• Silvia Marina Anaruma – UNESP- Câmpus de Rio Claro – SP
• E-mail: smarina@rc.unesp.br
• Antecedentes:
• Diminuição da procura pelo curso de Licenciatura
• Necessidade de valorização
• Prazer em aprender
• Relação entre desenvolvimento e aprendizagem
• A visão de mundo do professor
METODOLOGIAS ATIVAS PARA O ENSINO DAS
CONCEPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO NAS
LICENCIATURAS
A Proposta
• Ensinar alunos da Licenciatura em Física, as concepções de
desenvolvimento - Inatista, Ambientalista e Interacionista - através de
uma metodologia ativa; relacioná-las com a visão de mundo do
professor. Preparar os alunos para o ensino das Teorias da
Aprendizagem.
• Base
• Só 50% dos professores da rede pública atribuem as diferenças individuais a combinação de
fatores internos e externos (REGO,1998)
• Os professores não tem um conhecimento completo sobre as teorias e na sua prática, não
adotam só uma concepção (LARA, TANAMACHI E LOPES JUNIOR, 2006)
• Nossa formação surgiu da estreita interação de aspectos biológicos e de fatores culturais
(VYGOTSKY, 1988)
• Experiências com metodologias ativas são particularmente importantes nos cursos de Ciências
Exatas
• Para entender as bases das teorias da aprendizagem é preciso compreender que concepções de
desenvolvimento estão implícitas
A Metodologia
• Experiência desenvolvida com alunos do curso de
Licenciatura em Física – integral – 1ª. e única disciplina de
Psicologia de 60 horas
• Materiais: pincel atômico, papel pardo , tesoura,
recorte de revistas (opcional)
• Procedimentos: Formação de três grupos e sorteio das
concepções
• O desafio: representar cada concepção pelo produção de
um banner com símbolos, figuras, desenhos, com a
cooperação de todos.
• Exposição dos banners para a classe
• Discussão
Os Resultados
Os banners
Considerações Finais
• Imersão total, concentração, interação
• Cooperação
• Construção
• Criatividade
• Prazer
• Interesse e participação
• A interação com o conteúdo teórico favorecendo a leitura
e a compreensão
• O confronto com a realidade do aluno (as aulas
tradicionais) e a formação de uma consciência crítica
Referências
• BECKER, F. Educação e Construção do Conhecimento. PA: Artmed Ed., 2001.
• BZUNECK, José Aloyseo. A psicologia educacional e a formação de professores: tendências contemporâneas. Psicol. Esc. Educ.
(Impr.), Campinas , v. 3, n. 1, p. 41-52, 1999. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
85571999000100005&lng=en&nrm=iso>. access on 30 May 2017.
• GATTI, B.A. FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL: CARACTERÍSTICAS E PROBLEMAS. Educ. Soc., Campinas, v. 31, n. 113, p.
1355-1379, out.-dez. 2010.
• GHEDIN, E. Epistemologia dos processos de ensino-aprendizagem e suas implicações a educação em Ciências. In: Teorias
Psicopedagógicas do Ensino Aprendizagem. Boa Vista: UERR Editora, 2012.
• LARA, F.L.; TANAMACHI, E.de R.; LOPES JUNIOR, E. Concepções de desenvolvimento e de aprendizagem no trabalho do professor.
Psicologia em Estudo. Maringá. , v. 11, n. 3, p. 473-482, set./dez. 2006.
• LIMA, Valéria Vernaschi. Espiral construtivista: uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem. Interface (Botucatu), Botucatu ,
v. 21, n. 61, p. 421-434, jun. 2017 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-
32832017000200421&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 05 jun. 2017. Epub 27-Out-2016.
• NASCIMENTO, T.L. Repensando o Ensino da Física no Ensino Médio. Fortaleza, Universidade Estadual do Ceará, 2010. (Monografia
(Graduação em Licenciatura Plena em Física).
• MIZUKAMI, M.G.N. Aprendizagem da docência: professores formadores. Revista E- Curriculum, São Paulo, v. 1, n. 1, dez. – jul.
2005-2006. Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/viewFile/3106/2046>. Acesso em: 30 mai.
2017.
• MUNARI, A. Jean Piaget. Fundação Joaquim Nabuco. Ed. Massangana. 2010 (Col. Educadores).
• PIAGET, J. Sobre a Pedagogia. Textos Inéditos. São Paulo. Casa do Psicólogo, 1998.
• PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 9ed. SP: Forense Universitária, 2003.
• REGO, T.C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 9. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. (Educação e
conhecimento).
• REGO, T.C.R. Educação, cultura e desenvolvimento: o que pensam os professores sobre as diferenças individuais. In: AGUINO, J.G
(org.). Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. SP, Summus, 1998.
• ROGERS, C. Liberdade para aprender. 2. Ed. BH, Interlivros, 1973.
• VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. SP: Martins Fontes, 2003.
• VYGOTSKY, L.S.; LURIA, A.R; LEONTIEV, A.N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP: Icone: Ed. Da USP, 1988.

