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12/10/2016
Os Anos de Chumbo
Aula 13
História
Professor Wilton
9° Ano
Cooperelp
12/10/2016
Década de 1960
Marcada por momentos distintos:
Até 1964 = grande agitação política e cultural.
Fim da II Guerra (e do Estado Novo) = Processo
de construção da democracia. Liberdade política
constitucional permite a organização e a luta pela
cidadania. Com isso, entre 1946 e 1964 a
participação do povo na política foi significativa,
com o surgimento das organizações populares.
Depois de 1964 = existência de uma feroz
ditadura, que sufocou manifestações culturais e
políticas que lhes desagradassem.
Do Populismo à Ditadura
► Nestes 18 anos, muitos sindicatos voltaram a atuar,
organizando greves e manifestações.
► Nos campos, os trabalhadores se organizavam e
lutavam pela Reforma Agrária através das “Ligas
Camponesas”.
► No Recife, Paulo Freire cria um Movimento de
Alfabetização Popular, para ensinar, além do beabá, a
política!
► Nas cidades, a União Nacional dos Estudantes e o
seus CPCs(Centros Populares de Cultura), que usava
das artes para conscientizar a população.
► Essas organizações alarmavam os conservadores, que
viam nos movimentos sociais um avanço do
comunismo e não uma característica da democracia.
Por isso, começou a também a se articular!
O parlamentarismo em crise
► A solução logo viraria “problema”, com três
primeiros-ministros em menos de dois anos. No
plebiscito de 1963, 74 % foram favoráveis ao
presidencialismo, restaurando os plenos poderes do
poder Executivo.
► Os conservadores intensificam a oposição e acenam
com a possibilidade de golpe de Estado.
► Jango lançou as
“Reformas de Base”,
Propondo profundas
Mudanças em Setores
Estratégicos (Agrário,
Educação, Eleitoral,
Bancário/Tributos)
A economia em crise...
► Década de 1960 = crise e instabilidade na economia,
sem apoio do Parlamento e atacado pela imprensa,
empresários e militares, João Goulart não resistiu!
► 31 de Março
Tropas nas ruas,
Rebelião militar,
Com o objetivo
De tomar o Poder!
O Golpe de Estado
Se espalhou, dando
Início a Ditadura
Que durou 21 anos!
O Golpe Militar de 1964
► Contou com o apoio da burguesia, dos latifundiários,
dos banqueiros, da classe média e do povão, que era
manipulado pelo governo.
► Suspensa a Constituição de 1946  surgem os Atos
Institucionais, que ampliaram a força do Executivo,
acabaram com eleições diretas, extinguiram partidos,
cassaram opositores e deixaram dois partidos na
legalidade: a A(liança) RE(Novadora) NA(cional) e o
M(ovimento) D(emocrático) B(rasileiro).
► 1967  Nova constituição, “legalizando” a Ditadura!
► Foi montada uma gigantesca máquina de repressão e
vigilância, com a censura e o Serviço Nacional de
Informação.
O recuo da cidadania
► As reações ao golpe vieram com ações dos civis,
desde uma mudança de postura por parte da
imprensa até a formação da “Frente Ampla”, que unia
inimigos históricos como Jango e JK com Carlos
Lacerda e Jânio Quadros.
► 1968 = Em uma passeata
da UNE, morre Édson Luís.
A reação acontece através
Da “Passeata dos 100 Mil”
► Primeiras greves pós-1964:
Osasco e Contagem (MG)
O sufoco do Ato Institucional n° 5
 Reação dos Militares  “Frente Ampla” considerada
ilegal, maior controle sobre os movimentos sociais e
as passeatas foram “proibidas”.
► Véspera de 7 de Setembro = Em seu discurso, o deputado
Márcio Moreira Alves pede a todos para boicotar as festividades
cívicas para manifestar repúdio ao autoritarismo do governo.
► Como o Congresso não autorizou o governo processar o
deputado, os militares fecharam o Congresso, decretaram o AI-
5 que autorizava o presidente:
- Fechar Casas Legislativas e decretar “Estado de Sítio”;
- Suspender direitos políticos e cassar mandatos;
- Intervir em estados e municípios;
- Suspender o direito de “Habeas Corpus”
Início de novas perseguições e prisões, o período mais
difícil da Ditadura: os Anos de Chumbo!
