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 Dar apoio ao processo de planejamento e gestão urbana
através da participação plena e permanente dos cidadãos
mediante o fornecimento de informações sobre o
desenvolvimento sustentável e do habitat;
 Realizar o monitoramento das atividades, programas e
projetos das instâncias encarregadas do desenvolvimento do
habitat da cidade;
 Sistematizar as pesquisas sociais, econômicas e ambientais
que se produzem no Município relacionadas com a temática
do observatório;
 Estabelecer relações permanentes entre o Governo Local, as
instituições e os cidadãos;
 Manter e recuperar o sentido de pertencimento dos
habitantes da cidade e entorno.
 Proporcionar informação e análises a todos os atores para
que participem com igualdade de condições com o
propósito de uma participação mais eficaz na formulação
de política urbana e habitacional e sua implementação;
 Contribuir para a capacitação dos diversos segmentos
sociais em relação a gestão e utilização da informação
urbana para as políticas setoriais, a partir de um foco em
indicadores e de replicação de boas práticas e boas
políticas;
 Construir e analisar indicadores sobre condições de
moradia adequada;
 Fornecer informações, conhecimentos e experiências
para o observatório urbano do município de São
Paulo;
 Fornecer subsídios sobre a situação da moradia no
município de São Paulo , para os espaços de
interlocução dos gestores da política habitacional e
as organizações da sociedade civil;
 Produzir informações sobre os temas e problemas de
moradia da cidade de São Paulo.
 Criado em novembro de 1996 no Departamento de Projeto da
FAUUSP;
 O Laboratório conta com uma equipe regular de
aproximadamente vinte pessoas, entre professores e
estudantes;
 Com o objetivo de interligar as atividades de ensino, pesquisa
e extensão universitária em um mesmo espaço, dando
prioridade à formulação de alternativas para as demandas
habitacionais, urbanas e ambientais que visem a inclusão
social.
 Busca inserir na cena de pesquisa acadêmica as necessidades,
demandas e pontos de vista daqueles setores sociais
normalmente afastados dos preceitos da produção teórica e
técnica academicamente reconhecida;
 Reunir agentes públicos, sociedade organizada e universitários
num trabalho conjunto de desenvolvimento de projetos é um
processo de aprendizado em que todos se qualificam - é o que
o LabHab vem procurando em seus anos de atividades.
 As atividades de pesquisa resultam em relatórios, seminários,
cursos de capacitação, debates com públicos diversificados,
subsídios a políticas públicas;
 Nos casos da elaboração de pesquisa aplicada, plano, programa
ou ação local, busca-se chegar a um quadro final que inclua:
Avaliações, Propostas, Agentes Envolvidos, Encaminhamentos,
Operacionalização;
 É o caso, por exemplo de Santo André, onde o trabalho conjunto
com a prefeitura resultou no Programa Integrado de Inclusão
Social, programa social que combina a intervenção urbanística
em favelas com o atendimento da população visando a inclusão
socioeconômica;
 Programa premiado pela agência Habitat da ONU em 2002.
 Quem passeia por qualquer grande metrópole brasileira
dificilmente deixa de notar que há ali algo de errado: bairros
ultrassofisticados, que não deixam nada a desejar em
relação às grandes cidades desenvolvidas, cotejam favelas
que amontoam gente em condições indignas de vida.
 Os problemas habitacionais da cidade de São Paulo
exigem da secretaria municipal de habitação (Sehab)
dedicação, empenho e criatividade na proposição de
soluções técnicas nos projetos e obras realizadas. E o
Sistema de Informações para Habitação Social em São
Paulo (Habisp) é mais uma dessas iniciativas.
 É um sistema de mapeamento dos assentamentos precários na
cidade de São Paulo, que contém valiosas informações para o
enfrentamento da pobreza urbana. Pobreza essa que se materializa
em são Paulo nas diversas formas de assentamentos informais:
favelas, loteamentos irregulares, cortiços, alojamentos e conjuntos
degradados.
 O projeto foi concebido para reunir diferentes dados de cada área
ocupada irregularmente ou de forma precária. Seu objetivo é
identificar facilmente as condições geográficas, físicas, sociais,
econômicas e legais de cada um desses lugares.
 O Habisp armazena, organiza, processa e produz informações
geográficas de alta qualidade, que servem de suporte para os
técnicos da Secretaria Municipal de Habitação na tomada de
decisões. É uma importante ferramenta na condução da política
municipal de habitação social de qualidade na cidade.
