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Princípios  de Design
Todos os exemplos desta apresentação foram preparados a partir dos exemplos citados no livro de  Robin Williams : Design para que não é Designer. Noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995
Os 4 princípios básicos Proximidade Alinhamento Repetição Contraste
Proximidade O  princípio da proximidade  oferece ao leitor uma pista visual imediata da organização e do conteúdo da página. Os  itens relacionados entre si devem ser  agrupados  e aproximados uns dos outros, para que sejam vistos como um conjunto coeso e não como um emaranhado de partes sem ligação.  WILLIAMS, Robin. “Design para quem não é designer”. São Paulo:Callis, 2009. p. 15
Cartão Exemplo 1
Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ SME/SP
Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ São Paulo, SP
Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ SME/SP
Exemplo 2 Banner
Programa Nas Ondas do Rádio O que você entende por ... PROTAGONISMO JUVENIL? Março  - 2010 SME/SP
Programa Nas Ondas do Rádio O que você entende por... PROTAGONISMO JUVENIL? Março 2010 SME/SP
Exemplo 3 Anúncio, folheto e outros
Cabo coaxial Fibra óptica Par trançado Ar Ethernet FastEthernet 10-Base-T 100-Base-T  LAN WAN Toking-Ring Estrela Pear-to-pear TCP-IP
Tipos de Redes LAN WAN Arquitetura de Rede Toking-Ring Estrela Pear-to-pear Protocolo de Rede TCP-IP Meio Físico Cabo coaxial Fibra óptica Par trançado Ar Padrão de Rede Ethernet FastEternet 10-Base-T 100-Base-T
Exemplo 4 Textos
1º. Encontro: Educomunicação (4h) Objetivo: promover o protagonismo infanto-juvenil por meio da TICs. Linguagem impressa e digital. 2º. Encontro: Mediação de Comunicação (4h) Objetivo: ampliar redes sociais de aprendizagens. Linguagem Digital. 3º. Encontro: Leitura Crítica da Comunicação (4h) Objetivo: promover a cultura da paz. Linguagem Audiovisual. 4º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar.  Linguagem Audiovisual. 5º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar.  Linguagem Audiovisual. 6º. Encontro: Gestão de Processos Comunicacionais (4h) Objetivo: possibilitar o desenvolvimento da expressão comunicativa na consolidação do ecossistema educomunicativo.  Linguagem Audiovisual. Informações e Reservas: http://nasondasdoradio.ning.com/ Curso  Aprender e Comunicar  Programa Nas Ondas do Rádio – SME/SP
Curso  Aprender e Comunicar  Programa Nas Ondas do Rádio – SME/SP 1º. Encontro: Educomunicação (4h) Objetivo: promover o protagonismo infanto-juvenil por meio da TICs. Linguagem impressa e digital. 2º. Encontro: Mediação de Comunicação (4h) Objetivo: ampliar redes sociais de aprendizagens. Linguagem Digital. 3º. Encontro: Leitura Crítica da Comunicação (4h) Objetivo: promover a cultura da paz.  Linguagem Audiovisual. 4º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar.  Linguagem Audiovisual. 5º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar.  Linguagem Audiovisual. 6º. Encontro: Gestão de Processos Comunicacionais (4h) Objetivo: possibilitar o desenvolvimento da expressão comunicativa na consolidação do ecossistema educomunicativo.  Linguagem Audiovisual. Informações e Reservas: http://nasondasdoradio.ning.com/
FIM Proximidade resumo
Alinhamento O  princípio do alinhamento  avisa ao leitor que, mesmo separados, os itens fazem parte de único  material. Nenhum item é colocado arbitrariamente numa página.   Os itens devem ter uma conexão visual com algo na página. Uma vez alinhados, há  uma linha invisível  que conecta todos os itens, tanto em relação aos seus olhos quanto a sua mente. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p.31
Cartão Exemplo 1
Educomunicador EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ São Paulo, SP
Educomunicador  EDSON ARANTES SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
Educomunicador EDSON ARANTES SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
Capas de trabalho Exemplo 2
Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil  por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil  por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil  por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
Com imagens Exemplo 3
Protagonismo Juvenil Rede Nas Ondas Do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com / A comunicação mediada por recursos tecnológicos pode estar a serviço da educação, promovendo diálogos que gerem uma nova relação entre a escola e a sociedade. O projeto educomunicativo incentiva o protagonismo do jovem.     _______________________________________________________________________________________________ Fonte: Acervo NCE/USP
Protagonismo Juvenil Rede Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ A comunicação mediada por recursos tecnológicos pode estar a serviço da educação, promovendo diálogos que gerem uma nova relação entre a escola e a sociedade. O projeto educomunicativo incentiva o protagonismo do jovem.     _____________________________________________________________________________________________________________ Fonte: Acervo NCE/USP
FIM Alinhamento resumo
Repetição O princípio da repetição afirma que  algum aspecto do design deve repetir-se no material inteiro .   O elemento repetitivo pode ser uma fonte em bold (negrito), um fio (linha) grosso, algum sinal de tópico, um elemento do design, algum formato específico, relações espaciais etc.  A repetição pode ser considerada como ‘consistência’. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 49
