Otimização da
produção
Albert José
Hiago Marques
Helberth Penha
Introdução
• A otimização da produção tem sido uma das buscas
constantes das organizações.
• Para tanto, os gestores devem apoiar-se em informações
confiáveis para tomar decisões seguras.
Cenário atual:
Maximização dos Lucros
Minimização dos custos
1/12
Introdução
• A área de produção é considerada a chave para a criação e
a execução das estratégia das empresas.
• Teoria das Restrições:
• nova filosofia de pensamento gerencial que apareceu nos
anos oitenta.
2/12
A Teoria das Restrições
(Theory of Constraints - TOC)
• Oque é?
• Uma metodologia para identificação dos gargalos.
• Como funciona?
• descreve métodos para maximizar o lucro operacional
quando confrontado com algumas operações com e sem
restrição.
3/12
Modelo Sistema de Gestão da Produção
Teoria das Restrições
• O modelo proposto é apresentado sob a forma de
processos, sendo que, cada processo possui um conjunto
de atividades.
• Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco
passos:
Identificar a
restrição do sistema
4/12
Modelo Sistema de Gestão da Produção
Teoria das Restrições
• O modelo proposto é apresentado sob a forma de
processos, sendo que, cada processo possui um conjunto
de atividades.
• Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco
passos:
Identificar a
restrição do sistema
Explorar ao máximo a
restrição
4/12
Modelo Sistema de Gestão da Produção
Teoria das Restrições
• O modelo proposto é apresentado sob a forma de
processos, sendo que, cada processo possui um conjunto
de atividades.
• Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco
passos:
Identificar a
restrição do sistema
Explorar ao máximo a
restrição
Subordinar todo o resto à
política de exploração
4/12
Modelo Sistema de Gestão da Produção
Teoria das Restrições
• O modelo proposto é apresentado sob a forma de
processos, sendo que, cada processo possui um conjunto
de atividades.
• Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco
passos:
Identificar a
restrição do sistema
Explorar ao máximo a
restrição
Subordinar todo o resto à
política de exploração
Elevar a Restrição do Sistema
4/12
Modelo Sistema de Gestão da Produção
Teoria das Restrições
• O modelo proposto é apresentado sob a forma de
processos, sendo que, cada processo possui um conjunto
de atividades.
• Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco
passos:
Identificar a
restrição do sistema
Explorar ao máximo a
restrição
Subordinar todo o resto à
política de exploração
Elevar a Restrição
do Sistema
Voltar ao primeiro passo, evitando que a
inércia das políticas atuais se torne uma
restrição
4/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
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Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Otimização da Produção na
Teoria das Restrições
1. Balancear o fluxo e não a capacidade
2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado
por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema
3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos.
4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro.
5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão.
6. Os gargalos governam o ganho e o inventário.
7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual
ao lote de processamento.
8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada
operação.
9. Considerar todas as restrições simultaneamente.
5/12
Aplicação prática
da teoria das restrições
• Esta aplicação foi desenvolvida no setor automotivo.
A título de privacidade de informações, não será apresentado os valores
monetários referentes.
• Identificando as Restrições do Sistema:
• foi encontrado uma demanda de mercado superior a capacidade produtiva
projetada para o momento
6/12
Aplicação prática
da teoria das restrições
• Esta aplicação foi desenvolvida no setor automotivo.
A título de privacidade de informações, não será apresentado os valores
monetários referentes.
• Identificando as Restrições do Sistema:
• foi encontrado uma demanda de mercado superior a capacidade produtiva
projetada para o momento
Maior produção
Maior o número
de unidades
vendidas
Maior o ganho
6/12
Aplicação prática
da teoria das restrições
• Podemos dividir a fábrica em basicamente, 04 unidades produtivas -
Estamparia, Fábrica de Carrocerias, Pintura, e Linha de Montagem.
• Nota-se que a restrição para o aumento da capacidade produtiva, é a Fábrica
de Carroceria, com 41 unidades/hora
Figura 1 - Representação das unidades produtivas do processo de fabricação
7/12
Aplicação prática
da teoria das restrições
• Por sua vez, a Fábrica de Carroceria pode ser subdividida em:
Assoalho Completo, Laterais, Fechamento da Carroceria, Montagem
das Partes Móveis e Funilaria
• Onde podemos observar que a restrição se encontra na linha de produção do
Fechamento da Carroceria
Figura 2 – Representação das Linhas de Produção
42 unidades/hora
8/12
Aplicação prática
da teoria das restrições
• Fechamento da Carroceria é subdividida em 09 células de produção
interligadas entre si:
• As capacidades produtivas destas células de produção são apresentadas na
tabela abaixo:
9/12
Aplicação prática da teoria das restrições
Elevando as Restrições do Sistema
• Elevar a restrição do sistema significa, neste caso, elevar a capacidade
produtiva da célula de produção Cel020.