 Adquirir informação tornou-se a principal tarefa do homem
moderno. Isso gerou novos desafios, pois os meios
produtores de informação são pressionados a buscar
constantemente novos tipos de suporte e infraestrutura. Essa
tecnologia da informação criou possibilidades antes
impensadas. Exemplos disso são a diminuição dos custos na
busca de informação, o aumento da produtividade e a
ampliação da transparência das ações publicas.
 Lançada no dia 23 de julho, a ferramenta digital HABISP.plus,
que permite ao cidadão acompanhar o andamento de todas as
obras de habitação na cidade de São Paulo, atingiu a marca de
10 mil acessos e interações. Na média, são quase 700 acessos
diários no sistema que mostra as etapas das novas moradias
previstas no Programa de Metas 2013-2016.
LISTA DE FAVELAS
 “O Habisp é a melhor iniciativa da prefeitura nos últimos 25
anos. Antes quando precisávamos planejar as áreas que
receberiam intervenção, era o representante da comunidade
que influenciava. Agora com todas as informações no sistema,
o programa mostra quais são as piores áreas, ou seja, as que
devem ser priorizadas”.
Darcy Gebara Ramos Francisco
Diretora da Habi Sudeste.
 Hoje a cartografia pode relacionar igualmente a analise, a
comunicação e a visualização de dados. Dessa forma, um
só mapa, digital ou não, pode ser considerado um
Sistema de Informação Espacial, fornecendo respostas
das mais diversas ordens a quem o analisa.
 O sistema traz um mapeamento de obras das unidades
habitacionais da cidade, bem como dos programas
Urbanização de Favelas, Renova SP, Mananciais III e
Minha Casa, Minha Vida. Esse zoneamento deve
demarcar territorialmente áreas públicas ou particulares
ocupadas por população de baixa renda, onde há
interesse público de promover a urbanização e a
regularização jurídica da posse da terra, a fim de garantir
o direito à moradia.
 O primeiro levantamento sobre assentamentos irregulares em
São Paulo foi publicado pela Secretaria de Bem-Estar Social
em 1974.
 Em 1987 a Sehab concluiu que a população favelada somava
8,9% do total do município, o que naquela época equivalia a
aproximadamente 815 mil habitantes.
 Seis anos depois a (FIPE) revelou que o total de residentes em
favelas era de aproximadamente 19%. Isso representou uma
taxa de crescimento de 15,2 ao ano entre 1987 e 1993.
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Observatório habitacional da cidade de são paulo

  • 1.
  • 2.  Dar apoio ao processo de planejamento e gestão urbana através da participação plena e permanente dos cidadãos mediante o fornecimento de informações sobre o desenvolvimento sustentável e do habitat;  Realizar o monitoramento das atividades, programas e projetos das instâncias encarregadas do desenvolvimento do habitat da cidade;  Sistematizar as pesquisas sociais, econômicas e ambientais que se produzem no Município relacionadas com a temática do observatório;  Estabelecer relações permanentes entre o Governo Local, as instituições e os cidadãos;  Manter e recuperar o sentido de pertencimento dos habitantes da cidade e entorno.
  • 3.  Proporcionar informação e análises a todos os atores para que participem com igualdade de condições com o propósito de uma participação mais eficaz na formulação de política urbana e habitacional e sua implementação;  Contribuir para a capacitação dos diversos segmentos sociais em relação a gestão e utilização da informação urbana para as políticas setoriais, a partir de um foco em indicadores e de replicação de boas práticas e boas políticas;  Construir e analisar indicadores sobre condições de moradia adequada;
  • 4.  Fornecer informações, conhecimentos e experiências para o observatório urbano do município de São Paulo;  Fornecer subsídios sobre a situação da moradia no município de São Paulo , para os espaços de interlocução dos gestores da política habitacional e as organizações da sociedade civil;  Produzir informações sobre os temas e problemas de moradia da cidade de São Paulo.
  • 5.  Criado em novembro de 1996 no Departamento de Projeto da FAUUSP;  O Laboratório conta com uma equipe regular de aproximadamente vinte pessoas, entre professores e estudantes;  Com o objetivo de interligar as atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária em um mesmo espaço, dando prioridade à formulação de alternativas para as demandas habitacionais, urbanas e ambientais que visem a inclusão social.
  • 6.  Busca inserir na cena de pesquisa acadêmica as necessidades, demandas e pontos de vista daqueles setores sociais normalmente afastados dos preceitos da produção teórica e técnica academicamente reconhecida;  Reunir agentes públicos, sociedade organizada e universitários num trabalho conjunto de desenvolvimento de projetos é um processo de aprendizado em que todos se qualificam - é o que o LabHab vem procurando em seus anos de atividades.