Repetição Ao olhar para um newsletter (jornal) de oito páginas, é justamente a repetição de alguns elementos –  sua consistência  – que faz com que cada uma dessas oito páginas pareça pertencer ao mesmo newsletter. (...)  a repetição vai além da simples consitência: é um esforço consciente para unificar todos os elementos do design . WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 1995, p. 49
Cartão Exemplo 1
Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
Textos de revistas, jornais, folhetos e documentos. Exemplo 2
Comunicação e Protagonismo Juvenil A dificuldade de comunicação impede a socialização do conhecimento. O verbo comunicar deriva do latim – communicare – e significa fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar.  A falta de diálogo na escola é atribuída a uma série de fatores: falta de tempo ou mesmo de espaço físico para o encontro.  Assim, o principal objetivo de um projeto educomunicativo centrado no rádio deve ser melhorar a relação entre os sujeitos que atuam na escola e desta com a comunidade – promovendo a troca, a união, a comunicação.  A criação de uma rádio na escola deve, portanto, promover a participação crítica dos indivíduos, permitindo que todos os segmentos possam se expressar, discutindo e refletindo sobre seus problemas, suas idéias e inquietações, mediando diálogos que nem sempre são possíveis face a face. Poderemos, desse modo, construir uma rede comunicativa democrática onde as pessoas sejam respeitadas e reconhecidas pelas mais diversas potencialidades e competências. Rádio e Protagonismo Juvenil Se considerarmos as ações que marcam as fases de desenvolvimento da criança – andar, falar, ler e escrever – podemos ver o rádio como uma grande aliada, por exemplo, no processo de alfabetização. Através da emissora escolar, crianças e adolescentes terão a possibilidade de aprender a falar publicamente desde cedo, vencendo a timidez e elevando sua auto-estima. Com isso, terão mais facilidade e criticidade na leitura e na escrita, bem como mais responsabilidade sobre o que falam e escrevem. Desenvolver a expressão oral dos alunos significa, portanto, favorecer o protagonismo juvenil, apostando nas novas gerações e investindo em cidadania. Experiências  Para ilustrar o que estamos falando, sugerimos uma visita ao site da Revista Viração (http://www.revistaviracao.com.br)   que tem por objetivo promover a emancipação dos jovens de forma criativa e responsável, estimulando a versão da linguagem oral em linguagem escrita e incentivando a liberdade de expressão.  Concluindo Ter como objetivo fomentar o protagonismo entre os jovens exige que repensemos nossos próprios valores e, principalmente, nossa postura frente aos mesmos. Só assim conseguiremos criar – e é bem esta a palavra – criar – processos e procedimentos que redimensionem as relações entre a escola e a sociedade.
Comunicação e Protagonismo Juvenil A dificuldade de comunicação impede a socialização do conhecimento. O verbo comunicar deriva do latim – communicare – e significa fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar.  A falta de diálogo na escola é atribuída a uma série de fatores: falta de tempo ou mesmo de espaço físico para o encontro.  Assim, o principal objetivo de um projeto educomunicativo centrado no rádio deve ser melhorar a relação entre os sujeitos que atuam na escola e desta com a comunidade – promovendo a troca, a união, a comunicação.  A criação de uma rádio na escola deve, portanto, promover a participação crítica dos indivíduos, permitindo que todos os segmentos possam se expressar, discutindo e refletindo sobre seus problemas, suas idéias e inquietações, mediando diálogos que nem sempre são possíveis face a face. Poderemos, desse modo, construir uma rede comunicativa democrática onde as pessoas sejam respeitadas e reconhecidas pelas mais diversas potencialidades e competências. Rádio e Protagonismo Juvenil Se considerarmos as ações que marcam as fases de desenvolvimento da criança – andar, falar, ler e escrever – podemos ver o rádio como uma grande aliada, por exemplo, no processo de alfabetização. Através da emissora escolar, crianças e adolescentes terão a possibilidade de aprender a falar publicamente desde cedo, vencendo a timidez e elevando sua auto-estima. Com isso, terão mais facilidade e criticidade na leitura e na escrita, bem como mais responsabilidade sobre o que falam e escrevem. Desenvolver a expressão oral dos alunos significa, portanto, favorecer o protagonismo juvenil, apostando nas novas gerações e investindo em cidadania. Experiências  Para ilustrar o que estamos falando, sugerimos uma visita ao site da Revista Viração (http://www.revistaviracao.com.br)   que tem por objetivo promover a emancipação dos jovens de forma criativa e responsável, estimulando a versão da linguagem oral em linguagem escrita e incentivando a liberdade de expressão.  Concluindo  Ter como objetivo fomentar o protagonismo entre os jovens exige que repensemos nossos próprios valores e, principalmente, nossa postura frente aos mesmos. Só assim conseguiremos criar – e é bem esta a palavra – criar – processos e procedimentos que redimensionem as relações entre a escola e a sociedade.