Concepções de desenvolvimento e modelos pedagógicos de ensino

  • 2.
    • Silvia MarinaAnaruma – UNESP- Câmpus de Rio Claro – SP • E-mail: smarina@rc.unesp.br • Antecedentes: • Diminuição da procura pelo curso de Licenciatura • Necessidade de valorização • Prazer em aprender • Relação entre desenvolvimento e aprendizagem • A visão de mundo do professor METODOLOGIAS ATIVAS PARA O ENSINO DAS CONCEPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO NAS LICENCIATURAS
  • 3.
    A Proposta • Ensinaralunos da Licenciatura em Física, as concepções de desenvolvimento - Inatista, Ambientalista e Interacionista - através de uma metodologia ativa; relacioná-las com a visão de mundo do professor. Preparar os alunos para o ensino das Teorias da Aprendizagem. • Base • Só 50% dos professores da rede pública atribuem as diferenças individuais a combinação de fatores internos e externos (REGO,1998) • Os professores não tem um conhecimento completo sobre as teorias e na sua prática, não adotam só uma concepção (LARA, TANAMACHI E LOPES JUNIOR, 2006) • Nossa formação surgiu da estreita interação de aspectos biológicos e de fatores culturais (VYGOTSKY, 1988) • Experiências com metodologias ativas são particularmente importantes nos cursos de Ciências Exatas • Para entender as bases das teorias da aprendizagem é preciso compreender que concepções de desenvolvimento estão implícitas
  • 4.
    A Metodologia • Experiênciadesenvolvida com alunos do curso de Licenciatura em Física – integral – 1ª. e única disciplina de Psicologia de 60 horas • Materiais: pincel atômico, papel pardo , tesoura, recorte de revistas (opcional) • Procedimentos: Formação de três grupos e sorteio das concepções • O desafio: representar cada concepção pelo produção de um banner com símbolos, figuras, desenhos, com a cooperação de todos. • Exposição dos banners para a classe • Discussão
  • 5.
  • 6.
    Considerações Finais • Imersãototal, concentração, interação • Cooperação • Construção • Criatividade • Prazer • Interesse e participação • A interação com o conteúdo teórico favorecendo a leitura e a compreensão • O confronto com a realidade do aluno (as aulas tradicionais) e a formação de uma consciência crítica
  • 7.
    Referências • BECKER, F.Educação e Construção do Conhecimento. PA: Artmed Ed., 2001. • BZUNECK, José Aloyseo. A psicologia educacional e a formação de professores: tendências contemporâneas. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas , v. 3, n. 1, p. 41-52, 1999. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413- 85571999000100005&lng=en&nrm=iso>. access on 30 May 2017. • GATTI, B.A. FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL: CARACTERÍSTICAS E PROBLEMAS. Educ. Soc., Campinas, v. 31, n. 113, p. 1355-1379, out.-dez. 2010. • GHEDIN, E. Epistemologia dos processos de ensino-aprendizagem e suas implicações a educação em Ciências. In: Teorias Psicopedagógicas do Ensino Aprendizagem. Boa Vista: UERR Editora, 2012. • LARA, F.L.; TANAMACHI, E.de R.; LOPES JUNIOR, E. Concepções de desenvolvimento e de aprendizagem no trabalho do professor. Psicologia em Estudo. Maringá. , v. 11, n. 3, p. 473-482, set./dez. 2006. • LIMA, Valéria Vernaschi. Espiral construtivista: uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 21, n. 61, p. 421-434, jun. 2017 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414- 32832017000200421&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 05 jun. 2017. Epub 27-Out-2016. • NASCIMENTO, T.L. Repensando o Ensino da Física no Ensino Médio. Fortaleza, Universidade Estadual do Ceará, 2010. (Monografia (Graduação em Licenciatura Plena em Física). • MIZUKAMI, M.G.N. Aprendizagem da docência: professores formadores. Revista E- Curriculum, São Paulo, v. 1, n. 1, dez. – jul. 2005-2006. Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/viewFile/3106/2046>. Acesso em: 30 mai. 2017. • MUNARI, A. Jean Piaget. Fundação Joaquim Nabuco. Ed. Massangana. 2010 (Col. Educadores). • PIAGET, J. Sobre a Pedagogia. Textos Inéditos. São Paulo. Casa do Psicólogo, 1998. • PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 9ed. SP: Forense Universitária, 2003. • REGO, T.C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 9. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. (Educação e conhecimento). • REGO, T.C.R. Educação, cultura e desenvolvimento: o que pensam os professores sobre as diferenças individuais. In: AGUINO, J.G (org.). Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. SP, Summus, 1998. • ROGERS, C. Liberdade para aprender. 2. Ed. BH, Interlivros, 1973. • VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. SP: Martins Fontes, 2003. • VYGOTSKY, L.S.; LURIA, A.R; LEONTIEV, A.N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP: Icone: Ed. Da USP, 1988.