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Rebeliões Institucionais e PopularesRebeliões Institucionais e Populares
• Ao longo do Período Regencial e início do 2° Reinado
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tornando aquela época bastante agitada. Podemos
classificar tais movimentos em dois grupos:
- 1° = “Institucionais”  disputa pelo poder político
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maior (justiça, liberdade, etc...). Exemplo: Farroupilha
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- 2° = “Populares”  Suas propostas não são claras,
utilizaram a violência, tiveram participação do povo e
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Revolução Farroupilha – RS/SC (1835/45)Revolução Farroupilha – RS/SC (1835/45)
• Mais longa guerra civil da história do Brasil, que
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um presidente de Província (o governador da
época) que não agradou aos gaúchos. A revolta
foi promovida pelos ricos criadores de gado,
liderados por Bento Gonçalves, além da
participação de Giuseppe Garibaldi.
• Em sua luta contra o governo central, foi proclama
a “República Rio Grandense”, formando um
governo separado do Império. Depois, a revolta
chegou até Santa Catarina, onde foi proclamada a
“República Juliana”.
• A revolta terminou com a atuação de Luís Alves de
Lima e Silva, futuro duque de Caxias.
A Revolta dos Malês – Bahia – 1835A Revolta dos Malês – Bahia – 1835
• A mais ampla e a mais organizada rebelião
escrava no Brasil, ocorrida em Salvador,
organizada por escravos e libertos, liderados
pelos “malês”, os escravos islâmicos.
• Os conspiradores pensavam em libertar os
escravos e massacrar os cristãos, e a
insurreição, marcada para 25 de Janeiro, não
aconteceu, pois foram delatados antes do
início do movimento. Os líderes foram presos e
os que tentaram levar a revolta adiante, foram
massacrados por tropas do governo regencial.
Sabinada – Bahia – 1837Sabinada – Bahia – 1837
• De orientação federalista, liderada por
Francisco Sabino, desejava uma
“República Bahiense”, separada do
Império durante a menoridade de Dom
Pedro II.
• Aclamada a maioridade, a Bahia voltaria a
pertencer ao Brasil.
• O movimento foi derrotado pelas forças
do governo regencial, a repressão
aconteceu de forma rápida e violenta,
com muitas mortes e uma infinidade de
prisioneiros!
Revoluções Liberais – SP/MG (1842)Revoluções Liberais – SP/MG (1842)
• Ocorreram simultaneamente, através das
ações dos Liberais, que fraudaram as eleições
e perderam o governo. Sentindo-se traídos por
essa dissolução, os liberais levantaram armas
contra o governo conservador, na cidade de
Sorocaba (SP), liderados por Tobias de Aguiar
e o Padre Feijó, e em Barbacena (MG), tendo
Teófilo Otoni como chefe.
• O movimento foi reprimido pelas forças do
governo regencial, através da Guarda
Nacional.
A Revolução Praieira (1848)A Revolução Praieira (1848)
• Para alguns, é considerada uma “revolução social”,
inspirada nas revoluções socialistas europeias.
• Fala-se de seu “sentido social”, porque os
revoltosos propuseram a “nacionalização do
comércio”, que era dominado pelos portugueses,
em Pernambuco.
• Outros afirmam que foi uma briga pelo controle
político feito por duas famílias locais (uma liberal e
outra conservadora). Os liberais tinham um jornal na
rua da praia e eram inimigos dos conservadores. A
troca do presidente da província foi o início do
conflito, que desejavam a volta do antigo
governante e a nacionalização do comércio. Como
as outras anteriores, acabou reprimida pelo governo
regencial.
•
A Cabanagem (1835/1836)A Cabanagem (1835/1836)
• Rebelião de caráter popular, cujo nome veio
do povo que morava em cabanas ao longo
dos rios da Amazônia. Os “cabanos”
chegaram a tomar o governo da província do
Grão Pará e seus líderes foram Félix
Clemente Malcher, Francisco Vinagre e
Eduardo Angelim, que ao assumirem o
governo, foram acusados de não realizarem
as promessas feitas durante a revolta.
Balaiada – Maranhão – 1838/1841Balaiada – Maranhão – 1838/1841
• Também de caráter popular, os revoltosos tomaram a
vila de Caxias, sendo reprimidos por Luís Alves de
Lima e Silva, que se tornaria Barão de Caxias, por
derrotar os revoltosos!
• Liderados por gente do povão, fabricantes de balaios,
liderados por Francisco dos Anjos Ferreira, o vaqueiro
Raimundo Gomes, o “Cara Preta”, além do apoio de
um todo um quilombo, liderado pelo escravo fugido
conhecido como “Negro Cosme”.
• Esta revolta, assim como a Cabanagem, reflete o
abandono da região, esquecida pelo governo
regencial. Ambas também foram duramente
reprimidas!