FIM Repetição resumo
Contraste O  contraste  é uma maneira mais eficaz de acrescentar algum atrativo visual a uma página (algo que realmente faça o leitor olhar para ela) criando  uma hierarquia organizacional entre diferentes elementos .   WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
Contraste Cria-se o contraste quando dois elementos são diferentes. Se eles diferirem um pouco mas não muito, não acontecerá o  contraste  e sim um  conflito . Este é o segrado: segundo o princípio do contraste,  se dois itens não forem exatamente os mesmos, diferencie-os completamente .   WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 1995, p. 53
Contraste Podemos alcançar o contraste de várias maneiras:  uma letra grande pode ser contrastada com uma pequena; uma fonte em estilo antigo com uma fonte em bold sem serifa; um fio fino com um grosso;  uma cor fria com uma mais quente;  uma textura áspera com uma lisa;  WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
Contraste Podemos alcançar o contraste de várias maneiras:  um elemento horizontal (por exemplo, uma longa linha de texto) com um elemento vertical (por exemplo, uma coluna estreita de texto);  linhas muito espaçadas com linhas bem próximas; uma figura pequena com uma figura grande.  WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
Exemplo 1
Faça seu Currículo S e u  C u r r i c u l u m  V i t a e  A n o  2 010 A apresentação   Prefira uma apresentação discreta. Evite o uso de fontes chamativas. Não utilize efeitos especiais  nem muitas cores ou imagens. Prefira as fontes como Arial, Times  NewRoman ou Garamond. São fontes de fácil leitura e de bom gosto comprovado. Para os títulos do seu currículo use uma fonte alguns pontos maior que o corpo de texto. Trabalhe com os estilos do Word e formate corretamente o documento, pois é comum a apresentação do currículo em formato digital. As partes   O currículo começa com o título geral:  Curriculum Vitae  (do latim) ou  Currículo  (em portuguës).  Não se usa:  Currículo Vitae , ou  Curriculum . Para começar o seu currículo é importante que você faça um levantamento de todos seus dados pessoais, profissionais, educacionais e extra-profissionais, para organizá-los de maneira lógica e objetiva. O seu currículo deve conter: Identificação A sua idenficação básica deve estar no início do currículo. Dados pessoais mais completos e secundários  podem ser colocados ao final. Lá você pode detalhar números de documentos, registro em órgãos profissionais, filiação, etc.. A identificação básica deve conter nome completo, endereço residencial, cidade, estado, CEP, número de telefone residencial com DDD, e-mail, idade, nacionalidade, naturalidade, estado civil e número de filhos. Se possível, deixe um telefone adicional para recados. Objetivo Mencione o cargo ou ocupação pretendida. Você pode mencionar mais de uma opção. Qualificação Esta parte aparece primeiro, mas deve ser elaborada por último.Funciona como um resumo do que você é capaz como profissional. Crie as demais partes do seu curriculum para depois resumir suas qualificações. Relacione seus pontos fortes que condizem com seu objetivo. Faça a descrição desses pontos em formas de ítens, com frases curtas e objetivas. Experiência profissional Apresente nesta parte as informações de sua experiência profissional, como empregos, atividades autônomas, empresariais, etc.. Informe com clareza suas experiências nas empresas onde trabalhou. Especifique em cada cargo ocupado suas atividades de destaque, procurando refletir a sua capacidade de desempenhar a função pretendida. Comece da experiência mais recente para a mais antiga. Mencione os períodos em que trabalhou, citando mês e ano de entrada e saída.