  • 7.  As atividades de pesquisa resultam em relatórios, seminários, cursos de capacitação, debates com públicos diversificados, subsídios a políticas públicas;  Nos casos da elaboração de pesquisa aplicada, plano, programa ou ação local, busca-se chegar a um quadro final que inclua: Avaliações, Propostas, Agentes Envolvidos, Encaminhamentos, Operacionalização;  É o caso, por exemplo de Santo André, onde o trabalho conjunto com a prefeitura resultou no Programa Integrado de Inclusão Social, programa social que combina a intervenção urbanística em favelas com o atendimento da população visando a inclusão socioeconômica;  Programa premiado pela agência Habitat da ONU em 2002.
  • 8.  Quem passeia por qualquer grande metrópole brasileira dificilmente deixa de notar que há ali algo de errado: bairros ultrassofisticados, que não deixam nada a desejar em relação às grandes cidades desenvolvidas, cotejam favelas que amontoam gente em condições indignas de vida.
  • 9.
  • 10.  Os problemas habitacionais da cidade de São Paulo exigem da secretaria municipal de habitação (Sehab) dedicação, empenho e criatividade na proposição de soluções técnicas nos projetos e obras realizadas. E o Sistema de Informações para Habitação Social em São Paulo (Habisp) é mais uma dessas iniciativas.
  • 11.  É um sistema de mapeamento dos assentamentos precários na cidade de São Paulo, que contém valiosas informações para o enfrentamento da pobreza urbana. Pobreza essa que se materializa em são Paulo nas diversas formas de assentamentos informais: favelas, loteamentos irregulares, cortiços, alojamentos e conjuntos degradados.  O projeto foi concebido para reunir diferentes dados de cada área ocupada irregularmente ou de forma precária. Seu objetivo é identificar facilmente as condições geográficas, físicas, sociais, econômicas e legais de cada um desses lugares.  O Habisp armazena, organiza, processa e produz informações geográficas de alta qualidade, que servem de suporte para os técnicos da Secretaria Municipal de Habitação na tomada de decisões. É uma importante ferramenta na condução da política municipal de habitação social de qualidade na cidade.
  • 12.  Adquirir informação tornou-se a principal tarefa do homem moderno. Isso gerou novos desafios, pois os meios produtores de informação são pressionados a buscar constantemente novos tipos de suporte e infraestrutura. Essa tecnologia da informação criou possibilidades antes impensadas. Exemplos disso são a diminuição dos custos na busca de informação, o aumento da produtividade e a ampliação da transparência das ações publicas.
  • 13.  Lançada no dia 23 de julho, a ferramenta digital HABISP.plus, que permite ao cidadão acompanhar o andamento de todas as obras de habitação na cidade de São Paulo, atingiu a marca de 10 mil acessos e interações. Na média, são quase 700 acessos diários no sistema que mostra as etapas das novas moradias previstas no Programa de Metas 2013-2016.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 19.  “O Habisp é a melhor iniciativa da prefeitura nos últimos 25 anos. Antes quando precisávamos planejar as áreas que receberiam intervenção, era o representante da comunidade que influenciava. Agora com todas as informações no sistema, o programa mostra quais são as piores áreas, ou seja, as que devem ser priorizadas”. Darcy Gebara Ramos Francisco Diretora da Habi Sudeste.
  • 20.  Hoje a cartografia pode relacionar igualmente a analise, a comunicação e a visualização de dados. Dessa forma, um só mapa, digital ou não, pode ser considerado um Sistema de Informação Espacial, fornecendo respostas das mais diversas ordens a quem o analisa.
  • 21.  O sistema traz um mapeamento de obras das unidades habitacionais da cidade, bem como dos programas Urbanização de Favelas, Renova SP, Mananciais III e Minha Casa, Minha Vida. Esse zoneamento deve demarcar territorialmente áreas públicas ou particulares ocupadas por população de baixa renda, onde há interesse público de promover a urbanização e a regularização jurídica da posse da terra, a fim de garantir o direito à moradia.
  • 22.
  • 23.  O primeiro levantamento sobre assentamentos irregulares em São Paulo foi publicado pela Secretaria de Bem-Estar Social em 1974.  Em 1987 a Sehab concluiu que a população favelada somava 8,9% do total do município, o que naquela época equivalia a aproximadamente 815 mil habitantes.  Seis anos depois a (FIPE) revelou que o total de residentes em favelas era de aproximadamente 19%. Isso representou uma taxa de crescimento de 15,2 ao ano entre 1987 e 1993.