• Esta célula de produção é formada por:
• 07 robôs
• 01 dispositivo
• 01 equipamento de geometria (Open Gate)
10/12
Aplicação prática da teoria das restrições
Elevando as Restrições do Sistema
• Assim, após a análise do processo observado acima, foram realizadas as
seguintes modificações pela equipe de manutenção:
• Antecipação da atividade 19;
• Otimização do processo dos robôs R1, R4 e R5 pela otimização das trajetórias e
redistribuição dos pontos de solda;
11/12
Aplicação prática da teoria das restrições
Elevando as Restrições do Sistema
• O tempo de ciclo de 72,8 segundos foi para 66 segundos
• Aumento de capacidade produtiva de 42 unidades/hora para 47 unidades/hora
Representou um ganho de produção de 1680 unidades/mês.
11/12
Aplicação prática da teoria das restrições
Elevando as Restrições do Sistema
• O tempo de ciclo de 72,8 segundos foi para 66 segundos
• Aumento de capacidade produtiva de 42 unidades/hora para 47 unidades/hora
Representou um ganho de produção de 1680 unidades/mês.
11/12
Conclusão
• A busca pela maior lucratividade deve ser um processo
continuo. O uso de novos instrumentos ou teorias devem
ser analisados sempre com o objetivo de aproveitar todas
as vantagens que estes oferecem.
• As contribuições da Teoria das Restrições melhora o
aproveitamento do parque produtivo em busca de
maximizar esta lucratividade nas empresas.
12/12
Conclusão
12/12
• A busca pela maior lucratividade deve ser um processo
continuo. O uso de novos instrumentos ou teorias devem
ser analisados sempre com o objetivo de aproveitar todas
as vantagens que estes oferecem.
• As contribuições da Teoria das Restrições melhora o
aproveitamento do parque produtivo em busca de
maximizar esta lucratividade nas empresas.

Otimização da produção

  • 1.
  • 2.
    Introdução • A otimizaçãoda produção tem sido uma das buscas constantes das organizações. • Para tanto, os gestores devem apoiar-se em informações confiáveis para tomar decisões seguras. Cenário atual: Maximização dos Lucros Minimização dos custos 1/12
  • 3.
    Introdução • A áreade produção é considerada a chave para a criação e a execução das estratégia das empresas. • Teoria das Restrições: • nova filosofia de pensamento gerencial que apareceu nos anos oitenta. 2/12
  • 4.
    A Teoria dasRestrições (Theory of Constraints - TOC) • Oque é? • Uma metodologia para identificação dos gargalos. • Como funciona? • descreve métodos para maximizar o lucro operacional quando confrontado com algumas operações com e sem restrição. 3/12
  • 5.
    Modelo Sistema deGestão da Produção Teoria das Restrições • O modelo proposto é apresentado sob a forma de processos, sendo que, cada processo possui um conjunto de atividades. • Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco passos: Identificar a restrição do sistema 4/12
  • 6.
    Modelo Sistema deGestão da Produção Teoria das Restrições • O modelo proposto é apresentado sob a forma de processos, sendo que, cada processo possui um conjunto de atividades. • Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco passos: Identificar a restrição do sistema Explorar ao máximo a restrição 4/12
  • 7.
    Modelo Sistema deGestão da Produção Teoria das Restrições • O modelo proposto é apresentado sob a forma de processos, sendo que, cada processo possui um conjunto de atividades. • Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco passos: Identificar a restrição do sistema Explorar ao máximo a restrição Subordinar todo o resto à política de exploração 4/12
  • 8.
    Modelo Sistema deGestão da Produção Teoria das Restrições • O modelo proposto é apresentado sob a forma de processos, sendo que, cada processo possui um conjunto de atividades. • Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco passos: Identificar a restrição do sistema Explorar ao máximo a restrição Subordinar todo o resto à política de exploração Elevar a Restrição do Sistema 4/12
  • 9.
    Modelo Sistema deGestão da Produção Teoria das Restrições • O modelo proposto é apresentado sob a forma de processos, sendo que, cada processo possui um conjunto de atividades. • Desenvolve um modelo de decisão composto de cinco passos: Identificar a restrição do sistema Explorar ao máximo a restrição Subordinar todo o resto à política de exploração Elevar a Restrição do Sistema Voltar ao primeiro passo, evitando que a inércia das políticas atuais se torne uma restrição 4/12
  • 10.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 11.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 12.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 13.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 14.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 15.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 16.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 17.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 18.