Faça seu Currículo A apresentação   Prefira uma apresentação discreta. Evite o uso de fontes chamativas. Não utilize efeitos especiais  nem muitas cores ou imagens. Prefira as fontes como Arial, Times  NewRoman ou Garamond. São fontes de fácil leitura e de bom gosto comprovado. Para os títulos do seu currículo use uma fonte alguns pontos maior que o corpo de texto. Trabalhe com os estilos do Word e formate corretamente o documento, pois é comum a apresentação do currículo em formato digital. As partes   O currículo começa com o título geral:  Curriculum Vitae  (do latim) ou  Currículo  (em portuguës).  Não se usa:  Currículo Vitae , ou  Curriculum . Para começar o seu currículo é importante que você faça um levantamento de todos seus dados pessoais, profissionais, educacionais e extra-profissionais, para organizá-los de maneira lógica e objetiva. O seu currículo deve conter: Identificação A sua idenficação básica deve estar no início do currículo. Dados pessoais mais completos e secundários  podem ser colocados ao final. Lá você pode detalhar números de documentos, registro em órgãos profissionais, filiação, etc.. A identificação básica deve conter nome completo, endereço residencial, cidade, estado, CEP, número de telefone residencial com DDD, e-mail, idade, nacionalidade, naturalidade, estado civil e número de filhos. Se possível, deixe um telefone adicional para recados. Objetivo Mencione o cargo ou ocupação pretendida. Você pode mencionar mais de uma opção. Qualificação Esta parte aparece primeiro, mas deve ser elaborada por último.Funciona como um resumo do que você é capaz como profissional. Crie as demais partes do seu curriculum para depois resumir suas qualificações. Relacione seus pontos fortes que condizem com seu objetivo. Faça a descrição desses pontos em formas de ítens, com frases curtas e objetivas. Experiência profissional Apresente nesta parte as informações de sua experiência profissional, como empregos, atividades autônomas, empresariais, etc.. Informe com clareza suas experiências nas empresas onde trabalhou. Especifique em cada cargo ocupado suas atividades de destaque, procurando refletir a sua capacidade de desempenhar a função pretendida. Comece da experiência mais recente para a mais antiga. Mencione os períodos em que trabalhou, citando mês e ano de entrada e saída. S e u  C u r r i c u l u m  V i t a e  A n o  2 010
Exemplo 2
ELZA DIAS PACHECO  Rua Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 ECA/USP – Brasil Fone: 0 xx 11- 30914081 Site:  www.eca.usp.br/nucleos/ lapic /  Habilidades Habilidade em coordenar  equipe; Habilidade em  reconhecer e resolver problemas; Habilidade para raciocínio lógico;  Habilidade para trabalhar com crianças e jovens; Rapidez de raciocínio, espírito de desafio e trabalho em equipe; Formação 1991 - 1992 Pós-Doutorado. Universidad Complutense de Madrid, U.C.M., Espanha. 1989 Livre-docência. Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 1976 - 1981 Doutorado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. 1971 - 1974 Mestrado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. Experiência profissional 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. 1996 - Consultora  ad doc  em Ciências da Comunicação, MEC. 1970 – Professora Associada e Livre-Docente –  ECA/USP. 1970 – Consultora em Ciências da comunicação, ECA/USP. Experiência   profissional Minha experiência teve início com a  graduação em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) , graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1968) , especialização em Educação de Excepcionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1961) , especialização em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962) , mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1974) , doutorado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981) e pos-doutorado pela Universidad Complutense de Madrid (1992) . È Professora Associada e Livre Docente da Universidade de São Paulo, Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Consultora do Ministério da Educação. Tem experiência na área de Comunicação , com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP, Jovens e ensino superior, Escola e trabalho.
Habilidade em coordenar  equipe. Habilidade em  reconhecer e resolver problemas. Habilidade para raciocínio lógico. Habilidade para trabalhar com crianças e jovens. Rapidez de raciocínio, espírito de desafio e trabalho em equipe. Minha trajetória iniciou com a  graduação em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) , graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1968) , especialização em Educação de Excepcionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1961) , especialização em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962) , mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1974) , doutorado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981) e pos-doutorado pela Universidad Complutense de Madrid (1992) . È Professora Associada e Livre Docente da Universidade de São Paulo, Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Consultora do Ministério da Educação. Tem experiência na área de Comunicação , com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP, Jovens e ensino superior, Escola e Trabalho. 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. 1996 - Consultora  ad doc  em Ciências da Comunicação, MEC. 1970 – Professora Associada e Livre-Docente –  ECA/USP. 1970 – Consultora em Ciências da comunicação, ECA/USP 1991 - 1992 Pós-Doutorado. Universidad Complutense de Madrid, U.C.M., Espanha. 1989 Livre-docência. Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 1976 - 1981 Doutorado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. 1971 - 1974 Mestrado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. ELZA DIAS PACHECO Rua Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 ECA/USP – Brasil Site:  www.eca.usp.br/nucleos/ lapic /  Formação Habilidades Experiência profissional Experiência pessoal
