Transversal (Spin-Spin) ⊥ ⊥ −=      M M 2 T 1 dt d (RG) 2Tt e)0()t( − ⊥⊥ = MM
  • 18.
    Equação de BlochEquaçãode Bloch ⊥⊥ ⊥ −−+⋅×= MBM M 2 z0 1 T 1 )MM( T 1 )( dt d γ 2 x y0 x T M M dt dM −= ω y x0 y M M dM −−= ω ))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0y0x Tt x 2 ωω += − ))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0x0y Tt y 2 ωω −= − )MM( T 1 dt dM z0 1 z −= 2 x0 T M dt −−= ω )e1(Me)0(M)t(M 11 Tt 0 Tt zz −− −+= ))t(sen)0(M)tcos()0(M(e)t(M 0x0yy ωω −= 0)(M)(M yx =∞=∞ 0z M)(M =∞
  • 19.
    Z’ M Precessão em torno deB1 CAMPO DE RF (B1) X’ Y’ B0 B1
  • 20.
    CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) Z’ X’ Y’ B0
  • 21.
    CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) Z’ X’ Y’ B0 B1
  • 22.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 23.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 24.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 25.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 26.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 27.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 28.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 29.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 30.
    Z’ CAMPO DE RF(PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1
  • 31.
    Z’ Ângulo de Flip: θθθθ= 90o CAMPO DE RF (PULSO DE 90O) X’ Y’ B0 B1 O ângulo do flip é proporcional à amplitude e à duração de B1: θ ≈≈≈≈ γ B1 Tp
  • 32.
    Z’ Ângulo de Flip: θθθθ= 180o CAMPO DE RF (PULSO DE 180O) X’ Y’ B0 B1 O ângulo do flip é proporcional à amplitude e à duração de B1: θ ≈≈≈≈ γ B1 Tp
  • 33.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 NADA DURA PARA SEMPRE... tempo Sinal X Y Receptor de RF
  • 34.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 35.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 36.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 37.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 38.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 39.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 40.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 41.
    Uma vez cessadoo campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B0 tempo Sinal FID: free induction decay NADA DURA PARA SEMPRE... X Y Receptor de RF
  • 42.
    TEMPO DE RELAXAÇÃOTRANSVERSAL (T2) Mxy 37% T2 t Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação entre núcleos (relaxação spin-spin) A completa perda de coerência de fase no plano transversal ocorre com uma constante de tempo T2 Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação entre núcleos (relaxação spin-spin) A completa perda de coerência de fase no plano transversal ocorre com uma constante de tempo T2
  • 43.
    TEMPO DE RELAXAÇÃOLONGITUDINAL (T1) M0 Mz Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins excitados e o tecido (relaxação spin-rede) O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre com uma constante de tempo T1 Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins excitados e o tecido (relaxação spin-rede) O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre com uma constante de tempo T1 t 63% T1
  • 44.
    2) Os prótons,absorvem esta energia, pois estão em “ressonância” (mesma freqüência) 1) Energia sob a forma de RF é transmitida aos prótons RF 1H RM EM 5 PASSOS 5) Esses sinais são processados e dão origem a imagens 4) Antenas especiais captam esses sinais e os convertem eletronicamente 3) Após um tempo característico, t, esta energia é reemitida 1H RF 1H
  • 45.
    FORMAÇÃO DE IMAGENS:CONCEITO Definição da localização espacialDefinição da localização espacial das fontes que contribuem para o sinal detectado.
  • 46.
    UM EXEMPLO SIMPLES Entretanto,RM não utiliza mecanismos como projeção, reflexão ou refração, comumente utilizados em técnicas óticas de formação de imagens.
  • 47.
    FORMAÇÃO DE IMAGENSEM RM: FREQUÊNCIA E FASE θθθθ ωωωω θθθθ = ωωωωt A informação espacial dos prótons contribuindo para o sinal de RM é determinada pela frequência espacial e pela fase de sua magnetização.
  • 48.
    Campos magnéticos adicionaisao B0 cujas amplitudes variam em determinada direção de forma linear; A direção da variação pode mudar (X, Y, Z) ... ... entretanto, a direção do campo é sempre paralela a B0!!! GRADIENTES B0 x y z Gx x y z Gy x y z Gz
  • 49.
  • 50.
  • 51.
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  • 60.
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  • 63.
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  • 65.
  • 66.
    GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO A aplicaçãosimultânea de dois gradientes resulta em... Gy B0 Gx
  • 67.
    GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO A aplicaçãosimultânea de dois gradientes resulta em... Gy B0 Gx
  • 68.