    Otimização da Produçãona Teoria das Restrições 1. Balancear o fluxo e não a capacidade 2. O nível de utilização de um recurso não-restrição não é determinado por seu próprio potencial e sim por outra restrição do sistema 3. A utilização e ativação de um recurso não são sinônimos. 4. Uma hora perdida no gargalo é uma hora perdida no sistema inteiro. 5. Uma hora economizada onde não é gargalo é apenas uma ilusão. 6. Os gargalos governam o ganho e o inventário. 7. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento. 8. O lote de processo deve ser variável e não fixo, otimizado para cada operação. 9. Considerar todas as restrições simultaneamente. 5/12
  • 19.
    Aplicação prática da teoriadas restrições • Esta aplicação foi desenvolvida no setor automotivo. A título de privacidade de informações, não será apresentado os valores monetários referentes. • Identificando as Restrições do Sistema: • foi encontrado uma demanda de mercado superior a capacidade produtiva projetada para o momento 6/12
  • 20.
    Aplicação prática da teoriadas restrições • Esta aplicação foi desenvolvida no setor automotivo. A título de privacidade de informações, não será apresentado os valores monetários referentes. • Identificando as Restrições do Sistema: • foi encontrado uma demanda de mercado superior a capacidade produtiva projetada para o momento Maior produção Maior o número de unidades vendidas Maior o ganho 6/12
  • 21.
    Aplicação prática da teoriadas restrições • Podemos dividir a fábrica em basicamente, 04 unidades produtivas - Estamparia, Fábrica de Carrocerias, Pintura, e Linha de Montagem. • Nota-se que a restrição para o aumento da capacidade produtiva, é a Fábrica de Carroceria, com 41 unidades/hora Figura 1 - Representação das unidades produtivas do processo de fabricação 7/12
  • 22.
    Aplicação prática da teoriadas restrições • Por sua vez, a Fábrica de Carroceria pode ser subdividida em: Assoalho Completo, Laterais, Fechamento da Carroceria, Montagem das Partes Móveis e Funilaria • Onde podemos observar que a restrição se encontra na linha de produção do Fechamento da Carroceria Figura 2 – Representação das Linhas de Produção 42 unidades/hora 8/12
  • 23.
    Aplicação prática da teoriadas restrições • Fechamento da Carroceria é subdividida em 09 células de produção interligadas entre si: • As capacidades produtivas destas células de produção são apresentadas na tabela abaixo: 9/12
  • 24.
    Aplicação prática dateoria das restrições Elevando as Restrições do Sistema • Elevar a restrição do sistema significa, neste caso, elevar a capacidade produtiva da célula de produção Cel020. • Esta célula de produção é formada por: • 07 robôs • 01 dispositivo • 01 equipamento de geometria (Open Gate) 10/12
  • 25.
    Aplicação prática dateoria das restrições Elevando as Restrições do Sistema • Assim, após a análise do processo observado acima, foram realizadas as seguintes modificações pela equipe de manutenção: • Antecipação da atividade 19; • Otimização do processo dos robôs R1, R4 e R5 pela otimização das trajetórias e redistribuição dos pontos de solda; 11/12
  • 26.
    Aplicação prática dateoria das restrições Elevando as Restrições do Sistema • O tempo de ciclo de 72,8 segundos foi para 66 segundos • Aumento de capacidade produtiva de 42 unidades/hora para 47 unidades/hora Representou um ganho de produção de 1680 unidades/mês. 11/12
  • 27.
    Aplicação prática dateoria das restrições Elevando as Restrições do Sistema • O tempo de ciclo de 72,8 segundos foi para 66 segundos • Aumento de capacidade produtiva de 42 unidades/hora para 47 unidades/hora Representou um ganho de produção de 1680 unidades/mês. 11/12
  • 28.
    Conclusão • A buscapela maior lucratividade deve ser um processo continuo. O uso de novos instrumentos ou teorias devem ser analisados sempre com o objetivo de aproveitar todas as vantagens que estes oferecem. • As contribuições da Teoria das Restrições melhora o aproveitamento do parque produtivo em busca de maximizar esta lucratividade nas empresas. 12/12
  • 29.
    Conclusão 12/12 • A buscapela maior lucratividade deve ser um processo continuo. O uso de novos instrumentos ou teorias devem ser analisados sempre com o objetivo de aproveitar todas as vantagens que estes oferecem. • As contribuições da Teoria das Restrições melhora o aproveitamento do parque produtivo em busca de maximizar esta lucratividade nas empresas.