FIM Contraste resumo
Referência resumo Livro e artigo   MACHADO, Eliany & LOURENÇO, Silene.  Comunicação e Protagonismo Juvenil . In: MÍDIAS NA EDUCAÇÃO,  NCE-USP/ UFPE/ MEC. 2007.  WILLIAMS, Robin.  Design para quem não é designer . Noções Básicas de Planejamento Visual. 3ª ed, São Paulo : Callis. 2009.   Sites   Portal Secretaria Municipal de Educação da Cidade São Paulo http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/default .aspx Rede Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/   Biblioteca digital – Domínio Público http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Créditos resumo Realização  Secretaria Municipal de Educação da Cidade São Paulo Programa Nas Ondas do Rádio – DOT/SME Coordenação do Programa Nas Ondas do Rádio Carlos Alberto Mendes de Lima Equipe de Assessores/as Carlos Eduardo Fernandez Eveline Araujo Izabel Leão Marciel Consani Mauro Cordeiro Michel Sitnik Patricia Horta Salete Soares Edição  Kassandra de Brito Marciel Consani Patricia Horta Ilustração  Susana Narimatsu

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Principios Básicos do Designer

  • 1. Princípios de Design
  • 2. Todos os exemplos desta apresentação foram preparados a partir dos exemplos citados no livro de Robin Williams : Design para que não é Designer. Noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995
  • 3. Os 4 princípios básicos Proximidade Alinhamento Repetição Contraste
  • 4. Proximidade O princípio da proximidade oferece ao leitor uma pista visual imediata da organização e do conteúdo da página. Os itens relacionados entre si devem ser agrupados e aproximados uns dos outros, para que sejam vistos como um conjunto coeso e não como um emaranhado de partes sem ligação. WILLIAMS, Robin. “Design para quem não é designer”. São Paulo:Callis, 2009. p. 15
  • 6. Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ SME/SP
  • 7. Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ São Paulo, SP
  • 8. Educomunicador/a EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ SME/SP
  • 10. Programa Nas Ondas do Rádio O que você entende por ... PROTAGONISMO JUVENIL? Março - 2010 SME/SP
  • 11. Programa Nas Ondas do Rádio O que você entende por... PROTAGONISMO JUVENIL? Março 2010 SME/SP
  • 12. Exemplo 3 Anúncio, folheto e outros
  • 13. Cabo coaxial Fibra óptica Par trançado Ar Ethernet FastEthernet 10-Base-T 100-Base-T LAN WAN Toking-Ring Estrela Pear-to-pear TCP-IP
  • 14. Tipos de Redes LAN WAN Arquitetura de Rede Toking-Ring Estrela Pear-to-pear Protocolo de Rede TCP-IP Meio Físico Cabo coaxial Fibra óptica Par trançado Ar Padrão de Rede Ethernet FastEternet 10-Base-T 100-Base-T
  • 16. 1º. Encontro: Educomunicação (4h) Objetivo: promover o protagonismo infanto-juvenil por meio da TICs. Linguagem impressa e digital. 2º. Encontro: Mediação de Comunicação (4h) Objetivo: ampliar redes sociais de aprendizagens. Linguagem Digital. 3º. Encontro: Leitura Crítica da Comunicação (4h) Objetivo: promover a cultura da paz. Linguagem Audiovisual. 4º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar. Linguagem Audiovisual. 5º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar. Linguagem Audiovisual. 6º. Encontro: Gestão de Processos Comunicacionais (4h) Objetivo: possibilitar o desenvolvimento da expressão comunicativa na consolidação do ecossistema educomunicativo. Linguagem Audiovisual. Informações e Reservas: http://nasondasdoradio.ning.com/ Curso Aprender e Comunicar Programa Nas Ondas do Rádio – SME/SP
  • 17. Curso Aprender e Comunicar Programa Nas Ondas do Rádio – SME/SP 1º. Encontro: Educomunicação (4h) Objetivo: promover o protagonismo infanto-juvenil por meio da TICs. Linguagem impressa e digital. 2º. Encontro: Mediação de Comunicação (4h) Objetivo: ampliar redes sociais de aprendizagens. Linguagem Digital. 3º. Encontro: Leitura Crítica da Comunicação (4h) Objetivo: promover a cultura da paz. Linguagem Audiovisual. 4º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar. Linguagem Audiovisual. 5º. Encontro: Gestão do Conhecimento (4h) Objetivo: ampliar a base de conhecimento, visando o aumento da efetividade das ações promovidas no ambiente escolar. Linguagem Audiovisual. 6º. Encontro: Gestão de Processos Comunicacionais (4h) Objetivo: possibilitar o desenvolvimento da expressão comunicativa na consolidação do ecossistema educomunicativo. Linguagem Audiovisual. Informações e Reservas: http://nasondasdoradio.ning.com/
  • 19. Alinhamento O princípio do alinhamento avisa ao leitor que, mesmo separados, os itens fazem parte de único material. Nenhum item é colocado arbitrariamente numa página. Os itens devem ter uma conexão visual com algo na página. Uma vez alinhados, há uma linha invisível que conecta todos os itens, tanto em relação aos seus olhos quanto a sua mente. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p.31
  • 21. Educomunicador EDSON ARANTES Programa Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ São Paulo, SP
  • 22. Educomunicador EDSON ARANTES SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
  • 23. Educomunicador EDSON ARANTES SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
  • 24. Capas de trabalho Exemplo 2
  • 25. Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
  • 26. Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
  • 27. Trabalho de Conclusão Esporte e Protagonismo Juvenil por NISE DA SILVEIRA 08 de março de 2010
  • 29. Protagonismo Juvenil Rede Nas Ondas Do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com / A comunicação mediada por recursos tecnológicos pode estar a serviço da educação, promovendo diálogos que gerem uma nova relação entre a escola e a sociedade. O projeto educomunicativo incentiva o protagonismo do jovem.   _______________________________________________________________________________________________ Fonte: Acervo NCE/USP