    GRADIENTES: SOBREPOSIÇÃO A aplicaçãosimultânea de dois gradientes resulta em... ... um outro gradiente!!! Gy B0 Gx
  • 69.
    ω = γ(B0 + Gx x) CODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA Gx B0 1 2 3 1 2 3 ttt 1 + 2 + 3 t ω Projeção do Objeto
  • 70.
    CODIFICAÇÃO DE FASE Conceitode fase: t 3 t 2 t 1 t
  • 71.
    CODIFICAÇÃO DE FASE Conceitode fase: t 3 t 2 t 1 t
  • 72.
    CODIFICAÇÃO DE FASE Conceitode fase: t 3 t 2 t 1 t
  • 73.
    CODIFICAÇÃO DE FASE Conceitode fase: t 3 t 2 t 1 t
  • 74.
    CODIFICAÇÃO DE FASE Conceitode fase: t 3 t 2 t 1 t
  • 75.
    CODIFICAÇÃO DE FASE t Afase acumulada (φ) é proporcional ao tempo do gradiente e sua amplitude (área sob a curva): φ = γ (B0 + Gy y) t 3 t 2 t 1 t φφφφ
  • 76.
    CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLOUM POUCO MAIS COMPLEXO Gx
  • 77.
    CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLOUM POUCO MAIS COMPLEXO Gy
  • 78.
    CODIFICAÇÃO ESPACIAL: EXEMPLOUM POUCO MAIS COMPLEXO Espaço dos dados de RM 1 dado de RM Após codificação de frequência (gradiente x) Após codificação de fase (gradiente y) Antes da codificação outro dado de RM mais um dado de RM
  • 79.
    ESPAÇO K CodificaçãoCodificação de fasedefase Passo #1Passo #1 PontoPonto temporal #1temporal #1 ……..…….. ……..…….. PontoPonto temporal #2temporal #2 PontoPonto temporal #3temporal #3 PontoPonto temporal #1temporal #1 PontoPonto temporal #2temporal #2 PontoPonto temporal #3temporal #3 CodificaçãoCodificação de fasede fase Passo #2Passo #2 ……..…….. ……..…….. Codificação de Frequência temporal #1temporal #1 temporal #2temporal #2 temporal #3temporal #3 PontoPonto temporal #1temporal #1 PontoPonto temporal #2temporal #2 PontoPonto temporal #3temporal #3 Passo #2Passo #2 CodificaçãoCodificação de fasede fase Passo #3Passo #3
  • 80.
    +Gy . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0 Espaço Físico EspaçoK ESPAÇO K . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . +Gx-Gx 0 -Gy Cada um dos pontos no espaço k (mostrados em amarelo) consiste na soma do sinal de RM de todos os voxels no espaço da imagem quando submetidos ao campo de gradiente correspondente.
  • 81.
    ESPAÇO K Espaço kImagem FT (FT-1)
  • 82.
    Imagem CompletaImagem CompletaImagem de IntensidadeImagem de Intensidade Imagem de DetalhesImagem de Detalhes Espaço k CompletoEspaço k Completo Centro do Espaço kCentro do Espaço k Bordas do Espaço kBordas do Espaço k
  • 83.
    O SISTEMA DERM Bobina de RF Paciente Equipamento de RM Bobinas de Gradiente Magneto Scanner Cama do Paciente
  • 84.
    RM: CAMPO MAGNÉTICOPRINCIPAL Estado da arte: Sistemas clínicos: 0.1T – 3.0T Sistemas de animais: 2.0T – 11.7TSistemas de animais: 2.0T – 11.7T Curiosidades: 1 Tesla = 10000 Gauss Campo magnético da terra ~ 0.5 Gauss
  • 85.
    IMAGENS POR RM:ANATÔMICAS Clinicamente utilizada em uma grande variedade de especialidades Mama Crânio Abdômen Coluna Coração A qualidade da imagem é geralmente descrita em termos da relação sinal ruído, da resolução espacial e do contraste.
  • 86.
    DP T2 DWI IMAGENSPOR RM: ANATÔMICAS T1 MRA PWI
  • 87.
    Mão Esquerda; PéEsquerdo; IMAGENS POR RM: FUNCIONAIS (TAREFAS MOTORAS) Mão Direita; Pé Direito;
  • 88.
    IMAGENS POR RM:FUNCIONAIS (CAFÉ E O CÉREBRO)
  • 89.
    IMAGENS POR RM:APLICAÇÃO EM MODELOS ANIMAIS
  • 90.
    Centro de Imagense Espectroscopia In Vivo por Ressonância Magnética UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Física de São Carlos Fernando F. Paiva paiva@ifsc.usp.br OBRIGADO!!!