Uma opção radical: a luta armada
Devido à falta de opções, muitas pessoas
se aventuraram na luta armada. Inspirados na
experiência cubana, adotaram a técnica de
“guerra de guerrilha”, com experiências nas
cidades e no campo.
Para conseguir dinheiro, assaltavam
bancos e sequestraram embaixadores
estrangeiros, que eram trocados por “presos
políticos”.
Porém, não conseguiram apoio popular e
na sua maioria, acabaram presos ou mortos!
A Modernização Conservadora
O Golpe de 1964 teve apoio da burguesia,
interessada na modernização e no crescimento
econômico financiado pelo Estado, mas com
poucas concessões sociais. Por isso, foi uma
“modernização conservadora”. (Ir para a p. 147)
Como isto foi feito?
- Estado intervindo na economia.
- Investimento em setores estratégicos.
De onde vinha o dinheiro? De empréstimos
conseguidos no exterior!
O “Milagre Brasileiro”
Setores privilegiados = Energético, transportes,
comunicações e siderurgia, como capital estatal e
privado.
Setor Industrial = Contenção dos Salários, a fim
de aumentar o Lucro dos Empresários. Com os
sindicatos sob controle, era impossível protestar
contra as perdas salariais, apelidadas de “cota de
sacrifício”.
Os empresários, por sua vez, pagavam
menos impostos. Com mão-de-obra barata e
subsídios fiscais, multinacionais se instalam no
país!
O “Milagre Brasileiro”
Tais medidas promoveram um acelerado crescimento
econômico, apelidado de “milagre” brasileiro. Para
promover o desenvolvimento, o governo fazia
campanhas publicitárias:
Os problemas do “Milagre”
Consequências da Modernização Econômica:
- Grande concentração de rendas e a estagnação do
mercado interno;
- Endividamento externo.
1973  A crise do petróleo tornou frágil o modelo
econômico brasileiro. Primeiro, gastamos mais
importando petróleo, os empréstimos diminuíram, a
dívida externa crescia cada vez mais e os juros
começaram a aumentar.
Com isso, tal modelo de economia sofreu um
forte abalo!
Para o povo, sobrou inflação, desemprego e
recessão!
A Crise do Regime Militar
►Decadência do “Milagre Brasileiro” = Ditadura
apresenta sinais de desgaste. A oposição fora
eliminada ou exilada e sem a “ameaça
comunista”, os militares perderam seu maior
pretexto.
►Gradualmente, a população voltou a protestar
contra os militares. Por isso, em 1974, o
presidente Geisel lançou a “Abertura Política”,
um abrandamento do regime, a distensão do
regime militar. Por isso, isso ocorreria através
de uma transição, que ocorreria de maneira
“lenta, gradual e segura”.
Abertura lenta, gradual e segura
►Para controlar o processo, Geisel tomava
medidas ora liberais, ora autoritárias. Assim,
limitava o crescimento da oposição e impedia a
volta dos militares “linha dura”.
► 1978  O AI 5 foi extinto e a censura à
imprensa diminuiu.
► Em 1979, depois de pressões da sociedade, o
presidente Figueiredo formulou e o Congresso
aprovou a “Lei da Anistia”. Todos os presos ou
exilados que haviam cometidos crimes políticos
seriam perdoados, excetos aqueles “de sangue”
A Lei da Anistia
Apesar da pressão popular, os militares
“linha-dura” ainda se manifestavam, como no
caso do Riocentro. O episódio desgastou ainda
mais os militares e a redemocratização, virou
“palavra de ordem”!
Os trabalhadores voltam a se organizar
►Aos poucos, operários voltam a se organizar...
Em 1978, a região do ABC conhece as
primeiras greves e nas eleições de 1982, novos
partidos surgem. Porém, para controlar o
processo de transição política, o próximo
presidente seria eleito via “Colégio Eleitoral”.