  • 30. Protagonismo Juvenil Rede Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ A comunicação mediada por recursos tecnológicos pode estar a serviço da educação, promovendo diálogos que gerem uma nova relação entre a escola e a sociedade. O projeto educomunicativo incentiva o protagonismo do jovem.   _____________________________________________________________________________________________________________ Fonte: Acervo NCE/USP
  • 32. Repetição O princípio da repetição afirma que algum aspecto do design deve repetir-se no material inteiro . O elemento repetitivo pode ser uma fonte em bold (negrito), um fio (linha) grosso, algum sinal de tópico, um elemento do design, algum formato específico, relações espaciais etc. A repetição pode ser considerada como ‘consistência’. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 49
  • 33. Repetição Ao olhar para um newsletter (jornal) de oito páginas, é justamente a repetição de alguns elementos – sua consistência – que faz com que cada uma dessas oito páginas pareça pertencer ao mesmo newsletter. (...) a repetição vai além da simples consitência: é um esforço consciente para unificar todos os elementos do design . WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 1995, p. 49
  • 35. Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
  • 36. Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
  • 37. Educomunicadora NISE DA SILVEIRA SME/SP http://nasondasdoradio.ning.com/ Programa Nas Ondas do Rádio
  • 38. Textos de revistas, jornais, folhetos e documentos. Exemplo 2
  • 39. Comunicação e Protagonismo Juvenil A dificuldade de comunicação impede a socialização do conhecimento. O verbo comunicar deriva do latim – communicare – e significa fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar. A falta de diálogo na escola é atribuída a uma série de fatores: falta de tempo ou mesmo de espaço físico para o encontro. Assim, o principal objetivo de um projeto educomunicativo centrado no rádio deve ser melhorar a relação entre os sujeitos que atuam na escola e desta com a comunidade – promovendo a troca, a união, a comunicação. A criação de uma rádio na escola deve, portanto, promover a participação crítica dos indivíduos, permitindo que todos os segmentos possam se expressar, discutindo e refletindo sobre seus problemas, suas idéias e inquietações, mediando diálogos que nem sempre são possíveis face a face. Poderemos, desse modo, construir uma rede comunicativa democrática onde as pessoas sejam respeitadas e reconhecidas pelas mais diversas potencialidades e competências. Rádio e Protagonismo Juvenil Se considerarmos as ações que marcam as fases de desenvolvimento da criança – andar, falar, ler e escrever – podemos ver o rádio como uma grande aliada, por exemplo, no processo de alfabetização. Através da emissora escolar, crianças e adolescentes terão a possibilidade de aprender a falar publicamente desde cedo, vencendo a timidez e elevando sua auto-estima. Com isso, terão mais facilidade e criticidade na leitura e na escrita, bem como mais responsabilidade sobre o que falam e escrevem. Desenvolver a expressão oral dos alunos significa, portanto, favorecer o protagonismo juvenil, apostando nas novas gerações e investindo em cidadania. Experiências Para ilustrar o que estamos falando, sugerimos uma visita ao site da Revista Viração (http://www.revistaviracao.com.br) que tem por objetivo promover a emancipação dos jovens de forma criativa e responsável, estimulando a versão da linguagem oral em linguagem escrita e incentivando a liberdade de expressão. Concluindo Ter como objetivo fomentar o protagonismo entre os jovens exige que repensemos nossos próprios valores e, principalmente, nossa postura frente aos mesmos. Só assim conseguiremos criar – e é bem esta a palavra – criar – processos e procedimentos que redimensionem as relações entre a escola e a sociedade.
  • 40. Comunicação e Protagonismo Juvenil A dificuldade de comunicação impede a socialização do conhecimento. O verbo comunicar deriva do latim – communicare – e significa fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar. A falta de diálogo na escola é atribuída a uma série de fatores: falta de tempo ou mesmo de espaço físico para o encontro. Assim, o principal objetivo de um projeto educomunicativo centrado no rádio deve ser melhorar a relação entre os sujeitos que atuam na escola e desta com a comunidade – promovendo a troca, a união, a comunicação. A criação de uma rádio na escola deve, portanto, promover a participação crítica dos indivíduos, permitindo que todos os segmentos possam se expressar, discutindo e refletindo sobre seus problemas, suas idéias e inquietações, mediando diálogos que nem sempre são possíveis face a face. Poderemos, desse modo, construir uma rede comunicativa democrática onde as pessoas sejam respeitadas e reconhecidas pelas mais diversas potencialidades e competências. Rádio e Protagonismo Juvenil Se considerarmos as ações que marcam as fases de desenvolvimento da criança – andar, falar, ler e escrever – podemos ver o rádio como uma grande aliada, por exemplo, no processo de alfabetização. Através da emissora escolar, crianças e adolescentes terão a possibilidade de aprender a falar publicamente desde cedo, vencendo a timidez e elevando sua auto-estima. Com isso, terão mais facilidade e criticidade na leitura e na escrita, bem como mais responsabilidade sobre o que falam e escrevem. Desenvolver a expressão oral dos alunos significa, portanto, favorecer o protagonismo juvenil, apostando nas novas gerações e investindo em cidadania. Experiências Para ilustrar o que estamos falando, sugerimos uma visita ao site da Revista Viração (http://www.revistaviracao.com.br) que tem por objetivo promover a emancipação dos jovens de forma criativa e responsável, estimulando a versão da linguagem oral em linguagem escrita e incentivando a liberdade de expressão. Concluindo Ter como objetivo fomentar o protagonismo entre os jovens exige que repensemos nossos próprios valores e, principalmente, nossa postura frente aos mesmos. Só assim conseguiremos criar – e é bem esta a palavra – criar – processos e procedimentos que redimensionem as relações entre a escola e a sociedade.