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Rebeliões no século xix (faag)

  • 1. Rebeliões no Século XIXRebeliões no Século XIX HistóriaHistória 9° Ano9° Ano ProfessorProfessor WiltonWilton
  • 2. Rebeliões Institucionais e PopularesRebeliões Institucionais e Populares • Ao longo do Período Regencial e início do 2° Reinado ocorreram inúmeras rebeliões, motins e levantes, tornando aquela época bastante agitada. Podemos classificar tais movimentos em dois grupos: - 1° = “Institucionais”  disputa pelo poder político entre grupos dirigentes locais, feita em nome de algo maior (justiça, liberdade, etc...). Exemplo: Farroupilha (RS/SC), Sabinada (Bahia). - 2° = “Populares”  Suas propostas não são claras, utilizaram a violência, tiveram participação do povo e protestam contra a miséria e a situação geral do país. Exemplo: Cabanagem (Pará) e a Balaiada (Maranhão)
  • 3. Revolução Farroupilha – RS/SC (1835/45)Revolução Farroupilha – RS/SC (1835/45) • Mais longa guerra civil da história do Brasil, que teve início depois que o governo regencial nomeou um presidente de Província (o governador da época) que não agradou aos gaúchos. A revolta foi promovida pelos ricos criadores de gado, liderados por Bento Gonçalves, além da participação de Giuseppe Garibaldi. • Em sua luta contra o governo central, foi proclama a “República Rio Grandense”, formando um governo separado do Império. Depois, a revolta chegou até Santa Catarina, onde foi proclamada a “República Juliana”. • A revolta terminou com a atuação de Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias.
  • 4. A Revolta dos Malês – Bahia – 1835A Revolta dos Malês – Bahia – 1835 • A mais ampla e a mais organizada rebelião escrava no Brasil, ocorrida em Salvador, organizada por escravos e libertos, liderados pelos “malês”, os escravos islâmicos. • Os conspiradores pensavam em libertar os escravos e massacrar os cristãos, e a insurreição, marcada para 25 de Janeiro, não aconteceu, pois foram delatados antes do início do movimento. Os líderes foram presos e os que tentaram levar a revolta adiante, foram massacrados por tropas do governo regencial.
  • 5. Sabinada – Bahia – 1837Sabinada – Bahia – 1837 • De orientação federalista, liderada por Francisco Sabino, desejava uma “República Bahiense”, separada do Império durante a menoridade de Dom Pedro II. • Aclamada a maioridade, a Bahia voltaria a pertencer ao Brasil. • O movimento foi derrotado pelas forças do governo regencial, a repressão aconteceu de forma rápida e violenta, com muitas mortes e uma infinidade de prisioneiros!
  • 6. Revoluções Liberais – SP/MG (1842)Revoluções Liberais – SP/MG (1842) • Ocorreram simultaneamente, através das ações dos Liberais, que fraudaram as eleições e perderam o governo. Sentindo-se traídos por essa dissolução, os liberais levantaram armas contra o governo conservador, na cidade de Sorocaba (SP), liderados por Tobias de Aguiar e o Padre Feijó, e em Barbacena (MG), tendo Teófilo Otoni como chefe. • O movimento foi reprimido pelas forças do governo regencial, através da Guarda Nacional.
  • 7. A Revolução Praieira (1848)A Revolução Praieira (1848) • Para alguns, é considerada uma “revolução social”, inspirada nas revoluções socialistas europeias. • Fala-se de seu “sentido social”, porque os revoltosos propuseram a “nacionalização do comércio”, que era dominado pelos portugueses, em Pernambuco. • Outros afirmam que foi uma briga pelo controle político feito por duas famílias locais (uma liberal e outra conservadora). Os liberais tinham um jornal na rua da praia e eram inimigos dos conservadores. A troca do presidente da província foi o início do conflito, que desejavam a volta do antigo governante e a nacionalização do comércio. Como as outras anteriores, acabou reprimida pelo governo regencial. •
  • 8. A Cabanagem (1835/1836)A Cabanagem (1835/1836) • Rebelião de caráter popular, cujo nome veio do povo que morava em cabanas ao longo dos rios da Amazônia. Os “cabanos” chegaram a tomar o governo da província do Grão Pará e seus líderes foram Félix Clemente Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim, que ao assumirem o governo, foram acusados de não realizarem as promessas feitas durante a revolta.
  • 9. Balaiada – Maranhão – 1838/1841Balaiada – Maranhão – 1838/1841 • Também de caráter popular, os revoltosos tomaram a vila de Caxias, sendo reprimidos por Luís Alves de Lima e Silva, que se tornaria Barão de Caxias, por derrotar os revoltosos! • Liderados por gente do povão, fabricantes de balaios, liderados por Francisco dos Anjos Ferreira, o vaqueiro Raimundo Gomes, o “Cara Preta”, além do apoio de um todo um quilombo, liderado pelo escravo fugido conhecido como “Negro Cosme”. • Esta revolta, assim como a Cabanagem, reflete o abandono da região, esquecida pelo governo regencial. Ambas também foram duramente reprimidas!
  • 10. Balaiada – Maranhão – 1838/1841Balaiada – Maranhão – 1838/1841 • Também de caráter popular, os revoltosos tomaram a vila de Caxias, sendo reprimidos por Luís Alves de Lima e Silva, que se tornaria Barão de Caxias, por derrotar os revoltosos! • Liderados por gente do povão, fabricantes de balaios, liderados por Francisco dos Anjos Ferreira, o vaqueiro Raimundo Gomes, o “Cara Preta”, além do apoio de um todo um quilombo, liderado pelo escravo fugido conhecido como “Negro Cosme”. • Esta revolta, assim como a Cabanagem, reflete o abandono da região, esquecida pelo governo regencial. Ambas também foram duramente reprimidas!