A economia: tempos ruins
Greves de 1978  Não eram apenas de
natureza política, mas também econômicas. A
enorme dívida externa e a recessão, provocou o
crescimento da inflação. Aumenta o desemprego
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Os anos de chumbo (aula 13)

  • 1. 12/10/2016 Os Anos de Chumbo Aula 13 História Professor Wilton 9° Ano Cooperelp
  • 2. 12/10/2016 Década de 1960 Marcada por momentos distintos: Até 1964 = grande agitação política e cultural. Fim da II Guerra (e do Estado Novo) = Processo de construção da democracia. Liberdade política constitucional permite a organização e a luta pela cidadania. Com isso, entre 1946 e 1964 a participação do povo na política foi significativa, com o surgimento das organizações populares. Depois de 1964 = existência de uma feroz ditadura, que sufocou manifestações culturais e políticas que lhes desagradassem.
  • 3. Do Populismo à Ditadura ► Nestes 18 anos, muitos sindicatos voltaram a atuar, organizando greves e manifestações. ► Nos campos, os trabalhadores se organizavam e lutavam pela Reforma Agrária através das “Ligas Camponesas”. ► No Recife, Paulo Freire cria um Movimento de Alfabetização Popular, para ensinar, além do beabá, a política! ► Nas cidades, a União Nacional dos Estudantes e o seus CPCs(Centros Populares de Cultura), que usava das artes para conscientizar a população. ► Essas organizações alarmavam os conservadores, que viam nos movimentos sociais um avanço do comunismo e não uma característica da democracia. Por isso, começou a também a se articular!
  • 4. O parlamentarismo em crise ► A solução logo viraria “problema”, com três primeiros-ministros em menos de dois anos. No plebiscito de 1963, 74 % foram favoráveis ao presidencialismo, restaurando os plenos poderes do poder Executivo. ► Os conservadores intensificam a oposição e acenam com a possibilidade de golpe de Estado. ► Jango lançou as “Reformas de Base”, Propondo profundas Mudanças em Setores Estratégicos (Agrário, Educação, Eleitoral, Bancário/Tributos)
  • 5. A economia em crise... ► Década de 1960 = crise e instabilidade na economia, sem apoio do Parlamento e atacado pela imprensa, empresários e militares, João Goulart não resistiu! ► 31 de Março Tropas nas ruas, Rebelião militar, Com o objetivo De tomar o Poder! O Golpe de Estado Se espalhou, dando Início a Ditadura Que durou 21 anos!
  • 6. O Golpe Militar de 1964 ► Contou com o apoio da burguesia, dos latifundiários, dos banqueiros, da classe média e do povão, que era manipulado pelo governo. ► Suspensa a Constituição de 1946  surgem os Atos Institucionais, que ampliaram a força do Executivo, acabaram com eleições diretas, extinguiram partidos, cassaram opositores e deixaram dois partidos na legalidade: a A(liança) RE(Novadora) NA(cional) e o M(ovimento) D(emocrático) B(rasileiro). ► 1967  Nova constituição, “legalizando” a Ditadura! ► Foi montada uma gigantesca máquina de repressão e vigilância, com a censura e o Serviço Nacional de Informação.
  • 7. O recuo da cidadania ► As reações ao golpe vieram com ações dos civis, desde uma mudança de postura por parte da imprensa até a formação da “Frente Ampla”, que unia inimigos históricos como Jango e JK com Carlos Lacerda e Jânio Quadros. ► 1968 = Em uma passeata da UNE, morre Édson Luís. A reação acontece através Da “Passeata dos 100 Mil” ► Primeiras greves pós-1964: Osasco e Contagem (MG)
  • 8. O sufoco do Ato Institucional n° 5  Reação dos Militares  “Frente Ampla” considerada ilegal, maior controle sobre os movimentos sociais e as passeatas foram “proibidas”. ► Véspera de 7 de Setembro = Em seu discurso, o deputado Márcio Moreira Alves pede a todos para boicotar as festividades cívicas para manifestar repúdio ao autoritarismo do governo. ► Como o Congresso não autorizou o governo processar o deputado, os militares fecharam o Congresso, decretaram o AI- 5 que autorizava o presidente: - Fechar Casas Legislativas e decretar “Estado de Sítio”; - Suspender direitos políticos e cassar mandatos; - Intervir em estados e municípios; - Suspender o direito de “Habeas Corpus” Início de novas perseguições e prisões, o período mais difícil da Ditadura: os Anos de Chumbo!