  • 42. Contraste O contraste é uma maneira mais eficaz de acrescentar algum atrativo visual a uma página (algo que realmente faça o leitor olhar para ela) criando uma hierarquia organizacional entre diferentes elementos . WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
  • 43. Contraste Cria-se o contraste quando dois elementos são diferentes. Se eles diferirem um pouco mas não muito, não acontecerá o contraste e sim um conflito . Este é o segrado: segundo o princípio do contraste, se dois itens não forem exatamente os mesmos, diferencie-os completamente . WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 1995, p. 53
  • 44. Contraste Podemos alcançar o contraste de várias maneiras: uma letra grande pode ser contrastada com uma pequena; uma fonte em estilo antigo com uma fonte em bold sem serifa; um fio fino com um grosso; uma cor fria com uma mais quente; uma textura áspera com uma lisa; WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
  • 45. Contraste Podemos alcançar o contraste de várias maneiras: um elemento horizontal (por exemplo, uma longa linha de texto) com um elemento vertical (por exemplo, uma coluna estreita de texto); linhas muito espaçadas com linhas bem próximas; uma figura pequena com uma figura grande. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer. São Paulo:Callis, 2009, p. 63
  • 47. Faça seu Currículo S e u C u r r i c u l u m V i t a e A n o 2 010 A apresentação Prefira uma apresentação discreta. Evite o uso de fontes chamativas. Não utilize efeitos especiais  nem muitas cores ou imagens. Prefira as fontes como Arial, Times  NewRoman ou Garamond. São fontes de fácil leitura e de bom gosto comprovado. Para os títulos do seu currículo use uma fonte alguns pontos maior que o corpo de texto. Trabalhe com os estilos do Word e formate corretamente o documento, pois é comum a apresentação do currículo em formato digital. As partes O currículo começa com o título geral: Curriculum Vitae (do latim) ou Currículo (em portuguës).  Não se usa: Currículo Vitae , ou Curriculum . Para começar o seu currículo é importante que você faça um levantamento de todos seus dados pessoais, profissionais, educacionais e extra-profissionais, para organizá-los de maneira lógica e objetiva. O seu currículo deve conter: Identificação A sua idenficação básica deve estar no início do currículo. Dados pessoais mais completos e secundários  podem ser colocados ao final. Lá você pode detalhar números de documentos, registro em órgãos profissionais, filiação, etc.. A identificação básica deve conter nome completo, endereço residencial, cidade, estado, CEP, número de telefone residencial com DDD, e-mail, idade, nacionalidade, naturalidade, estado civil e número de filhos. Se possível, deixe um telefone adicional para recados. Objetivo Mencione o cargo ou ocupação pretendida. Você pode mencionar mais de uma opção. Qualificação Esta parte aparece primeiro, mas deve ser elaborada por último.Funciona como um resumo do que você é capaz como profissional. Crie as demais partes do seu curriculum para depois resumir suas qualificações. Relacione seus pontos fortes que condizem com seu objetivo. Faça a descrição desses pontos em formas de ítens, com frases curtas e objetivas. Experiência profissional Apresente nesta parte as informações de sua experiência profissional, como empregos, atividades autônomas, empresariais, etc.. Informe com clareza suas experiências nas empresas onde trabalhou. Especifique em cada cargo ocupado suas atividades de destaque, procurando refletir a sua capacidade de desempenhar a função pretendida. Comece da experiência mais recente para a mais antiga. Mencione os períodos em que trabalhou, citando mês e ano de entrada e saída.