  • 9. Uma opção radical: a luta armada Devido à falta de opções, muitas pessoas se aventuraram na luta armada. Inspirados na experiência cubana, adotaram a técnica de “guerra de guerrilha”, com experiências nas cidades e no campo. Para conseguir dinheiro, assaltavam bancos e sequestraram embaixadores estrangeiros, que eram trocados por “presos políticos”. Porém, não conseguiram apoio popular e na sua maioria, acabaram presos ou mortos!
  • 10. A Modernização Conservadora O Golpe de 1964 teve apoio da burguesia, interessada na modernização e no crescimento econômico financiado pelo Estado, mas com poucas concessões sociais. Por isso, foi uma “modernização conservadora”. (Ir para a p. 147) Como isto foi feito? - Estado intervindo na economia. - Investimento em setores estratégicos. De onde vinha o dinheiro? De empréstimos conseguidos no exterior!
  • 11. O “Milagre Brasileiro” Setores privilegiados = Energético, transportes, comunicações e siderurgia, como capital estatal e privado. Setor Industrial = Contenção dos Salários, a fim de aumentar o Lucro dos Empresários. Com os sindicatos sob controle, era impossível protestar contra as perdas salariais, apelidadas de “cota de sacrifício”. Os empresários, por sua vez, pagavam menos impostos. Com mão-de-obra barata e subsídios fiscais, multinacionais se instalam no país!
  • 12. O “Milagre Brasileiro” Tais medidas promoveram um acelerado crescimento econômico, apelidado de “milagre” brasileiro. Para promover o desenvolvimento, o governo fazia campanhas publicitárias:
  • 13. Os problemas do “Milagre” Consequências da Modernização Econômica: - Grande concentração de rendas e a estagnação do mercado interno; - Endividamento externo. 1973  A crise do petróleo tornou frágil o modelo econômico brasileiro. Primeiro, gastamos mais importando petróleo, os empréstimos diminuíram, a dívida externa crescia cada vez mais e os juros começaram a aumentar. Com isso, tal modelo de economia sofreu um forte abalo! Para o povo, sobrou inflação, desemprego e recessão!
  • 14. A Crise do Regime Militar ►Decadência do “Milagre Brasileiro” = Ditadura apresenta sinais de desgaste. A oposição fora eliminada ou exilada e sem a “ameaça comunista”, os militares perderam seu maior pretexto. ►Gradualmente, a população voltou a protestar contra os militares. Por isso, em 1974, o presidente Geisel lançou a “Abertura Política”, um abrandamento do regime, a distensão do regime militar. Por isso, isso ocorreria através de uma transição, que ocorreria de maneira “lenta, gradual e segura”.
  • 15. Abertura lenta, gradual e segura ►Para controlar o processo, Geisel tomava medidas ora liberais, ora autoritárias. Assim, limitava o crescimento da oposição e impedia a volta dos militares “linha dura”. ► 1978  O AI 5 foi extinto e a censura à imprensa diminuiu. ► Em 1979, depois de pressões da sociedade, o presidente Figueiredo formulou e o Congresso aprovou a “Lei da Anistia”. Todos os presos ou exilados que haviam cometidos crimes políticos seriam perdoados, excetos aqueles “de sangue”
  • 16. A Lei da Anistia Apesar da pressão popular, os militares “linha-dura” ainda se manifestavam, como no caso do Riocentro. O episódio desgastou ainda mais os militares e a redemocratização, virou “palavra de ordem”!
  • 17. Os trabalhadores voltam a se organizar ►Aos poucos, operários voltam a se organizar... Em 1978, a região do ABC conhece as primeiras greves e nas eleições de 1982, novos partidos surgem. Porém, para controlar o processo de transição política, o próximo presidente seria eleito via “Colégio Eleitoral”.
  • 18. A economia: tempos ruins Greves de 1978  Não eram apenas de natureza política, mas também econômicas. A enorme dívida externa e a recessão, provocou o crescimento da inflação. Aumenta o desemprego e os preços disparam, mas mesmo com as dificuldades econômicas, ocorridas ao longo da década de 1980, terminaria em 1985, com o fim da ditadura militar.