  • 48. Faça seu Currículo A apresentação Prefira uma apresentação discreta. Evite o uso de fontes chamativas. Não utilize efeitos especiais  nem muitas cores ou imagens. Prefira as fontes como Arial, Times  NewRoman ou Garamond. São fontes de fácil leitura e de bom gosto comprovado. Para os títulos do seu currículo use uma fonte alguns pontos maior que o corpo de texto. Trabalhe com os estilos do Word e formate corretamente o documento, pois é comum a apresentação do currículo em formato digital. As partes O currículo começa com o título geral: Curriculum Vitae (do latim) ou Currículo (em portuguës).  Não se usa: Currículo Vitae , ou Curriculum . Para começar o seu currículo é importante que você faça um levantamento de todos seus dados pessoais, profissionais, educacionais e extra-profissionais, para organizá-los de maneira lógica e objetiva. O seu currículo deve conter: Identificação A sua idenficação básica deve estar no início do currículo. Dados pessoais mais completos e secundários  podem ser colocados ao final. Lá você pode detalhar números de documentos, registro em órgãos profissionais, filiação, etc.. A identificação básica deve conter nome completo, endereço residencial, cidade, estado, CEP, número de telefone residencial com DDD, e-mail, idade, nacionalidade, naturalidade, estado civil e número de filhos. Se possível, deixe um telefone adicional para recados. Objetivo Mencione o cargo ou ocupação pretendida. Você pode mencionar mais de uma opção. Qualificação Esta parte aparece primeiro, mas deve ser elaborada por último.Funciona como um resumo do que você é capaz como profissional. Crie as demais partes do seu curriculum para depois resumir suas qualificações. Relacione seus pontos fortes que condizem com seu objetivo. Faça a descrição desses pontos em formas de ítens, com frases curtas e objetivas. Experiência profissional Apresente nesta parte as informações de sua experiência profissional, como empregos, atividades autônomas, empresariais, etc.. Informe com clareza suas experiências nas empresas onde trabalhou. Especifique em cada cargo ocupado suas atividades de destaque, procurando refletir a sua capacidade de desempenhar a função pretendida. Comece da experiência mais recente para a mais antiga. Mencione os períodos em que trabalhou, citando mês e ano de entrada e saída. S e u C u r r i c u l u m V i t a e A n o 2 010
  • 50. ELZA DIAS PACHECO Rua Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 ECA/USP – Brasil Fone: 0 xx 11- 30914081 Site: www.eca.usp.br/nucleos/ lapic / Habilidades Habilidade em coordenar equipe; Habilidade em reconhecer e resolver problemas; Habilidade para raciocínio lógico; Habilidade para trabalhar com crianças e jovens; Rapidez de raciocínio, espírito de desafio e trabalho em equipe; Formação 1991 - 1992 Pós-Doutorado. Universidad Complutense de Madrid, U.C.M., Espanha. 1989 Livre-docência. Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 1976 - 1981 Doutorado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. 1971 - 1974 Mestrado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. Experiência profissional 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. 1996 - Consultora ad doc em Ciências da Comunicação, MEC. 1970 – Professora Associada e Livre-Docente – ECA/USP. 1970 – Consultora em Ciências da comunicação, ECA/USP. Experiência profissional Minha experiência teve início com a graduação em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) , graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1968) , especialização em Educação de Excepcionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1961) , especialização em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962) , mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1974) , doutorado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981) e pos-doutorado pela Universidad Complutense de Madrid (1992) . È Professora Associada e Livre Docente da Universidade de São Paulo, Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Consultora do Ministério da Educação. Tem experiência na área de Comunicação , com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP, Jovens e ensino superior, Escola e trabalho.
  • 51. Habilidade em coordenar equipe. Habilidade em reconhecer e resolver problemas. Habilidade para raciocínio lógico. Habilidade para trabalhar com crianças e jovens. Rapidez de raciocínio, espírito de desafio e trabalho em equipe. Minha trajetória iniciou com a graduação em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) , graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1968) , especialização em Educação de Excepcionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1961) , especialização em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962) , mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1974) , doutorado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981) e pos-doutorado pela Universidad Complutense de Madrid (1992) . È Professora Associada e Livre Docente da Universidade de São Paulo, Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Consultora do Ministério da Educação. Tem experiência na área de Comunicação , com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP, Jovens e ensino superior, Escola e Trabalho. 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Coordenadora do LAPIC - Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginario e Comunicacao – ECA/USP 1996 – Membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. 1996 - Consultora ad doc em Ciências da Comunicação, MEC. 1970 – Professora Associada e Livre-Docente – ECA/USP. 1970 – Consultora em Ciências da comunicação, ECA/USP 1991 - 1992 Pós-Doutorado. Universidad Complutense de Madrid, U.C.M., Espanha. 1989 Livre-docência. Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 1976 - 1981 Doutorado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. 1971 - 1974 Mestrado em Psicologia (Psicologia Social). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. ELZA DIAS PACHECO Rua Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 ECA/USP – Brasil Site: www.eca.usp.br/nucleos/ lapic / Formação Habilidades Experiência profissional Experiência pessoal
  • 53. Referência resumo Livro e artigo MACHADO, Eliany & LOURENÇO, Silene. Comunicação e Protagonismo Juvenil . In: MÍDIAS NA EDUCAÇÃO, NCE-USP/ UFPE/ MEC. 2007. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer . Noções Básicas de Planejamento Visual. 3ª ed, São Paulo : Callis. 2009. Sites Portal Secretaria Municipal de Educação da Cidade São Paulo http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/default .aspx Rede Nas Ondas do Rádio http://nasondasdoradio.ning.com/ Biblioteca digital – Domínio Público http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
  • 54. Créditos resumo Realização Secretaria Municipal de Educação da Cidade São Paulo Programa Nas Ondas do Rádio – DOT/SME Coordenação do Programa Nas Ondas do Rádio Carlos Alberto Mendes de Lima Equipe de Assessores/as Carlos Eduardo Fernandez Eveline Araujo Izabel Leão Marciel Consani Mauro Cordeiro Michel Sitnik Patricia Horta Salete Soares Edição Kassandra de Brito Marciel Consani Patricia Horta Ilustração Susana Narimatsu